#WTCC: #Citroen faz antevisão da dupla jornada europeia


Depois da jornada de abertura disputada no Circuito de Paul Ricard, o campeonato FIA  WTCC vai continuar na Eslováquia e, depois, na Hungria, para duas provas encadeadas com uma semana de intervalo. Em ambas José María López e Yvan Muller vão querer oferecer novos sucessos ao Citroën C-Elysée WTCC.

AUTOMOBILE: FRANCE - LE CASTELLET - CIRCUIT PAUL RICARD - WTCC - 01/04/2016 TO 03/04/2016

Separados por menos de 200 km, o Slovakia Ring e o Hungaroring não podiam ser mais
diferentes. Com o seu perfil ultra-rápido, que impõe 67% de plena carga ao motor e uma
velocidade média de mais de 170 km/h, o Slovakia Ring é um verdadeiro templo de velocidade, estando num mesmo patamar do Nürburgring. No oposto, o Hungaroring exige ailerons nivelados no máximo para se conseguir encontrar a aderência deste traçado sinuoso e estreito.

Os Citroën C-Elysée WTCC portaram-se sempre bem na Eslováquia, tendo ali vencido as três corridas disputadas em 2014 e 2015. Aliás, no ano passado, Yvan Muller foi impressionante, ao colecionar a pole position, a vitória e a volta mais rápida na Corrida 1, para depois alcançar novo pódio na Corrida 2! Detentor do tempo mais rápidio dos treinos em 2014, José María López, ali conquistou três segundos lugares. Já na Hungria, Muller é igualmente figura de referênca, com quatro poles e cinco triunfos desde 2011.

Para lá dos seus adversários em pista, os pilotos da Citroën terão também que enfrentar um regulamento particularmente desfavorável. Tal como em Paul Ricard, os carros levarão consigo um lastro de 80 kg, contra… os 0 kg do lado da concorrência. A partir do Hunraroring, o denominado «Balance of Performance» será modificado para cada jornada, por meio de uma regra matemática, que tem em conta os melhores tempos da cada modelo durante as três provas anteriores.

No entanto, José María López e Yvan Muller não estão dispostos a fazerem apenas de figurantes. Tendo alcançado a pole position e vitórias na MAC3 e na corrida principal, o fim de semana de abertura confirmou que a equipa preparou bem esta temporada durante os testes de inverno. Uma vez mais, o objetivo é visar os primeiros lugares, para marcar o máximo de pontos nos Campeonatos do Mundo de Pilotos e de Construtores.

Yves Matton (Diretor da Citroën Racing): «Fortalecida pelo balanço do Paul Ricard e o
sentimento de ter feito bem o seu trabalho, a equipa centrou-se na preparação das próximas jornadas. Vamos disputar 25% da temporada em 24 dias e é essencial não relaxar. Os carros foram revistos nas nossas oficinas de Versalhes e os pilotos investiram muito nos simuladores para estarem ao melhor nível. Preparámo-nos para um fim de semana difícil na Eslováquia, mas não iremos deixar passar a ocasião de conseguirmos um bom resultado.»

José María López (Citroën C-Elysée WTCC Nº 37): «A abertura da temporada foi tão difícil como temíamos. Mesmo assim, conseguimos vencer e sair do Circuito de Paul Ricard com um balanço muito positivo. Na Eslováquia, creio que a nossa tarefa irá ser ainda mais árdua. Para lá do Nordschleife, trata-se do circuito mais longo do ano e os pneus vão sofrer nos apoios a alta velocidade. Iremos procurar limitar os efeitos do lastro. Se pudéssemos ganhar de novo, seria fantástico. Mas principalmente, espero sobretudo pelo Hungaroring e pelo reequilíbrio das performances. No papel, poderá não ser o traçado mais excitante, mas o ambiente é aí sempre muito caloroso. Além disso, poderemos reencontar aí o prazer de condução com o novo revestimento da pista.»

Yvan Muller (Citroën C-Elysée WTCC Nº 68): «O Paul Ricard ensinou-nos duas coisas:
progredimos bem durante a pré-época e trabalhámos melhor que a concorrência, pois somos ainda os mais rápidos. Sabemos que o C-Elysée se comporta bem em todos os circuitos; mesmo assim, estou convencido de que irá ser muito difícil desta vez. Estimámos que o ‘handicap’ ligado ao lastro era de um segundo por volta nos 3,841 km do Castellet. Em seis quilómetros, a ‘pole position’ parece-me fora de questão… mas isto é apenas em teoria. Tenho a sensação de que a nossa temporada começará verdadeiramente na Hungria. É preciso que sejamos fortes para recuperar os pontos concedidos no início do ano.»

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