Parkalgar Honda abandona mundial de Supersport 31 31UTC Dezembro 31UTC 2011
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Depois de seis temporadas, desde 2006, no Campeonato do Mundo de Supersport, a Parkalgar Honda decidiu dar por terminada a sua participação naquele que é considerado um dos mais competitivos e espectaculares campeonatos de velocidade do Mundo.
Depois de 2 Vice-Campeonatos do Mundo em 2009 e 2010, 12 vitórias, 29 pódios e mais de 3.000.000€ de impacto mediático por ano, a estrutura liderada por Paulo Pinheiro viu-se forçada a tomar esta difícil decisão dada a actual conjuntura económica, aliada à falta de patrocínios que continuassem a viabilizar este projecto que muitas alegrias deu ao motociclismo nacional. Infelizmente, nem esta impressionante colecção de resultados impediu o fim da equipa.
Paulo Pinheiro tentou de todas as formas encontrar parceiros que permitissem à equipa portuguesa lutar pelo título mundial que por duas vezes lhe escapou, mas os seus esforços não se revelaram suficientes: “Esta foi uma decisão extremamente difícil de tomar, mas a mais acertada, dada a actual conjuntura económica nacional e internacional. Foi um projecto extremamente produtivo enquanto durou. Teve como missão levar o nome do Autódromo Internacional do Algarve aos quatro cantos do mundo e isso foi amplamente conseguido. No entanto, para 2012, sem o apoio de outros parceiros seria insustentável manter o projecto tal como o idealizámos no início: vencedor. Resta-me agradecer a todos os que fizeram parte da equipa e nos apoiaram ao longo destes anos, em especial a todos os pilotos, Simone Sanna, Eugene Laverty, Sam Lowes, Josh Hayes e em particular ao Miguel Praia, que teve uma evolução extraordinária enquanto piloto e que sempre deu todo o seu melhor ao sucesso da estrutura. Por fim, uma menção muito especial para o nosso malogrado piloto Craig Jones, que nunca será esquecido e que marcou então o início de uma nova era para nós, um piloto fora de série e uma pessoa especial”, disse o administrador da Parkalgar.
Iremos definir nas próximas semanas o programa desportivo com o Miguel Praia para 2012, que passará por algumas corridas no Campeonato de Mundo de Supersport, como ‘wild-card’, nomeadamente a prova de Portimão do Campeonato do Mundo de Superbikes, em Setembro de 2012.
Miguel Praia foi o piloto português que integrou a equipa desde o início e esta decisão deixa o piloto português triste mas ciente que sempre deu o seu melhor: “Claro que sinto uma enorme tristeza por este desfecho. Fiz de tudo para conseguir viabilizar o projecto, mas entendo que seja incomportável. Foi um enorme orgulho fazer parte desta equipa. Começámos como a estrutura mais pequena do ‘paddock’ e chegámos onde chegámos. Tive com a Parkalgar Honda os melhores anos da minha carreira desportiva e estou grato por isso. Lamento que os sucessos da equipa não tenham sido suficientes para atrair novos apoios. Infelizmente em Portugal só o futebol é influente em detrimento de outras modalidades que levam o nome de Portugal um pouco por todo o mundo. Resta-me agora procurar um novo rumo para a minha carreira desportiva. Entendo que ainda não chegou a altura de parar e por isso tentarei, a todo o custo, viabilizar um projecto de preferência com a Honda com quem estivemos nos últimos anos”, concluiu.
Elisabete Jacinto entra a ganhar no Africa Eco Race 2012 31 31UTC Dezembro 31UTC 2011
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Elisabete Jacinto voltou hoje a ser mais rápida entre os pilotos de camião na 2ª etapa do Africa Eco Race 2012 que ligou Tarda a Mhamid. A piloto do Team Oleoban/MAN Portugal, aos comandos de um MAN TGS, gastou 4h30m39s a cumprir os 416 quilómetros de sector selectivo – uma média superior a 90Km/h, tendo terminando com uma vantagem de 9m39s sobre o Tatra do checo Tomas Tomecek.
Na classificação geral absoluta (auto/camião) a piloto mantém o 5º lugar absoluto de uma corrida que é agora liderada por Jean Louis Schlesser, depois de ter realizado o 6º tempo absoluto na etapa.
“Ao contrário da etapa de ontem, onde devido a uma indisposição terminei extremamente cansada e esgotada, hoje tudo funcionou na perfeição. O Zé fez uma navegação irrepreensível, o nosso camião portou-se lindamente e fizemos uma especial completamente limpa. Apenas um senão: está muito frio. Esta manhã antes de partirmos o termómetro marcava 0 graus e ontem terminei o sector selectivo com 4 graus. Demora a aquecer”, salientou Elisabete Jacinto que referiu ainda que “estes resultados são excelentes. Toda a vantagem que conseguirmos ganhar agora é importante, porque o Tatra tem uma enorme vantagem nas dunas da Mauritânia.”
A terceira etapa do Africa Eco Race liga Mhamid a Assa. Sem ligações, de bivouac a bivouac, a etapa terá um sector selectivo de 414 quilómetros, sendo a mais longa em Marrocos e a passagem pelo Erg de Chegaga marca a entrada da prova nas dunas.
Festival TT em Coruche -Ultimas Notícias- 16válvulas é Media Partner 30 30UTC Dezembro 30UTC 2011
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Assim, foram criadas condições para que cada um tenha o seu lugar neste evento, sem que o custo seja um entrave a essa participação. A organização, ciente da realidade actual do nosso país, procurou, ao elaborar os cadernos de encargos de cada uma das modalidades participantes, criar as melhores condições em cada um dos cadernos, para que, como se disse atrás, o custo da participação não seja um entrave.
Assim, as condições especificas podem ser encontradas no site oficial do 2º FESTIVAL TT.
Parceiros do evento
Participante auto/buggy com utilizaçãos da pistas;
Participante auto/buggy sem utilização das pistas;
Participante moto sem utilização das pistas; (As motos podem participar nas 80 Milhas de Resistencia TT no domingo dia 4)
Expositores / Comerciantes
Clubes/Associações/Organizadores
Assim, as equipas ou pilotos poderão no FESTIVAL TT utilizar uma pista espetacular com 15 kms, para testar os seus carros, fazerem afinações, ou até simularem distâncias de corrida. Ao mesmo tempo, existirá uma pista menor, com apenas 6 quilómetros, mais virada para a parte social, onde poderão realizar co-drives e test drives com amigos, patrocinadores, jornalistas ou quem sabe, pessoas do publico presente.
No entanto, não se restrigem por aqui as possiblidades para as equipas, podem ainda usar uma tenda gigante (disponiblidade a confirmar), uma pequena sala multiusos para apresentações, autografos, entrevistas (mediante marcação), ou utilizarem o espaço de exposição para exporem viaturas que tenham para vender, ou que queiram apenas mostrar.
Existe no entanto uma pequena restrição, no domingo, durante a manhã e o principio da tarde, a pista grande irá estar fechada para os autos, funcionando apenas a pista de co-drives (está em estudo criar uma variante mais longa), isto para que as motos possam disputar as 80 Milhas de Resistencia TT.
Carlos Sousa parte esta quinta-feira de Lisboa a caminho do seu 13º Dakar 29 29UTC Dezembro 29UTC 2011
Posted by Miguel Mousinho in Dakar, Press Release.add a comment
Aos 45 anos, e após um ano de ausência, Carlos Sousa está de volta ao Dakar e às pistas do continente sul-americano, onde a partir do próximo dia 1 de janeiro iniciará a sua 13ª participação no maior e mais difícil rali do mundo, desta vez em representação da Great Wall Motors, o maior construtor automóvel independente da China, e ao volante de um SUV Haval de motorização Diesel.
“É uma marca ainda com pouca tradição no desporto automóvel e que só muito recentemente despertou para o Dakar, como forma de potenciar a sua imagem nos mercados internacionais. Embora sem ter ainda os meios das principais equipas do pelotão automóvel, acredito que poderá uma das grandes surpresas desta edição”, antevê Carlos Sousa, neste seu regresso à América do Sul e à condição de piloto oficial.
“A minha experiência, o meu palmarés na prova e o meu passado em equipas como a Mitsubishi, Volkswagen ou Nissan foram fatores que, quanto a mim, se revelaram determinantes na escolha da Great Wall. Apesar de tudo, confesso que foi com alguma surpresa que recebi este convite, até porque havia outros pilotos de grande valia disponíveis no mercado e com muita vontade de agarrarem este lugar”, revela o português, aludindo às pressões que terão existido para a contratação de um piloto francês.
“Desde o primeiro contacto em março até à assinatura do contrato em agosto, nunca tive qualquer interferência neste processo, pelo que só posso sentir-me extremamente orgulhoso por ser o primeiro piloto estrangeiro a ser chamado para representar um construtor chinês. Sem este convite, acho que muito dificilmente voltaria a disputar um Dakar, por todo o esforço financeiro que esta prova implica”, acrescenta ainda Carlos Sousa, na véspera da sua viagem para a Argentina.
Com partida agendada para as 18h00 desta quinta-feira, num voo que fará escala em Paris e sobrevoará o Atlântico durante a noite, Carlos Sousa será um dos últimos competidores a chegar à Argentina e à estância balnear de Mar del Plata, onde será dada a partida desta edição:
“Será uma viagem longa e algo desgastante, até porque após a chegada a Buenos Aires ainda teremos que cumprir mais cerca de 500 km até Mar del Plata, onde me juntarei a toda a equipa. É certo não terei muito tempo para descansar e adaptar-me ao fuso horário. Contudo, todo o trabalho de preparação está já feito e as primeiras etapas também nunca são as mais difíceis”, analisa o sexto classificado e melhor piloto privado do Dakar 2010.
Embora sem qualquer pressão quanto a resultados – “não me pediram que traçasse objetivos desportivos, apenas que terminasse a prova em segurança” –, a verdade é que o tetracampeão nacional está confiante num bom resultado nesta sua 13ª participação na prova, onde se estreou em 1996 e exibe como melhor resultado um 4º lugar em 2003:
“Face ao potencial do carro, acredito que poderemos ambicionar legitimamente a um lugar no top-10, mesmo apesar da forte concorrência que se perfila este ano na categoria automóvel. Se conseguirmos melhor que isso, e face à juventude deste projeto, acho que será fantástico, até porque a única e verdadeira ambição da equipa é melhorar o 22º lugar da última edição”, explica o piloto que terminou 11 das suas 12 participações no Dakar, oito delas no top-10 final.
“É sempre difícil traçar objetivos numa prova tão longa e imprevisível como Dakar. Mas estou convicto que só uma verdadeira hecatombe impedirá os MINI de monopolizarem o pódio. A partir daí, tudo será uma grande incógnita e a luta será bastante aberta, até porque existe a convicção de que esta será uma das edições mais duras do Dakar na América do Sul”, sustenta Carlos Sousa, lamentando apenas alguma falta de ritmo e rodagem no novo carro.
“Apenas pude testar o carro durante três dias em Marrocos, no início de novembro. Mas estou convicto que, em condições normais, poderemos discutir um lugar entre o grupo de principais perseguidores e conseguir andar próximo de uma presença no top-5, o que seria notável para esta jovem equipa”, finaliza o piloto que ostentará o número 307 no SUV Haval inscrito pela Great Wall Motors.
F1: Resumo da Epoca 2011 por Nuno Leite Castro 29 29UTC Dezembro 29UTC 2011
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Formula 1, Nuno Leite Castro.Tags: F1
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2011, é o virar de uma década na F1, de uma década onde a Ferrari dominou os primeiros anos com M. Schumacher, depois a Renault com Alonso, a McLaren por Hamilton, a Brawn GP por Button e a Ferrari pelo meio com Raikkonen até que surgiu, aquilo a que eu chamo de o carro épico” TAKE II”, o Red Bull de Vettel. E chamo-lhe isso porquê, porque em 1993 a Williams tinha construído o carro perfeito (TAKE I), banido entretanto pela FIA, com que fez que o Williams de 1994 pilotado por A. Senna fosse muito mau e necessitaria de muita evolução e de tão mau que era, “levou” um dos malogrados pilotos de sempre.
Histórias à parte, refiro-me à peça de engenharia aerodinâmica, construída por Adrian Newey, sim esse mesmo que fez o Williams de 94… é considerado por muitos desde 2010, ano em que Vettel ganhou o seu primeiro titulo de pilotos como o melhor carro desde o Williams de 93. Mas se é de facto uma obra-prima, que o é, não se pode desmentir, é também um carro às margens das regras, isto porque utiliza uma asa frontal muito “móvel”, adorna mais do que é permitido, dando assim uma melhor abordagem tanto à entrada como à saída da curva, deveria então, ser abolido ou castigado como o Williams de 93 o foi, mas passeia-se impune pelos campeonatos de 2010 e 2011.
2011, caracteriza-se por uma mudança profunda nas regras, tanto de pneumáticos, como a duração das caixas de velocidades e motor, a introdução da asa traseira amovível DRS, a continuação do KERS e a continuação da proibição de testes em circuito completo durante a época desportiva (são permitidos testes em linha recta, supervisionados pela FIA). E claro a estreia da Índia no calendário, se não fosse a situação instável que se vê no Bahrein e este teria sido o campeonato mais longo dos 61 já disputados com 20 corridas no total, mas o 62ª temporada ficou-se por 19 GP’s.
O bom do ano de 2011,
Sebastien Vettel, porque é o campeão, o bi-campeão, consegui 11 vitórias, 15 poles batendo o recorde de Mansell, porque liderou 3796 dos 5796 km do campeonato, batendo outro recorde de M. Schumacher, em suma, o titulo foi bem empregue, não foi obra do acaso!
Jenson Button porque era considerado o “wing man” de Hamilton, mas que de facto deu uma “abada” ao seu companheiro de equipa, sendo muito preciso e engenhoso nas suas estratégias, dominando o desgaste dos pneus e mostrando toda a sua classe no GP do Canadá onde a meio da corrida estava em último e logrou vencê-la! A melhor corrida do ano, na minha opinião!
Fernando Alonso, excelente, para quem rema numa jangada no meio de um Oceano! Lutou, lutou, lutou e conseguiu vencer a obra-prima da Red Bull nem que tenha sido apenas uma vez! Deu luta, andou na frente, só não conseguiu mais porque este Ferrari de 2011 mais parecia um FIAT!
Nico Rosberg, tem a seu lado o hepta campeão do mundo, e daí…não se atemorizou, partiu para uma boa época e terminou à frente de Schumacher, muito bom para quem conduz sempre sob brasas!
Paul Di Resta, excelente pelo facto de ser um rookie e de ter sido o piloto que mais km percorreu esta época! Excelente para o rookie, para mim a par de Sergio Perez, os rookies do ano!
A Red Bull porque em 19 GP’s arrancou 18 poles positions, fez lembrar a McLaren de 89/90/91, conseguiu 12 vitórias, 10 melhores voltas, 27 pódios, 4000 km na liderança e ainda 798 voltas na frente, um ano de “plutónio” para esta equipa austríaca. A McLaren, porque como é seu apanágio, pode começar mal, mas levanta-se sempre e consegui dar luta e justiça seja feita, dar luta a este Red Bull é obra dos deuses! A Lotus de “Tony”, com um “Seat Marbella” chegou a dar luta aos Williams, Sauber, e è grande Renault! Excelente para que tem tão poucos recursos! E posso considerar que a evolução da Mercedes foi agradável! E à Toro Rosso, foi muito divertido ver os seus dois pilotos a lutarem entre si!
O mau do ano de 2011,
Nem sei por onde começar… vamos pela frente, Mark Webber, apesar de ter sido o piloto com mais voltas rápidas (7) do ano, levou um daqueles banhos do seu companheiro de equipa, mas que banho, Webber com os mesmos ovos não fez a mesma omeleta de Vettel, muito mau para quem dispõe da melhor obra prima dos últimos 20 anos!
Lewis Hamilton, ainda é muito verde, sem carro vê-se atolado atrás no pelotão, é agressivo, sim fazem falta pilotos agressivos, mas não podem ser estúpidos, um GP é uma maratona, não um sprint! Esteve envolvido em demasiados acidentes e incidentes para um piloto de topo, um má época, para recordar e aprender com os erros! Muito mau mesmo, talvez porque visse a frieza de Button no momento da adversidade e não conseguisse acompanhar o ritmo!
Felipe Massa, nem vou comentar!
Michael Schumacher, sim foi bom, sim ganhou muito, sim mas agora não tem carro, tem Brawn mas não tem carro e os erros de principiante foram demasiados, por mim pode ficar na F1 por mais 10 anos, mas está a sujar a folhinha que tanto lhe custou a preencher, às custas de Hill e Villeneuve e Barrichello e Irvine e Massa..mas isso são outras contas..
Petrov, não tem estofo para a F1, só dólares!
A Ferrari não esteve à altura do ano, tentou mas não conseguiu, muito mau para quem dominou a última década. A Williams que não está a fazer jus ao seu bom nome, e assim sendo as épocas de Barrichello e Maldonado foram péssimas. A HRT e a Virgin, estão a tentar, mas na F1 não basta tentar, tem que se ser ousado, arriscar e não andar só a passear, afinal de contas, isto é F1! Fiquei desiludido com a Force India que vinha em crescendo nas últimas épocas, com a Sauber idem! À Renault só a dizer que não se brinca com as pessoas e muito menos com os contratos profissionais, ainda bem que se vão retirar!
Palavra à FIA,
A ideia dos pneumáticos foi excelente, parabéns! O regresso do Kers, muito bom, o aumento de tempo de uso dos motores e caixa também muito bom. O DRS, uma palhaçada! Parece um joguinho de computadores, a implementar o DRS é na pista toda e não em zonas, não gostei, e tirou veracidade às capacidades de pilotagem! Uma porcaria!
Olhar melhor para as equipas e ver como elas tratam os pilotos, porque deveriam ser elas a pagar aos pilotos e não vice-versa, isso sim, seria bonito de se ver na F1, só 4 equipas pagam ordenados a pilotos, uma vergonha! Que venham daí esses testes a meio da época, que a F1 bem precisa para dar mais espectáculo!
Expectativas para 2012,
Uma Ferrari mais ousada, ansioso por ver o tão falado Ferrari de 2012. Uma McLaren cheia de energia. E uma Red Bull a tentar fazer o mais difícil, manter-se no topo!
Williams, Raikkonen regressa, mais um campeão do mundo em pista, e aí vão 6! Excelente! Ansioso para ver o que vai fazer o Sir Williams! Ansioso por ver como os carros de vão comportar sem os escapes laterais ou frontais como queiram. Ver o que anda a Pirelli a tramar! E a estreia de Austin no EUA em GP’s!
Em suma, já tenho saudades e estou ansioso que comecem os testes de inverno! Até lá desfrutem e nós vemo-nos em Melbourne a 18 de Março de 2012.
Nuno Leite Castro, a voar baixinho com o 16 Válvulas!
Autódromo Internacional do Algarve soma prémios e distinções 28 28UTC Dezembro 28UTC 2011
Posted by Miguel Mousinho in Press Release.add a comment
Desde a sua abertura em Novembro de 2008 que o Autódromo Internacional do Algarve tem recebido, tanto a nível nacional como internacional, vários prémios e distinções. O último aconteceu no passado mês de Novembro quando a Infront Motor Sports, entidade gestora do Campeonato do Mundo de Superbike, atribuiu ao AIA o “Superbike World Championship Organizer Award 2011”.
Se este prémio tem uma importância particular, outros há que se destacam como o “Motorsport Facility of the Year”, distinção feita pelo Professional Motorsport World Expo Awards em 2009 ou a referência feita pela prestigiada revista inglesa Autosport que elegeu o Circuito de Portimão como um dos melhores do mundo também em 2009.
Para além dos já referidos, o AIA foi ainda distinguido pela “Fast Bike Magazine” como o Circuito da Década, pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting com o Prémio Prestígio em 2008 e por um sem número de órgãos de comunicação social que foram, ao longo destes últimos três anos, assinalando o circuito algarvio como pista de referência.
Estas conquistas deixam os responsáveis da Parkalgar cientes que têm feito um bom trabalho: “Estes reconhecimentos deixam-nos extremamente satisfeitos e com a sensação de dever cumprido. Encaramos estas distinções como um sucesso da equipa em que, cada um à sua maneira contribui para o resultado final. Têm sido três anos extremamente gratificantes mas muito trabalhosos e apesar de 2012 se adivinhar um ano difícil, estamos confiantes que vamos conseguir superar as adversidades e tirar o melhor partido possível das pequenas conquistas”, referiu Paulo Pinheiro que acredita ter o AIA num período de contra-ciclo contrariando as previsões negativas, não estivesse, para já, assegurada uma taxa de ocupação superior a 50% em 2012 e com um programa desportivo bastante aliciante e que será em breve divulgado.
Ingo Hoffman: a entrevista de uma Vida com o 16valvulas 26 26UTC Dezembro 26UTC 2011
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas.Tags: stock-car
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Final de ano e eis que surgiu mais uma hipotese de se fazer historia aqui no 16valvulas.
Hoje trago-vos um pouco da historia do automobilismo no Brasil do Século XX.
O meu convidado tem de nome Ingo Hoffmann e é inspirador de varias gerações de pilotos brasileiros , tanto pelo seu lado de corredor de automóveis como de ser humano.
Piloto entretanto aposentado , Ingo vem hoje contar-nos um pouco da sua vida .
Nos próximos minutos vamos ficar a saber um pouco da sua passagem pela F1 e o final de carreira na Stock- Car brasileira onde é detentor de varios records.
Ficámos ainda a conhecer um pouco da Fundação que leva o seu nome e que tem um papel social para com os desfavorecidos.
Tempo , já no final para olharmos para F1 actual e os media brasileiros. Quanto aos pilotos portugueses , apelei à memória e oiçam que Ingo escolheu!
Em suma:mais uma importante entrevista com o sêlo de qualidade do 16valvulas e que não deve perder por nada!
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Miguel Oliveira no Mundial de Moto 3 -comentário de Duarte Cancella de Abreu 24 24UTC Dezembro 24UTC 2011
Posted by GonçaloSousaCabral in Crónicas das Motos, Cronicas De Dca, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas.Tags: #44, monlau ;miguel oliveira
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Poucos horas após o anuncio oficial da confirmação de um português no Mundial de Moto 3 em 2012 fomos ouvir a opinião de Duarte Cancella de Abreu.
E fomos fazê-lo porque Duarte tem sido um do conselheiros e encarregados na gestão da carreira do jovem Miguel Oliveira e por isso será uma das pessoas mais habilitadas a comentar esta noticia.
Nos próximos minutos vamos ficar a perceber um pouco mais da importância desta aquisição por parte da equipa espanhola Monláu Competición , que além da Moto3 está ainda presente nas outras 3 categorias do Mundial de Motociclismo : Moto2 e MotoGp.
Dia importante então para o motociclismo português e que o 16valvulas ajuda a divulgar.
Em suma: mais uma importante entrevista , com o sêlo de qualidade do 16valvulas que não deve perder por nada!
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Francisco Abreu faz balanço 2011 e declara: “Estou pronto a dar o salto para as Fórmulas!” 24 24UTC Dezembro 24UTC 2011
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas.Tags: fr 2.0
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Mais um balanço para a epoca 2011 , desta vez para um dos representantes de Portugal no Campeonatos Internacionais de Karting.
Depois de um ano que considera muito positivo , Francisco Abreu , fala ao 16valvulas dos campeonatos onde esteve presente mas dedica alguns minutos ao teste que efectuou em Espanha com um Formula Renault 2.0 da equipa Interwetten.
Refere a terminar que se encontra pronto para assumir um projecto nos Formulas , faltando saber para qual , dependente dos apoios reunidos.
Em suma: mais uma entrevista com o sêlo de qualidade do 16valvulas que não deve perder por nada!
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Hélder Rodrigues aposta em fazer melhor 23 23UTC Dezembro 23UTC 2011
Posted by Miguel Mousinho in Dakar, Press Release.add a comment
Após uma temporada em que Hélder Rodrigues se sagrou Campeão do Mundo, o piloto da Red Bull Yamaha TMN Team está prestes a partir para a Argentina, onde irá arrancar mais uma edição do Rali Dakar. Escolhido para Atleta do Ano em Portugal, distinguido pela Federação de Motociclismo com o “Colar de Mérito Motociclista”, Hélder Rodrigues quer fazer mais e melhor e para isso aposta em superar o brilhante 3º lugar que alcançou na edição de 2011 da mais famosa competição mundial de todo-o-terreno.
“Este ano foi sem dúvida excelente. Trabalhei muito, lutei como nunca, mas consegui alcançar os objectivos a que me tinha proposto. Preparei-me muito bem para o Dakar que se avizinha, de modo a poder estar em condições de melhorar o resultado que atingi na anterior edição. Vou bem preparado fisicamente, que é um aspecto fundamental. A moto esteve impecável ao longo desta temporada e trabalhámos arduamente nela para estar em condições de superar todas as dificuldades da grande maratona que é o Dakar. Vou ter pela frente grandes adversários, equipas de fábrica fortíssimas mas acredito que tenho argumentos para conseguir dar ainda mais alegrias aos portugueses”.
O piloto português conseguiu este ano vitórias no Rali da Tunísia e de Marrocos tendo, por três vezes, subido ao pódio nas restantes provas do campeonato do mundo que disputou, o que lhe permitiu conquistar o título de campeão do mundo frente a um piloto tão carismático como é Marc Coma.
O Dakar Argentina Chile Peru 2012 terá o seu início na cidade argentina de Mal del Plata, a 1 de Janeiro de 2012, e terminará 15 dias depois em Lima, capital do Peru, sendo cumpridas 14 etapas repartidas por Argentina (cinco), Chile (cinco) e Peru (quatro).











