#WTCC: Tiago Monteiro com boas recuperações na China

Foi provavelmente o fim-de-semana mais complicado da época para Tiago Monteiro na China. O piloto português confrontou-se desde cedo com problemas de andamento no Honda Civic que não permitiram lutar pelas melhores posições na qualificação e que obrigou em corrida a lutar pelos lugares pontuáveis. A sair de 14º lugar da grelha, Tiago chegou a 10º na prova de abertura e a oitavo na segunda. Duas boas recuperações mas que deixam ainda assim o piloto da Honda frustrado.

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Tiago Monteiro
Na primeira corrida Tiago chegou a estar na nona posição mas o desgaste dos pneus obrigou-o a perto do final a ceder uma posição: “Estava determinado em dar o melhor arriscando tudo o que podia. Fiz um bom arranque, recuperei posições e fui subindo lugares. O carro não estava nem de perto nem de longe com a performance que já nos habituou. Sofremos bastante e com o aproximar do fim da prova tudo se complicou com o desgaste dos pneus. O 10º lugar foi o resultado possível”, explicou.

Na corrida principal, tudo parecia estar melhor: “O arranque foi óptimo, não baixei os braços e recuperei várias posições até chegar a oitavo. Mas infelizmente o nosso carro perdia muito nas rectas e não estava rápido o suficiente que me permitisse chegar perto dos adversários à minha frente.  Foi complicado fazer as duas corridas assim. Não estávamos à espera de ter um fim-de-semana tão difícil. Em termos de contas de campeonato não foi o melhor dos cenários pois perdemos o segundo lugar mas ainda temos mais uma jornada. Matematicamente ainda tudo é possível. Baixar os braços não é opção”, disse.
Falta agora uma prova para o término da época. A 24 e 25 de Novembro, o WTCC visita o Qatar.

@F1 : #16ValvulasEntrevista o jornalista Luis Vasconcelos sobre o momento competitivo na modalidade

Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial
Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial

Ocasião única de análise ao momento competitivo da F1 em 2016 , com o prestigiado jornalista Luis Vasconcelos.

Assim o unico jornalista português presente no Mundial de F1 por esse mundo fora começa por abordar a equipa que lidera o Mundial de construtores e cujos pilotos lideram o Mundial de Pilotos , a Mercedes.

Assim podemos verificar alguns aspectos como p.e as hipoteses de Lewis Hamilton e Nico Rosberg no que à conquista do título diz respeito , bem como aborda o a curiosa expressão de Paddy Lowe no final do Gp de Singapura em disse que a Mercedes não teve problemas de travões!!!

De seguida partimos para a análise à RedBull e com minutos dedicados à quebra de resultados de Max Verstappen e o 3º lugar de Daniel Ricciardo no Mundial.Oiçam a opinião de Luis sobre a influência de Jos Verstappen e a sua presença nas boxes da RedBull.

Logo depois um espaço dedicado à Ferrari e à sua “italianização” , com as consequências que daí se tiram.

No fim ficaram as historias deliciosas sobre a “luta quente” McLaren-Honda com episodio importante na Motorhome da equipa. As coisas estão mesmo ao rubro!

Terminámos com a certeza de quem vai substituir Felipe Massa na Williams: Lance Stroll.

Em suma : são 40 minutos de puro deleite a ouvir Luis Vasconcelos. Não podem perder por nada!

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@F1 : #SingaporeGp by @Pirelli

GP SINGAPORE F1/2016 - SINGAPORE 18/09/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP SINGAPORE F1/2016 – SINGAPORE 18/09/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

O PILOTO DA MERCEDES, NICO ROSBERG, VENCE O GRANDE PRÉMIO DE SINGAPURA COM ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS

UM MISTO DE ESTRATÉGIAS DE DUAS E TRÊS PARAGENS, COM UM FINAL EXCITANTE NO CIRCUITO DE MARINA BAY

 

 O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu um tático Grande Prémio de Singapura, que manteve o registo de entrada de Safety Car em todas as edições, na sequência de um acidente no arranque da grelha de partida e que influenciou a estratégia para um grupo de concorrentes. Singapura é uma corrida que a maioria dos pilotos vence desde a “pole”, e Rosberg continua com esta tradição rumo à liderança do campeonato.

Três pilotos aproveitaram a entrada do Safety Car para realizar um prematuro “Pit Stop”. A Red Bull foi a única equipe nos primeiros 10 que iniciaram com os pneus Supermacios. No entanto, Daniel Ricciardo não completou um turno mais longo que os seus rivais diretos, anulando a teórica vantagem de ser um composto com mais durabilidade.

Nas diversas fases da corrida, a estratégia da Mercedes com uma terceira paragem permitiu Lewis Hamilton ultrapassar o Ferrari de Kimi Raikkonen e obter o pódio. Ricciardo também realizou uma paragem tardia para colocar pneus Supermacios, proporcionando um final emocionante que por vezes ganhava mais de três segundos por volta a Rosberg. No entanto, o piloto da Mercedes controlou com a sua estratégia de duas paragens e assegurou mais uma vitória.

O Ferrari de Sebastian Vettel, iniciou dos ultimos lugares da grelha, mas batalhou ao longo da corrida para no final terminar em quinto, com uma estratégia Macio-Ultramacio-Ultramacio. Sergio Perez em Force India, adotou outra estratégia alternativa com o composto macio. O Mexicano iniciou a corrida com ultramacios, mas trocou para macios quando o safety Car se encontrava em pista, realizando apenas mais uma paragem para colocar macios e terminar nos pontos depois de iniciar de um recuado lugar na grelha, devido a uma penalização.

 

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ Singapura continua como uma das

Corridas mais dificeis do ano para pilotos, carros e pneus. Tivemos uma situação que não é comum com a evoluçao do estado da pista, devido a uma significativa tempestade durante a noite. A partir do inicio da corrida, observámos diversas estratégias diferentes com as equipes a trabalhar com uma abordagem explicita para lutar pelos lugares do pódio. Um destaque particular para a recuperação de Sebastian Vettel que iniciou da ultima posição e foi ajudado por uma exclusiva e determinante estratégia, dominando no final com essa opção, graças a uma mistura de táticas relacionadas com as ambas trocas de pneus.

Melhores tempos do dia por composto:

Macio Supermacio Ultramacio

Primeiro VER 1m49.050s RIC 1m47.187s VET 1m47.345s

Segundo HAM 1m49.263s HAM 1m47.752s RAI 1m48.204s

Terceiro RAI 1m50.049s VER 1m49.720s SAI 1m50.532s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Macio Perez 36 voltas

Supermacio Kvyat 24 voltas

Ultramacio Wehrlein 24 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Antevimos que as três paragens seriam, teoricamente, a solução mais rápida para a corrida de 61 voltas. Nico Rosberg começou com ultramacio, trocou para ultramacio novamente na volta 16, e na volta 34 trocou para macio até ao final.

#16ValvulasEntrevista João Vairinhos que regressou às pistas depois de ter sido impedido por ordem de Tribunais

João Vairinhos@ foto PR oficial
João Vairinhos@ foto PR oficial

É um regresso que se saúda.

Falamos de João Vairinhos que após 2 anos de proibição por ordem de Tribunal não pôde fazer o que mais gosta: correr no Karting nacional.

Felizmente esse período terminou no fim de semana no Bombarral e o jovem piloto vem ao 16Válvulas contar tudo sobre o fim de semana.

No final ficámos a perceber os planos que João tem até final do ano.

Em suma : mais uma entrevista que não vão querer perder por nada!

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#16ValvulasEntrevista Paulo Vicente sobre a #ZCup

A bela maquina Kawasaki Z
A bela maquina Kawasaki Z

Oportunidade do regresso das 2 rodas ao 16Válvulas.

Hoje fazêmo-lo para divulgar um projeto muito interessante que faz correr na Taça Luis Carreira as motos da Kawasaki , modelo Z.

Nesta ocasião ficámos a conhecer tudo sobre esta competição , mas também ideias para o futuro , numa altura em que falta poucos dias para mais etapa do calendario com corridas no próximo domingo no Estoril.

Em suma: Mais uma importante entrevista , deste vez com a tematica das 2 rodas e que não devem perder por nada!

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@F1 : @ItalianGp segundo a @Pirelli

GP ITALIA F1/2016 - MONZA (ITALIA) 04/09/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP ITALIA F1/2016 – MONZA (ITALIA) 04/09/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

PILOTO DA MERCEDES, NICO ROSBERG, VENCE EM MONZA COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM E PNEUS MACIOS-MÉDIOS

TODOS OS TRÊS COMPOSTOS FORAM UTILIZADOS NA CORRIDA NUM MISTO DE ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS

CAMPANHA PIRELLI DE TESTES DE PNEUS PARA 2017 REGRESSA ESTA SEMANA COM A FERRARI E A MERCEDES EM PISTA

 O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu o Grande Prémio de Itália ao partir em segundo lugar na grelha recorrendo à estratégia de uma paragem – que tem sido igualmente a estratégia vencedora em anos recentes – e começando com pneus P Zero macios amarelo, trocando posteriormente para P Zero médio a meio da corrida. O seu colega de equipa, Lewis Hamilton, terminou em segundo lugar com uma estratégia idêntica.

De facto, Rosberg e Hamilton foram os únicos pilotos que se qualificaram no Top 10 a começar a corrida com pneus macios, o que lhes deu a possibilidade de realizar um primeiro turno mais longo do que aqueles que optaram por supermacios. Este fator foi a chave “estratégica” na luta pelo pódio.

Como era esperado, foi observada uma grande variedade de estratégias de uma e duas paragens ao longo da corrida, com os dois Ferraris a seguir estilos de corrida idênticos: dois turnos iniciais com supermacios seguido de um turno com macios.

Daniel Ricciardo em Red Bull, optou pela estratégia alternativa de duas paragens, recorrendo aos pneus supermacios no fim da corrida de forma a atacar o piloto da Williams, Valtteri Bottas, com pneus macios. Outra estratégia alternativa foi a de Romain Grosjean: o único piloto a terminar a corrida com uma estratégia macios-supermacios.

Esteban Ocon em Manor, foi o único piloto a começar a corrida com pneus médios. Isto significa que, pela segunda corrida consecutiva, todos os três compostos nomeados marcaram presença na grelha de partida, assim como na meta, tendo apresentado uma excelente performance desde o inicio até à bandeira axadrezada.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “As estratégias tiveram um papel fulcral nesta corrida decorrida em casa, com uma partida excitante focada maioritariamente nas táticas de pneus. Embora o Lewis Hamilton tenha perdido a vantagem da pole position ao início, a estratégia de pneus significou o seu segundo lugar ainda antes da metade da corrida e a sua capacidade de o manter. A partir daí foi uma batalha estratégica pelo pódio entre os dois Ferraris. Antes do próximo Grande Prémio em Singapura, esta semana iremos trabalhar arduamente em Barcelona com a Ferrari e em Paul Ricard com a Mercedes a fim de dar continuidade aos testes de pneus para 2017.”

Os melhores tempos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio

Primeiro HAM 1m26.303s RAI 1m26.016s ALO 1m25.340s

Segundo ROS 1m26.599s VET 1m26.310s RIC 1m25.919s

Terceiro ERI 1m28.552s VER 1m26.405s BUT 1m26.354s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Médio Ocon 32 voltas

Macio Grosjean 28 voltas

Supermacio Grosjean 24 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Antevimos que as duas paragens seriam, teoricamente, a solução mais rápida (adotada pela Ferrari), mas a Mercedes conseguiu tornar a estratégia de uma paragem – a segunda solução mais rápida em papel – em vencedora. Rosberg seguiu o formato de uma paragem como era esperado, começando com macio e trocando para médio na 24ª volta.

@F1 : @ItalianGp por @HaasF1Team

Grande Prémio de Itália: Resumo da Corrida

Evento: Grande Prémio de Itália (14º round de 21)

Data: Domingo, 4 de Setembro

Local: Autodromo Nazionale di Monza

Layout: 5,793 quilómetros, circuito de 11 curvas

Condições climatéricas: Sol, posteriormente encoberto

Temperatura: 30ºC

Vencedor da corrida : Nico Rosberg da Mercedes

Haas F1 Team:

Romain Grosjean – arrancou de 17º, terminou em 11º (completou 52 das 53 voltas)

Esteban Gutiérrez – arrancou de 10º, terminou em 13º (completou 52 das 53 voltas)

A Haas F1 Team perdeu por pouco um resultado nos pontos no Grande Prémio de Itália, que se disputou este domingo no Autodromo Nazionale di Monza, com Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez a terminar no décimo primeiro e décimo terceiro lugares, respectivamente.

Grosjean recuperou da penalização de cinco lugares na grelha de partida, que transformou o décimo segundo lugar que alcançou na qualificação num décimo sétimo. Apesar da contrariedade, Grosjean tirou o melhor partido do arranque, guindando-se ao décimo terceiro posto na primeira volta realizada ao circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas. Posteriormente, ultrapassou o Manor de Pascal Wehrlein na segunda volta para ascender ao décimo segundo posto. A partir daí, Grosjean realizou uma longa série de voltas, pelo menos para os padrões da Fórmula 1. Foi o último piloto a parar para trocar de pneus, efecutando vinte e oito voltas até trocar os pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio que utilizou para iniciar a corrida por supermacios. Grosjean conseguiu manter estes pneus durante vinte e cinco voltas, tendo a estratégia de uma paragem lhe permitido terminar no décimo primeiro lugar, conseguindo até manter Jenson Button atrás de si ao longo das últimas voltas.

Gutiérrez iniciou a prova de cinquenta e três voltas do décimo lugar da grelha de partida, graças a uma boa qualificação, no sábado. Foi um resultado sem concretização, no entanto, dado que um arranque lento permitiu que o pelotão o engolisse, o que o atirou para o vigésimo lugar. Gutiérrez, com sete voltas completadas, era décimo oitavo. Efectuou a sua primeira paragem nas boxes no final da décima sexta volta, trocando os pneus supermacios que usara na qualificação por macios. Na vigésima quarta volta, Gutiérrez era décimo quinto. Efectuou a sua segunda e paragem final na trigésima quarta volta, montando um jogo de pneus supermacios usados que o ajudou a terminar no décimo terceiro lugar e manter o McLaren de Fernando Alonso atrás de si.

Após catorze etapas disputadas, das vinte e uma que compõem o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 deste ano, a Haas F1 Team continua no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. Nas imediações da equipa americana não se registou qualquer modificação, uma vez que a Toro Rosso, a sétima classificada, e a Renault, a nona, não conseguiram pontuar no Grande Prémio de Itália. A margem da Toro Rosso relativamente à Haas F1 Team continua nos dezassete pontos e a Renault está a vinte e dois pontos da equipa americana.

O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu o Grande Prémio de Itália, ostentando uma margem de 15,070s face a Lewis Hamilton no final da prova, o que intensificou a luta pelo Campeonato de Pilotos O segundo triunfo consecutivo de Rosberg permitiu-lhe recuperar mais sete pontos à vantagem de Hamilton, reduzindo-a a dois pontos. A vitória de Rosberg foi a vigésima primeira da sua carreira de Fórmula 1, a sétima da temporada e a primeira em Monza.

Sebastian Vettel , da Scuderia Ferrari, juntou-se ao duo da Mercedes na subida ao pódio. O colega de equipa deste, Kimi Raikkonen, terminou no quarto posto. O piloto da Red Bull, Daniel Ricciardo, completou o top-5.

Ficam a faltar sete corridas para terminar o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2016, sendo o próximo evento o Grande Prémio de Singapura, que se realiza a 18 de Setembro no Marina Bay Street Circuit.

“Para ser honesto, penso que nos faltava um pouco de velocidade durante a corrida para chegar aos pontos. Tentámos uma estratégia agressiva de apenas uma paragem nas boxes. Tive um pouco de granulação com os pneus macios nas últimas voltas que antecederam a paragem nas boxes. Isso custou-nos alguns segundos, mas não acredito que pudéssemos ganhar os doze segundos que precisávamos para terminar a corrida em décimo. Hoje demos o máximo. Apenas temos que perceber o que poderemos fazer melhor para a próxima corrida. Agora estou já focado em Singapura. É uma das melhores corridas da temporada.”

“Foi um arranque muito desapontante, perder tantas posições. Foi muito complicado recuperar, mas dei o meu melhor. Até à primeira paragem tive algumas dificuldades com o ritmo, uma vez que iniciei a prova com pneus usados na qualificação e os nossos adversários estavam com pneus novos. Não foi fácil, mas mantemo-nos concentrados e demos o nosso melhor para recuperar o máximo que podíamos, mas o que perdemos no início foi demasiado para voltar à posição onde começámos. Agora temos que olhar para Singapura, vamos focar-nos para regressarmos ainda mais fortes.”

“Mais uma vez, terminámos na décima primeira e décima terceira posições. Penso que, depois de começarmos, até foi uma boa corrida. Se tirarmos o primeiros vinte segundos de prova, poderíamos estar numa posição diferente com o Esteban. Ele falhou o arranque, isso colocou-o no fundo do pelotão, mas recuperou até décimo terceiro. O Romain recuperou de décimo sétimo para décimo primeiro com uma boa estratégia e com boa pilotagem, no geral, foi uma boa prestação. Infelizmente, nenhum dos rapazes da frente caiu na classificação, portanto, terminámos novamente em décimo primeiro. Mostrámos que temos alguma velocidade neste tipo de pistas. Vamos esperar poder levar este avanço para algumas das pistas que vamos visitar brevemente. Estar à frente da McLaren é algo do qual temos que estar orgulhosos. A McLaren é uma equipa que está na Fórmula 1 há bastante tempo e nós somos estreantes. Lutar com eles e com pilotos do calibre do Button e do Alonso deixa-nos muito orgulhosos. No entanto, hoje não conquistámos qualquer ponto.”

O décimo quinto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio de Singapura, que se disputa no Marina Bay Street Circuit. Os treinos-livres iniciam-se no dia 16 de Setembro, seguindo-se a qualificação a 17 de Setembro e a corrida a 18.

#WTCC:Duplo pódio para Tiago Monteiro no Japão

Tiago Monteiro conseguiu no Japão em mais uma jornada do WTCC subir por duas vezes ao terceiro lugar do pódio. Dois excelentes resultados para o piloto português que tinha carga máxima de 80 quilos no seu Honda Civic e que saiu da grelha de partida da sétima e quarta posições. Tiago mantém a segunda posição nas contas do Campeonato empatado com Yvan Muller e de tudo fará para assim se manter até ao final da época.

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Tiago Monteiro
Os dois arranques para as corridas foram determinantes para o sucesso do piloto português: “Na primeira corrida recuperei várias posições na partida o que ajudou bastante. Depois, mesmo com as dificuldades resultantes dos 80 quilos de lastro, dei tudo o que tinha, ainda consegui mais uma ultrapassagem e levei o carro aos limites para conseguir chegar a terceiro. Foi uma corrida importante para a Honda que monopolizou o pódio, um feito única na sua corrida em ‘casa'”, disse.
Na segunda prova,  a sair de quarto as possibilidades de chegar ao pódio pareciam ser mais viáveis, no entanto Tiago sabia que não iria ter tarefa facilitada por parte dos seus adversários: “Arrisquei mais uma vez e fui bem sucedido. Nesta fase, há que correr todos os riscos para atingir os objectivos. Nem sempre corre bem, na Argentina não correu tão bem, mas felizmente este fim-de-semana acabou por resultar. Não pensávamos ser possível conquistar dois pódios, por isso estamos muito contentes e com motivação acrescida para as restantes provas da temporada”, referiu.
A próxima prova acontece na China a 24 e 25 de Setembro.

#WTCC: Título para José María Lopez

Ao alcançarem uma dobradinha no circuito de Motegi, no Japão, Yvan Muller e José María López ofereceram ao Citroën C-Elysée WTCC a sua quinta dupla da temporada. Este resultado permitiu ao piloto argentino garantir um terceiro ceptro mundial consecutivo* e à Citroën de se aproximar, um pouco mais, daquele que será o seu 16º título de Campeã do Mundo.

AUTOMOBILE:  JAPAN - MOTEGI - WTCC - 01/09/2016 TO 04/09/2016

Apesar da chuva que caiu durante a noite, a pista secou mal o sol se ergueu nos céus de Motegi. O calor húmido e sufocante deixava, no entanto, antever condições difíceis para os pilotos.

Para a Corrida de Abertura, Yvan Muller e José María López estavam colocados na 9ª e 10ª posições da grelha de partida. Quando os semáforos se extinguiram, os pilotos da Citroën Total encontram o caminho no meio do pelotão para subirem ao 7º e 8º lugares, respectivamente. Algumas curvas depois, Muller conseguiria roubar o 6º lugar a Tom Chilton, num processo logo de seguida imitado por Pechito!

Muller procurou, depois, uma abertura para passar Nick Catsburg, o que permitiu a Pechito ficar mais perto e passar o seu colega de equipa, após um ligeiro contacto. Logo que Catsburg foi deixado para trás, os dois colegas de equipa lançaram-se em perseguição de Thed Björk, que rapidamente conheceu a mesma sorte.

Com o 4º e 5º lugares alcamçados, López e Muller conseguiram o melhor resultado possível, tendo em conta as suas posições à partida da corrida, marcarando pontos importantes no quadro dos Campeonatos do Mundo de Pilotos e de Construtores.

Após uma rápida substituição dos elementos da carroçaria danificados, os dois Citroën C-Elysée WTCC oficiais ocuparam os seus lugares na primeira linha da grelha de partida para a Corrida Principal. O arranque foi perfeito e Pechito curvou na frente da corrida e de Lopez. Imprimindo o seu ritmo ao resto do pelotão, não tardando a destacar-se dos demais. A bem dizer, a corrida lá na frente foi tranquila para os dois líderes, que se preparavam para uma dobradinha.

Mas a duas voltas do fim, o Citroën C-Elysée WTCC com o nº 37 diminuiu de velocidade, cedendo a liderança ao Citroën nº 68. Certo de assegurar o título com um 2º lugar, José María López quis oferecer o triunfo ao seu colega de equipa, permitindo-lhe que, pela primeira vez nesta temporada, cruzassse a linha de chegada como vencedor. Com este resultado Yvan Muller ascendeu ao 2º lugar do Campeonato de Pilotos, somando o mesmo número de pontos de Tiago Monteiro.

Segundo classificado, Pechito López marcou os pontos suficientes para garantir um terceiro ceptro consecutivo de Campeão do Mundo*, contando já com 120 pontos de vantagem, margem inultrapassável por qualquer dos seus adversários até final do ano.

No que se refere aos Construtores, a Citroën está agora um pouco mais perto de uma 16ª coroa mundial, após ter conquistado cinco Taças do Mundo de Rallye-Raid, oito Campeonatos do Mundo de Ralis e dois Campeonatos do Mundo de Carros de Turismo (WTCC). A próxima prova, a disputar em Xangai no fim de semana de 24 e 25 de Setembro, deverá ser decisiva!

O QUE ELES DISSERAM…

Yves Matton (Diretor da Citroën Racing): «Tudo funcionou bem hoje, com uma bela recuperação dos nossos pilotos na corrida com a grelha invertida e uma ‘dobradinha’ na corrida principal. Atingimos parte dos nossos objetivos com José María López, que conserva o seu título de Campeão do Mundo. Mesmo se ainda nos restam algumas corridas juntos, este é o início do fim de uma bela aventura começada há cerca de três anos. Ao tomar a decisão de oferecer hoje a vitória ao Yvan, o Pechito reforçou o espírito de equipa que nos anima a todos. Iremos, agora, preparar a próxima corrida, que decerá permitir-nos garantir o título de Construtores. Gostaríamos de fazer, igualmente, uma ‘dobradinha’ entre os Pilotos, sendo que o Yvan está agora em igualdade de pontos com o Tiago Monteiro e isso é uma situação ideal para o conseguirmos.»

José María López (Citroën C-Elysée WTCC No. 37): «Devo ser um dos homens mais felizes do mundo esta tarde! Quando os vemos na televisão, por vezes pensamos que os pilotos são seres frios, mas posso garantir-vos que as emoções fervilhavam dentro de mim. Ganhei três temporadas fantásticas com a Citroën Racing e creio que muitos pilotos gostariam de estar no meu lugar. Correr no WTCC foi uma bela oportunidade na minha carreira, mas é à equipa que devo mais. No que diz respeito ao meu gesto para com o Yvan, foi uma forma lhe mostrar o respeito que tenho por ele. Tomei sozinho a decisão, mas isso nada tem de evidente. Uma vitória é sempre difícil de conquistar e pensei que iria ser duro não ouvir o Hino argentino no pódio, especialmente no dia corrida em que garanti o título mundial. Mas talvez não voltasse a ter muitas ocasiões de o poder fazer. Continuarei a bater-me nas últimas corridas, quanto mais não seja porque temos ainda o título de Construtores a conquistar.»

Yvan Muller (Citroën C-Elysée WTCC No. 68): «Em primeiro lugar, quero felicitar o Pechito por este seu terceiro título, ele merece-o pois é o melhor piloto atual da disciplina. Para lá de ser um grande piloto, é também um grande homem. Não lhe pedi nada, até porque não é desta forma que gosto de ganhar. Mas ele fez aquilo que eu também teria feito e, ainda agora na Argentina o fiz, quando decidi ajudá-lo. Há entre nós um respeito mútuo e autêntico, cimentado na vontade comum de fazer ganar a Citroën. Agora que estou em igualdade de pontos com o Tiago Monteiro, vou tentar garantir o segundo lugar final.»

#WEC: Equipas Dunlop conquistam no México e ganham pontos no Campeonato

O Campeonato Mundial de Resistência da FIA (WEC) chegou ao meio com mais vitórias, corridas emocionantes, pódios e melhorias no Campeonato para várias equipas Dunlop.

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Dunlop

As seis horas da corrida deram motivos para celebração, principalmente no que diz respeito à Aston Martin Racing, que lidera atualmente a Copa de Resistência GT, e a nova equipa RGR Sport, que ganhou a sua corrida em casa. As chuvas durante a corrida aumentaram a emoção da competição, oferecendo às três categorias a oportunidade de utilizarem a versátil opção intermédia da Dunlop.

LMP1 Equipas Privadas

Inicialmente, a ByKolles CLM conseguiu a liderança em LMP1, graças a um início forte, porém, acabou por descer ao quinto lugar da corrida. A equipa Rebellion R-One de Imperatori, Kraihamer e Tuscher conquistou a primeiro lugar e liderou a categoria até ao final da corrida, conseguindo uma vitória e o quinto lugar na classificação geral.

LMP2

A RGR Sport conquistou a pole na sexta-feira passada e liderou a corrida em primeira mão. Um percalço durante a primeira paragem nas boxes subtraiu algum tempo valioso à equipa mexicana, provocando a perda de posições da equipa de Ricardo Gonzales/Filipe Albuquerque/Bruno Senna. A G-Drive Racing (Oreca) e a #36 Signatech Alpine trocaram de liderança, com 20 minutos de diferença da equipa da casa, recuperando a liderança em Ligier

e cruzando a meta com menos de dois segundos de vantagem, no que diz respeito a Alpine e com o resto das equipas a menos de três voltas atrás. A RGR Sport reduziu ligeiramente a diferença no Campeonato, com o #36 Alpine a manter uma vantagem significativa graças aos duplos pontos da sua vitória nas 24 horas de Le Mans.

LMGTE

O México adivinhou a terceira vitória de Aston Martin/ Dunlop no primeiro ano da sua parceria, que constituiu a sua primeira vitória na categoria Pro. Os vencedores foram Darren Turner e Richie Stanaway com o #97 Aston Martin Vantage, com Nicki Thiim e Marco Sørensen no carro irmão, terminando em terceiro lugar. Entre eles, o par de Vantages liderou cada volta da corrida. Os resultados levaram o #95 Aston Martin à liderança no Campeonato GTE Pro Teams, com o Aston Martin em primeiro nos resultados de Fabricantes para a categoria GT Pro, e Darren Turner em primeiro nos rankings de pilotos em GTE Pro.

Mike McGregor, Diretor Dunlop para Provas e Apoio em Pista

“No que diz respeito à estratégia de pneus, a maioria das equipas utilizaram a opção média, se bem que alguns optaram pela macia, e a maioria também utilizou a intermédia enquanto o circuito esteve molhado. O ritmo de Rebellion foi constante ao longo da corrida, sobretudo no final, quando o carro ia apenas a um segundo por volta atrás dos restantes carros de fabricante. O trabalho de desenvolvimento está a ser visto agora, principalmente com os resultados do Aston Martin. Temos uma colaboração estreita e isso é bastante positivo para o futuro. A vitória de RGR Sport também é uma notícia muito boa, e os fãs têm sido incríveis”.