Álvaro Parente: “O meu objectivo é ser campeão” 31 31UTC Março 31UTC 2010
Posted by Diogo Oliveira in Sem categoria.Tags: 16 Válvulas SF Álvaro Parente: "O meu objectivo é ser campeão"
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Álvaro Parente está já em Silverstone, pista onde vai ter lugar a prova de abertura da Superleague Formula by Sonangol de 2010, estando a preparar, juntamente com a estrutura técnica que coloca o carro do Futebol Clube do Porto em pista, as corridas do próximo fim-de-semana.
O jovem piloto português está a encarar a sua participação nesta exigente competição com todos os cuidados, tendo-se deslocado ontem para o histórico traçado inglês a fim de conhecer a equipa com que vai trabalhar ao longo da temporada e de a acurar os mais ínfimos detalhes da preparação do seu monolugar azul e branco. “Ontem, tive o primeiro contacto com a equipa, o que me permitiu conhecer os mecânicos e engenheiros. Hoje, estou fazer o banco e a preparar testes de amanha”, afirmou Álvaro Parente com afinco.
Com uma longa temporada pela frente, o piloto português está verdadeiramente entusiasmado por defender as cores do Futebol Clube do Porto, muito embora saiba que os seus adversários – de onde se destacam Narain Karthikeyan, Robert Doornbos e Sebastien Bourdais, todos eles ex-pilotos de Fórmula 1 – não lhe oferecerão facilidades. “Estou muito motivado e desejoso por voltar a correr, após a participação esporádica na GP2 Asia. Este carro é totalmente diferente do GP2 e, com a grelha actual, prevejo um campeonato muito interessante e disputado. Vai ser interessante reencontrar velhos adversários e muitos ex-pilotos de Fórmula 1”, sublinhou o jovem que há poucas semanas subiu ao pódio de uma prova da GP2 Asia.
Silverstone é uma pista bem conhecida de Álvaro Parente, o que o deixa ainda com maiores responsabilidades para alcançar um resultado de relevo no próximo fim-de-semana. O piloto portuense, à semelhança de todos os seus adversários, realizará amanhã um teste no traçado britânico, estando empenhado em adaptar o seu monolugar – animado por um motor V12 com cerca de setecentos e cinquenta cavalos de potência – ao seu estilo de pilotagem de modo a que possa lutar pelas posições cimeiras ao longo de todo o evento. “Esta é uma pista que me agrada e onde já corri bastantes vezes. Amanhã, vamos evoluir o carro para que no fim-de-semana possamos estar já mais perto daquilo que eu pretendo”, afirmou o português que concluiu: “O campeonato é longo, tem doze provas, e o meu objectivo é ser campeão”.
Borja García regressa à Superleague pelo Sporting 31 31UTC Março 31UTC 2010
Posted by Diogo Oliveira in Sem categoria.Tags: 16 Válvulas SF Borja García regressa à Superleague pelo Sporting
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Borja esteve presente na competição em 2008, ao volante do carro de corrida de Sevilla FC ao longo da temporada. Com o clube espanhol conquistou a sua primeira vitória em Donington Park, deibaixo de muita chuva e começar do décimo lugar geral.
Mas, além de sua participação na Superleague Formula, Borja tem participado em várias competições a nível nacional e internacional ao longo de sua carreira. Em 2003 ele correu na Fórmula 3 Espanhola, com a equipa GTA. Em 2004, ele mudou de equipa e foi para a Racing Engineering, e ganhou o título. Um ano depois, em 2005, decidiu mudar-se para a beira da F1, a GP2 Series. Continuou a fazer parte da estrutura da Racing Engineering e terminou a temporada em décimo quarto lugar. Já em 2006, foi para as World Series by Renault com a RC Motorsport e terminou em segundo. Em 2007, Borja regressou à GP2 pela mão da Durango e depois em 2008, voltou para as World Series by Renault, campeonato que depois abandonou para fazer parte da Superleague Formula com o Sevilla FC.
Em 2009 decidiu dar um novo rumo à sua carreira. O seu destino foi a Fórmula Atlantic com a equipa Condor. Ele terminou o seu sétimo campeonato americano e global, mas mantinha o desejo de voltar a competir na Europa, e voltou-se a uma das competições onde ele cresceu como piloto: a Superleague Formula pela Sonangol.
Agora terá o desafio de meter o carro do Sporting Clube de Portugal no topo da classificação e da oportunidade de lutar contra grandes pilotos, alguns de Fórmula 1, Sebastien Bourdais, Franck Montagny e Narain Karthikeyan. Além disso, irá encontrar dois outros pilotos espanhóis na grelha, Marcos Martinez Ucha, que conduzirá o monolugar do Sevilha FC, uma ex-equipa de Borja, e Maria de Villota, que irá voltar a conduzir pelo Atlético de Madrid.
Borja García já comentou o facto de correr pelo Sporting. ”Estou muito feliz com a minha adesão Superleague Fórmula by Sonangol. Este será o meu segundo ano nesta competição e estou muito animado para competir novamente na Europa, e tendo ainda em conta que sei quem serão os meus rivais na Superleague. Há muitos pilotos com um elevado nível, algumas deles de Fórmula 1. Ainda não sei como se vai desenvolver a temporada, mas espero ter uma idéia, após a primeira corrida. Tentarei conseguir muitas vitórias pelo Sporting e, se possível, lutar pelo título e oferecê-lo a todos os adeptos e fãs“.
Mário Patrício, Diretor Executivo do Sporting Clube de Portugal, também já comentou a contratação de Borja García. “Depois do nosso desempenho na Superleague Fórmula na temporada passada com uma vitória e um segundo lugar, nesta temporada, queremos melhorar os resultados e a experiência do Borja Garcia será muito importante para alcançar o nosso objetivo. Trabalhamos também com a equipa Reid Motorsport. Isso coloca-nos numa posição privilegiada para conseguir vitórias e estar na frente em todas as corridas“.
Bernardo Sousa quer o top5 na Jordânia 31 31UTC Março 31UTC 2010
Posted by Diogo Oliveira in Sem categoria.Tags: 16 Válvulas SWRC Bernardo Sousa quer o top5 na Jordânia
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Bernardo Sousa tem este fim-de-semana na Jordânia mais uma prova do SWRC. Depois do oitavo lugar na prova sueca, o jovem piloto madeirense, eleva agora a fasquia, embora reconheça que não vai ser nada fácil: “Muito exigente“, começou por revelar o jovem piloto madeirense. “Os pisos estão duros, secos por consequência os troços estão também muito escorregadios. Gostávamos de ficar nos cinco primeiros, apesar de isso não ser fácil porque a maior parte dos adversários já conhece o terreno e fez muitos mais quilómetros em terra do que nós“, referiu.
“Já deu para perceber que esta será sem dúvida uma prova de extremos. Desde as temperaturas elevadas que podem chegar aos 40 graus, aos troços carregados de areia e gravilha“, confessou o actual líder do Campeonato Nacional de Ralis.
Apesar das dificuldades, Bernardo Sousa e Nuno Rodrigues da Silva, depois de bater toda a concorrência e vencer o Rali Torrié ao volante do Ford Fiesta S2000, não escondem a vontade em obter mais um excelente resultado, desta vez em terras de Sua Alteza Real o Príncipe Feisal Al Hussein. “São provas completamente distintas. Estamos todos imbuídos de um espírito vencedor sustentado num projecto ambicioso e responsável. É com este sentido que todos os dias trabalhamos e queremos aqui voltar a registar“, sublinhou português na capital Amã onde ficará até ao final da semana.
Este ano, alguns dos troços de 2008 foram modificados e outros até substituídos. A rota inicia-se nos bosques situados a norte de Amã a mais de 1000 metros de altitude e irá gradualmente descendendo até ao Vale do Jordão, a sensivelmente 400 metros abaixo do nível do mar.
Armindo Araújo defende liderança na Jordânia 31 31UTC Março 31UTC 2010
Posted by Diogo Oliveira in Sem categoria.Tags: 16 Válvulas PWRC Armindo Araújo defende liderança na Jordânia
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Ainda com a vitória no Rali do México bem fresca na memória, Armindo Araújo e Miguel Ramalho, já se encontram na Jordânia para, na terceira prova da temporada, lutar pela defesa da liderança do Campeonato do Mundo de Ralis Produção (PWRC). Numa prova totalmente desconhecida para a dupla portuguesa, a táctica passa naturalmente por tentar não correr riscos desnecessários e amealhar o maior número de pontos possíveis para as contas do título.
Após os dois dias de reconhecimentos o piloto tirsense não tem dúvidas quanto à difícil tarefa que terá pela frente. “Vai ser um rali extremamente complicado pois os pisos são muito duros e escorregadios, há muita gravilha solta e bastantes lombas. Os pneus vão ter um grande desgaste e será fácil furar pois existe muitas pedras nas bermas. As características das especiais, com muitas lombas, não nos permitirá encontrar o ritmo ideal tão rapidamente como desejamos“, começou por afirmar o Campeão do Mundo e actual líder do PWRC.
Ainda assim, Armindo Araújo, que voltará a alinhar no Mitsubishi Lancer Evo X, parte confiante num bom resultado neste Rali da Jordânia. “Vamos ter de fazer a prova com muitas cautelas visto ser importante amealhar o maior numero de pontos possíveis para podermos sair daqui na frente do campeonato. Estamos moralizados com o bom arranque da temporada e vamos tentar continuar nesta onda positiva. Após este rali metade do nosso calendário fica completo e é importante saber gerir os acontecimentos“, disse o piloto apoiado pela TMN, Galp, MCA, Lusitania Seguros e Mitsubishi Motors.
O Rali da Jordânia, ao contrário das habituais provas do WRC, terminará no sábado, tendo em conta o fim-de-semana islâmico, mas terá, por isso, o seu inicio antecipado para quinta-feira, dia 1 de Abril. Durante três etapas serão disputadas vinte e uma especiais de classificação, num total de 339,48 km cronometrados. Em Jerash, a cidade anfitriã da prova, a diferença horária para Portugal é de mais duas horas.
Resultados da segunda corrida do CPGT suspensos 31 31UTC Março 31UTC 2010
Posted by Diogo Oliveira in Sem categoria.Tags: 16 Válvulas CPGT Resultados da segunda corrida do CPGT suspensos
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A corrida 2 do Campeonato Português de GT e Sport Protótipos teve o resultado suspenso, graças a um apelo efectuado pela equipa Veloso Motorsport, que possuiu o Lamborghini Gallardo pilotado por Patrick Cunha e José Carlos Ramos.
Este apelo originou uma longa reunião do Colégio de Comissários Desportivos, que começou logo nos handicaps impostos aos carros. O Porsche de António Nogueira e António Coimbra deveria ter parado nas boxes durante 120 segundos, enquanto que o Aston Martin e o Lamborghini pararam tinha de parar durante 80 segundos.
Na paragem do Aston, Diogo Castro Santos levou o seu carro a ficar parado na boxe durante 70 segundos, menos 10 segundos do que o previsto pelo CCD. Na paragem do Porsche, António Coimbra ao passar o volante para António Nogueira, registou uma paragem de apenas 80 segundos, enquanto que deveria ter sido de 120 segundos.
Quando José Carlos Ramos fez regressar o Lamborghini Gallardo, a Veloso Motorsport estranhou que Ramos estivesse tão longe do Aston Martin de José Pedro Fontes. Antes da paragem nas boxes, o Lamborghini e o Aston Martin rodavam juntos, e depois da paragem, a equipa Veloso fez as contas e o saldo era de um segundo ganho ao Aston, coisa que não acontecia em pista.
Uma análise detalhado dos tempos por volta permitiu descobrir que José Pedro Fontes cumpriu a sua volta seguinte à paragem em 2:46:030, enquanto que José Carlos Ramos fez em 3:00:617. Ao se retirar 80 segundos ao tempo do Lamborghini, fica-se com um tempo na casa do 1m40s, enquanto que o Aston na casa do 1m26s.
Considerando que estes tempo tem obrigatoriamente de incluir a saída da boxe e o acesso à pista sem exceder os 60 km/h, fica-se com a ideia que as paragens foram de facto inferiores ao que o regulamente exigiam.
Com todos estes factos, e depois de ter ouvido as partes envolvidas no caso, o CCD entendeu que não terá havido infracção do regulamento, ou, que não haveria forma de provar tal infracção, dando assim a absolvição.
Com isto, a Veloso Motorsport decidiu levar a decisão ao Tribunal de Apelação Nacional, para decidir o destino deste caso polémico, que marcou esta primeira jornada de estreia deste novo campeonato nacional, CPGT.
Supersport 2010 #2 no AIA-Crónica 16Válvulas 30 30UTC Março 30UTC 2010
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno.6 comments
JORNADA FRUSTRANTE PARA A PARKALGAR
Com a pole conseguida por Laverty nos treinos (ele que liderava o mundial após a vitória na Austrália) e o oitavo lugar de Praia (segunda fila da grelha) tudo se conjugava para a obtenção de um excelente resultado em casa, na segunda ronda do mundial a disputar em Portimão.
Nos entanto o factor imprevisto faz parte de todas as corridas e neste fim de semana trouxe o azar e ambos bateram à porta da Parkalgar Honda.
Imediatamente após o arranque, Laverty toma a dianteira, como seria de esperar, seguido por Joan Lascorz e Michele Pirro. Miguel Praia mantinha o oitavo lugar rodando ao ritmo dos restantes.
Lascorz pressiona muito Laverty e na quarta volta chega mesmo a ultrapassá-lo, ocupando o primeiro lugar por pouco tempo, já que o irlandês rapidamente retomou o lugar que lhe pertencia desde o início da prova.
Pirro estava logo atrás, numa altura em que Miguel Praia é ultrapassado por Foret.
Entretanto ainda não tinha chegado o meio da corrida já Laverty descolava de Lascorz e Pirro, agora preocupado com a pressão do colega de equipa, o turco Sofuoglu, que evidenciava um andamento muito forte, conseguindo mesmo aceder à terceira posição por troca com Pirro e aproximando-se perigosamente de Laverty e Lascorz.
Se as diferenças entre os quatro primeiros estavam na casa de décimas de segundo, a luta mais atrás era também ela muito intensa, com Praia a disputar arduamente o lugar com Foret
A 17ª volta (a 4 do fim) foi madrasta para a equipa Parkalgar: Laverty havia sido ultrapassado na volta anterior por Sofuoglu e Lascorz, relegando Laverty para 3º, que numa tentativa de recuperar a liderança acabou por cair, ficando a moto muito danificada e sem hipótese de continuar a lutar pela vitória.
Ainda assim Laverty volta à pista para terminar na 11ª posição.
No final da prova Laverty disse: “O erro foi meu e fui penalizado por isso. Na curva 4, toquei no corrector e não consegui controlar a moto. Percebi que o aparatoso acidente tinha deixado a minha Honda maltratada mas como só faltavam quatro voltas para o final e percebi que ainda estava em condições de fazer alguns quilómetros, regressei à pista o mais rápido que consegui. Garanti cinco pontos para o Campeonato depois do esforço de continuar com a moto naquelas condições”.
De primeiro no Campeonato, Eugene Laverty e a Parkalgar Honda caem para terceiro, mas o objectivo mantém-se inalterável: “Esta é apenas a segunda corrida do Campeonato, e apesar de não estar feliz, não é completamente dramático. Há ainda muito caminho para trilhar. Os nossos objectivos mantém-se os mesmos, ganhar o título mundial. Já sabemos que temos um conjunto vencedor e como tal, não há nada a temer”, rematou Laverty.
Mas o azar não ficava por aí, já que na mesma volta Praia entra nas boxes, numa altura que era oitavo e mantinha um andamento muito forte estando a fazer talvez a melhor prova da sua carreira.
A moto perdeu subitamente potência sem se perceber o que se passava, vindo a apurar-se posteriormente que o motor havia partido.
Em comentário final diz Praia: “O arranque correu bem, e depois nas primeiras voltas senti que estava num ringue de boxe, levei e dei muita tareia. Estava a guardar-me para o final para a atacar os adversários à minha frente. Sabia que estava mais rápido que eles. Tenho pena que tenha acontecido isto na minha corrida em Portimão, mas fica a satisfação de ter podido contar com o apoio de tantos portugueses”.
O campeonato está ainda no seu início, pelo que a recuperação será, seguramente, uma realidade para a equipa portuguesa.
Kenan Sofuoglu (Honda CBR 600 RR) acabaria por ser o vencedor
seguido de Lascorz (Kawasaki ZX-6R) e Pirro (Honda CBR 600 RR) no terceiro posto.
Seguiram-se Davies, Foret, Fujiwara, Harms, Roccoli e Salom.
A próxima corrida será em Valência no fim de semana de 9 a 11 de Abril.
Até lá!
Texto e fotos
António Pestana – 16 Válvulas
CLASSIFICAÇÃO
| 1 | 54 | K. Sofuoglu | TUR | Honda CBR600RR | |
| 2 | 26 | J. Lascorz | ESP | Kawasaki ZX-6R | 0.031 |
| 3 | 51 | M. Pirro | ITA | Honda CBR600RR | 8.879 |
| 4 | 7 | C. Davies | GBR | Triumph Daytona 675 | 15.270 |
| 5 | 99 | F. Foret | FRA | Kawasaki ZX-6R | 22.096 |
| 6 | 37 | K. Fujiwara | JPN | Kawasaki ZX-6R | 23.041 |
| 7 | 127 | R. Harms | DEN | Honda CBR600RR | 30.830 |
| 8 | 4 | G. Rea | GBR | Honda CBR600RR | 35.171 |
| 9 | 55 | M. Roccoli | ITA | Honda CBR600RR | 35.225 |
| 10 | 25 | D. Salom | ESP | Triumph Daytona 675 | 35.239 |
| 11 | 50 | E. Laverty | IRL | Honda CBR600RR | 49.540 |
| 12 | 40 | J. DiSalvo | USA | Triumph Daytona 675 | 49.628 |
| 13 | 5 | A. Lundh | SWE | Honda CBR600RR | 1’08.602 |
| 14 | 8 | B. Chesaux | SUI | Honda CBR600RR | 1’13.455 |
| 15 | 9 | D. Dell’Omo | ITA | Honda CBR600RR | 1’30.738 |
| 16 | 33 | P. Cazzola | ITA | Honda CBR600RR | 1’30.852 |
| 17 | 36 | M. Hunt | GBR | Yamaha YZF R6 | 1 Lap |
| 18 | 24 | E. Blokhin | RUS | Yamaha YZF R6 | 1 Lap |
| RET | 117 | M. Praia | POR | Honda CBR600RR | 4 Laps |
| RET | 14 | M. Lagrive | FRA | Triumph Daytona 675 |
Classificação do Mundial Supersport
1º Sofuoglu 41 pontos
2º Lascorz 40 pontos
3º Laverty 30 pontos
(…)
13º Praia (Honda) 7 pontos
Superbikes 2010 #2 no AIA-Crónica 16Válvulas 30 30UTC Março 30UTC 2010
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno.4 comments
DOBRADINHA ITALIANA EM SOLO PORTUGUÊS
Se ainda existissem dúvidas que o campeonato mundial de Superbike se posiciona como o mais interessante, disputado e aguerrido dos campeonatos de duas e quatro rodas, este início de temporada de 2010 é a prova provada do contrário, dissipando quaisquer dúvidas!
As mangas da ronda inicial, Austrália, averbaram uma diferença entre primeiro e segundo de 400 milésimos de segundo. Em Portimão, foi estabelecida uma diferença ainda menor: 225 milésimos na primeira manga e 191 na segunda! Um piscar de olhos!
Após uma Superpole muito disputada, o primeiro tempo fica, pela primeira vez na carreira do piloto, na posse de Crutchlow (Yamaha), quase com meio segundo de diferença para o segundo classificado, o italiano voador, Max Biaggi (Aprillia), seguido do veterano, mas muito eficiente, Checa (Ducati) e de Leon Haslam (Suzuki), o “Pocket Rocket”, como é apelidado, e primeiro classificado no mundial.
Uma superpole com cinco marcas distintas nas cinco primeiras posições!
Na BMW, Corser averba o oitavo tempo, após auspiciosos testes de pré-temporada, com a “nova” equipa de fábrica, liderada pelo ex- resposável da Ducati e ex-campeão, David Tardozzi, equipa muito empenhada na conquista de um título de pilotos (Corser estabeleceu essa marca para ano de 2011) mas para isso será preciso, primeiro, começar a vencer provas, o que ainda não aconteceu, apesar de rasgados elogios à moto, pela imprensa especializada.
As duas Ducati Xerox de fábrica (Haga e Fabrizio) assinam o pior resultado de sempre, em dezenas de anos de participação no campeonato numa qualificação da marca, não conseguindo passar da primeira fase, ficando ambos além do top 16 da Superpole! Fabrizio cai na primeira volta, obrigando-o a fazer toda a qualificação com a moto de reserva e Haga tem um acerto de moto para a pista de Portimão que não lhe permite escapar aos últimos lugares da qualificação! Todas as equipas satélite Ducati ficam melhores classificadas para a largada de Domingo!
1ª MANGA
Directos à prova, e após o sinal verde, Biaggi efectua um arranque canhão saltando de imediato para primeiro bem como o australiano da BMW, Corser, a posicionar-se em terceiro, vindo da oitavo posição!
J. Rea que tinha partido da quinta posição da grelha, sai largo na terceira curva após o final da recta da meta, perdendo muitas posições.
Haslam, a meio da primeira volta já é segundo, em cima de Biaggi, com o homem da pole, Crutchlow, a descer para o quarto lugar, seguido das duas Ducati Althea de Checa e Byrne, sendo a segunda BMW oficial, a do espanhol Xaus, oitava.
O final da primeira volta já provocava estragos, quando Guinntoli (companheiro de equipa de “Ron Pocket Rocket”), falhava a difícil travagem do final da recta da meta, entrando pela gravilha, mas conseguindo manter a moto e voltar à pista.
Nesse momento, Biaggi cede a liderança para Haslam numa travagem no limite por parte do inglês, dando provas que não é por acaso que está na frente do campeonato, apesar da pouca idade face ao experiente Biaggi e que não se intimida com os 4 títulos mundiais do italiano.
Ambos a distanciarem-se dos restantes, mas entre eles com uma diferença de pouco mais que meia roda.
Entretanto, na segunda das 22 voltas, Haga era já oitavo, ele que tinha largado da 16ª posição, com Checa e Byrne, muito fortes a atacarem a 3ª posição de Corser, que cede para Checa, momentaneamente.
Crutchlow, o home da pole, perdeu alguns lugares (nervosismo da primeira pole, talvez) sendo, no final da 3ª volta, quinto atrás das duas Ducati Althea.
As trocas de posições eram constantes e apenas tinham decorrido 3 das 22 voltas ao circuito!
Rea era 9º, seguido de Camier (companheiro de equipa de Biaggi), Toseland (continuavam as más prestações do inglês oriundo do Motogp) e Fabrizio.
Smrz (Ducati), o checo que tão boa conta de si tinha dado em termos de rapidez durante a qualificação, ia descendo posições até ao abandono. Capaz do melhor e do pior!
O alemão Neukirchner (Honda) afundava-se na classificação, vítima de problemas mecânicos! Mais uma candidato aos lugares cimeiros que se perdia na classificação!
Acentua-se a diferença entre os 2 primeiros (Haslam e Biaggi) e restantes com Biaggi a assumir de novo a liderança por troca com Halasm, tirando partido de uma maior velocidade de ponta da Aprillia face à Suzuki (305km/h contra 292km/h no final da recta da meta).
Toseland fechava o topten seguido de Fabrizio, que não conseguia fazer evoluir a Ducati, e Xaus já a mais de 8 segundos do romano voador.
Sykes, sozinho na Kawasaki (Vermeulen não alinhou por não ter recuperado da lesão no joelho após queda na prova australiana) não saia da 16º posição, a quase 15 segundos do líder.
Haslam está mais rápido em pista mas não consegue passar Biaggi, face a uma trajectória mais defensiva do italiano, na parte mais lenta do circuito, uma vez que na parte mais rápida a Aprillia fazia valer a maior potência.
Crutchlow estava numa missão solitária: apanhar os dois primeiros (Giaggi e Haslam), estando a conseguir reduzir a distância que o separava de Haslam, quando deita tudo a perder com uma saída em frente, mantendo mesmo assim o terceiro lugar, mas sem hipótese de lutar pela vitória.
Entretanto as aspirações por parte de Fabrizio, a manter o segundo lugar do campeonato acabam quando sai de pista caindo para 18 lugar.
A 3 voltas do fim, golpe de teatro com Crutchlow, 3º classificado, a acusar pressão de Rea, comete um erro, dando-lhe de bandeja o lugar mais baixo do pódio.
A última volta foi de suster a respiração, com Haslam a tentar por tudo passar Biaggi que corta a linha de meta com 0.0200 seg. sobre Haslam.
Texto e fotos
António Pestana – 16 Válvulas
2ª MANGA
A segunda manga foi uma espécie de “déjà vu”!
Biaggi volta a fazer uma partida super-veloz, colocando-se de imediato na liderança, seguido de Jonathan Rea que levava logo atrás o rápido Ron Haslam.
Rea, inspirado, passa Biaggi numa nesga, mas o italiano não se intimida e recupera, passadas poucas curvas, o primeiro lugar.
Biaggi mostrou-se muito consistente durante todo o fim de semana, errando menos que o habitual, o que, aliado à grande velocidade de ponta da Aprillia, lhe valeu dois primeiros lugares em outras tantas corridas.
Haslam, desde a primeira volta que se mantém perto da traseira da Honda de Rea, pressionando forte o irlandês, até que, na sexta volta força a passagem, obrigando Rea a alargar bastante a trajectória, sendo ultrapassado e ficando atrás de Crutchlow, mas por pouco tempo, já que a Honda não aguenta o esforço, partindo o motor, terminando assim de forma inglória a participação na segunda manga, após um merecido 3º lugar conseguido horas antes na manga inicial.
Haslam estava decidido a não deixar fugir Biaggi, estando na cola do italiano, enquanto Crutchlow e Checa estavam nas posições imediatas, com o espanhol a tentar chegar-se ao inglês da Yamaha, e este já colado ao “Pocket Rocket” Haslam.
Mais um início de corrida emocionante com os quatro primeiros pilotos completamente colados.
Entretanto, Haslam não baixa os braços e numa manobra de garra surpreende Biaggi numa travagem atrasada até ao limite, conseguindo passar a Aprillia completamente “na corda”, o que revela o grande talento do pequeno inglês (na linha do que o pai Haslam – Rocket Haslam tão bem fazia quando militava no campeonato do mundo de 500cc).
Mais tarde Biaggi responde e retoma a primeira posição, muito por força da maior velocidade de ponta da Aprillia, algo contra o qual Haslam nada podia fazer!
Mais atrás vinha Corser, com um bom início de corrida, mas à semelhança do que aconteceu na primeira manga, foi perdendo lugares à medida que a prova se desenrolava. Há ainda muito a trabalhar para colocar a BMW ao nível das Yamaha, Ducati, Suzuki e Aprillia.
Os dois primeiros iam abrindo distância sobre Crutchlow e Checa, quarto e quinto, respectivamente, que não mostravam andamento para os dois primeiros.
A três voltas do fim, Haslam fez nova investida e consegue consumar a ultrapassagem a Biaggi que, comete mais um erro alargando a trajectória.
Valendo-se da grande diferença de velocidade da Aprillia face à Suzuki de Haslam, o italiano retoma o primeiro lugar na última volta, nada mais podendo fazer o britânico senão contentar-se uma vez mais com o segundo lugar, à semelhança do que tinha acontecido na manga anterior.
Seria interessante ver a Suzuki conseguir um pouco mais de velocidade de ponta para compensar a enorme garra do pequeno “Pocket Rock”
Crutchlow conseguiu o último lugar do podio, com Checa logo atrás, seguido de Camier, Toseland, Byrne, Haga, Guintoli e Corser.
Mais uma má prestação por parte da Ducati oficial, com Haga em 8º e Fabrizio apenas 11º.
Aguardemos por novas emoções carregadas de adrenalina, desta feita em Valência, já daqui a duas semanas.
Até lá!
Texto e fotos
António Pestana – 16 Válvulas
Classificação
SBK – 1ª manga
| 1 Max Biaggi Aprilia ITA 37’59.283 |
| 2 Leon Haslam Suzuki GBR 0’00.200 |
| 3 Jonathan Rea Honda GBR 0’06.901 |
| 4 Carlos Checa Ducati ESP 0’07.457 |
| 5 Leon Camier Aprilia GBR 0’07.564 |
| 6 Shane Byrne Ducati GBR 0’11.420 |
| 7 James Toseland Yamaha GBR 0’18.391 |
| 8 Noriyuki Haga Ducati JPN 0’18.536 |
| 9 Troy Corser BMW AUS 0’24.514 |
| 10 Ruben Xaus BMW ESP 0’32.427 |
| 11 Michel Fabrizio Ducati ITA 0’35.045 |
| 12 Lorenzo Lanzi Ducati ITA 0’36.816 |
| 13 Sylvain Guintoli Suzuki FRA 0’36.841 |
| 14 Cal Crutchlow Yamaha GBR 0’44.678 |
| 15 Tom Sykes Kawasaki GBR 0’44.942 |
Classificação
SBK – 2ª manga
| 1 Max Biaggi Aprilia ITA 38’06.128 |
| 2 Leon Haslam Suzuki GBR 0’00.191 |
| 3 Cal Crutchlow Yamaha GBR 0’00.658 |
| 4 Carlos Checa Ducati ESP 0’01.015 |
| 5 Leon Camier Aprilia GBR 0’03.123 |
| 6 James Toseland Yamaha GBR 0’09.131 |
| 7 Shane Byrne Ducati GBR 0’11.033 |
| 8 Noriyuki Haga Ducati JPN 0’13.452 |
| 9 Sylvain Guintoli Suzuki FRA 0’13.964 |
| 10 Troy Corser BMW AUS 0’16.377 |
| 11 Michel Fabrizio Ducati ITA 0’26.351 |
| 12 Ruben Xaus BMW ESP 0’27.964 |
| 13 Tom Sykes Kawasaki GBR 0’33.566 |
| 14 Lorenzo Lanzi Ducati ITA 0’33.823 |
| 15 Max Neukirchner Honda GER 0’37.372 |
Classificação do Mundial SBK
1º Haslam 85 pontos
2º Biaggi 69 pontos
3º Checa 60 pontos
4º Fabrizio 46 pontos
5º Haga 43 pontos
6º Rea 39 pontos
7º Guintoli 33 pontos
8º Camier 32 pontos
9º Corser 29 pontos
10º Crutchlow 25 pontos
Sébastien Bourdais no Olympique de Lyon 30 30UTC Março 30UTC 2010
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Sébastien Bourdais
O francês Sébastien Bourdais irá regressar à Superleague Fórmula nesta temporada, ao volante do carro do Olympique de Lyon, que terá a Laurent Redon Motorsport como equipa de apoio à formação francesa.
O tetra-campeão da Champ Car fez a sua estreia no campeonato pelo Sevilha na temporada passada, vencendo a terceira corrida do seu primeiro fim-de-semana, que teve lugar no Autódromo do Estoril. Bordais ainda voltou a vencer na ‘Catedral’ de Monza e acabou no pódio em Jarama.
“Depois do sucesso obtido no ano passado, queria mesmo continuar na Superleague para 2010. O monolugar é bastante interessante de pilotar e oferece muita carga aerodinâmica e um motor V12 com muita potência. Laurent Redon ofereceu-me a vaga no Olympique Lyonnais e eu, obviamente, fiquei muito orgulhoso por competir pelo clube francês de maior sucesso nos últimos anos“, afirmou Bourdais.
A Superleague apresenta já uma grelha com nomes muito sonantes, de entre os quais há a salientar Álvaro Parente, Narain Karthikeyan, Robert Doornbos ou Franck Montagny, para além de Davide Rigon, Yelmer Buurman ou Tristan Gommendy, que até ao final de 2009 defendeu as cores do FC Porto.
Francisco Carvalho na Seat Leon Eurocup com a Monlau Competición 30 30UTC Março 30UTC 2010
Posted by Diogo Oliveira in Sem categoria.Tags: 16 Válvulas Seat LEon Eurocup Francisco Carvalho na Seat Leon Eurocup com a Monlau Competición
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Francisco Carvalho (3º a contar da esquerda) com a Monlau Competición
Após inaugurar as suas instalações nos finais do ano passado, a equipa catalã Monlau Competición irá-se estrear ao nível internacional com um projecto para correr na Seat Leon Eurocup.
Para tal, a equipa dirigida por Jaime Serrano fechou contrato com a melhor equipa de mecânicos disponíveis e com o experiente piloto português, Francisco Carvalho.
O português Francisco Carvalho terá assim uma temporada de 2010 atarefada com participações no Campeonato Português de GT, na Taça da Europa de Carros de Turismo e agora, na Seat Leon Eurocup. Carvalho de 46 anos de idade diz ainda ter “a força e a mentalidade de um jovem“. O bicampeão da Honda BPI Cup irá priorizar os seus esforços com a equipa Monlau no Eurocup mas ainda participará em algumas provas da Seat Leon Supercopa, campeonato em que já correu nos últimos quatro anos.
Marcos Martínez pilotará para o Sevilha 29 29UTC Março 29UTC 2010
Posted by Diogo Oliveira in Sem categoria.Tags: 16 Válvulas SF Marcos Martínez pilotará para o Sevilha
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Marcos Martínez
Marcos Martínez, piloto espanhol que surpreendeu no início da temporada passada das World Series by Renault, vencendo 3 das primeiras 4 corridas, viu no Sevilha FC e na Superleague Fórmula o campeonato perfeito para continuar a sua progressão desportiva ao volante de um carro com motor V12 750cv, que permitirá ao piloto entrar numa nova dimensão, longe de outros carros de outros campeonatos.
Marcos dá uma grande importância ao feito de todos os pilotos que competem em igualdade, em termos mecânicos. “Eu venho de uma categoria em que a igualdade mecânica permitia ao piloto expressar a sua qualidade, mas com um nivel de potência de motor muito menos. Um dos atractivos que encontrei na Superleague Fórmula, foi precisamente a igualdade em termos mecânicos, mas com uns motores muito potentes, o que faz com que a qualidade do piloto tenha mais importância“, comenta Marcos, que irá pilotar o monolugar do Sevilha, enquandrado na estrutura da equipa de Emilio de Villota.
“Defender as cores de uma equipa espanhola em frente dos melhores pilotos e equipas do mundo será um orgulho, e estar na equipa do Emilio será uma garantia de êxito. Tenho total confiança na escuderia do Emilio, aliás, estar na equipa será uma grande ajuda para lutar pelo título”, finalizou Marcos.











