#WTCC: Tiago Monteiro de partida para mais uma corrida em ‘casa’

Tiago Monteiro tem no Japão aquela que é considerada a sua segunda corrida em ‘casa’ uma vez que a Honda centra todas as suas atenções na visita do WTCC à terra do sol nascente. É já no próximo fim-de-semana de 3 e 4 de Setembro e Tiago espera conseguir o mesmo feito do ano passado: vencer.

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Tiago Monteiro
A ambição é clara no entanto Tiago sabe que não há facilidades por parte dos seus adversários e está focado em dar o melhor para dar alegrias aos japoneses que acompanham o desempenho da equipa de perto e são sempre fãs fervorosos: “Gosto bastante do circuito e a vitória do ano passado deixa toda a equipa entusiasmada no entanto, ao contrário de 2015, temos 80 quilos de lastro. Por um lado é positivo porque significa que temos sido competitivos, por outro, pode condicionar o desempenho este fim-de-semana. Só saberemos exactamente como vamos estar depois das primeiras sessões de treinos. Mas o importante é o optimismo e a enorme vontade de continuar a ser bem sucedido” começou por explicar.
Assim, a vitória numa das corridas é ambição máxima, mas se por qualquer razão esse objectivo for complicado de alcançar, para Tiago é igualmente importante: “Consolidar o segundo lugar no Campeonato. Para isso é sempre importante continuar a amealhar pontos. Sei que vai ser um fim-de-semana e uma grande festa por parte de todos, sobretudo dos fãs que protagonizam sempre momentos únicos. Adoro competir no Japão, é impressionante como somos bem recebidos”, disse o piloto do Honda Civic com o #18.
Até ao dia de prova Tiago estará envolvido numa série de iniciativas de marketing e relações públicas desenvolvidas pela Honda que incluem visitas aos escritórios e fábricas da Honda.
No que às corridas do fim-de-semana diz respeito, o Eurosport transmite a qualificação no sábado pelas 7h e as corridas no Domingo às 6.30h e 7.30h.

#WTCC: #Citroen faz antevisão da prova no Japão

O Campeonato do Mundo FIA WTCC vai fazer o seu regresso no Japão, no circuito Twin
Ring Motegi. Para José María López e Yvan Muller, o objetivo será, como sempre, oferecer novas vitórias à equipa Citroën Total. Um fim-de- semana frutuoso no País do Sol Nascente poderá mesmo permitir à Citroën e a Pechito López assegurarem os respetivos
títulos pelo terceiro ano consecutivo.

AUTOMOBILE: ARGENTINA - TERMAS DE RIO HONDO - WTCC - 04/08/2016 TO 07/08/2016

Após um início de temporada centrado na Europa, e depois com uma escapadela até à
Argentina no mês de Agosto, o FIA WTCC vai de malas aviadas para a Ásia, a começar pelo
Japão. A nona etapa da temporada desenrolar-se- á no circuito Twin Ring Motegi, a 150 km de Tóquio.

Já visitada pelo Campeonato em 2015, a pista de 4,801 km carateriza-se por velocidades
médias e máximas relativamente baixas. A sucessão de fases de aceleração e de travagem
revela-se particularmente exigente para os travões, oferecendo ainda inúmeras possibilidades de ultrapassagem.

No ano passado, os Citroën C-Elysée WTCC mostraram-se à vontade neste terreno. Após ter falhado a pole position por oito centésimos, José María López venceu a primeira corrida, dando mais um passo para o seu segundo título mundial.

Este ano, a situação é de novo favorável aos “Vermelhos” e a etapa japonesa poderá revelar-se decisiva para a conquista dos títulos mundiais. Nos Construtores, a Citroën conta já com 196 pontos de avanço sobre o seu rival mais próximo. Sabendo-se que um fim-de- semana perfeito é creditado com 105 pontos e que os C-Elysée marcaram em média este ano 88 pontos por jornada, o objetivo de conseguir um terceiro título não está muito longe.

Do lado dos Pilotos, o cálculo é quase idêntico para José María López. Com cinco pole positions e sete vitórias, o argentino mostra uma vantagem de 117 pontos. Mesmo perdendo alguns pontos, é bem possível que possa exibir a sua terceira coroa de Campeão já em Motegi.

Pelo contrário, a luta pelos outros degraus do pódio final está bem mais aberta. Sete pilotos
estão agrupados em 37 pontos. Terceiro, Yvan Muller não está a mais de sete pontos de Tiago Monteiro. No seio do grupo de caça, encontramos igualmente dois pilotos da SLR, que evoluem ao volante de Citroën C-Elysée WTCC privados: Mehdi Bennani e Tom Chilton. O marroquino e o britânico estão, por outro lado, em luta pela vitória no WTCC Trophy, que recompensa os pilotos independentes.

Como sempre, os pesos de compensação das performances foram ajustados em função dos

resultados das últimas três jornadas. Os Citroën C-Elysée WTCC continuarão a levar o lastro

máximo de 80 kg, mas o mesmo se irá passar com os Honda. A luta será agora perfeitamente

justa, pela primeira vez na temporada.

O QUE ELES DISSERAM…

José María López (Citroën C-Elysée WTCC No. 37): «É sempre uma grande alegria
para mim voltar ao Japão! Gosto bastante da cultura e da tranquilidade deste país e
aproveito sempre para descobrir coisas novas. Foi em Suzuka que conquistei o meu
primeiro título mundial em 2014 e isso contribui para tornar esta deslocação ainda mais
especial. No que diz respeito a Motegi, sabemos que é ujm sítio onde os nossos adversários são muito fortes. É, além disso o único circuito em que deixámos escapar uma pole position em 2015! Mas acabei por ganhar vantagem na corrida e isso significa também que o Citroën C-Elysée WTCC está à vontade neste terreno. Fico satisfeito que este ano estejamos ao mesmo nível de lastro, penso que a luta será interessante e reveladora do nível de forma de cada um. Após várias corridas, sinto-me bastante descontraído e não considero a vitória como uma obrigação. Basta que marque pontos e mantenha o meu avanço, isso irá levar-me mais perto do título e tornar a situação dos meus perseguidores mais complicada. Não sou eu quem está sob pressão!»

Yvan Muller (Citroën C-Elysée WTCC No. 68): «A luta pelo segundo lugar do Campeonato não é nada desinteressante, mas a título pessoal não dou a isso grande importancia. Estou principalmente interessado no primeiro lugar! O meu objetivo principal é portanto marcar o máximo número de pontos para a Citroën, para ajudar a equipa a vencer o Campeonato do Mundo de Construtores. Penso que aumentámos o nosso potencial após duas ou três corridas. Estou regularmente em luta pela pole position, mas é preciso que faça três sectores perfeitos para a conseguir. Essa é sempre a chave para conseguir a vitória! Motegi é um circuito muito lento, mas é possível ultrapassar em vários locais. Ao nível das afinações, é preciso concentrarmo-nos na procura de motricidade e preservar a utilização dos pneus. Sem nos esquecermos de vigiar a meteorología, pois existem grandes riscos de temporais nesta altura do ano! É um prazer regressar ao Japão, um país onde os espetadores são verdadeiramente apaixonados e conhecedores. Este ano, vou aproveitar alguns días para conhecer o país com a familia.»

#Blancpain GT Series: Pneu furado com Jimenez tira Audi #3 dos pontos

Na melhor performance de Rodrigo Baptista nas etapas de sprint do Blancpain GT Series, o Audi #3 viu os pontos escaparem em Hungaroring a menos de cinco minutos da bandeirada em virtude de um pneu furado quando Sergio Jimenez disputava a oitava posição na prova que marcou a primeira passagem do maior evento de Gran Turismo do automobilismo mundial pelo travado circuito de Budapeste.imagem_release_735863

Foi um desfecho amargo para uma bela jornada de recuperação da dupla brasileira no fim de semana, que contou com nada menos que 35 carros na travada pista húngara.

“O resultado hoje não traduz nosso desempenho”, resumiu Jimenez após a prova.

“Saindo de 15o, o Rodrigo largou muito bem, passou os caras na pista e brigou de igual para igual. Nosso pit foi fantástico, matamos a pau na troca de pilotos e ganhamos o prêmio de melhor pit da corrida. Vinha em oitavo quando começou a soltar o spliter, então o carro perdeu performance até ele voar e furar o pneu faltando poucas voltas. Foi uma pena, mas estou muito contente porque foi nossa melhor prova de sprint no ano. O Rodrigo cresceu muito hoje, muito mesmo! E com essa evolução logo vamos brigar pelo pódio com as outras duplas, compostas de profissionais com muita experiência”, avaliou.

De fato, o desempenho do novato chamou atenção desde a largada. Alinhando a máquina de 585 HP por dentro na oitava fila, Baptista defendeu bem a trajetória na linha interna da curva 1 e, com astúcia, deixou dois adversários para trás logo no início. Então abriu a segunda volta passando o Audi #2 no fim da reta, antes de pressionar a Lamborghini que vinha à frente, inclusive usando farol alto.

Na terceira volta a prova entrou em “full course yellow” para remoção de um carro estacionado em área de escape. Relargou a 45 minutos da bandeirada, com Baptista já em 11o, no mesmo ritmo dos líderes e controlando com personalidade os ataques do Bentley #8.

Ele entrou nos pits na abertura da volta 15, ocupando a quarta posição. Depois de uma troca muito eficiente da equipe belga WRT, Jimenez retornou à pista imediatamente à frente do Audi #4. Segurou o companheiro de equipe na primeira curva, mas o concorrente vinha com pneus mais aquecidos e o holandês Robin Frinjs conseguiu passar na curva seguinte.

Finalizada a janela de paradas obrigatórias, o Audi #3 era décimo, já na zona de pontuação. Na volta 22 Jimenez avançou mais uma posição e novamente se aproximou do Audi #4 para duelar pelo oitavo posto.

Na 28a passagem, já sem o melhor desempenho, ele passou a se concentrar mais em uma trajetória conservadora para defender o nono lugar dos dois Bentleys que vinham muito velozes atacando as zebras logo atrás. Até que caiu o assoalho do carro em plena reta dos boxes a quatro minutos do fim.

Acabava ali a melhor performance da única dupla brasileira no campeonato.

“Hoje conseguimos melhorar bem o carro em relação ao sábado, então consegui manter um bom ritmo, ganhar posições. Acho que foi minha melhor corrida até hoje e sinto que estou evoluindo bem a cada prova”, comentou Baptista, destacando a dificuldade de galgar o pelotão numa pista travada como a da Hungria e numa prova disputada com temperatura ambiente na casa dos 34oC.

Na véspera, o Audi #3 já havia dado sinais positivos na qualifying race. A meta da dupla era trabalhar bem na tomada de tempo, para largar nas primeiras filas –diante da proverbial dificuldade em ultrapassar na Hungria.

Conseguiram avançar para o Q3 e entrar na disputa da pole pela primeira vez no ano, mas não tinham mais pneus zero para usar na fase final do treino, de modo que largaram em 18o.

Jimenez ganhou uma posição na largada e, depois da bandeira amarela da segunda volta, foi hábil na relargada para avançar até 15o. Entrou no box para a troca obrigatória em 11o e, finalizada a janela de pits, Rodrigo era o 13o.

“Já no sábado o Rodrigo estava rápido e disputando bem no bloco que lutava para terminar nos pontos. Mas no fim o carro ficou traseiro e foi impossível seguir na briga, finalizando em 15o. Mas foi importante para apontar para onde precisávamos mudar o acerto no domingo, o que deu certo”, observou Jimenez.

O próximo desafio da dupla acontece nos dias 17 e 18 de setembro em Nurburgring, na prova de encerramento da temporada de endurance do Blancpain GT Series.

#RedBull Global #Rallycross: Piquet Jr mira top5 em Atlantic City

Nelsinho Piquet e a equipe SHR Rallycross tiveram muito trabalho com a pista de alta e a terra pesada no primeiro dia de atividade do Red Bull Global Rallycross Championship em Atlantic City. Sem o grip ideal no trecho sem pavimentação na pista de 1,1 milha, o Ford Fiesta ST #07 ficou apenas em 12o lugar no quali, realizado neste sábado.

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Piquet Jr.

No domingo acontecem as baterias eliminatórias, as semifinais, a repescagem e a finalíssima da nona etapa da temporada.

“Foi um dia difícil. A concorrência tem melhorado muito e a evolução do nosso equipamento não tem acompanhado esse ritmo, apesar de termos trabalhado bastante. É uma pista de velocidade bem alta, com uma terra pesada onde achamos que estamos tomando tempo. O grip mecânico faz mais diferença nesse trecho e vamos buscar minimizar os problemas lá de hoje para amanhã. Nosso ideal aqui é levar o carro novamente para a final e, no cenário mais favorável, finalizar a prova entre os 5”, avaliou Piquet.

Neste domingo, o site oficial do Red Bull Global Rallycross Championship exibe a parte final da etapa ao vivo a partir das 16h (horário de Brasília).

@f1 , #BelgianGp por @Pirelli

GP BELGIO F1/2016 - SPA FRANCORCHAMPS (BELGIO) - 28/8/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP BELGIO F1/2016 – SPA FRANCORCHAMPS (BELGIO) – 28/8/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

NUM ACIDENTADO GRANDE PRÉMIO, O PILOTO DA MERCEDES NICO ROSBERG VENCEU COM DUAS TROCAS DE PNEUS

COM ESTRATÉGIAS ALTERNATIVAS E INICIANDO DOS ÚLTIMOS LUGARES,

LEWIS HAMILTON E FERNANDO ALONSO REALIZARAM UMA

IMPRESSIONANTE RECUPERAÇÃO

 Desde a pole, o piloto da Mercedes Nico Rosberg venceu um acidentado Grande Prémio da Bélgica, que foi caracterizado por uma bandeira vermelha no inicio da corrida durante um longo período.

Todos dos três compostos disponíveis estiveram presentes no inicio do grande prémio; Médio, Macio e Supermacio. Hamilton e Alonso iniciaram a corrida da ultima linha da grelha, com o composto de maior durabilidade (Médio) e aproveitaram o caos do inicio para entrar nos primeiros cinco classificados, até à interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Todos os pilotos “gozaram” de um Pit Stop extra, uma vez que as trocas de pneus são permitidas durante o período de interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Este facto beneficiou mais os pilotos que iniciaram com os pneus supermacios, uma vez que é o composto disponível mais macio e foi eficaz para iniciar a corrida até à amostragem da bandeira vermelha para permitir a reparação da barreira. Devido à bandeira vermelha, seis pilotos conseguiram ganhar vantagem para realizar a troca de pneus, incluindo os três primeiros.

No re-inicio, a maioria dos pilotos optaram pelo composto macio, apesar do líder da corrida (Rosberg) optar excecionalmente pelo médio. Com este composto, Rosberg realizou o seu ultimo turno para vencer com o que foi efetivamente uma estratégia com duas trocas, as mesmas utilizadas pelo Red Bull de Daniel Ricciardo que terminou na segunda posição.

As temperaturas estiveram bastante elevadas no dia de corrida, embora um pouco mais frias que nos dias precedentes, com 29 graus centigrados de temperatura ambiente e 39 graus no piso da pista no inicio da corrida. Isto afetou muito o comportamento dos pneus.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ Foi uma corrida com bastantes incidentes, onde assistimos a diversas estratégias desde o inicio, com os três compostos apartir da grelha de partida, que ainda foi afetada pelos incidentes de corrida e pelo periodo de interrupção devido à bandeira vermelha. No entanto, Nico Rosberg venceu com duas trocas de pneus, como previmos, graças ao composto médio que provou ser especialmente eficaz na anormal temperatura da pista que observámos ao longo do fim de semana em Spa, realizando uma gestão de pneus exímia. Os primeiros oito classificados adotaram estratégias de pneus ligeiramente diferentes, incluindo o impressionante desempenho de Lewis Hamilton e Fernando Alonso, que realizaram a sua corrida desde a ultima linha da grelha utilizando estratégias alternativas.”

OS MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO:

MÉDIO MACIO SUPERMACIO

Primeiro HAM 1m51.583s HAM 1m52.361s KVY 1m52.081s

Segundo ROS 1m51.746s RIC 1m52.461s PAL 1m53.251s

Terceiro VET 1m52.728s VER 1m53.281s RAI 1m53.759s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

MÉDIO Massa 22 (voltas) Gutierrez 22 (voltas)

MACIO Verstappen 17 (voltas)

SUPERMACIO Palmer 10 (voltas)

A NOSSA PREVISÃO: Previmos que a estratégia vencedora seria de duas paragens, mas o curto período do Safety Car, seguido da bandeira vermelha reviu a maioria das previsões. No entanto, Rosberg venceu com duas trocas de pneus como previsto, iniciou com pneus macios, trocou para médios quando a corrida se encontrava sob a bandeira vermelha e trocou na volta 26 novamente para médios para realizar o seu turno final.

#CNR: José Pedro Fontes e Inês Ponte estreiam-se a vencer na Madeira

O Campeonato Nacional de Ralis prosseguiu este fim-de- semana, com a realização do Rali Vinho Madeira, que hoje cumpriu o seu terceiro dia de uma emocionante competição, que deixou entusiasmados os milhares de espetadores que bordejaram as estradas da Pérola do Atlântico. E, no final da prova, como habitualmente organizada pelos homens do Club Sports Madeira (CSM), José Pedro Fontes arrecadou o melhor lugar, após 19 disputadas
classificativas da prova (18 reais, pois a penúltima foi anulada), graças a um andamento endiabrado e uma capacidade de resistência inesgotável numa prova plena de animação.ZPFRVM6AGO1

Um incidente envolvendo Bruno Magalhães e que levou mesmo a anulação da 18ª especial ditou um considerável atraso na publicação dos resultados, mas o Colégio de Comissário acabou por penalizar em 35 segundos o piloto lisboeta, arredando-o dos lugares do pódio.

Seguindo o programa estabelecido desde o arranque da presente temporada, a Citroën Vodafone Team, com a dupla José Pedro Fontes/Inês Ponte, alinha nesta quinta prova do Campeonato Nacional de Ralis com o Citroën DS3 R5 com as cores da Vodafone e da Citroën. Para além do envolvimento da Citroën, e da Vodafone como patrocinador principal, o R5 ostenta ainda as cores da Milaneza, ExpressGlass e Total, entidades parceiras deste projeto.

«Apesar das peripécias e da incerteza até final o resultado deixa-me obviamente muito satisfeito. Foi um rali disputado do primeiro ao último quilóemetro e nós estivemos sempre na luta pelo triunfo. Vencer aqui na Madeira é muito bom e trata-se de uma vitória que sublinha a enormíssima capacidade da equipa que me acompanha e premei o esforço de todos. Paralelamente a boa exibição que aqui rubricámos deixa-nos numa posição ainda mais confortável na luta pela renovação do título Nacional, objectivo que está sempre no topo das nossas prioridades.» esclareceu José Pedro Fontes, a propósito da sua primeira vitória absoluta no Rali Vinho Madeira.

O piloto do Citroën DS3 R5 com o nº 1 nunca baixou os braços e neste altamente disputado último dia de rali, ganhou os troços de Ponta do Sol 1 e Rosário 1, sendo 2º em Ponta do Pargo 1, ainda durante a manhã para, depois de almoço, nas segundas passagens pelos mesmos troços, ter sido o mais rápido em Ponta do Sol 2, antes de dar a estocada final na última passagem por Rosário 2, que venceu.

Na verdade, com o seu forte andamento, José Pedro Fontes manteve o resultado final e o interesse desportivo da prova suspenso até ao fim, bem como se apossou em definitivo do melhor lugar entre os concorrentes do “Nacional”, campeonato onde dilatou a vantagem que trouxe para a Pérola do Atlântico.

#WTCC: #Citroen C-ELYSÉE continuam imbatíveis na Argentina

Graças a José María López e a Tom Chilton, o Citroën C-Elysée WTCC conquistou duas novas vitórias, mantendo-se, assim, imbatível na Argentina. Os resultados obtidos em Termas de Río Hondo permitiram à Citroën e a «Pechito» Lopez dilatar um pouco mais as suas vantagens na frente dos respetiivos Campeonatos do Mundo. No pódio da corrida de abertura, Yvan Muller ficou mais perto do papel de delfim.

AUTOMOBILE: ARGENTINA - TERMAS DE RIO HONDO - WTCC - 04/08/2016 TO 07/08/2016

Após as Qualificações, a Citroën Total decidiu trocar o motor da viatura de José María López, que apresentava uma anomalia suscetível de colocar em causa a fiabilidade, situação que, de acordo com o regulamento, penalizou o argentino que se viu relegado para a cauda do pelotão na Corrida de Abertura. Ao início da tarde «Pechito» passava, assim, da 10ª posição na grelha de partida para o 18º lugar, enquanto Yvan Muller acabava por sair do 7º lugar da grelha.

Quando os semáforos se apagaram, Tom Chilton aproveitou a sua posição na primeira fila para fazer a primeira curva na frente, com o Citroën C-Elysée WTCC da equipa SLR. O britânico bateu John Filippi, Rob Huff e Yvan Muller, em luta por um lugar no pódio após uma partida perfeita.

Pouco antes do meio da corrida, Filippi cedia ante a pressão dos seus perseguidores, perdendo progressivamente terreno. Yvan Muller recuperava, assim, a 3ª posição, mantendo-se na esteira de Huff. O quádruplo Campeão do Mundo nunca baixou os braços, mas não conseguiu encontrar o buraco da agulha para o passar, pelo que cruzou a linha de meta nessa mesma posição. Autor de uma corrida perfeita, Tom Chilton conquistou, assim, a sua primeira vitória ao volante de um Citroën.

Ao mesmo tempo, o público de Termas de Río Hondo foi vibrando com a fantástica recuperação de José María López. Décimo quarto após a primeira volta, o argentino entrou no top 10 duas voltas depois. Galvanizado pelo público nas tribunas, que se inflamavam a cada passagem, «Pechito« subia até ao 5º lugar, posição que lhe garantia pontos importantes nas Tabelas.

Prevista para pouco depois, a Corrida Principal anunciava-se mais fácil de abordar para Lopez, já que saía da pole position! Quanto a Yvan Muller, estava no 4º lugar da grelha. Mas, na partida, Norbert Michelisz surpreendeu toda a gente, assumindo o comando antes da primeira curva, na frente de Lopez e Muller, que se encontraram lado a lado na longa reta. Mesmo à justa, o argentino manteve a vantagem sobre o francês e os pilotos da Citroën Total lançaram-se em perseguição de Michelisz. Muller foi pressionando o líder a cometer um erro, rodando sempre ao ataque até que, para defender a sua posição, Michelisz abriu a porta a «Pechito», que assumiu, assim, o comando! Muller aproveitou para seguir na esteira do seu colega de equipa, mas foi tocado por Michelisz, saindo o Citroën C-Elysée WTCC nº 68 pela escapatória, regressando à pista na 5ª posição.

A hierarquia não se alterou até à bandeira de chegada e José María López conquistou aquela que foi a sua 7ª vitória da temporada. Do alto do pódio, pôde, então, agradecer ao muito público – à maneira das 24 Horas de Le Mans – o seu apoio indefetível.

No Campeonato do Mundo, Pechito aumentou a sua vantagem para 117 pontos, enquanto Yvan Muller subiu até ao 3º lugar, a sete pontos do segundo. Nos Construtores, a Citroën dilatou, igualmente, a sua vantagem, contando agora com uma margem de 196 pontos de avanço.

Yves Matton (Director da Citroën Racing): «Uma semana após o sucesso do Kris Meeke no
Rali da Finlândia, o Verão parece continuar favorável às cores da Citroën Racing! Foi uma
anorme satisfação poder oferecer à Citroën Argentina estas duas vitórias, num fim de semana em que assistimos a um verdadeiro esforço coletivo. Os mecânicos efeturam um excelente trabalho ao mudarem o motor do carro do José María López e ele pode voltar aos triunfos perante o seu público. É preciso sulinhar, também, a contribuição do Yvan Muller para este sucesso. Ao atacar Michelisz, ele sabia que estava a fazer o jogo do ‘Pechito’ e esta ação foi decisiva para o desfecho. Infelizmente, ele não foi recompensado com um resultado à altura do seu nível de performance. Parabéns também ao Tom Chilton que conquistou o seu primeiro sucesso com a SLR e com o Citroën C-Elysée WTCC. A situação nos Campeonatos do Mundo é perfeita, mas não podemos descuidar.»

José María López: «Este foi um fim de semana muito positivo em termos de resultados. Estou muito emocionado por ter ganho uma vez mais diante do meu público. De acordo com a equipa, decidimos mudar o motor, pois sabíamos que nesta pista era fácil eu recuperar posições. A corrida de abertura foi excitante, o meu Citroën C-Elysée WTCC estava perfeito e consegui ganhar várias posições sem nunca correr o risco de danificar o carro. À partida para a Corrida Principal, o Norbi fez um excelente arranque, um pouco como em Nürburgring, passando, em seguida, a defender na perfeição a sua posição. Tenho que agradecer ao Yvan, penso que teria sido bem mais difícil vencer sem o seu ataque ao Norbi. Uma ‘pole position’, uma vitória e um 5º lugar permitiram-me aproximar do meu objetivo, de um terceiro título consecutivo!»

Yvan Muller: «Este não foi um bom fim de semana para mim! Tinha carro para fazer a ‘pole position’, mas um pequeno erro condicionou a sequência de acontecimentos. Fiz duas boas partidas, algo que na Corrida de Abertura permitiu-me ir à procura de um lugar no pódio. Estava em liça para conseguir outro bom resultado na segunda corrida, mas deixei-me apanhar pelo Michelisz e isso custou-me o segundo lugar. A luta pelo lugar de vice-Campeão do Mundo será muito interessante, mas isso pouco importa. A minha verdadeira satisfação é ter dado pontos importantes à Citroën.»

@F1 : #GermanGp by @Pirelli

GP GERMANIA F1/2016 - HOCKENHEIM (GERMANIA) 31/07/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP GERMANIA F1/2016 – HOCKENHEIM (GERMANIA) 31/07/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

2016 Grande Prémio da Alemanha – Corrida

LEWIS HAMILTON VENCE DA SEGUNDA POSIÇÃO DA GRELHA,

ALTERNANDO OS COMPOSTOS PZERO SUPERMACIO COM MACIO

COMO PREVISTO, VÁRIAS ESTRATÉGIAS NO GRANDE PRÉMIO DA ALEMANHA,

COM A MAIORIA DOS PILOTOS A REALIZAR TRÊS PARAGENS

Hockenheim, 31 de Julho, 2016 – Como esperado houve diferentes estratégias em jogo no Grande Prémio da Alemanha, com a maioria das equipes a dividir as estratégias da corrida, grande parte realizou três paragens.

Uma destas equipes foi a Mercedes, com o vencedor Lewis Hamilton, a alternar os pneus Supermacios e Macios, enquanto Nico Rosberg que alcançou a pole, iniciou com dois jogos de Supermacio e terminou a corrida utilizando pneus macios para os ultimos dois turnos. Outra alternativa, foi o caso da Red Bull com Daniel Ricciardo e Max Verstappen no pódio, optando por estratégias diferentes na corrida. No entanto, ambos os pilotos da Red Bull terminaram a corrida com o composto Supermacio de modo a retirar vantagem da sua velocidade superior.

A temperatura da pista manteve-se aproximadamente ao longo da corrida nos 38 graus, as mesmas condições registadas no dia anterior, apesar de uma pequena ameaça de chuva prevista para o final. Também houve várias disputas na pista a seguir aos lugares cimeiros, com as equipes a conseguirem vantagem devido às suas diferentes estratégias ao longo da corrida até ao final.

O circuito de Hockenheim não sofreu praticamente nenhuma alteração desde a ultima prova do calendário de Fórmula 1, em 2014, com o seu asfalto antigo e já irregular que provou ser razoavalmente exigente para os pneus. Como resultado, alguns pilotos adaptaram as suas estratégias de duas para três paragens de forma a garantir o ritmo desejado. O melhor classificado com duas paragens, foi o williams de Valtteri Bottas, que terminou em nono.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ Foi uma corrida em que a estratégia foi muito importante. Durante as primeiras voltas, houve uma maior degradação térmica do que a esperada, devido ao peso do combustível, e isto levou a que muitos optassem por uma estratégia de três paragens, a qual, ontem referimos como sendo teoricamente mais rápida. É importante a questão de monitorizar as taxas de desgaste e respetiva degradação, de modo a avaliar no terreno, e adaptar a estratégia de corrida à evolução das circunstâncias.”

OS MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO:

MÉDIO MACIO SUPERMACIO

Primeiro VET 1m18.710s RIC 1m18.442s

Segundo HAM 1m18.746s VER 1m18.910s

Terceiro VET 1m19.122s HAM 1m19.452s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

MACIO Magnussen 34 (voltas)

SUPERMACIO Grosjean 23 (voltas)

A NOSSA PREVISÃO: Previmos que a estratégia vencedora seria de três paragens. Hamilton beneficiou pelo seu excelente arranque e um carro rápido, permitindo gerir a corrida e os pneus. Fez as suas paragens nas voltas 14, 34 e 47 de acordo com a nossa previsão.

#WTCC: #TiagoMonteiro com duplo quarto lugar e pontos importantes na Argentina

Tiago Monteiro terminou as duas corridas da jornada da Argentina do WTCC com um duplo quarto lugar depois de animadas lutas. O piloto português mantém a segunda posição nas contas do Campeonato e continua focado em continuar a lutar pelas vitórias corrida após a corrida.unnamed

A sair da terceira posição da grelha, Tiago Monteiro deu o tudo por tudo no arranque e foi por muito pouco que não foi bem sucedido: “Não estando em posição de discutir o título, o meu objectivo é conseguir ganhar corridas. Sabia que para o conseguir teria de ser audaz no arranque. E foi o que aconteceu, podia ter sido bem sucedido, mas infelizmente acabou por não resultar. Estava a preparar-me para assumir o primeiro lugar mas saí largo fui para a parte suja da pista e acabei por cair para quarto. Ainda tentei lutar por mais um posição mas não foi possível”, disse.

Na segunda corrida as perspectivas não eram tão boas com o oitavo lugar da grelha, no entanto, novo bom arranque colocou o piloto do Honda Civic de imediato no sexto lugar: “Apercebi-me no arranque das probabilidades de haver falsa partida de dois adversários. Decidi não arriscar demasiado na expectativa dos ‘drive-through’ onde ganharia imediatamente duas posições. Mas o tempo foi passando e nada aconteceu e então tive depois de começar a atacar. Na volta final, o motor do Honda começou a falhar e vi a minha vida a andar para trás, mas felizmente deu para terminar sem perder posições. Dois quartos lugares são bons resultados e em termos de campeonato foram pontos importantes”, disse.

 

A próxima prova realiza-se a Oriente no Japão com a Honda a jogar em casa a 3 e 4 de Setembro.