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GP GRAN BRETAGNA F1/2016 - SILVERSTONE (GRAN BRETAGNA) 08/07/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP GRAN BRETAGNA F1/2016 – SILVERSTONE (GRAN BRETAGNA) 08/07/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

A CORRIDA COMEÇOU COM UM SAFETY CAR EM PISO MOLHADO APÓS CHUVA TORRENCIAL ANTES DA PARTIDA.

PNEUS CINTURATO DE CHUVA E INTERMÉDIOS, ASSIM COMO PNEUS P ZERO SLICK, UTILIZADOS NUM DOS CIRCUITOS MAIS EXIGENTES DO ANO

O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, venceu o Grande Prémio da sua terra natal pela quarta vez, utilizando três compostos Pirelli diferentes. O Grande Prémio de Inglaterra foi surpreendido por chuva torrencial 15 minutos antes do início da corrida, o que significou que a partida decorreu atrás de um safety car com todos os carros equipados com pneus de chuva Cinturato Blue.

Quando o safety car, saiu de pista após cinco voltas, diversos pilotos alternaram de imediato para pneus intermédios Cinturato Green, enquanto os líderes usufruíram da vantagem de um safety car virtual para trocar para intermédios pouco tempo depois.

O ponto de transição – quando é mais rápido alterar para pneus slock ao invés de manter os intermédios – foi escolhido pela maioria das equipas desde a 15ª volta (quando Sebastian Vettel, da Ferrari, foi o primeiro a parar) até à 18ª volta de 52. O tempo nas pit stops tornou-se crucial, dada a oportunidade de ganhar mais tempo ao utilizar o tipo de pneu certo na altura certa. Com o início da corrida a decorrer sob condições húmidas, cessou a obrigação de correr com, pelo menos, dois compostos.

Invulgarmente, a meio da corrida foi curioso verificar que todos os pilotos optaram exatamente pelo mesmo padrão de pneus: de chuva, intermédio, seguidos de médios. A maioria dos pilotos correu com médio até ao final da corrida, tornando-a numa prova de duas paragens. Esta estratégia foi adotada pelo Top-10 final, com cerca de 10 segundos a separar o Top-3 até à meta. O piloto com três paragens mais bem posicionado foi Felipe Massa, da Williams, que fez uma última troca para pneus macios.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “A longa ameaça de chuva finalmente materializou-se momentos antes do início da corrida, o que claramente alterou por completo o seu desenho e a estratégia de utilização de pneus, especialmente dado o longo período em pista do safety car. Como resultado, tivemos um circuito com piso molhado, com todos os pilotos a transitar progressivamente de pneus de chuva para intermédios e Slick: o “timing” dessas paragens foi crucial. Foi uma batalha renhida até ao fim pelos lugares do pódio numa corrida que apresentou a variedade de condições e de meteorologia pelo qual a Inglaterra é conhecida, mas todos os pilotos foram capazes de lutar e de cruzar a bandeira axadrezada.”

Médio Macio Chuva Intermédio

Primeiro Ros 1m35.548s Mas 1m36.141s Ham 1m56.218s Ves 1m47.479s

Segundo Alo 1m35.669s Mag 1m37.619s Ros 1m58.586s Ham 1m50.649s

Terceiro Ham 1m35.771s Ves 1m59.064s Ric 1m51.040s

STINT MAIS LONGO DA CORRIDA:

Médio Vettel 37(voltas)

Macio Massa 17(voltas)

Chuva Rosberg,Ericsson, Perez, Nasr, Verstappen, Hamilton 7(voltas)

Intermédio Alonso, Magnussen, Gutierrez, Hulkenberg,Sainz 12(voltas)

A NOSSA PREVISÃO: A chuva significou uma alteração brusca das estratégias e os pilotos tiveram de reagir às alterações nas condições do circuito à medida que o piso foi secando. Hamilton liderou desde o início e parou à 7ª volta para alterar para intermédios, e na 17ª para pneus médios.

#Formula1 : #16ValvulasEntrevista Scott Mansell sobre a sua carreira e #DriversCoaching *entrevista em Inglês

English version HERE

 

Scott Mansell @ foto escolha pessoal
Scott Mansell @ foto escolha pessoal

Oportunidade para mais uma entrevista internacional aqui no 16Válvulas.

Fazemo-lo hoje com o inglês Scott Mansell , um piloto talentoso que começou a sua carreira no Karting , mas progrediu até ter conduzido F1’s.

Ocasião para falarmos sobre a F1 atual , nomeadamente as questões de segurança , numa altura em que se lamenta a perda de mais uma vida , neste caso do britânico Justin Wilson , e as alterações que a F1 deve fazer para manter afastados os acidentes mortais .

Oportunidade ainda para percebermos as atuais funções de Scott que passam por ser um dos mais aclamados treinador de pilotos , bem como para falarmos da sua página na Internet , Driver61.com que tem conselhos de condução em várias pistas do mundo.

No final falámos sobre Portugal e os pilotos portugueses , bem como a possibilidade de regresso ao nosso país para conduzir numas das suas pistas favoritas: o AIA.

Em suma: mais uma grande entrevista que não devem perder por nada!

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