#WTCC : #16ValvulasEntrevista Paulo Maria sobre fusão de #fotografia e #Motorsport

Paulo Maria@ foto escolha pessoal
Paulo Maria@ foto escolha pessoal

Mais uma vez o 16Válvulas apresenta em entrevista outro dos protagonistas do espetaculo do Desporto Motorizado : os fotógrafos.

Nesta ocasião trazemos até vós aquele que é unanimamente considerado um dos fotógrafos de top na elite Mundial. Falamos do português Paulo Maria.

Assim nos próximos minutos vão poder perceber o seu percurso desde o Rali de Portugal dos anos 90 quando acompanhava os troços de Arganil até aos dias de hoje onde se divide entre o WTCC , WRX , TT e até FórmulaE , numa carreira onde comemora quase um quarto de século.

Ocasião ainda de percebermos um pouco das ferramentas que utiliza no seu trabalho e que lhe faz produzir trabalhos fotográficos de qualidade ímpar.

Em suma: mais uma entrevista que nos orgulhamos de apresentar com um dos portugueses mais conhecidos a nível do Desporto Motorizado Mundial e que não devem perder por nada!

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#ELMS : #16ValvulasEntrevista Miguel Faísca sobre #Estoril mas também sobre a sua carreira

Miguel Faisca @foto escolha pessoal
Miguel Faisca @foto escolha pessoal

Eis o regresso de Miguel Faísca ao 16Válvulas.

Desta vez optámos por perceber o percurso trilhado pelo jovem piloto desde a corrida de 2014 no Estoril até este fim-de-semana onde participou na categoria LMP3 do ELMS.

Ocasião ainda de falarmos sobre o que Miguel pretende para 2017 , não ficando excluída a presença em competição em Portugal…

Em suma: mais uma importante entrevista com um talento seguro do Desporto Motorizado português e que não deve perder por nada!

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#WEC: Equipas Dunlop conquistam no México e ganham pontos no Campeonato

O Campeonato Mundial de Resistência da FIA (WEC) chegou ao meio com mais vitórias, corridas emocionantes, pódios e melhorias no Campeonato para várias equipas Dunlop.

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Dunlop

As seis horas da corrida deram motivos para celebração, principalmente no que diz respeito à Aston Martin Racing, que lidera atualmente a Copa de Resistência GT, e a nova equipa RGR Sport, que ganhou a sua corrida em casa. As chuvas durante a corrida aumentaram a emoção da competição, oferecendo às três categorias a oportunidade de utilizarem a versátil opção intermédia da Dunlop.

LMP1 Equipas Privadas

Inicialmente, a ByKolles CLM conseguiu a liderança em LMP1, graças a um início forte, porém, acabou por descer ao quinto lugar da corrida. A equipa Rebellion R-One de Imperatori, Kraihamer e Tuscher conquistou a primeiro lugar e liderou a categoria até ao final da corrida, conseguindo uma vitória e o quinto lugar na classificação geral.

LMP2

A RGR Sport conquistou a pole na sexta-feira passada e liderou a corrida em primeira mão. Um percalço durante a primeira paragem nas boxes subtraiu algum tempo valioso à equipa mexicana, provocando a perda de posições da equipa de Ricardo Gonzales/Filipe Albuquerque/Bruno Senna. A G-Drive Racing (Oreca) e a #36 Signatech Alpine trocaram de liderança, com 20 minutos de diferença da equipa da casa, recuperando a liderança em Ligier

e cruzando a meta com menos de dois segundos de vantagem, no que diz respeito a Alpine e com o resto das equipas a menos de três voltas atrás. A RGR Sport reduziu ligeiramente a diferença no Campeonato, com o #36 Alpine a manter uma vantagem significativa graças aos duplos pontos da sua vitória nas 24 horas de Le Mans.

LMGTE

O México adivinhou a terceira vitória de Aston Martin/ Dunlop no primeiro ano da sua parceria, que constituiu a sua primeira vitória na categoria Pro. Os vencedores foram Darren Turner e Richie Stanaway com o #97 Aston Martin Vantage, com Nicki Thiim e Marco Sørensen no carro irmão, terminando em terceiro lugar. Entre eles, o par de Vantages liderou cada volta da corrida. Os resultados levaram o #95 Aston Martin à liderança no Campeonato GTE Pro Teams, com o Aston Martin em primeiro nos resultados de Fabricantes para a categoria GT Pro, e Darren Turner em primeiro nos rankings de pilotos em GTE Pro.

Mike McGregor, Diretor Dunlop para Provas e Apoio em Pista

“No que diz respeito à estratégia de pneus, a maioria das equipas utilizaram a opção média, se bem que alguns optaram pela macia, e a maioria também utilizou a intermédia enquanto o circuito esteve molhado. O ritmo de Rebellion foi constante ao longo da corrida, sobretudo no final, quando o carro ia apenas a um segundo por volta atrás dos restantes carros de fabricante. O trabalho de desenvolvimento está a ser visto agora, principalmente com os resultados do Aston Martin. Temos uma colaboração estreita e isso é bastante positivo para o futuro. A vitória de RGR Sport também é uma notícia muito boa, e os fãs têm sido incríveis”.

#Porsche vence #24Horas #LeMans

A 84ª prova das 24 Horas de Le Mans será recordada para sempre pelo seu dramático final a 19 de Junho de 2016. A Porsche levou para casa a sua 18ª vitória quando o Toyota, que liderava, desistiu na última volta.

O ritmo na frente da corrida no duelo com o construtor japonês e as constantes trocas de liderança na prova, obrigou tudo e todos a irem para lá do limite. Oliver Blume, Presidente do Concelho executivo da Porsche AG, testemunhou o acontecimento a partir das boxes da equipa: “O que aconteceu em Le Mans é praticamente incompreenssível. Desde a primeira à ultima volta, esta corrida foi uma competição de nível extremo em termos de desporto e tecnologia – e entusiasmante, também. A prova pediu o máximo dos nossos veículos, dos nossos pilotos e da nossa equipa. Ora estávamos na liderança ou a tentar reduzir a distância para a Toyota. Lutámos até ao fim e nunca desistimos. O espírito foi recompensado no final. Temos um enorme respeito pela Toyota.”
 A equipa vencedora, Romain Dumas (FR), Neel Jani (CH) e Marc Lieb (DE) no carro nº2 completou 384 voltas (5.233,54 quilómetros).
 O carro nº2 liderou a corrida durante 51 voltas. O carro nº1 , de Timo Bernhard (DE), Brendon Hartley e Mark Webber (AU) liderou durante 52 voltas no primeiro terço da corrida.
 Devido a muitas fases com velocidade reduzida causadas por periodos com safety car e zonas lentas, a distância percorrida na prova foi de quase menos 150 quilómetros comparativamente a 2015.
Por 327 das 384 voltas, o carro nº2 conseguiu obter o ritmo máximo de corrida. Em 57 voltas, nem o safety car estava na pista ou pelo menos nenhuma das denominadas zonas lentas estava assinalada – isto significa que eram permitidas velocidades de apenas 80 km/h, por razões de segurança, em determinados pontos dos 13,629 km do circuito.
 No total a prova viu quatro periodos de safety car (16 voltas) e 24 zonas assinaladas como lentas.
 O carro nº2 gastou um total de 38 minutos e cinco segundos nas boxes para reabastecimento e troca de pneus. Devido à troca da bomba de água e reparações dos danos dessa consequência, o carro nº1 esteve nas boxes um total de duas horas, 59 minutos e 14 segundos.
 A média de velocidade do Porsche 919 Hybrid vencedor foi de 216.4 km/h.
 A velocidade máxima de um Porsche 919 Hybrid em corrida foi 333.9 km/h, alcançada por Brendon Hartley na volta nº50.
 O Porsche 919 Hybrid recuperou e utilizou 2,22 kWh (8 megajoules) por volta. Se fosse uma central elétrica, uma casa de família conseguia fornecimento de energia elétrica durante 3 meses.
 O carro nº2 foi reabastecido 30 vezes, o carro nº1 , 20 vezes.
 O carro nº2 utilizou 11 jogos de pneus na corrida. O primeiro jogo de pneus foi de chuva, todos os restantes foram slick.
 A maior distância efetuada com um jogo de pneus foram 53 voltas, com Marc Lieb ao volante.
 A paragem mais rápida nas boxes da equipa da Porsche, incluindo uma troca de pneus e de piloto, foi de 1:22.5 minutos.
 A paragem mais rápida nas boxes para reabastecimento foi efetuada em 65.2 segundos.
 A caixa de velocidades do Porsche vencedor foi utilizada por 22.984 vezes (passagens de caixa e reduções) durante as 24 horas.
 Neel Jani, do carro vencedor, passou o maior periodo de tempo ao volante, com nove horas e 24 minutos. Romain Dumas efetuou o maior periodo de tempo contínuo dentro do carro.
 Os pilotos tinham 0,85 litros de bebida no carro por cada turno. A garrafa foi sempre trocada a cada reabastecimento nas boxes.
 Para a melhor visibilidade possível, os protótipos possuíam quatro camadas de protecção nos pára-brisas, que eram removidas sempre que necessário.
 A temperatura ambiente mais elevada durante a corrida foi de 22,4 graus Celsius às 17h30. A mais baixa foi de 12,3 graus Celsius às 06h15.
 Foram transmitidos para as boxes 32.11 gigabytes de dados a partir do carro nº2 durante as 24 horas.
 Após 3 rondas do FIA World Endurance Championship, com pontos duplos em Le Mans, a Porsche lidera agora o Campeonato com 1 27 pontos, seguida da Audi (95) e da Toyota (79). No campeonato do mundo de pilotos, Dumas/Jani/Lieb obtiveram 94 pontos e lideram com uma diferença de 39 pontos. Bernhard/Hartley/Webber estão na 19ª posição com 3.5 pontos.

 

#24Horas #LeMans: Dunlop celebra a 6ª vitória consecutiva em LMP2

A Dunlop volta a triunfar nas 24 horas de Le Mans, na intensa e competitiva categoria LMP2, com os sete primeiros classificados a utilizar pneus Dunlop. Estes sete participantes levavam chassis de seis marcas fabricantes distintas.

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Dunlop

Como habitualmente acontece nas corridas de resistência, a equipa que se depara com um menor número de dificuldades acaba por ganhar a corrida, e Signatech Alpine conquistou uma vitória mais que merecida na LMP2 deste ano. Gustavo Menezes, Nicolas Lapierre e Stéphane Richelmi alcançaram a meta depois de 357 voltas. Em Le Mans, ocorreram 30 mudanças na liderança entre seis equipas diferentes durante a corrida, mas foi o Alpine-Nissan que se manteve na linha da frente até à 12ª hora da final, a meio caminho. A competição mais próxima era a equipa do Oreca-Nissan da G Drive Racing  (Rusinov/Stevens/Rast), que finalizou a mesma volta com dois minutos e 40 segundos a mais. Completando o pódio Dunlop, destaca-se o trio Petrov/Shaytar/Ladygin no número 37 BR01-Nissan.

A nova gama de pneus Dunlop para 2016 mostrou o seu fantástico desempenho na LMP2, dado que nenhuma das equipas mudou de pneus durante quatro voltas (mantendo o mesmo conjunto de pneus em quatro paragens na box).

O maior destaque para a Dunlop foi o facto de várias equipas utilizarem, com êxito, o mesmo conjunto de pneus, durante cinco voltas, pela primeira vez no Campeonato do Mundo de Resistência (WEC) da FIA.

Dunlop demonstra o seu compromisso com as equipas parceiras

Pela primeira vez desde 2012, as equipas elegeram a Dunlop para mais duas categorias para além de LMP2, as categorias LMP1 e GTE.

Na LMP1, o número 13 da equipa Rebellion Racing, formado por Tuscher/Imperatori/Kraihamer, foi o melhor privado durante grande parte da corrida, mas retirou-se durante a noite devido a problemas técnicos, perdendo assim o quinto lugar.

LMGTE

O vencedor das 6 Horas de Spa, o número 98 Aston Martin Racing V8 Vantage, liderou a LM GTE Am na oitava hora, até uma avaria provocada por uma colisão lhe ter perdido algumas posições e, eventualmente, obrigando-o a retirar-se devido a problemas técnicos. O seu carro irmão, o número 99, terminou em sétimo lugar na categoria. O número 95 LM GTE Pro class completou uma volta um segundo mais rápido do que o seu melhor tempo conseguido em 2015, finalizando em quinto lugar acima do número 97, tendo ambos conseguido uns valiosos pontos em WEC.

Estatísticas de Dunlop em Le Mans

  • Sete primeiros na categoria LMP2;
  • Seis fabricantes de LMP2 entre os sete primeiros;
  • Sete equipas diferentes lideraram as categorías com pneus Dunlop;
  • Novo recorde na categoria LMP2 (Manor Racing/ Mehri 3:36.259 en la vuelta 257);
  • Nova volta rápida para o Aston Martin LMGTE Pro;
  • Primeira corrida com cinco voltas sem parar nas boxes na categoria LMP2 no Campeonato Mundial de Resistência da FIA.

Jean-Felix Bazelin, Diretor de Operações de Dunlop Motorsport

“O Le Mans é a corrida de resistência por excelência. Tem sido um bom ano de aprendizagem com o desenvolvimento das nossas equipas em LMP1 e GTE, com ótimos resultados na categoria LMP2. Os nossos pneus tiveram uma excelente prestação, conseguindo realizar cinco voltas pela box sem parar, pela primeira vez em todas as equipas, contando com a durabilidade da nossa gama apropriada para, pelo menos, 4 voltas”.

#LeMans24 : opinião de Hugo Ribeiro fundador do #LeMansPortugal

Hugo Ribeiro na 2ª fila , 4º da esq para a dta@foto escolha pessoal
Hugo Ribeiro na 2ª fila , 4º da esq para a dta em 2011@foto escolha pessoal

Tradição no 16Válvulas é ouvirmos o fundador do site de referência do Mundial de resistência , Le Mans Portugal , Hugo Ribeiro.

Mais uma vez isso aconteceu para a edição de 2016.

Assim , mesmo com a suspensão do projeto dos irmãos Ribeiro , fomos ouvir Hugo que nos falou de edições anteriores da 24h bem como da opinião sobre este ano.

Ocasião ainda para falarmos do futuro.

No final Hugo lembrou que o ACO não obrigou ao encerramento do site , por causa do nome , mas pelo contrario do que se especulou…

Em suma: mais uma entrevista que vale a pena ouvir , principalmente em fim de semana da prova de La Sarthe e que não devem perder por nada!

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#WEC: Piquet Jr repete top5 nas 6 Horas de Spa

Dois top5s em duas provas pelo Mundial de Endurance (FIA WEC). Este é o saldo de Nelson Piquet Jr e do protótipo #12 da equipe Rebellion. A única escuderia independente a competir na classe principal, a LMP1, novamente disputou de igual para igual com os times de fábrica nas 6 Horas de Spa. Colocou o carro #13 em terceiro no geral e primeiro entre os times privados, com o #12, de Piquet, Nico Prost e Nick Heidfeld logo a seguir.imagem_release_649624

“Foi um resultado bom para a equipe, então ficamos contentes. Nós ainda procuramos achar no carro #12 um pouco mais de velocidade que o carro #13 tem. O equipamento se mostrou confiável nas duas primeiras corridas e isso nos deixa otimistas para Le Mans, mesmo sabendo que uma prova de 24 horas é diferente das corridas de 6 horas que tivemos em Silverstone e Spa. Mesmo assim é mais um pódio entre as equipes privadas e ainda brigamos até o final para ir mais à frente, então vamos lutar por mais uns décimos na próxima”, observou o piloto, lembrando da quarta posição no geral na abertura do campeonato em Silverstone há 20 dias.

O primeiro stint na tradicionalíssima pista belga ficou a cargo do piloto alemão, que largou com o carro #12 em oitavo no grid e entregou para Piquet na mesma posição após sua segunda parada no box. Havia passado 1h30min de corrida, e o protótipo da Rebellion acumulava 42 voltas na prova que teve público de 56 mil pagantes.

Três giros mais tarde, o campeão mundial da FIA Fórmula E conquistou duas posições na pista, durante as paradas dos carros híbridos #7 e #1. O brasiliense sustentou o sexto lugar durante o safety-car provocado pelo capotamento do carro #95, trocou pneus e entregou em quinto para Nico Prost, após ganhar outra posição na volta 87.

O francês ficou na pista por pouco mais de uma hora, passando a pilotagem para Heidfeld no trecho final, quando o carro da Rebellion conquistou mais uma posição, recebendo a bandeirada em quarto.

A próxima etapa do FIA WEC é a principal corrida de longa duração da temporda, as 24 Horas de Le Mans.

Na tabela de pontos, o trio do carro #12 aparece em quarto, com 24 pontos, um atrás do top3.

#WEC: Nelsinho Piquet vê 6 Horas de Spa como teste final para 24 H de Le Mans

O mítico circuito de Spa Francorschamps, na Bélgica, é unanimidade entre os pilotos: trata-se de dos palcos mais fantásticos do automobilismo mundial. Para quem fez pole lá em sua caminhada ao título da F3 Britânica e no ano seguinte venceu pela primeira vez na GP2, mais ainda.imagem_release_649624

E é com o ânimo de retornar a um traçado dos sonhos e acelerar acima de 300 km/h que Nelson Piquet Jr desembarca na antológica pista belga para a segunda etapa do Mundial de Endurance (WEC) neste domingo. Ele novamente compõe o trio do protótipo #12 da equipe Rebellion na classe LMP1, a mais veloz do campeonato, ao lado do francês Nico Prost e do alemão Nick Heidfeld.

O time vem credenciado pela dobradinha entre as equipes privadas na abertura da temporada em Silverstone, performance coroada com terceiro lugar no geral para o carro #13 e quarto para o #12 –resultado que introduziu o atual detentor do título mundial da Fórmula E no seleto grupo dos pilotos que conquistaram pontos na F1, divisão de elite do WEC e na novíssima categoria para veículos elétricos (os demais são Heidfeld e o suíço Sébastien Buemi).

As 6 Horas de Spa representam a última oportunidade para a equipe Rebellion aprimorar o equipamento com vistas às 24 Horas de Le Mans, maior corrida de longa duração da história, para a qual Piquet Jr retorna neste ano após uma única participação, acelerando um Aston Martin em 2006, quando terminou em quarto na classe GT1.

“Spa é uma pista muito boa e com certeza vai ser mais uma excelente etapa de preparação para Le Mans: nosso último grande teste para as 24 Horas. Então realmente temos que trabalhar forte e melhorar os pontos que identificamos em Silverstone que dá para evoluir, por exemplo o setup do carro e a performance nas curvas de alta”, aponta o brasiliense de 30 anos de idade.

Piquet tem história na pista belga, com pole e vitórias pelas categorias de base que o alçaram à F1 na década passada.

“Faz um bom tempo que não ando em Spa, tenho grandes memórias lá, com bons resultados na F3, GP2. É uma pista muito legal e espero que nosso carro ande rápido, funcionando perfeitamente nas curvas de alta, algo muito importante em Spa”, conta o piloto, pole position pela tradicional F3 Britânica na Bélgica em sua arrancada rumo ao título de 2004.

“Minha primeira vitória na GP2 foi em Spa, num dia que começou de pista molhada e foi secando, secando. Aí fomos um dos primeiros a colocar pneu slick e estava arriscado porque a pista é bem rápida, não esquenta muito, então demora um pouco a secar completamente. Consegui manter o carro na pista e ganhamos a corrida, foi muito legal, uma grande lembrança subir no pódio junto com o Rosberg e o Viso”, comenta Piquet, sobre a primeira prova da rodada dupla de 2005.

Os dois primeiros treinos livres acontecem nesta quinta-feira, a partir das 7h15 da manhã (horário de Brasília). Na sexta a programação determina o terceiro treino livre e a tomada de tempo (às 11h40). A largada para a corrida de seis horas acontece no sábado, às  9h30.

#WEC: Filipe Albuquerque com primeira vitória no campeonato

A estreia de Filipe Albuquerque no Campeonato do Mundo de Endurance (WEC) ao volante de um LMP2 não poderia ter sido melhor. O piloto português e o seus companheiros de equipa na RGR Sport By Morand, Ricardo Gonzalez e Bruno Senna, venceram de forma categórica as 6h de Silverstone não dando qualquer hipótese aos seus adversários e assumindo-se como principais candidatos ao título.

MOTORSPORT : FIA WORLD ENDURANCE CHAMPIONSHIP - 6 HOURS OF SILVERSTONE (GBR) 04/15-17/2016

A sair da terceira posição da grelha, coube a Bruno Senna o arranque com o Ligier JSP2 intercalando os ‘stints’ com Ricardo Gonzalez. A Filipe Albuquerque coube as duas últimas horas de prova. O piloto português entrou em pista no comando da corrida e foi paulatinamente ganhado e gerindo a vantagem  de forma a subir ao lugar mais alto do pódio: “Estamos muito contentes com este início de campeonato. Fizemos exactamente o que nos comprometemos sem um único erro ao longo das seis horas de corrida. Isso é muito gratificante quando estamos a falar de pilotos que estão a correr juntos pela primeira vez num carro que desconheciam”, começou por explicar.

Filipe, Ricardo e Bruno lideram o Mundial de Endurance e acreditam que mais vitórias se seguirão daqui para a frente: “Apesar de sabermos que entre os LMP2 há vários candidatos à vitória, como ficou provado na corrida de hoje, também estamos conscientes do nosso potencial. Vamos ter um campeonato muito dura com muitas lutas mas depois do que fizemos hoje, a vitória será sempre o nosso objectivo”, referiu o piloto português que lidera assim o Campeonato.

Os resultados da prova assim como outras informações podem ser consultadas em: http://www.fiawec.com/races/6-hours-of-silverstone.html

A próxima prova do WEC terá lugar em Spa-Francorchamps a 7 de Maio.