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Miguel Oliveira sai do terceiro lugar da grelha de partida no GP do Estoril 30 30UTC Abril 30UTC 2011

Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Crónicas das Motos, Cronicas De Dca, Moto GP, Moto2.
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Miguel Oliveira a correr em casa

Após ter estado nas posições da frente durante todos os treinos livres, o piloto português conseguiu também na qualificação demonstrar um forte andamento e partirá da primeira linha da grelha.

Apesar das nuvens não terem deixado o sol aparecer, e algumas manchas de humidade terem permanecido na pista, as ameaças de chuva não aconteceram e os pilotos puderam bater-se para conquistar um bom registo.

Muitos poucos pilotos conseguiram melhorar as marcas registadas ontem. No entanto o bom trabalho da equipa Andalucia – Banca Cívica – Dupitación de Cadiz permitiu ao piloto português em conjunto com o seu companheiro de equipa, serem os únicos entre os dez primeiros classificados a melhorar a sua marca, e o fizeram por mais de meio segundo de diferença.

Miguel Oliveira trabalhou muito para alcançar um bom set-up para a sua moto e confiante que teria uma margem de manobra, foi ao ataque para conseguir um lugar entre os primeiros. Ele que corre em casa no seu terceiro grande prémio, foi a surpresa do dia ao registar o terceiro melhor tempo, mas mostra-se tranquilo e concentrado nos seus objectivos.

Declarações:

MIGUEL OLIVEIRA, 3º (1’47.405)

“Estou muito contente. Tudo correu bem pois tentamos melhorar os tempos de ontem e conseguimos, algo que tendo em conta as condições de hoje é muito positivo. A equipa trabalhou na perfeição, deu-me a oportunidade de testar várias afinações até encontrar a que mais se adapta a mim.

O resultado do trabalho não podia ter melhor, terminar na primeira fila é um resultado muito bom e dá-me muita tranquilidade para a partida, que ultimamente não tem sido o meu ponto mais forte. Respeito o circuito, é um traçado que me agrada com travagens fortes, o que se adapta ao meu estilo. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, tenho muito mais experiência nos circuitos espanhóis, que são aonde tenho competido desde sempre. Estou muito concentrado e com muita vontade de continuar a fazer um bom trabalho amanhã na corrida”

PEDRO MACHADO, Team Manager

“É o nosso segundo ano no Mundial e estamos na primeira e na segunda linha de partida. Estamos a fazer um óptimo trabalho e a demonstrar que somos capazes de estar nos primeiros lugares. Estou seguro que brevemente subiremos ao pódio.

O Miguel está a crescer muito, a trabalhar bem e concentrado nos seus objectivos. Gostaria ainda de aproveitar a oportunidade para agradecer a todos os nossos patrocinadores pelo apoio que nos têm dado”

Filipe Albuquerque já rodou com o Audi A4 DTM em Hockenheim 29 29UTC Abril 29UTC 2011

Posted by Miguel Mousinho in DTM.
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A época 2011 do DTM arrancou hoje em Hockenheim com a realização dos primeiros treinos livres. Filipe Albuquerque, piloto oficial da Audi, e que se estreia na competição, conseguiu, para já, um lugar entre os dez melhores. Posição que sabe ter condições para melhorar significativamente.

Filipe Albuquerque

Os treinos realizaram-se com piso molhado depois da muita chuva que caiu naquele circuito alemão o que complicou a tarefa dos pilotos menos experientes, no entanto, o piloto português mostrava-se satisfeito com este primeiro dia de trabalho: “Foi um dia produtivo e importante. A primeira parte do treino foi de adaptação à pista. Perdi algum tempo a encontrar os melhores pontos de travagem. Tenho ainda muito trabalho pois sei que há margem de progressão. Vamos trabalhar para melhorar o ‘set-up’ do carro. Sei que posso ser mais rápido amanhã”, disse Albuquerque.

Filipe tem ainda, amanhã, antes de arrancar para o treino cronometrado, mais um treino livre de 1,5 horas. A qualificação está marcada para as 12.40h.

Resultados do Treino Livre 1:

1º Mike Rockenfeller – Audi A4 DTM com 1.35.085

2º Timo Scheider – Audi A4 DTM a 0.444

3º Matias Ekstrom – Audi A4 DTM a 0.612

(…)

10º Filipe Albuquerque – Audi A4 DTM a 0.915

Motogp e 125 a antevisão do GP Portugal 2011 by Aires Pereira 28 28UTC Abril 28UTC 2011

Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Crónicas das Motos, Moto GP, Moto2.
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Pelo segundo ano consecutivo o GP do Japão viu a sua prova ser adiada derivado a fenómenos naturais. Se em 2010 as cinzas impediam a circulação aérea europeia, impedindo que as marcas se deslocassem para o país do sol nascente, este ano a gravidade das consequências do sismo levaram a que a prova fosse igualmente adiada. Na minha opinião e derivado à ameaça nuclear nipónica, estou mesmo em crer que o GP terá que ser substituído, mas o tempo o dirá.

Posto isto teremos obrigatoriamente de abordar a questão climatérica, que pode, à semelhança do que aconteceu em Jerez, criar um autêntico espectáculo dentro do espectáculo E para já temos previsões diferentes para Domingo, já que Sexta e Sábado são unanimemente de chuva. Ao nível internacional temos uma previsão de ausência de chuva, enquanto que consultando a informação nacional, mantém-se uma previsão semelhante para o fim-de-semana inteiro, isto é, aguaceiros. Com isto a prova será uma verdadeira lotaria, e poderá influenciar os “settings” das motos e causar alterações de última hora. A Bridgestone, numa entrevista exclusiva que o 16 Válvulas publicou afirmou que tomou a mesma decisão certa relativamente aos pneumáticos que equiparam as máquinas em Jerez. Segundo eles, as condições assim o exigiram e voltariam a tomar a mesma decisão. Esperemos então para ver!

Após estas considerações que poderão ter um papel preponderante nos resultados, centremo-nos agora nos que deveriam ser os verdadeiros protagonistas, os pilotos e as suas máquinas.

A esperança portuguesa nas 125 , Miguel Oliveira

Na classe de 125cc Nicolas Terol domina sem oposição o mundial, com 100% de vitórias. É talvez demasiado cedo para vaticinar seja o que for, mas pelo que vimos na época passada, onde somente Espargaro e Marquez se lhe juntaram na conquista do ceptro e sabendo que ambos saltaram de classe, e ainda à falta de concorrência à altura, poderá muito bem ser este o ano de Terol. No entanto o facto de até à data não ter aparecido concorrência à altura não quer dizer que ainda não venha a acontecer. Se recuarmos somente até 2010, Marc Marquez só apareceu a vencer após 3 ou 4 grandes prémios e a partir daí foi o que se viu. Esperemos que a mesma coisa aconteça este ano a bem da competição e alta competitividade com que esta classe sempre nos brindou. Num degrau mais abaixo temos um motivadíssimo Jonas Folger e um Sandro Cortese que prometem dar nas vistas. Não podemos colocar de lado um endiabrado, mas bastante irregular Efren Vazquez e apesar da modesta posição, Hector Faubel será também alguém a ter em atenção. Haverá também interesse em saber o que Miguel Oliveira e Maverick Viñales conseguirão fazer neste seu primeiro ano no mundial. Quanto ao Português e apesar de estar a “jogar em casa”, quem acompanhou a carreira do jovem piloto sabe que se sente muito mais confortável nas pistas espanholas do que propriamente no Estoril. Em Jerez, apesar de ter completado somente 5 voltas colheu um dos ensinamentos mais importantes. Saber esperar para atacar, situação que tentará optimizar ao longo do tempo (segundo entrevista ao MotoGP) para alcançar o seu objectivo, ficar entre os 10 primeiros e ser o “rookie of the year”. O seu “arqui inimigo” de longa data, Viñales (actualmente com mais um ponto que Miguel) teve igual oportunidade de colher importantes lições na pista espanhola. Ambos têm andamentos muito bons e têm sido alvos de constantes apreciações e comentários por parte dos media. Contudo, Miguel parece-nos com mais garra e mais bem preparado psicologicamente Veremos como se irá desenrolar esta luta que promete estender-se pelo campeonato.

Casey Stoner

Resta-nos a classe rainha, MotoGP, onde militam as estrelas, e a que verdadeiramente seduz a massa crítica dos espectadores. A animada guerra no desenvolvimento das máquinas, a constante troca de pilotos e marcas, as entrevistas e o mediatismo de alguns pilotos coloca a classe de MotoGP bastante acima das outras. Não tanto pela espectacularidade das corridas (porque isso era apanágio da classe de 125cc e presentemente de Moto2), mas mais por tudo o que gravita em torno das estrelas como Rossi & Cª Lda.

Com as Honda com potência e eficácia quase a 100%, com as Yamaha eficazes, mas aquém na potência e com a Ducati a delegar em Rossi toda a responsabilidade de desenvolver a moto e coloca-la ao nível da facilidade de utilização de uma Honda ou da eficácia de uma Yamaha, temos um inicio de campeonato algo atípico, basicamente porque só estão decorridas duas provas, tendo uma delas sido uma autêntica roleta russa. Não obstante é de estranhar que seja Jorge Lorenzo quem lidera o pelotão das estrelas. É um facto que logo a seguir temos Stoner e Pedrosa com a armada Honda aqui representada. Mas também é um facto que logo a seguir estão as duas Ducati de fábrica com Hayden a conseguir um ponto mais que Rossi. Portanto a tão badalada supremacia das Honda ainda está para se provar. Quanto a pilotos e em qualquer tipo de piso, Lorenzo e Rossi assumem um favoritismo pelo historial de ambos nesta pista. Stoner e Pedrosa, com bom tempo poderão justificar a tão falada superioridade da potência das Honda. Ben Spies e Marco Simoncelli são dois pilotos com um modesto inicio de campeonato, mas que se podem encontrar lá na frente sem qualquer espanto. E poderíamos continuar por aí fora porque aqui todos já foram campeões. De 125cc, 250cc, 500cc, Moto2, MotoGP…é à escolha. Há um pouco de tudo. Portanto não é de estranhar ver qualquer um destes artistas lá na frente, se bem que a meados da época já se separou o “trigo do joio” e teremos um grupo restrito de pilotos com capacidade para alcançar o primeiro lugar no campeonato. Mas por agora é muito cedo e se, como faz alusão a previsão meteorológica, estiver pista molhada…o resultado será sempre o menos esperado!

Pedro Lamy regressa a Nurburgring com a BMW 28 28UTC Abril 28UTC 2011

Posted by Miguel Mousinho in 16 Válvulas no terreno.
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Pedro Lamy e a BMW regressam este fim-de-semana a Nurburgring – Nordschleife para a disputa da prova inaugural do Campeonato de Resistência VLN 2011. O piloto português e a equipa oficial germânica terão assim mais uma importante ocasião para preparar a sua participação na 39.ª edição das 24 Horas de Nurburgring, prova em que o piloto português detém o recorde de vitórias, cinco, em conjunto com Marcel Tiemann.

Pedro Lamy

“Estivemos a testar em Nurburgring em Março e recolhemos bastante dados que permitiram à equipa fazer algumas modificações na tentativa de tornar os nossos BMW M3 GT ainda mais competitivos, pelo que esta corrida, com uma duração de quatro horas, será importante para verificar, no mesmo traçado, se essas alterações resultaram como pretendido”, explicou Pedro Lamy, que para esta corrida, disputada no Sábado, terá como companheiros de equipa os conceituados Jorg Muller e Augusto Farfus.

A equipa oficial BMW convocou ainda Dirk Muller, Dirk Werner e Dirk Adorf para dividirem os comandos do segundo BMW M3GT nesta primeira corrida da temporada do Campeonato de Resistência VLN, que terá início este Sábado, dia 30 de Abril, às 12 horas.

Elisabete Jacinto é piloto de referência no Rali da Tunísia 28 28UTC Abril 28UTC 2011

Posted by Miguel Mousinho in 16 Válvulas no terreno.
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Já só faltam dois dias para o arranque da 30ª edição do Rali da Tunísia, competição da Taça do Mundo onde a piloto portuguesa, Elisabete Jacinto, é um dos pilotos de referência deste que é o primeiro evento desportivo a realizar-se após a revolução que teve lugar em Janeiro.

Elisabete Jacinto e o seu MAN TGS

Para além de ter vencido o rali da Tunísia na categoria de camiões, Elisabete Jacinto venceu também o NPO Desert Challenge 2010 na mesma categoria facto que quer repetir em 2011. O NPO Desert Challenge é um Troféu criado pela NPO sendo constituído pelas duas provas que esta empresa organiza: Rali da Tunísia e Rali de Marrocos. Em 2010 Hélder Rodrigues venceu nas duas rodas, tendo o russo Leonid Novitskiy triunfado entre os automóveis.

“Ganhar o NPO Desert Challenge vai ser também uma das minhas apostas para 2011 mas, para isso, é preciso ganhar as provas. Essa é a principal meta” declara Elisabete Jacinto.

O Rali da Tunísia que celebra este ano a sua 30ª edição, é uma prova com grandes preocupações ambientais e sociais. Este será um evento “Nature Aproved”, onde cada veículo irá compensar as emissões de CO2 calculado com base no consumo real de combustível. Com um donativo de natureza monetária cada equipa contribuirá assim para minimizar também o impacto ambiental da reciclagem de pneus e lubrificantes. A NPO quer que cada participante compreenda os riscos e a necessidade de uma atitude ambientalmente responsável e, em parceria com a MADDA (www.asso-madda.org), financia um programa de plantação de árvores para combater a erosão e desertificação.

“Parece-me uma iniciativa muito positiva da parte da organização promover medidas que visem a preservação de um meio ambiental do que todos gostamos. É um facto que, se queremos utilizar, temos de preservar” refere Elisabete Jacinto.

Com a primeira etapa a ter lugar no dia 1 de Maio, o Rali da Tunísia terá este ano seis etapas que se disputarão como é habitual no sul do país.

Filipe Albuquerque testou Audi R8 LMS em Navarra 28 28UTC Abril 28UTC 2011

Posted by Miguel Mousinho in Blancpain Endurance Series, Fonte: Autosport.pt.
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Filipe Albuquerque esteve esta semana em Navarra, Espanha, a testar o Audi R8 LMS com vista à participação na segunda corrida do Blancpain Endurance Series. Depois do segundo lugar na corrida de abertura do campeonato, no qual faz equipa com Bert Login e Stéphane Ortelli, Albuquerque sabe que chegar ao título pode ser uma realidade. Dessa forma, toda a estrutura rumou ao circuito espanhol para de adaptar às condições da pista e proporcionar aos pilotos o conhecimento do traçado.

Filipe Albuquerque

Apesar de não ter podido estar na totalidade do teste devido a compromissos com o DTM, Filipe teve a oportunidade de rodar e validar algumas questões: “Não conhecia a pista e fiquei bastante agradado. É um circuito muito interessante. O Audi R8 LMS voltou a confirmar a performance de Monza pelo que acredito que na próxima prova vamos estar uma vez mais a lutar pela vitória. Agora que sabemos do nosso potencial face à concorrência, estamos de olho no título. E como tal, este tipo de testes são importantíssimos para o sucesso futuro”, disse o piloto português.
A próxima prova do Blancpain Endurance Series tem ligar a 22 de maio. Este fim de semana de 29 de abril a 1 de maio, Filipe fará a sua estreia no DTM.

Motogp- as Q e A da Bridgestone 28 28UTC Abril 28UTC 2011

Posted by GonçaloSousaCabral in Moto GP, Moto2.
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Bridgestone

P: A perspectiva da Bridgestone sobre a temporada de MotoGP até à data. Estão satisfeitos com a forma como as coisas estão a correr – feedback dos pilotos, etc…?

Bridgestone Motorsport: Até agora nesta temporada, e depois de três testes de pré-temporada e duas corridas, estamos felizes com a forma como as coisas estão a correr. Não houve nenhuma alteração significativa desde o ano passado, em que a situação de fornecedor único funcionou bem e a critica das equipes e pilotos foi boa, pelo que não esperávamos nada de diferente. É lamentável que o GP do Japão tenha sido adiado pelo segundo ano consecutivo devido aos trágicos acontecimentos nesse país, e isso significa que todos tivemos umas “mini-férias” desde Jerez, há quatro semanas. Não houve problemas com desempenho dos pneus no Qatar, e em Jerez, o ritmo foi incrivelmente rápido durante a qualificação – um segundo abaixo do recorde da volta – pelo que estamos muito satisfeitos. Os pneus são quase exactamente iguais aos do ano passado, e isso é demonstrativo das melhorias feitas pelas equipes nos testes de Inverno, mas também a margem de evolução que os pneumáticos ofereciam às equipas enquanto estas melhoravam as capacidades das suas motos.

Naturalmente há que realçar o dia da corrida do GP espanhol em Jerez, quando as condições estavam incrivelmente difíceis para os nossos pneus de chuva. Esta foi a primeira corrida com piso molhado que as equipes tiveram com suas motos de 2011 e os rookies 2011 não tinham rodado ainda em MotoGP no molhado, o que aumentou o desafio. Mas uma corrida que começa com piso molhado e vai secando é a pior situação para pneus de chuva. O revestimento destes ao longo da corrida, o nível de aderência e resistência à abrasão da pista a aumentar, e o circuito a tornar-se menos húmido, o desgaste dos pneus é ainda mais elevado, especialmente numa pista como Jerez, que é um circuito abrasivo. Isto é porquê, de no final da corrida, a maioria dos pneus de chuva ficarem quase sem piso, mas ficámos felizes com o que eles duraram tendo em conta as condições, e os pilotos estavam na sua maioria conscientes disto em face dos seus comentários e feedback. Ao abrigo do actual regulamento de pneus só nos é permitido seleccionar um composto de pneus de chuva por GP e por causa do ambiente e da temperatura da pista que observámos em Jerez, usámos compostos macios. Mesmo fazendo uma retrospectiva, não mudaríamos a nossa decisão, uma vez que composto rígido seria mais durável, mas teria menos aderência com a temperatura a ser mais baixa nos pneus, e este é um factor crucial. Fazemos sempre as nossas selecções de pneus com a segurança do piloto em mente.

P: O uso de CFD/ferramenta de simulação moderna de MotoGP e desenvolvimento de pneus em particular? Existe?

BM: Todo o nosso design e desenvolvimento de pneus é conduzida no nosso centro técnico no Japão, usando uma combinação de tecnologia informática e de modelos, bem como os dados adquiridos dos comentários dos pilotos nas últimas corridas. No MotoGP o desenvolvimento detalhado do pneumático e o “feedback” dos pilotos são tão importantes quanto qualquer outra coisa, uma vez que os pilotos são capazes de dar feedback notavelmente preciso, que é muito valioso para a continuidade do trabalho e para melhorar o nosso desempenho dos pneus. É por esse mesmo sistema que tecnologia de MotoGP e os ensinamentos tirados da concorrência resultam em pneus de estrada, tais como o Battlax BT-016 PRO.

P: Pneus para o regulamento de MotoGP do próximo ano (1000cc) – pode dizer-nos mais sobre isso? O que vai mudar e que continuará?

BM: Basicamente só haverá pequenas mudanças entre os pneus ’800cc’ e aqueles que serão usados na era 1000cc. Em última análise, o limite de peso vai ser semelhante, cargas de combustível e poder de saída semelhantes e, por conseguinte, as cargas dos pneus, então não há nenhuma necessidade de reajuste de fundo. Isso influenciaria também drasticamente a capacidade de adaptação das equipes, numa altura em que a limitação dos testes é uma dura realidade para as equipas, o que não as ajudaria. Em resumo, os nosso pneus são bem conhecidos pelas equipes e isso é muito valioso no trabalho de instalação e desenvolvimento de novas motos.

O desenvolvimento dos pneus e testes que para nós começou no ano passado é muito valioso para a passagem à 1000cc, sendo algo que temos vindo a trabalhar há algum tempo e com apenas algumas alterações estamos confiantes que os nossos pneus de MotoGP actuais são capazes de fornecer um desempenho adequado para a era de 1000cc.

P: Controle de pneumáticos – isso diminui os custos para as equipes? Quais são os benefícios e como contribui para o espectáculo?

BM: Sob o actual acordo de pneus com a Bridgestone, as equipes não pagam os pneus. Bridgestone fornece-os sem encargos em troca de acesso aos direitos de marketing e relações públicas para o Campeonato e para as equipes e pilotos. Isto é diferente da situação que a Pirelli tem no Mundial de SBK e agora na Fórmula 1, e que a Dunlop tem na Moto2. É evidentemente que isto é uma grande vantagem para as equipes, especialmente nestes tempos de crise financeira. Em termos do espectáculo, a regra dos pneus remove uma variável entre as equipes e pilotos, colocando o ênfase mais centrado no desenvolvimento da moto e do piloto, em vez de se tentar perceber que tem o pneu com o composto mais adequado para uma determinada situação ou qual o fabricante que pode fabricar um composto especial de pneus para cada corrida. Claro, isso é um grande benefício para as empresas de pneus e para nós, uma vez que significa a redução dos custos de desenvolvimento de pneus, mas tudo isso também significa que há muito mais relevância para nossos pneus de estrada. Por exemplo, um pneu que é feito especificamente para trabalhar em circuito não tem nenhum significado na estrada, enquanto nossos pneus de MotoGP actuais têm de trabalhar numa variedade de condições e temperaturas, num número de diferentes superfícies e com pilotos e motos diferentes, têm muito em comum com essas características desejáveis em pneus de estrada. Isso torna mais fácil para nós transportar a nossa tecnologia de MotoGP, experiência e sucesso para os nossos pneus de estrada para benefício dos consumidores em todo o mundo.

P: Mensagem da Bridgestone para os fãs de MotoGP português é…

BM: Estamos muito ansiosos para voltar para o Estoril, de novo no início campeonato, e esperamos poder fazer nossa parte para dar a todos uma corrida emocionante no domingo, com chuva ou com sol… Estamos muito atentos às previsões meteorológicas!

fonte: http://iberianmph.wordpress.com/

Filipe Albuquerque estreia-se no DTM este fim-de-semana 26 26UTC Abril 26UTC 2011

Posted by Miguel Mousinho in DTM.
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Arranca este fim-de-semana de 29 de Abril e 1 de Maio, a temporada 2011 do DTM. A primeira prova vai ter lugar no Circuito Alemão de Hockenheim e tem, depois de alguns anos, novamente um piloto português em pista. Filipe Albuquerque vai representar as cores nacionais com o Audi R4 com o #18 do Team Rosberg.

Filipe Albuquerque

Equipado com a versão 2008 do R4, Filipe Albuquerque sabe que vai ter um primeiro confronto especialmente difícil mas nem por isso deixa de estar ansioso para dar início à temporada: “Fazer este Campeonato enquanto piloto oficial da Audi é um sonho tornado realidade. Estou consciente das inúmeras dificuldades que vou encontrar pela frente, não só por ter um carro em termos de performance mais limitado, mas também, por me estar a estrear numa modalidade com características muito próprias onde a experiência é uma ferramenta essencial”, começou por dizer.

“Estou muito curioso para entrar em pista e perceber como vou estar em termos de andamento face à concorrência. O primeiro teste foi muito produtivo, mas é significativamente diferente, um teste, para o fim-de-semana de corrida propriamente dito. Claro que para este arranque gostava de conseguir pontuar, mas tenho consciência que esse é um objectivo demasiado ambicioso”, continuou.

Do traçado de Hockenheim Albuquerque conhece pouco: “Corri há cerca de seis anos neste Circuito mas na versão curta da pista. Não me recordo de quase nada, por isso vai ser para mim mais uma estreia. Mas, o mais importante é que estou muito motivado e preparado para dar o meu melhor. Vamos ver como correm as coisas”, rematou o piloto português.

Teste oficial 24 Horas de Le Mans – Bastante produtivo para Pedro Lamy e a Peugeot 25 25UTC Abril 25UTC 2011

Posted by Miguel Mousinho in Le Mans Series.
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As duas sessões de testes oficiais que decorreram ontem no circuito de La Sarthe correram de feição a Pedro Lamy e aos seus companheiros de equipa da Peugeot Sport, deixando os responsáveis da equipa francesa satisfeitos com os resultados obtidos.

Equipa Peugeot Le Mans Series

Segundo Pedro Lamy: “O teste acabou por ser bastante produtivo. A equipa delineou estratégias diferentes para cada um dos carros de forma a aproveitarmos ao máximo esta única oportunidade de rodar no circuito antes do fim-de-semana das 24 Horas de Le Mans. A nós coube-nos fazer um teste de resistência, aproveitando para rodar o máximo possível. Completámos um total de 117 voltas sem qualquer problema o que nos deixou bastante optimistas e satisfeitos”. 

“A Audi mostrou-se muito forte, mas era algo que já estávamos à espera. Agora teremos que analisar todos os dados obtidos neste teste e tentar evoluir o máximo já para a nossa próxima prova, os 1000 Kms de Spa, que se realiza a 7 de Maio e para as 24 Horas de Le Mans, a 11 e 12 de Junho”, concluiu o piloto português.

Estiveram presentes no teste todos os pilotos da equipa oficial da Peugeot, Pedro Lamy, Franck Montagny, Anthony Davidson, Marc Gené, Alexander Wurz, Nicolas Minassian, Stephane Sarrazin, Sebastien Bourdais, Simon Pagenaud e ainda o jovem piloto de reserva Jean Karl Vernay.

Ervideira rali TT 2011 em balanço , com José Prego 25 25UTC Abril 25UTC 2011

Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, CPTT, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas.
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Depois de termos trazido as ideias daquilo que se poderia encontrar no rali Ervideira 2011 com o seu Director , José Prego , voltámos a falar com ele depois da prova concluida.

Pretende-se aqui fazer um balanço geral uma semana e um dia depois de ter terminado a 2ªprova do CPTT e 1º do Desafio elf/Mazda 2011.

Assim José Prego dá uma ideia muito positiva da sua prova , mas aproveita a ocasião para recordar alguns trunfos para outras organizações utilizarem para evitar o declínio do TT em Portugal.

Pode se concluir que a organização do Ervideira 2011 de ano para ano vai cimentando a sua posição como prova muito bem organizada em que ficámos a saber que o próprio presidente da FPAK estev In loco a tirar ilacções desta prova.

Por fim ficou a possibilidade de em 2012 esta prova alargar o seu ambito geográfico para outros concelhos como por exemplo Évora!

Em suma: Mais uma optima entrevista com o sêlo de qualidade do 16Válvulas , a não perder!

Cliquem aqui e oiçam no Podcast do 16Válvulas

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