#WTCC: #Citroën aumenta vantagem


No encerramento da temporada europeia do FIA WTCC, os Citroën C-Elysée WTCC colecionaram lugares de honra nas ruas de Vila Real. Os 2ºs lugares conquistados por Yvan Muller e Tom Chilton permitiram à Citroën aumentar um pouco mais a diferença na frente do Campeonato do Mundo de Construtores. Duas vezes 5º classificado, José María López mantém 101 pontos de vantagem na tabela de Pilotos.

AUTOMOBILE: PORTUGAL - VILA REAL - WTCC - 24/06/2016 TO 26/06/2016

Foi sob um sol escaldante que os concorrentes do FIA WTCC partiram para a primeira corrida a meio da tarde. Disputada entre rails, as primeiras centenas de metros eram decisivas.

Partindo bem desde a segunda linha, Tom Chilton assumiu o 2º lugar ao volante do Citroën C-Elysée WTCC da equipa SLR, enquanto José María López ganhava um lugar, posicionando-se em 5º, mesmo atrás de Mehdi Bennani. Quanto a Yvan Muller, mantinha-se em 9º.

Ao longo das 13 voltas da corrida, as ultrapassagens no meio do pelotão contaram-se pelos dedos de uma mão e os Citroën cruzaram a linha de meta sem qualquer alteração nas suas posições. Graças a Chilton e a Bennani, a Citroën marcou 40 pontos – num máximo possível de 43 – no Campeonato do Mundo de Construtores.

Após uma curta pausa, a corrida principal encerrou o meeting português. Saindo da primeira linha, Yvan Muller fez uma boa partida, mas insuficiente para arruinar a delicadeza de Tiago Monteiro na primeira travagem. José María López manteve-se em 5º atrás de Michelisz e Huff.

Roda com roda, os cinco primeiros destacaram-se do resto do pelotão, sem nunca estarem em posição de se atacarem. Muller ficou à espreita do mínimo erro do líder, mas a hierarquia não se alterou e o Citroën C-Elysée WTCC com o nº 68 terminou no 2º posto, a menos de um segundo do vencedor. Após ter perdido o contato a meio da corrida, Pechito López marcou, uma vez mais, os pontos correspondentes ao 5º lugar.

Na sequência deste sétimo fim-de- semana da temporada, a Citroën aumentou em 10 pontos o seu avanço no Campeonato do Mundo de Construtores. Entre os Pilotos, José María López continua um sólido líder, tendo agora como rival mais próximo Tiago Monteiro, que acusa um atraso de 101 pontos.

A próxima jornada do Campeonato do Mundo FIA WTCC terá lugar na terra de Pechito, sendo a 6 e 7 de agosto que as hostilidades irão regressar, no circuito de Termas de Río Hondo (Argentina).

Yves Matton (Director da Citroën Racing): «Estamos satisfeitos por deixar Vila Real tendo aumentado o nosso avanço na frente do Campeonato do Mundo. Apenas lamento que os circuitos urbanos visitados pelo WTCC não tenham zonas propícias a ultrapassagens, o que torna as corridas pouco apaixonantes para os (tele)espetadores. No que diz respeito aos pilotos, o Yvan realizou um fim-de- semana muito sólido numa pista que precisa de muito empenho. Isso colocou-o numa boa dinâmica para atacar as próximas corridas, do outro lado do oceano. Para Pechito, o resultado global do fim-de-semana ficou comprometido na Q3. Tendo em conta as suas posições à partida, ele marcou tantos pontos quanto possível. Parabéns também ao Tom Chilton, piloto que depois do Nürburgring progrediu isivelmente e que pode agora explorar todo o seu potencial, bem como o da sua viatura. O seu contributo para o balanço positivo da Citroën neste fim-de- semana foi precioso.»

Yvan Muller: «Globalmente, as corridas acabaram após a primeira curva. O Tiago Monteiro fez uma boa partida na corrida principal e nunca estive em condições de o poder atacar. Mantive-me apenas colado ao seu pára-choques, pois esta era a minha maneira de manter a pressão. Mas ultrapassar um carro que roda à mesma velocidade neste circuito é uma tarefa simplesmente impossível. Parabéns ao Tiago pela sua vitória, merece-a e penso que ele viveu um grande momento frente ao seu público. Na questão dos pontos, não posso impedir-me de lamentar a tabela de pontos, em que se dá uma importância tão grande à grelha invertida. Não é de modo a encorajar as performances.»

José María López: «Cometi vários pequenos erros ao longo do fim-de- semana e nunca consegui encontrar o meu nível habitual de confiança no carro. Mas há que sublinhar o lado positivo, pois apesar das posições delicadas à partida, fiz duas corridas prudentes para garantir estes dois quintos lugares. No conjunto, apenas marquei um ponto a menos que o Yvan, algo que não acho ser justo, pois ele foi bem melhor que eu na qualificação. Mas o sistema é assim e não houve ninguém, entre os meus adversários, a não ser o Tiago, a marcar mais pontos que eu aqui… Os meus actuais 101 pontos de avanço deixam-me sereno, vantagem que nos anos anteriores estive longe de conseguir, por esta altura! Agora, iremos preparar a jornada argentina, num encontro evidentemente à parte para mim e para toda a equipa.»

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