@F1 : #BrazilGp by @Pirelli

GP BRASILE F1/2016 - INTERLAGOS (BRASILE) 12/11/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP BRASILE F1/2016 – INTERLAGOS (BRASILE) 12/11/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

NO CHUVOSO GRANDE PRÉMIO DO BRASIL, LEWIS HAMILTON VENCE PARA A MERCEDES E APROXIMA-SE PELA LUTA DO TITULO

NUMA ATRIBULADA CORRIDA, APENAS O CINTURATO INTERMÉDIO E OS PNEUS DE CHUVA MARCARAM PRESENÇA

BANDEIRAS VERMELHAS E SAFETY CARS INFLUENCIARAM A ESTRATÉGIA. HAMILTON VENCEU, DIVERSOS PILOTOS CONDUZIRAM EM CONDIÇÕES EXTREMAS

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, venceu um chuvoso e interrompido grande prémio do Brasil, utilizando apenas os pneus Cinturato Blue (composto de chuva), ao longo de dois dias maioritariamente disputados sob chuva, em Interlagos.

Devido à chuva abundante, o inicio da corrida fez-se atrás do Safety car, com todos os pilotos a utilizar os Pirelli´s Cinturato Blue (composto de Chuva) de acordo com o regulamento. Outro prematuro Safety car, permitiu a algumas equipes, incluindo a Red Bull, uma oportunidade para trocar para intermédios, com Max Verstappen a regressar à corrida na quarta posição, sendo o melhor classificado com este composto.

Após o acidente com o Ferrari de Kimi Raikkonen, houve um longo período com bandeira vermelha após a vigésima volta, com a corrida a iniciar novamente atrás do Safety Car. Este após a sua saída e logo ao fim de sete voltas, outra bandeira vermelha obrigou a outro recomeço atrás do Safety Car. Apenas algumas voltas mais tarde, alguns pilotos trocaram para os pneus intermédios quando a chuva continuava a cair, com a referência estabelecida pelo Daniel Ricciardo em Red Bull em determinados sectores. No entanto, a chuva forte que surgiu depois, revelou que o composto de chuva era o pneu certo para terminar a corrida.

Com a corrida a iniciar debaixo de chuva, não existe a obrigação de montar qualquer composto Slick, com os pilotos a utilizar apenas os compostos intermédio e de chuva para esta atribulada corrida.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Fomos presenteados por um fantástico espétaculo em condições muito dificeis, com alguns pilotos a utilizar ambos os compostos de pneus, chuva e intermédios, de modo a ganhar vantagem numa corrida disputada roda a roda. Mais que tudo, estamos contentes porque os fans finalmente conseguiram ver uma corrida na totalidade, apesar dos atrasos. Foi uma corrida longa e complicada que deu momentos unicos de condução, por exemplo de Max Verstappen e Filipe Nasr a correr em casa, bem como Fernando Alonso que lutou na fase final. Todos mostraram como uma excelente condução é possivel, mesmo nestas condições extremas.”

Melhores tempos do dia por composto:

CHUVA INTERMÉDIOS

Primeiro Verstappen 1m25.305s Ricciardo 1m25.532s

Segundo Hamilton 1m25.639s Verstappen 1m25.761s

Terceiro Ricciardo 1m26.013s Bottas 1m26.062s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Chuva (43 Voltas) – Vettel, Rosberg, Perez, Nasr, Alonso, Kvyat, Hulkenberg, Ocon, Hamilton e Sainz.

Intermédios (33 voltas) – Bottas

A NOSSA PREVISÃO: Realmente Lewis Hamilton venceu a corrida sem realizar um “pit stop”, mas trocou duas vezes de pneus. Trocou ambas as vezes quando a corrida se encontrava interrompida pela bandeira vermelha. Hoje, a estratégia planeada não era um factor decisivo, ao invés do tempo de reação para mudar as circustâncias e proporcionar aos pilotos as melhores opções para chegarem ao fim

#WTCC : #16ValvulasEntrevista Paulo Maria sobre fusão de #fotografia e #Motorsport

Paulo Maria@ foto escolha pessoal
Paulo Maria@ foto escolha pessoal

Mais uma vez o 16Válvulas apresenta em entrevista outro dos protagonistas do espetaculo do Desporto Motorizado : os fotógrafos.

Nesta ocasião trazemos até vós aquele que é unanimamente considerado um dos fotógrafos de top na elite Mundial. Falamos do português Paulo Maria.

Assim nos próximos minutos vão poder perceber o seu percurso desde o Rali de Portugal dos anos 90 quando acompanhava os troços de Arganil até aos dias de hoje onde se divide entre o WTCC , WRX , TT e até FórmulaE , numa carreira onde comemora quase um quarto de século.

Ocasião ainda de percebermos um pouco das ferramentas que utiliza no seu trabalho e que lhe faz produzir trabalhos fotográficos de qualidade ímpar.

Em suma: mais uma entrevista que nos orgulhamos de apresentar com um dos portugueses mais conhecidos a nível do Desporto Motorizado Mundial e que não devem perder por nada!

Cliquem AQUI para ouvirem e subscreverem o Podcast do 16Válvulas!

 

 

 

@F1 : #MexicoGp by @Pirelli

GP MESSICO F1/2016  - CITTA' DEL MESSICO (MESSICO) 28/10/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP MESSICO F1/2016 – CITTA’ DEL MESSICO (MESSICO) 28/10/2016
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LEWIS HAMILTON VENCE PARA A MERCEDES COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM.

ALGUMAS DAS VELOCIDADES MAIS ELEVADAS FORAM REGISTAS NO GP F1 MÉXICO.

ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS NO GRANDE PRÉMIO DO MEXICO. A MAIORIA DOS PILOTOS INICIOU COM PNEUS MACIOS E APENAS PAROU UMA VEZ

DANIEL RICCIARDO EM RED BULL COM UMA ESTRATEGIA ALTERNATIVA,TROCOU PARA MÉDIOS NA PRIMEIRA VOLTA E UTILIZOU OS TRÊS COMPOSTOS

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, saiu da “pole” e venceu o grande Prémio do México após um começo com pneus macios e utilizando uma estratégia de apenas uma paragem, onde trocou para o composto médio. Durante a corrida o piloto da Wiliams, Valtteri Bottas, foi cronometrado a 372 KM/H (com pneus médios), marca próxima da velocidade mais elevada registada numa prova de Fórmula Um.

A grande maioria dos pilotos começou a corrida com pneus macios, incluindo os dois Mercedes que ocuparam os dois primeiros lugares da grelha. Logo atrás deles, encontravam-se os dois Red Bulls que começaram com Supermacios, que teoricamente permitia um arranque e inicio de corrida mais rápido, em detrimento de um primeiro turno mais curto. No entanto, Daniel Ricciardo alterou para o composto médio na primeira volta, devido ao Safety Car Virtual, antes de completar a sua segunda paragem para realizar um rápido turno final com o composto macio, no final acabou na terceira posição, após utilizar os três compostos.

Todos os pilotos à exceção do Toro Rosso de Daniil Kvyat optaram pelos pneus médios para o segundo turno, (com o Sauber de Felipe Nasr que iniciou com médios). O Ferrari de Sebastian Vettel completou um longo turno com o composto macio e fez a única troca de macio para médio na volta 32. Nasr realizou o primeiro turno mais longo da corrida, iniciou com composto médio e trocou para Supermacios apenas na volta 49, demonstrando a consistência de todos os compostos ao longo da corrida. O Renault de Jolyon Palmer também realizou quase a totalidade da corrida com apenas o composto Médio,`à exceção da primeira volta.

Durante os treinos livres, as condições climatéricas foram quentes com a temperatura da pista próximo dos 40 graus ao longo da disputa do grande prémio. O comprimento da reta do Pit lane, foi parte fundamental da estratégia de hoje, sendo a mais longa da época, condicionando o aumento do tempo necessário para a realização de um Pit Stop.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “A corrida de hoje contou com o forte factor estratégia, e com a primeira linha da grelha a iniciaram com o composto macio e a segunda linha com pneus supermacios. Existiam muitas duvidas sobre as estratégias a utilizar na corrida, com as equipes a ter de reagir às possiveis oportunidades que a corrida poderia proporcionar. Porém e como esperado, a maioria dos pilotos foi capaz de completar a corrida com apenas uma paragem, extraindo um menor desgaste da utilização dos pneus.”

Melhores tempos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio

Primeiro VET 1m22.497s RIC 1m21.134s MAG 1m23.146s

Segundo RAI 1m22.512s HAM 1m23.045s VES 1m23.397s

Terceiro HAM 1m22.596s VET 1m23.197s KVY 1m23.618s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Médio Ericsson,Palmer 69 voltas

Macio Kvyat 34 voltas

Supermacio Kvyat 23 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Lewis Hamilton iniciou com pneus macios e parou na volta 17 para colocar o composto medio. A mesma estratégia foi realizada pelo seu companheiro de equipe que obteve a segunda posição, após parar na volta 20.

@F1 : @USGp by #Pirelli

GP USA F1/2016 - AUSTIN (TEXAS) 23/10/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP USA F1/2016 – AUSTIN (TEXAS) 23/10/2016
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O PILOTO DA MERCEDES, LEWIS HAMILTON, VENCE O GRANDE PRÉMIO DOS ESTADOS UNIDOS COM UMA ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS, APROXIMANDO-SE PELA LUTA DO CAMPEONATO

DIVERSAS ESTRATÉGIAS EM AUSTIN – DE UMA A TRÊS PARAGENS.

TODOS DOS TRÊS COMPOSTOS NO INICIO DA CORRIDA

GRANDES VARIAÇÕES NAS ESTRATÉGIAS, COM AS EQUIPES TAMBÉM A REAGIRAM ÀS TÁTICAS DAS OUTRAS

O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton venceu o quarto grande Prémio dos Estados Unidos em Austin, com uma estratégia de duas paragens, como esperado, após uma corrida caracterizada por uma extrema batalha tática. Observámos seis estratégias diferentes nos dez primeiros, com os líderes sempre juntos do inicio ao fim apesar de táticas díspares entre si. Quatro pilotos dos dez primeiros, utilizaram a totalidade dos três compostos durante o grande prémio, mas Hamilton foi o único nos dez primeiros que optou pelo compostos Macio – Macio – Médio

Todos os três compostos foram utilizados no inicio da corrida, e dos dez primeiros apenas os dois pilotos da Mercedes e Max Verstappen em Red Bull, iniciaram a corrida com pneus macios, após este composto realizar o melhor tempo de ontem na Q2. Rosberg foi o único dos da cabeça da corrida a optar pelo composto médio para o seu turno do meio, elegendo-o novamente para realizar o seu ultimo turno. Hamilton e Rosberg, fizeram as ultimas trocas de pneus quando faltavam 24 voltas para o terminus da corrida, sob um virtual “Safety Car”, que poderá ter influenciado a escolha pelo composto médio para conclusão da prova.

A maioria dos pilotos completou duas paragens, embora antes da desistência, Kimi Raikkonen realizou três paragens, como assim, Vettel optou pela mesma opção, trocando a apenas três voltas do fim. Ambos os Saubers e o Toro Rosso de Daniil Kvyat apenas pararam uma vez.

A estratégia de duas paragens não foi adotada por todos, os pilotos da Williams Valtteri Bottas e Felipe Massa apenas realizaram uma paragem e ambos terminaram nos pontos. Ambos os Renault´s e os Saubers também pararam apenas uma vez.

A corrida disputou-se com condições climatéricas quentes e secas, com a temperatura da pista próximo dos 34 graus, semelhantes condições registadas na qualificação de ontem.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Com seis estratégias diferentes nas 10 primeiras posições, as estratégias de pneus foram um trabalho árduo. O Safety Car virtual teve um impacto notável na corrida do Daniel Ricciardo, permitindo para que alguns pilotos realizassem um pit stop final de modo a ganha posição na pista ”.

Melhores tempos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio

Primeiro ROS 1m41.897s SAI 1m42.832s VET 1m39.877s

Segundo HAM 1m42.386s VES 1m43.056s RAI 1m41.841s

Terceiro VES 1m42.424s VET 1m43.096s MAG 1m42.475s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Médio Ericsson 38 voltas

Macio Nasr, Sainz 26 voltas

Supermacio Vettel, Raikkonen 14 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Previmos que teoricamente a estratégia vencedora para as 56 voltas da corrida fosse com duas paragens, o que aconteceu.

Lewis Hamilton iniciou com pneus macios, parou na volta 11 para colocar novamente o composto macio, e na volta 31 com o Safety car virtual acionado trocou para o composto médio.

@F1 : @MalaysiaGp by @Pirelli

GP MALESIA F1/2016 - KUALA LUMPUR 02/10/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP MALESIA F1/2016 – KUALA LUMPUR 02/10/2016
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O PILOTO DA RED BULL, DANIEL RICCIARDO, VENCE O GRANDE PRÉMIO DE SEPANG COM ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS E UMA TEMPERATURA DE PISTA DE 59 GRAUS

ESTRATÉGIAS CONDICIONADAS PELOS TRÊS“SAFETY CARS” VIRTUAIS

DOIS PILOTOS PARAM APENAS UMA VEZ E TERMINAM NOS PONTOS NUM EMOTIVO GRANDE PRÉMIO DA MALÁSIA

Daniel Ricciardo em Red Bull venceu o grande prémio da Malásia, sob uma temperatura de pista com 59 graus – A corrida mais quente registada este ano.

Duas paragens foi a estratégia vencedora como previsto, mas as táticas foram condicionadas pelos três períodos de “Safety Cars” virtuais registadas ao longo da corrida – o segundo período proporcionou a possibilidade de apenas realizar uma corrida com duas paragens.

Muitos pilotos obteram vantagem na troca para o composto duro, que apenas o utilizaram na corrida porque foi nomeado como um dos conjuntos obrigatórios com dois jogos de pneus. Mas, o Red Bull de Max Verstappen foi o unico piloto que terminou nos primeiros quatro classificados que trocou novamente para macios, durante o mesmo período. Este facto, ajudou-o a ganhar vantagem face aos seus concorrentes antes de emergir na sua segunda paragem, ficando em segundo lugar após o piloto da Mercedes, Lewis Hamilton deixar a liderança devido a um problema mecânico, no que parecia estar definido uma estratégia de apenas uma paragem.

Ricciardo também podería ter adotado uma estratégia de apenas uma paragem, mas ganhou vantagem no período do terceiro Safety Car Virtual para realizar uma paragem final, como também diversos pilotos aproveitaram tal situação, incluindo Verstappen que terminou atrás do seu companheiro de equipe, proporcionando à Red Bull realizar os dois primeiros lugares.

Uma estratégia alternativa foi utilizada pelo piloto Valtteri Bottas em Williams, que iniciou a corrida na 11ª posição da grelha com pneus médios e terminou na quinta posição após uma paragem. Jolyon Palmer tentou uma estratégia semelhante, iniciou na 19ª posição da grelha com pneus duros e trocou posteriormente para macios, terminando na 10.ª posição.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ A possibilidade de duas paragens esteve muito próxima de ser a opção mais rápida, face à estratégia de três paragens como previmos teoricamente como a mais eficaz, no entanto observámos uma fascinante batalha estratégica entre a Mercedes e a Red Bull, com a Red Bull a dividir as suas estratégias para bater a Mercedes. No final, foram os Safety Cars que condicionaram as estratégias. Também vimos algumas estratégias diferentes de uma só paragem, com alguns pilotos a iniciarem com os compostos duro e médio. Tudo isto, foi possivel graças à gestão da degradação do inicio ao fim, apesar de contarmos com as temperaturas de pista mais elevadas que vimos ao longo do ano”.

Melhores tempos do dia por composto:

Duro Médio Macio

Primeiro HAM 1m38.595s MAS 1m39.920s ROS 1m36.424s

Segundo ROS 1m38.757s PER 1m41.040s VES 1m37.376s

Terceiro VES 1m38.930s HUL 1m41.342s RIC 1m37.449s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Duro Palmer 31 voltas

Médio Nasr 32 voltas

Macio Palmer 25 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Previmos a estratégia vencedora com três paragens.

No final, Daniel Ricciardo parou duas vezes, no entanto a sua segunda paragem foi condicionada pelo aparecimento do Safety car virtual. O Australiano começou com macios (como todos, menos quatro pilotos), trocou para para duros na volta 21, e na volta 41 trocou para macios.

@F1 : @ItalianGp segundo a @Pirelli

GP ITALIA F1/2016 - MONZA (ITALIA) 04/09/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP ITALIA F1/2016 – MONZA (ITALIA) 04/09/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

PILOTO DA MERCEDES, NICO ROSBERG, VENCE EM MONZA COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM E PNEUS MACIOS-MÉDIOS

TODOS OS TRÊS COMPOSTOS FORAM UTILIZADOS NA CORRIDA NUM MISTO DE ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS

CAMPANHA PIRELLI DE TESTES DE PNEUS PARA 2017 REGRESSA ESTA SEMANA COM A FERRARI E A MERCEDES EM PISTA

 O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu o Grande Prémio de Itália ao partir em segundo lugar na grelha recorrendo à estratégia de uma paragem – que tem sido igualmente a estratégia vencedora em anos recentes – e começando com pneus P Zero macios amarelo, trocando posteriormente para P Zero médio a meio da corrida. O seu colega de equipa, Lewis Hamilton, terminou em segundo lugar com uma estratégia idêntica.

De facto, Rosberg e Hamilton foram os únicos pilotos que se qualificaram no Top 10 a começar a corrida com pneus macios, o que lhes deu a possibilidade de realizar um primeiro turno mais longo do que aqueles que optaram por supermacios. Este fator foi a chave “estratégica” na luta pelo pódio.

Como era esperado, foi observada uma grande variedade de estratégias de uma e duas paragens ao longo da corrida, com os dois Ferraris a seguir estilos de corrida idênticos: dois turnos iniciais com supermacios seguido de um turno com macios.

Daniel Ricciardo em Red Bull, optou pela estratégia alternativa de duas paragens, recorrendo aos pneus supermacios no fim da corrida de forma a atacar o piloto da Williams, Valtteri Bottas, com pneus macios. Outra estratégia alternativa foi a de Romain Grosjean: o único piloto a terminar a corrida com uma estratégia macios-supermacios.

Esteban Ocon em Manor, foi o único piloto a começar a corrida com pneus médios. Isto significa que, pela segunda corrida consecutiva, todos os três compostos nomeados marcaram presença na grelha de partida, assim como na meta, tendo apresentado uma excelente performance desde o inicio até à bandeira axadrezada.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “As estratégias tiveram um papel fulcral nesta corrida decorrida em casa, com uma partida excitante focada maioritariamente nas táticas de pneus. Embora o Lewis Hamilton tenha perdido a vantagem da pole position ao início, a estratégia de pneus significou o seu segundo lugar ainda antes da metade da corrida e a sua capacidade de o manter. A partir daí foi uma batalha estratégica pelo pódio entre os dois Ferraris. Antes do próximo Grande Prémio em Singapura, esta semana iremos trabalhar arduamente em Barcelona com a Ferrari e em Paul Ricard com a Mercedes a fim de dar continuidade aos testes de pneus para 2017.”

Os melhores tempos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio

Primeiro HAM 1m26.303s RAI 1m26.016s ALO 1m25.340s

Segundo ROS 1m26.599s VET 1m26.310s RIC 1m25.919s

Terceiro ERI 1m28.552s VER 1m26.405s BUT 1m26.354s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Médio Ocon 32 voltas

Macio Grosjean 28 voltas

Supermacio Grosjean 24 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Antevimos que as duas paragens seriam, teoricamente, a solução mais rápida (adotada pela Ferrari), mas a Mercedes conseguiu tornar a estratégia de uma paragem – a segunda solução mais rápida em papel – em vencedora. Rosberg seguiu o formato de uma paragem como era esperado, começando com macio e trocando para médio na 24ª volta.

@f1 , #BelgianGp por @Pirelli

GP BELGIO F1/2016 - SPA FRANCORCHAMPS (BELGIO) - 28/8/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP BELGIO F1/2016 – SPA FRANCORCHAMPS (BELGIO) – 28/8/2016
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NUM ACIDENTADO GRANDE PRÉMIO, O PILOTO DA MERCEDES NICO ROSBERG VENCEU COM DUAS TROCAS DE PNEUS

COM ESTRATÉGIAS ALTERNATIVAS E INICIANDO DOS ÚLTIMOS LUGARES,

LEWIS HAMILTON E FERNANDO ALONSO REALIZARAM UMA

IMPRESSIONANTE RECUPERAÇÃO

 Desde a pole, o piloto da Mercedes Nico Rosberg venceu um acidentado Grande Prémio da Bélgica, que foi caracterizado por uma bandeira vermelha no inicio da corrida durante um longo período.

Todos dos três compostos disponíveis estiveram presentes no inicio do grande prémio; Médio, Macio e Supermacio. Hamilton e Alonso iniciaram a corrida da ultima linha da grelha, com o composto de maior durabilidade (Médio) e aproveitaram o caos do inicio para entrar nos primeiros cinco classificados, até à interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Todos os pilotos “gozaram” de um Pit Stop extra, uma vez que as trocas de pneus são permitidas durante o período de interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Este facto beneficiou mais os pilotos que iniciaram com os pneus supermacios, uma vez que é o composto disponível mais macio e foi eficaz para iniciar a corrida até à amostragem da bandeira vermelha para permitir a reparação da barreira. Devido à bandeira vermelha, seis pilotos conseguiram ganhar vantagem para realizar a troca de pneus, incluindo os três primeiros.

No re-inicio, a maioria dos pilotos optaram pelo composto macio, apesar do líder da corrida (Rosberg) optar excecionalmente pelo médio. Com este composto, Rosberg realizou o seu ultimo turno para vencer com o que foi efetivamente uma estratégia com duas trocas, as mesmas utilizadas pelo Red Bull de Daniel Ricciardo que terminou na segunda posição.

As temperaturas estiveram bastante elevadas no dia de corrida, embora um pouco mais frias que nos dias precedentes, com 29 graus centigrados de temperatura ambiente e 39 graus no piso da pista no inicio da corrida. Isto afetou muito o comportamento dos pneus.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ Foi uma corrida com bastantes incidentes, onde assistimos a diversas estratégias desde o inicio, com os três compostos apartir da grelha de partida, que ainda foi afetada pelos incidentes de corrida e pelo periodo de interrupção devido à bandeira vermelha. No entanto, Nico Rosberg venceu com duas trocas de pneus, como previmos, graças ao composto médio que provou ser especialmente eficaz na anormal temperatura da pista que observámos ao longo do fim de semana em Spa, realizando uma gestão de pneus exímia. Os primeiros oito classificados adotaram estratégias de pneus ligeiramente diferentes, incluindo o impressionante desempenho de Lewis Hamilton e Fernando Alonso, que realizaram a sua corrida desde a ultima linha da grelha utilizando estratégias alternativas.”

OS MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO:

MÉDIO MACIO SUPERMACIO

Primeiro HAM 1m51.583s HAM 1m52.361s KVY 1m52.081s

Segundo ROS 1m51.746s RIC 1m52.461s PAL 1m53.251s

Terceiro VET 1m52.728s VER 1m53.281s RAI 1m53.759s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

MÉDIO Massa 22 (voltas) Gutierrez 22 (voltas)

MACIO Verstappen 17 (voltas)

SUPERMACIO Palmer 10 (voltas)

A NOSSA PREVISÃO: Previmos que a estratégia vencedora seria de duas paragens, mas o curto período do Safety Car, seguido da bandeira vermelha reviu a maioria das previsões. No entanto, Rosberg venceu com duas trocas de pneus como previsto, iniciou com pneus macios, trocou para médios quando a corrida se encontrava sob a bandeira vermelha e trocou na volta 26 novamente para médios para realizar o seu turno final.

@F1 : #AustrianGP by @PIRELLI

GP AUSTRIA F1/2016 - SPIELBERG (AUSTRIA) 03/07/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP AUSTRIA F1/2016 – SPIELBERG (AUSTRIA) 03/07/2016
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UMA CORRIDA PLENA DE AÇÃO NA ÁUSTRIA, EM QUE UMA ESTRATÉGIA COM DUAS PARAGENS RESULTA NA VITÓRIA DE LEWIS HAMILTON

TEMPERATURAS MAIS BAIXAS QUE O ESPERADO PROVOCAM UM MENOR DESGASTE NOS PNEUS

O INCIDENTE COM O PNEU DE SEBASTIAN VETTEL

SOB INVESTIGAÇÃO

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, utilizando uma estratégia de duas paragens, venceu o Grande Prémio da Áustria desde a Pole, após uma emocionante corrida em que disputou com o seu companheiro de equipa (Nico Rosberg) a liderança ao longo da ultima volta.

Inicialmente, Rosberg aproveitou a sua paragem nas boxes e respectiva estratégia para melhorar a sua posição na corrida, a alguns pilotos incluindo o seu companheiro de equipe (que partiu da pole), para liderar a corrida. Mas, Hamilton contrariou com um final emocionante, com Nico Rosberg a terminar em quarto após terem tocado na última volta.

Na Áustria, em comparação com as sessões anteriores, no inicio da corrida as temperaturas ambientais e da pista foram consideravelmente mais frias, com 16 e 24 graus, respectivamente. Este facto, resultou num decréscimo do desgaste e respetiva degradação, embora a estratégia fosse condicionada pela entrada do Safety Car, onde as equipes aproveitaram para fazer uma troca de pneus sem perda signicativa de posições na corrida.

A Ferrari e a Red Bull adotaram uma estratégia diferente da maioria dos pilotos da frente, iniciando a corrida com Supermacios ao invés dos Ultramacios que foram a opção dos outros 10 primeiros classificados – sendo mais rápidos em cerca de meio segundo. No entanto, durante o primeiro e um longo turno, Sebastian Vettel em Ferrari sofreu um problema no pneu. As circustancias exatas ainda se encontram em investigação, juntamente com a Ferrari, presume-se ser um incidente isolado, uma vez que não existem problemas semelhantes com outros pilotos.

No final das paragens nas boxes, houve uma disputa entres ambos os pilotos da Mercedes e o Red Bull de Max Verstappen, que realizou menos uma paragem que Rosberg e Hamilton. Estes, estiveram separados por menos de um segundo rumo à bandeira de xadrez, fazendo desta corrida uma das mais memoráveis corridas da época.

Paul Hembery, Diretor Pirelli Motosport: “ Estamos a investigar com a Ferrari o incidente no carro de Sebastian Vettel, com o objectivo de descobrir a causa. A estratégia dos pneus provou ser crucial para o Grande Prémio da Àustria, com um número de diferentes estratégias e uma disputa no final ao longo da ultima volta. As equipes chegaram ao fim de semana com pouca informação acerca dos pneus de acordo com as sessões de treinos livres e qualificação, como resultado a avaliar qual a melhor estratégia de extrair a máxima vantagem a partir de uma mudança nas circunstancias da corrida. ”

Macio Supermacio Ultramacio

Primeiro HamiIton 1m 08.411s Rosberg 1m 08.411s Ricciardo 1m 08.770s

Segundo Raikkonen 1m 08.876s Massa 1m 09.899s Hulkenberg 1m 10.309s

Terceiro Rosberg 1m 08.955s Bottas 1m 10.210s HamiIton 1m 11.180s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

Composto Macio Raikkonen 42 voltas

Composto Macio Grosjean 42 voltas

Composto Macio Button 42 voltas

Composto Macio Verstappen 42 voltas

Composto Macio Sainz J 42 voltas

Composto Macio Wehrlein 42 voltas

Composto Supermacio Nasr 27 voltas

Composto Ultramacio Hamilton 21 voltas

A NOSSA PREVISÃO:

Previmos que a estratégia vencedora seria a opção de duas paragens, com Ultramacio-Macio-Macio. No entanto, a entrada do Safety car no incidente do Vettel afetou esta previsão, juntamente com as temperaturas mais frias de acordo com a nossa previsão. Hamilton parou duas vezes no final, nas voltas 21 e 54.

@F1 : #MonacoGP by #Pirelli

GP MONACO F1/2016 - MONTECARLO 29/05/16 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP MONACO F1/2016 – MONTECARLO 29/05/16
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LEWIS HAMILTON VENCE A CORRIDA AO SAIR DA SEGUNDA POSIÇÃO DA GRELHA,TROCANDO OS PNEUS DE CHUVA PELOS ESTREANTES ULTRASOFT

TODOS OS CÁLCULOS E ESTRATÉGIAS POSSIVEIS COM O INICIO DE CORRIDA À CHUVA. CINCO COMPOSTOS DIFERENTES UTILIZADOS DURANTE O GRANDE PRÉMIO

A MAIOR PARTE DOS PILOTOS OPTOU POR DUAS PARAGENS, PARTINDO COM COMPOSTO DE CHUVA, DEPOIS INTERMÉDIOS E POR FIM SLICKS

De acordo com os regulamentos, o grande prémio do Mónaco teve inicio com os pilotos atrás do Safety car, devido à chuva, que alterou por completo as estratégias de corrida. Todos os pilotos utilizaram o composto para piso molhado – o Cinturato Azul.

O Safety car saiu de pista após sete voltas, com a maioria dos pilotos a optar por trocar para os intermédios. O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, foi o unico de apenas dois pilotos que continuaram com os pneus para piso molhado enquanto o circuito secava, trocando diretamente para o composto ultramacio (P Zero Roxo) na volta 31.

Daniel Ricciardo em Red Bull com um inicio brilhante, parou na volta seguinte para colocar os Supermacios (P Zero Vermelho), mas um longo e demorado pit stop, fê-lo surgir atrás de Hamilton para travar um duelo brilhante e discutir a liderança entre ambos.

Com uma estratégia alternativa e iniciando a corrida da oitava posição da grelha, Sergio Perez em Force India, terminou na terceira posição, utilizando os intermédios e o composto macio (P Zero Amarelo).

Todos os compostos da gama(5) foram levados e utilizados na corrida do Grande Prémio do Mónaco (Chuva, intermédios, macio,supermacio e ultramacio). Uma vez que foi uma corrida com períodos de chuva no inicio, não existe a obrigatoriedade de utilizar pelo menos dois compostos de slicks. O piloto da Mercedes pilotou 47 voltas com o ultramacio, facto que anteriormente nunca tinha acontecido em testes ou nas sessões de treinos, estabelecendo a volta mais rápida no final da corrida.

Paul Hembery, Pirelli Motorsport director: ” Com as condições de chuva no inico da corrida, as equipas equipes tiveram que considerar a melhor opção entre os pneus de chuva e os intermédios, apesar de não existirem quaisquer dados acerca da utilização de pneus de chuva no Mónaco, com a ultima geração de carros. Como resultado, e como é costume as equipes tiveram que pensar pelos seus próprios meios acerca das decisões estratégicas a utilizar. Observámos muitas e diferentes táticas, com Lewis Hamilton a deixar de fora os pneus de chuva e optar imediatamente pelos slicks roxos, o elemento chave da sua inspirada vitória. Diversas estratégias brilhantes, contribuíram um desempenho melhor dos seus lugares da grelha, num circuito onde as ultrapassagens são notoriamente dificeis.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Macio Supermacio Ultramacio Chuva Intermédio
Primeiro VET 1m18.005s RIC

1m18.294s

HAM

1m17.939s

HAM 1m30.844 MAS 1m29.462s
Segundo
PER 1m18.446s
SAI 1m18.519s
ROS 1m18.763s
WEH 1m33.794s GUT 1m29.713s
Terceiro

HUL 1m19.232s

ALO 1m19.170s
GUT 1m19.131s
RIC 1m34.360s MAG 1m29.802s

Os maiores turnos da corrida por composto:

Macio Perez 48 (voltas)
Supermacio Button 47
Ultramacio Rosberg 47

Ultramacio Hamilton 47

Intermédio Nasr 24

Chuva Wehrlein 31

Chuva Hamilton 31

Previsão Pirelli: A nossa previsão era com duas paragens, sendo a opção mais rápida, e uma opção de apenas uma paragem, para a mais provável utilizando os compostos ultramacios e supermacios. A chuva deixou em aberto as estratégias e Hamilton passou de pneus de chuva para Ultramacios na volta 31, tal como Pascal Wehrlein em Manor que foi o único piloto com a mesma estratégia.