As exigências de Sachsenring levam até à pista os pneus extra-duros de Moto2


A 12 e 13 de julho irá disputar-se o Grande Prémio da Alemanha no circuito de Sachsenring. Depois das constantes mudanças climatéricas de Assen, a pista será o verdadeiro desafio desta nova prova do Campeonato do Mundo de Moto2 e Moto3.

Dunlop
Dunlop

O circuito alemão carateriza-se por ter uma configuração de curvas que gera muito pouco calor no lado direito dos pneus. Em quase dois terços da pista predominam as curvas para a esquerda antes de mudar para a direita e é importante assegurar-se que a produção de calor é suficiente antes de entrar na secção para a direita. O foco no lado esquerdo do pneu também gera elevadas temperaturas as mais altas da temporada a seguir a Phillip Island. Numa pista normal, como Jerez, as temperaturas rondam os 105ºC, mas em Sachsenring é normal que a parte esquerda atinja temperaturas de 140ºC.

A Moto2 tem à disposição três novos pneus Dunlop para Sachsenring desde a prova do ano passado no mesmo circuito. As opções traseiras são as mesmas que na Catalunha com os compostos “Extra-duros+” 067 e 067a escolhidos como as melhores opções para as caraterísticas da pista. Para o pneu dianteiro, os pilotos terão a opção de escolher entre o composto 102 duro e 302 médio.

 

Pneus e códigos de cor:

 

Moto2:        

Dianteiros, 120/75R17, 4 x 302 (médio – logo Dunlop a negro sobre fundo prateado) e 4 x 102 (duro – Dunlop a amarelo sobre negro)

Traseiros, 195/75R17, 5 x 067a (extraduro – Dunlop a branco sobre negro) e 4 x 25-067b (extraduro – branco)

 

Moto3:        

Dianteiros, 95/75R17, 5 x Médio (Dunlop a negro sobre fundo prateado) e 3 x suave (Dunlop a negro sobre amarelo)

Traseiros, 115/75R17, 6 x Médio (Dunlop a negro sobre fundo prateado) e 3 x suave (Dunlop a negro sobre amarelo).

Os pilotos vão ter três conjuntos de pneus para piso molhado com um adicional no caso de todas as sessões serem declaradas em piso molhado.

Estatísticas de prova: Primeiras posições muito próximas?

Até agora em Moto2, 28 pilotos conseguiram pontos e em Moto2 foram 24 pilotos, mas os pontos contam uma história diferente, já que só sete pontos separam o topo da classificação de Moto3, enquanto em Moto2 são 48 pontos.

 

Clinton Howe, diretor de operações para os Grandes Prémios de Motociclismo afirma: “Durante a primeira parte da temporada, e mesmo no ponto intermédio da mesma, tivemos provas fantásticas. Contudo, ainda temos muito para ver. Esperamos que os pilotos de Moto2 escolham as opções mais duras, ainda que no ano passado tenha havido uma escolha de 50/50 tanto para o pneu dianteiro como para o traseiro. Teremos que esperar e ver o que acontece antes de ter uma ideia sobre as preferências. Quebrámos o recorde de volta o ano passado e, tendo em conta as atuações que temos visto esta temporada, creio que voltará a ser batido”.

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