@F1 : #MexicoGp by @Pirelli

GP MESSICO F1/2016  - CITTA' DEL MESSICO (MESSICO) 28/10/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP MESSICO F1/2016 – CITTA’ DEL MESSICO (MESSICO) 28/10/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

LEWIS HAMILTON VENCE PARA A MERCEDES COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM.

ALGUMAS DAS VELOCIDADES MAIS ELEVADAS FORAM REGISTAS NO GP F1 MÉXICO.

ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS NO GRANDE PRÉMIO DO MEXICO. A MAIORIA DOS PILOTOS INICIOU COM PNEUS MACIOS E APENAS PAROU UMA VEZ

DANIEL RICCIARDO EM RED BULL COM UMA ESTRATEGIA ALTERNATIVA,TROCOU PARA MÉDIOS NA PRIMEIRA VOLTA E UTILIZOU OS TRÊS COMPOSTOS

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, saiu da “pole” e venceu o grande Prémio do México após um começo com pneus macios e utilizando uma estratégia de apenas uma paragem, onde trocou para o composto médio. Durante a corrida o piloto da Wiliams, Valtteri Bottas, foi cronometrado a 372 KM/H (com pneus médios), marca próxima da velocidade mais elevada registada numa prova de Fórmula Um.

A grande maioria dos pilotos começou a corrida com pneus macios, incluindo os dois Mercedes que ocuparam os dois primeiros lugares da grelha. Logo atrás deles, encontravam-se os dois Red Bulls que começaram com Supermacios, que teoricamente permitia um arranque e inicio de corrida mais rápido, em detrimento de um primeiro turno mais curto. No entanto, Daniel Ricciardo alterou para o composto médio na primeira volta, devido ao Safety Car Virtual, antes de completar a sua segunda paragem para realizar um rápido turno final com o composto macio, no final acabou na terceira posição, após utilizar os três compostos.

Todos os pilotos à exceção do Toro Rosso de Daniil Kvyat optaram pelos pneus médios para o segundo turno, (com o Sauber de Felipe Nasr que iniciou com médios). O Ferrari de Sebastian Vettel completou um longo turno com o composto macio e fez a única troca de macio para médio na volta 32. Nasr realizou o primeiro turno mais longo da corrida, iniciou com composto médio e trocou para Supermacios apenas na volta 49, demonstrando a consistência de todos os compostos ao longo da corrida. O Renault de Jolyon Palmer também realizou quase a totalidade da corrida com apenas o composto Médio,`à exceção da primeira volta.

Durante os treinos livres, as condições climatéricas foram quentes com a temperatura da pista próximo dos 40 graus ao longo da disputa do grande prémio. O comprimento da reta do Pit lane, foi parte fundamental da estratégia de hoje, sendo a mais longa da época, condicionando o aumento do tempo necessário para a realização de um Pit Stop.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “A corrida de hoje contou com o forte factor estratégia, e com a primeira linha da grelha a iniciaram com o composto macio e a segunda linha com pneus supermacios. Existiam muitas duvidas sobre as estratégias a utilizar na corrida, com as equipes a ter de reagir às possiveis oportunidades que a corrida poderia proporcionar. Porém e como esperado, a maioria dos pilotos foi capaz de completar a corrida com apenas uma paragem, extraindo um menor desgaste da utilização dos pneus.”

Melhores tempos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio

Primeiro VET 1m22.497s RIC 1m21.134s MAG 1m23.146s

Segundo RAI 1m22.512s HAM 1m23.045s VES 1m23.397s

Terceiro HAM 1m22.596s VET 1m23.197s KVY 1m23.618s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Médio Ericsson,Palmer 69 voltas

Macio Kvyat 34 voltas

Supermacio Kvyat 23 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Lewis Hamilton iniciou com pneus macios e parou na volta 17 para colocar o composto medio. A mesma estratégia foi realizada pelo seu companheiro de equipe que obteve a segunda posição, após parar na volta 20.

@F1 : @MalaysianGp segundo a @HaasF1Team

 

Grande Prémio da Malásia: Resumo da Corrida

Evento: Grande Prémio da Malásia (16º round de 21)

Data: Domingo, 2 de Outubro

Local: Sepang International Circuit, em Kuala Lumpur

Layout: 5,543 quilómetros, circuito de 15 curvas

Condições climatéricas: Sol, 34ºC

Vencedor: Daniel Ricciardo da Red Bull

Haas F1 Team:

Esteban Gutiérrez – Arrancou de 13º, abandonou (problemas mecânicos, completou 40/56 voltas)

Romain Grosjean – Arrancou de 12º, abandonou (acidente, completou 8/56 voltas)

O Grande Prémio da Malásia, que se disputou este domingo no Sepang International Circuit, situado em Kuala Lumpur, provou ser um desafio frustrante para a Haas F1 Team, uma vez que os seus pilotos, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, não terminaram a prova.

Gutiérrez arrancou do décimo terceiro lugar entre um pelotão de vinte e dois carros, mas sofreu um furo no pneu traseiro/direito, depois do toque protagonizado pelo Ferrari de Sebastian Vettel e o Mercedes do líder do Campeonato de Pilotos, Nico Rosberg. O contacto enviou para um pião o carro de Rosberg e espalhou pedaços de carbono pela pista.

O pneu no VF-16 de Gutiérrez não era mais que uma carcaça enquanto ele regressava sofregamente até às boxes para que lhe mudassem o pneu durante um período de Safety-Car Virtual (VSC – Virtual Safety Car). Um jogo usado de pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio foi montado no carro de Gutiérrez, regressando à pista para a corrida de cinquenta e seis voltas ao circuito de 5,543 quilómetros e quinze curvas no vigésimo lugar.

Grosjean, entretanto, ganhou vantagem com a confusão espoletada por Vettel e Rosberg e subiu três posições na classificação, avançando de décimo segundo para nono. Quando o Safety-Car Virtual terminou, Grosjean envolveu-se numa luta intensa com o McLaren de Fernando Alonso. Grosjean manteve o bicampeão mundial no seu encalço durante diversas voltas, até que Alonso passou Grosjean na sexta volta, subindo ao nono lugar.

A rodar no décimo lugar com o Toro Rosso de Carlos Sainz no seu encalço a menos de um segundo, Grosjean apontou os seus objectivos para manter o décimo posto e ganhar mais um ponto para a Haas F1 Team. Mas na nona volta essas aspirações rapidamente se evaporaram.

Quando Grosjean aplicou os travões para reduzir a velocidade do seu VF-16, depois de ter realizado a recta da meta rumo à apertada primeira curva, o seu pedal foi ao fundo. O carro atravessou-se de um lado para o outro, bloqueando as rodas, e enviou Grosjean para fora da pista e para dentro da escapatória de gravilha. Ele saiu do seu carro sem problemas físicos, mas bastante insatisfeito.

As coisas foram de mal a pior na quadragésima primeira volta quando Gutiérrez perdeu a sua roda dianteira/esquerda na pequena recta que vai até a Curva 9. Gutiérrez parqueou com segurança o seu VF-16 imediatamente. Depois de sair do seu carro, juntou-se ao seu colega de equipa no paddock.

Na frente da corrida, era a Red Bull que levava a melhor, assegurando uma dobradinha no Grande Prémio da Malásia. Daniel Ricciardo liderou a ofensiva, terminando com uma vantagem de 2,443s para o seu colega de equipa, Max Verstappen. Foi a quarta vitória na carreira de Fórmula 1 de Ricciardo, a sua primeira na temporada e em Sepang.

A luta entre os pilotos da Mercedes, Rosberg e Lewis Hamilton, sofreu mais um episódio dramático, quando Hamilton sofreu um problema de motor terminal na quadragésima primeira volta. A sua desistência combinada com o terceiro lugar de Rosberg oferece a este uma vantagem de vinte e três pontos quando faltam cinco corridas para terminar a temporada.

Com dezasseis dos vinte e um rounds da temporada de Fórmula 1 disputados, a Haas F1 Team permanece no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. A equipa americana manteve a diferença de dezanove pontos para a Toro Rosso, a sétima classificada, ao passo que a Renault, que está no nono posto, reduziu a sua desvantagem para vinte graças ao ponto marcado por Jolyon Palmer, que terminou em décimo.

O próximo evento é o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka no próximo dia 9 de Outubro.

“Tivemos uma falha de travões. Não sei ainda o que aconteceu, mas o pedal foi ao fundo e tive que evitar o carro que estava à minha frente. Os nossos dados não deram qualquer aviso. É uma pena. Tivemos uma boa primeira volta e estávamos de olho nos pontos, dado que estávamos a rodar entre os dez primeiros. As coisas não correram muito bem. Estava a lutar como Fernando (Alonso). Ele tinha potência, era difícil mantê-lo atrás de mim. Depois tentei manter o ritmo dele. O plano era manter os pneus vivos durante algum tempo. Infelizmente não chegámos a esse ponto.”

“Hoje tivemos um grande arranque. Tudo correu muito bem até à primeira curva, infelizmente, sofri um furo no meu pneu traseiro/direito, quando o Kevin (Magnussen) me tocou por trás. Tive então que vir para a boxe. O fundo plano estava danificado e quando regressei à pista estava ter que lutar bastante, dar o máximo para recuperar lugares, mas o carro não estava fácil de pilotar. Tivemos que abandonar depois da minha segunda paragem nas boxes devido a um problema mecânico. No geral, foi um fim-de-semana muito desapontante, mas temos que nos manter concentrados e manter o ritmo agora que vamos para o Japão.”

“Depois de termos visto a luz ao fundo do túnel, depois da qualificação de ontem, quando penso que realizámos um bom trabalho, hoje tudo se tornou escuro novamente. Não sei o que aconteceu com os dois carros. Um teve um problema de travões e o outro, obviamente, perdeu uma roda. Teremos que verificar o que realmente falhou nos travões do carro do Romain. Perdemos uma roda no carro do Esteban, mas ainda não sabemos porquê. A troca de pneus pareceu ter corrido bem e ele saiu. Temos que perceber se foi alguma peça que falhou ou se a roda não ficou bem apertada, mas ainda não sabemos. Obviamente, agora vamos para o Japão. Vamos tentar colocar-nos numa melhor posição, novamente.”

O décimo sétimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka. Os treinos-livres iniciam-se no dia 7 de Outubro , seguindo-se a qualificação a 8 e a corrida a 9.

@F1 : #16ValvulasEntrevista o jornalista Luis Vasconcelos sobre o momento competitivo na modalidade

Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial
Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial

Ocasião única de análise ao momento competitivo da F1 em 2016 , com o prestigiado jornalista Luis Vasconcelos.

Assim o unico jornalista português presente no Mundial de F1 por esse mundo fora começa por abordar a equipa que lidera o Mundial de construtores e cujos pilotos lideram o Mundial de Pilotos , a Mercedes.

Assim podemos verificar alguns aspectos como p.e as hipoteses de Lewis Hamilton e Nico Rosberg no que à conquista do título diz respeito , bem como aborda o a curiosa expressão de Paddy Lowe no final do Gp de Singapura em disse que a Mercedes não teve problemas de travões!!!

De seguida partimos para a análise à RedBull e com minutos dedicados à quebra de resultados de Max Verstappen e o 3º lugar de Daniel Ricciardo no Mundial.Oiçam a opinião de Luis sobre a influência de Jos Verstappen e a sua presença nas boxes da RedBull.

Logo depois um espaço dedicado à Ferrari e à sua “italianização” , com as consequências que daí se tiram.

No fim ficaram as historias deliciosas sobre a “luta quente” McLaren-Honda com episodio importante na Motorhome da equipa. As coisas estão mesmo ao rubro!

Terminámos com a certeza de quem vai substituir Felipe Massa na Williams: Lance Stroll.

Em suma : são 40 minutos de puro deleite a ouvir Luis Vasconcelos. Não podem perder por nada!

Cliquem AQUI para ouvirem e subscreverem o Podcast do 16Válvulas

@F1 : #CanadaGp by @Pirelli

GP CANADA F1/2016 - MONTREAL 12/06/16 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP CANADA F1/2016 – MONTREAL 12/06/16
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

LEWIS HAMILTON REIVINDICA A VITÓRIA A PARTIR DA POLE COM A ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM, ATRASANDO SEBASTIAN VETTEL PARA DUAS PARAGENS

COM AS CONDIÇÕES MAIS FRIAS DA HISTÓRIA RECENTE, DISTINTAS ESTRATÉGIAS AJUDARAM OS PILOTOS A AVANÇAR EM PISTA

A VOLTA MAIS RÁPIDA DA CORRIDA FOI FEITA COM PNEUS MACIOS E FOI 1.4S MAIS RÁPIDA DO QUE A DE 2015, REALIZADA COM SUPERMACIOS

 O Grande Prémio do Canadá realizou-se numas das condições mais frias registadas recentemente num fim-de-semana de corrida, com temperaturas em pista de apenas 20 graus centígrados, relevando assim a importância do aquecimento dos pneus e da manutenção. Houve uma grande variedade de estratégias de uma e duas paragens, com o “polesitter” Lewis Hamilton a parar apenas uma vez com o seu Mercedes, mas atrasando o Ferrari de Sebastian Vettel, que parou duas vezes, tendo este ultrapassado Hamilton na linha de partida para a liderança na primeira curva.

Hamilton fez a sua única paragem na volta 24, ressurgindo em segundo lugar atrás de Vettel. Após Vettel ter feito a sua segunda paragem, ficou com um défice de seis segundos para compensar e tentar apanhar Hamilton em 33 voltas, usando pneus macios que eram 13 voltas mais novos do que os usados no Mercedes.

Apesar das condições frias, Nico Rosberg estabeleceu a volta mais rápida da corrida com pneus macios, a 10 voltas do fim, conduzindo o seu Mercedes 1.4 segundos mais rapidamente do que a volta de 2015, realizada com supermacios.

Valtteri Bottas alcançou o primeiro pódio da temporada para a Williams ao recorrer a uma estratégia semelhante à de Hamilton, enquanto o restante top 10 parou duas vezes, após começar com supermacios – o composto mais rápido em cerca de 0.6s por volta.

Uma estratégia alternativa foi utilizada por Sergio Perez, da Force India, que começou com pneus macios e completou um primeiro longo stint de 31 voltas antes de fazer a sua única paragem para trocar para supermacios. A subida mais impressionante da tabela pertenceu a Carlos Sainz, da Toro Rosso, que aplicou a estratégia de duas paragens (terminando a corrida com os velozes ultramacios) para terminar em nono, após ter iniciado em 20º na grelha.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Graças às diferentes estratégias de corrida, contemplámos um final de honra, com Vettel e as suas duas paragens a aproximar-se de Hamilton, que parou apenas uma vez. Baixas temperaturas em pista tornaram crucial a manutenção dos pneus, com algumas equipas a alterar também as estratégias quando se tornou claro que essa seria mais rápida. A maioria dos pilotos efetivamente parou duas vezes, quando comparado com a corrida de uma paragem do ano passado no Canadá. A chave para fazer o trabalho de uma paragem foi controlar os pneus o mais eficazmente possível, o que Hamilton e Bottas fizeram brilhantemente.”

Macio Supermacio Ultramacio

Primeiro VES 1m16.319s VET 1m17.143s ROS 1m15.599s

Segundo SAI 1m16.578s RAI 1m17.932s HAM 1m15.981s

Terceiro KVY 1m16.942s PER 1m18.427s VET 1m16.297s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

Composto Macio Alonso 52 voltas

Composto Supermacio Vettel 26 voltas

Composto Ultramacio Magnussen 29 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Prevemos que a estratégia de uma paragem seria a melhor opção para esta corrida pelo curso normal dos eventos, começando com ultramacio e trocando para macio na volta 25. Hamilton seguiu a nossa estratégia quase exatamente como previsto, parando na volta 24.

@F1 : #MonacoGP by #Pirelli

GP MONACO F1/2016 - MONTECARLO 29/05/16 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP MONACO F1/2016 – MONTECARLO 29/05/16
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LEWIS HAMILTON VENCE A CORRIDA AO SAIR DA SEGUNDA POSIÇÃO DA GRELHA,TROCANDO OS PNEUS DE CHUVA PELOS ESTREANTES ULTRASOFT

TODOS OS CÁLCULOS E ESTRATÉGIAS POSSIVEIS COM O INICIO DE CORRIDA À CHUVA. CINCO COMPOSTOS DIFERENTES UTILIZADOS DURANTE O GRANDE PRÉMIO

A MAIOR PARTE DOS PILOTOS OPTOU POR DUAS PARAGENS, PARTINDO COM COMPOSTO DE CHUVA, DEPOIS INTERMÉDIOS E POR FIM SLICKS

De acordo com os regulamentos, o grande prémio do Mónaco teve inicio com os pilotos atrás do Safety car, devido à chuva, que alterou por completo as estratégias de corrida. Todos os pilotos utilizaram o composto para piso molhado – o Cinturato Azul.

O Safety car saiu de pista após sete voltas, com a maioria dos pilotos a optar por trocar para os intermédios. O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, foi o unico de apenas dois pilotos que continuaram com os pneus para piso molhado enquanto o circuito secava, trocando diretamente para o composto ultramacio (P Zero Roxo) na volta 31.

Daniel Ricciardo em Red Bull com um inicio brilhante, parou na volta seguinte para colocar os Supermacios (P Zero Vermelho), mas um longo e demorado pit stop, fê-lo surgir atrás de Hamilton para travar um duelo brilhante e discutir a liderança entre ambos.

Com uma estratégia alternativa e iniciando a corrida da oitava posição da grelha, Sergio Perez em Force India, terminou na terceira posição, utilizando os intermédios e o composto macio (P Zero Amarelo).

Todos os compostos da gama(5) foram levados e utilizados na corrida do Grande Prémio do Mónaco (Chuva, intermédios, macio,supermacio e ultramacio). Uma vez que foi uma corrida com períodos de chuva no inicio, não existe a obrigatoriedade de utilizar pelo menos dois compostos de slicks. O piloto da Mercedes pilotou 47 voltas com o ultramacio, facto que anteriormente nunca tinha acontecido em testes ou nas sessões de treinos, estabelecendo a volta mais rápida no final da corrida.

Paul Hembery, Pirelli Motorsport director: ” Com as condições de chuva no inico da corrida, as equipas equipes tiveram que considerar a melhor opção entre os pneus de chuva e os intermédios, apesar de não existirem quaisquer dados acerca da utilização de pneus de chuva no Mónaco, com a ultima geração de carros. Como resultado, e como é costume as equipes tiveram que pensar pelos seus próprios meios acerca das decisões estratégicas a utilizar. Observámos muitas e diferentes táticas, com Lewis Hamilton a deixar de fora os pneus de chuva e optar imediatamente pelos slicks roxos, o elemento chave da sua inspirada vitória. Diversas estratégias brilhantes, contribuíram um desempenho melhor dos seus lugares da grelha, num circuito onde as ultrapassagens são notoriamente dificeis.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Macio Supermacio Ultramacio Chuva Intermédio
Primeiro VET 1m18.005s RIC

1m18.294s

HAM

1m17.939s

HAM 1m30.844 MAS 1m29.462s
Segundo
PER 1m18.446s
SAI 1m18.519s
ROS 1m18.763s
WEH 1m33.794s GUT 1m29.713s
Terceiro

HUL 1m19.232s

ALO 1m19.170s
GUT 1m19.131s
RIC 1m34.360s MAG 1m29.802s

Os maiores turnos da corrida por composto:

Macio Perez 48 (voltas)
Supermacio Button 47
Ultramacio Rosberg 47

Ultramacio Hamilton 47

Intermédio Nasr 24

Chuva Wehrlein 31

Chuva Hamilton 31

Previsão Pirelli: A nossa previsão era com duas paragens, sendo a opção mais rápida, e uma opção de apenas uma paragem, para a mais provável utilizando os compostos ultramacios e supermacios. A chuva deixou em aberto as estratégias e Hamilton passou de pneus de chuva para Ultramacios na volta 31, tal como Pascal Wehrlein em Manor que foi o único piloto com a mesma estratégia.

@F1 : #MaxVerstappen vence #SpanishGP , by #Pirelli

BARCELLONA (SPAGNA) - 15/05/16 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
BARCELLONA (SPAGNA) – 15/05/16
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS AJUDA MAX VERSTAPPEN A TORNAR-SE O MAIS JOVEM VENCEDOR NA HISTÓRIA DA F1

FERRARI E RED BULL DISPUTAM A VITÓRIA COM DIFERENTES ESTRATÉGIAS NUMA BATALHA ATÉ AO FIM

A MAIOR PARTE DOS PILOTOS OPTOU POR DUAS PARAGENS, COM VETTEL NA TERCEIRA POSIÇÃO A SER O MELHOR CLASSIFICADO COM TRÊS PARAGENS

A estratégia foi primordial no Grande Prémio de Espanha, com o resultado final indefenido até à ultima curva do final da corrida, em que os protagonistas da prova adotaram diferentes estratégias nas opções das trocas de pneus. No final, Max Verstappen tornou-se no mais jovem vencedor de um grande prémio, na sua estreia na Red Bull, terminando a prova com um jogo de pneus que realizou 32 voltas, uma volta a mais do que Kimi Raikkonen em Ferrari que terminou no segundo posto. Ambos, Ferrari e Red Bull, dividiram as estratégias com cada equipa a parar duas vezes com um carro e três vezes com o outro. Todos os três compostos (duro/médio/macio), foram utilizados ao longo das 66 voltas do grande prémio, com uma longa disputa entre a Ferrari e a Red Bull, onde a gestão dos pneus foi a “chave” essencial para o sucesso. Quatro pilotos ainda estavam na disputa pela vitória a caminho da ultima volta, quando Daniel Ricciardo foi afetado por um furo lento, eventualmente provocado por detritos.

Agora, as equipes de Fórmula Um permanecem em Barcelona para o primeiro teste da época, que será entre terça e quarta-feira. Os pneus que vão ser utilizados serão os mesmos compostos de 2016 e usados desde o principio do ano, escolhidos por cada equipe e para o fim especifico. Algumas equipes vão utilizar os pilotos mais jovens.

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ Foi uma batalha estratégica complexa até ao fim, com a disputa do poder entre a Red Bull e a Ferrari, tal como as táticas utilizadas volta a volta. O resultado foi uma corrida fascinante e imprevisível desde o inicio até à bandeira de xadrez, tornando-a um dos melhores eventos do ano. Ao longo das ultimas 10 voltas, os pilotos tiveram que gerir os pneus de forma a manter o mesmo desempenho até ao fim, acrescentando ainda mais emoção a toda a ação. Foi o tipo de corrida que esperávamos com a nossa atual gama de compostos e sob os novos regulamentos de pneus. Hoje, assistimos a que se fizesse história na Formula Um, com o vencedor mais jovem de sempre no desporto, e nós sentimo-nos orgulhosos por contribuir para isso. ”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Duro Médio Macio
Primeiro PAL 1m29.779s VET 1m27.974s KVY 1m26.948s
Segundo
MAG 1m30.348s
RIC 1m28.209s
VET 1m28.137s
Terceiro
RAI 1m28.538s
MAG 1m28.716s

Os maiores turnos da corrida por composto:

Duro Palmer 32 (voltas)
Médio Gutierrez 35
Macio Grosjean 19

Previsão Pirelli: A nossa previsão era uma estratégia com duas paragens, iniciando com o composto macio, novamente para macio na volta 20 e trocar para médio na volta 40. Verstappen adotou uma estratégia com duas paragens, utilizando Macio-médio-médio, trocou nas voltas 12 e 34.

@F1 : #RusGp by @Pirelli

SOCHI (RUSSIA) - 01/05/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
SOCHI (RUSSIA) – 01/05/2016
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ROSBERG RECORRE À ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM PARA VENCER O 100º GRANDE PRÉMIO DA PIRELLI DESDE O SEU REGRESSO À FÓRMULA 1 EM 2011

ESTRATÉGIA ALTERNATIVA PARA OS PILOTOS DA RED BULL QUE MUDARAM PARA MÉDIO DURANTE UMA PASSAGEM ANTECIPADA DO SAFETY CAR

A PARAGEM ÚNICA É A TÁTICA FAVORITA: MASSA É O MAIS BEM POSICIONADO COM DUAS PARAGENS EM QUINTO LUGAR

Nico Rosberg prosseguiu a sua onda de vitórias (começou em 2015 com o GP do México) ao vencer desde a pole em Sochi, iniciando com pneus Supermacios e alternando depois para Macios na volta 21. Em segundo lugar ficou o seu colega de equipa Lewis Hamilton, que usou a mesma estratégia para subir oito posições partindo em 10º na grelha: o resultado de um problema técnico antes da Q3.

A maioria dos pilotos usou a estratégia de uma paragem Supermacio-Macio, mas uma alternativa tática foi utilizada por ambos os pilotos da Red Bull, que foram apanhados num incidente ao início que causou um antecipado safety car, o que influenciou a estratégia. Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat trocaram para pneus Médios, com Kvyat a completar mais de 50 voltas com este composto e a terminar a 15 posições do último lugar, apesar da penalização de 10 segundos.

Uma diferente estratégia alternativa foi adotada por Sergio Perez da Force India, que utilizou pneus Macios na primeira volta sob circunstâncias semelhantes e posteriormente trocou uma vez mais para Macios usados a apenas 20 voltas do fim. Perez terminou nos pontos, mas não foi o piloto com duas paragens mais bem posicionado: esse foi Felipe Massa, da Williams, em quinto, que completou o último turno com Supermacios. Apenas seis pilotos pararam duas vezes, com todos os restantes a parar apenas uma.

Após um dia bastante fresco, as temperaturas durante a corrida foram muito quentes.

Paul Hembery, Diretor de Motosport da Pirelli: “A antecipação do safety car acrescentou uma dimensão interessante à corrida, com um número de pilotos a recorrer a uma estratégia alternativa. No fim, Daniil Kvyat completou uma inteira distância de corrida com composto Médio, numa era em que há mais carga a passar pelos pneus do que alguma vez houve na história da Fórmula 1. Vimos também outras estratégias diferentes: Fernando Alonso, Kevin Magnussen e Romain Grosjean conseguiram maximizar as suas oportunidades com a estratégia de uma paragem para subir diversos lugares quando comparados com as suas posições na grelha. Falando na generalidade, a estratégia de uma paragem foi a fórmula certa como prevemos, com o mínimo desgaste e degradação em todos os três compostos. Este foi o 100º Grande Prémio da Pirelli desde que regressámos à Fórmula 1 em 2011.”

OS TEMPOS MAIS RÁPIDOS DO DIA POR COMPOSTO:

Médio Macio Supermacio
Primeiro KVY 1m42.344s ROS 1m39.094s MAS 1m39.743s
Segundo GUT 1m42.378s RAI 1m40.101s ROS 1m41.364s
Terceiro RIC 1m43.538s HAM 1m40.266s WEH 1m41.907s

TURNO MAIS LONGO DA CORRIDA:

Médio Kvyat 51 (voltas)

Macio Sainz 41

Supermacio Ericsson 27

A NOSSA PREVISÃO: Prevemos que a estratégia de uma paragem iria ser a melhor opção antes da corrida de 53 voltas, começando com Supermacio e alternando para Macio ao parar na volta 18. Isto foi exatamente o que Rosberg fez, mas com a ajuda do safety car antecipado aumentou o primeiro turno para 21 voltas.

@F1 – Análise a #2016 e ao #AusGp com José Miguel Barros

José Miguel Barros
José Miguel Barros

Aproveitando a realização do GP de abertura da temporada de 2016 da F1 fomos recuperar uma tradição 16Válvulas: ouvir José Miguel Barros sobre a mesma.

Assim nos próximos minutos vão poder ficar a conhecer a opinião sobre algumas das mudanças regulamentares para esta época bem como as possibilidades que se abrem a nível competitivo.

Oportunidade ainda para falarmos sobre o GP da Australia , abordando alguns aspectos como a segurança actual e futura dos monolugares , bem como a influência da bandeira vermelha no desenrolar da prova e no seu resultado final.

No final ouvimos a opinião de José Miguel Barros sobre o que esperar do próximo GP no Bahrein.

Em suma: mais uma grande entrevista com o Sr F1 e que não deve perder por nada!

Ciquem AQUI para ouvirem a 1ª parte

e

cliquem AQUI para a 2ª e ultima parte

@F1 : #AusGp – Vitorias para Nico Rosberg e #Mercedes , com a #Pirelli

MELBOURNE (AUSTRALIA) - 20/3/16 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
MELBOURNE (AUSTRALIA) – 20/3/16
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

O piloto da Mercedes Nico Rosberg, venceu a primeira corrida com o novo regulamento de pneus 2016, com três compostos disponíveis por corrida e que as equipes podem jogar uma carta importante ao escolher os jogos de pneus. Oito pilotos montaram os três compostos disponíveis numa corrida marcada por uma bandeira vermelha, após 18 voltas realizadas. Na nova partida, existiam diversas opções estratégicas (que é o que pretende o novo regulamento), com a Mercedes e a Ferrari a optarem por táticas opostas. Mesmo assim, os três primeiros cruzaram a linha de meta separados por menos de 10 segundos, enaltecendo que as novas regras de pneus proporcionam uma competição muito mais renhida.

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ o grande prémio começou e acabou com uma disputa tática de pneus, mas uma bandeira vermelha depois de 18 voltas, contribuiu para que a corrida que tinha re-iniciado, mudásse totalmente a sua fisionomia ao estar permitido as trocas de pneus. Depois de iniciar com o mesmo composto supermacio (usado), a Ferrari e a Mercedes optaram por estratégias opostas na segunda metade da corrida, com a Mercedes que percorreu dois terços da distância com o composto médio, mas muito pressionados por Vettel com o composto macio. Isto, demonstra até que ponto as novas normas contribuíram para abrir o leque das diferentes estratégias, com nove dos 16 pilotos classificados que utilizaram os três compostos disponíveis e cinco estratégias completamente diferentes entre os seis primeiros. Além da esperada disputa na frente da corrida, Romain Grosjean acabou num excelente sexto lugar na estreia da equipe Haas, na prática sem realizar nenhuma paragem , uma vez que trocou de composto macio para médio durante a interrupção da corrida pela bandeira vermelha. Valtteri Bottas utilizou a mesma estratégia”.

Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com duas paragens, iniciando com o composto supermacio, e trocar para o macio nas voltas 16 e 37. No entanto, devido à bandeira vermelha, Rosberg venceu a corrida, após iniciar com o supermacio e trocar para o médio durante a interrupção. Hamilton utilizou a mesma estratégia ao parar antes da bandeira vermelha.

 

#Doa especial de #F1 e #moto2 , com Duarte Cancella de Abreu

DCA @ foto escolha pessoal
DCA @ foto escolha pessoal

 

Numa altura em que a F1 e o MotoGp regressam porque não também fazer regressar Duarte Cancella de Abreu e a suas Crónicas aqui no 16Válvulas?

Assim neste Doa a Quem D(u)er especial abordámos as possibilidades para a nova temporada de F1 , numa altura em que já se disputaram os treinos livres e onde Lewis Hamilton se revelou o mais rápido.

Tema muito analisado foi também a Moto2 , modalidade do Mundial de motociclismo onde corre o português Miguel Oliveira e para o qual Duarte guardou algumas estatísticas interessantes.

Em suma: mais um regresso em grande forma de Duarte Cancella de Abreu num registo que não podem perder por nada!

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