@F1 : #MexicoGp by @Pirelli

GP MESSICO F1/2016  - CITTA' DEL MESSICO (MESSICO) 28/10/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP MESSICO F1/2016 – CITTA’ DEL MESSICO (MESSICO) 28/10/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

LEWIS HAMILTON VENCE PARA A MERCEDES COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM.

ALGUMAS DAS VELOCIDADES MAIS ELEVADAS FORAM REGISTAS NO GP F1 MÉXICO.

ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS NO GRANDE PRÉMIO DO MEXICO. A MAIORIA DOS PILOTOS INICIOU COM PNEUS MACIOS E APENAS PAROU UMA VEZ

DANIEL RICCIARDO EM RED BULL COM UMA ESTRATEGIA ALTERNATIVA,TROCOU PARA MÉDIOS NA PRIMEIRA VOLTA E UTILIZOU OS TRÊS COMPOSTOS

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, saiu da “pole” e venceu o grande Prémio do México após um começo com pneus macios e utilizando uma estratégia de apenas uma paragem, onde trocou para o composto médio. Durante a corrida o piloto da Wiliams, Valtteri Bottas, foi cronometrado a 372 KM/H (com pneus médios), marca próxima da velocidade mais elevada registada numa prova de Fórmula Um.

A grande maioria dos pilotos começou a corrida com pneus macios, incluindo os dois Mercedes que ocuparam os dois primeiros lugares da grelha. Logo atrás deles, encontravam-se os dois Red Bulls que começaram com Supermacios, que teoricamente permitia um arranque e inicio de corrida mais rápido, em detrimento de um primeiro turno mais curto. No entanto, Daniel Ricciardo alterou para o composto médio na primeira volta, devido ao Safety Car Virtual, antes de completar a sua segunda paragem para realizar um rápido turno final com o composto macio, no final acabou na terceira posição, após utilizar os três compostos.

Todos os pilotos à exceção do Toro Rosso de Daniil Kvyat optaram pelos pneus médios para o segundo turno, (com o Sauber de Felipe Nasr que iniciou com médios). O Ferrari de Sebastian Vettel completou um longo turno com o composto macio e fez a única troca de macio para médio na volta 32. Nasr realizou o primeiro turno mais longo da corrida, iniciou com composto médio e trocou para Supermacios apenas na volta 49, demonstrando a consistência de todos os compostos ao longo da corrida. O Renault de Jolyon Palmer também realizou quase a totalidade da corrida com apenas o composto Médio,`à exceção da primeira volta.

Durante os treinos livres, as condições climatéricas foram quentes com a temperatura da pista próximo dos 40 graus ao longo da disputa do grande prémio. O comprimento da reta do Pit lane, foi parte fundamental da estratégia de hoje, sendo a mais longa da época, condicionando o aumento do tempo necessário para a realização de um Pit Stop.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “A corrida de hoje contou com o forte factor estratégia, e com a primeira linha da grelha a iniciaram com o composto macio e a segunda linha com pneus supermacios. Existiam muitas duvidas sobre as estratégias a utilizar na corrida, com as equipes a ter de reagir às possiveis oportunidades que a corrida poderia proporcionar. Porém e como esperado, a maioria dos pilotos foi capaz de completar a corrida com apenas uma paragem, extraindo um menor desgaste da utilização dos pneus.”

Melhores tempos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio

Primeiro VET 1m22.497s RIC 1m21.134s MAG 1m23.146s

Segundo RAI 1m22.512s HAM 1m23.045s VES 1m23.397s

Terceiro HAM 1m22.596s VET 1m23.197s KVY 1m23.618s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Médio Ericsson,Palmer 69 voltas

Macio Kvyat 34 voltas

Supermacio Kvyat 23 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Lewis Hamilton iniciou com pneus macios e parou na volta 17 para colocar o composto medio. A mesma estratégia foi realizada pelo seu companheiro de equipe que obteve a segunda posição, após parar na volta 20.

@F1 : @MalaysianGp segundo a @HaasF1Team

 

Grande Prémio da Malásia: Resumo da Corrida

Evento: Grande Prémio da Malásia (16º round de 21)

Data: Domingo, 2 de Outubro

Local: Sepang International Circuit, em Kuala Lumpur

Layout: 5,543 quilómetros, circuito de 15 curvas

Condições climatéricas: Sol, 34ºC

Vencedor: Daniel Ricciardo da Red Bull

Haas F1 Team:

Esteban Gutiérrez – Arrancou de 13º, abandonou (problemas mecânicos, completou 40/56 voltas)

Romain Grosjean – Arrancou de 12º, abandonou (acidente, completou 8/56 voltas)

O Grande Prémio da Malásia, que se disputou este domingo no Sepang International Circuit, situado em Kuala Lumpur, provou ser um desafio frustrante para a Haas F1 Team, uma vez que os seus pilotos, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, não terminaram a prova.

Gutiérrez arrancou do décimo terceiro lugar entre um pelotão de vinte e dois carros, mas sofreu um furo no pneu traseiro/direito, depois do toque protagonizado pelo Ferrari de Sebastian Vettel e o Mercedes do líder do Campeonato de Pilotos, Nico Rosberg. O contacto enviou para um pião o carro de Rosberg e espalhou pedaços de carbono pela pista.

O pneu no VF-16 de Gutiérrez não era mais que uma carcaça enquanto ele regressava sofregamente até às boxes para que lhe mudassem o pneu durante um período de Safety-Car Virtual (VSC – Virtual Safety Car). Um jogo usado de pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio foi montado no carro de Gutiérrez, regressando à pista para a corrida de cinquenta e seis voltas ao circuito de 5,543 quilómetros e quinze curvas no vigésimo lugar.

Grosjean, entretanto, ganhou vantagem com a confusão espoletada por Vettel e Rosberg e subiu três posições na classificação, avançando de décimo segundo para nono. Quando o Safety-Car Virtual terminou, Grosjean envolveu-se numa luta intensa com o McLaren de Fernando Alonso. Grosjean manteve o bicampeão mundial no seu encalço durante diversas voltas, até que Alonso passou Grosjean na sexta volta, subindo ao nono lugar.

A rodar no décimo lugar com o Toro Rosso de Carlos Sainz no seu encalço a menos de um segundo, Grosjean apontou os seus objectivos para manter o décimo posto e ganhar mais um ponto para a Haas F1 Team. Mas na nona volta essas aspirações rapidamente se evaporaram.

Quando Grosjean aplicou os travões para reduzir a velocidade do seu VF-16, depois de ter realizado a recta da meta rumo à apertada primeira curva, o seu pedal foi ao fundo. O carro atravessou-se de um lado para o outro, bloqueando as rodas, e enviou Grosjean para fora da pista e para dentro da escapatória de gravilha. Ele saiu do seu carro sem problemas físicos, mas bastante insatisfeito.

As coisas foram de mal a pior na quadragésima primeira volta quando Gutiérrez perdeu a sua roda dianteira/esquerda na pequena recta que vai até a Curva 9. Gutiérrez parqueou com segurança o seu VF-16 imediatamente. Depois de sair do seu carro, juntou-se ao seu colega de equipa no paddock.

Na frente da corrida, era a Red Bull que levava a melhor, assegurando uma dobradinha no Grande Prémio da Malásia. Daniel Ricciardo liderou a ofensiva, terminando com uma vantagem de 2,443s para o seu colega de equipa, Max Verstappen. Foi a quarta vitória na carreira de Fórmula 1 de Ricciardo, a sua primeira na temporada e em Sepang.

A luta entre os pilotos da Mercedes, Rosberg e Lewis Hamilton, sofreu mais um episódio dramático, quando Hamilton sofreu um problema de motor terminal na quadragésima primeira volta. A sua desistência combinada com o terceiro lugar de Rosberg oferece a este uma vantagem de vinte e três pontos quando faltam cinco corridas para terminar a temporada.

Com dezasseis dos vinte e um rounds da temporada de Fórmula 1 disputados, a Haas F1 Team permanece no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. A equipa americana manteve a diferença de dezanove pontos para a Toro Rosso, a sétima classificada, ao passo que a Renault, que está no nono posto, reduziu a sua desvantagem para vinte graças ao ponto marcado por Jolyon Palmer, que terminou em décimo.

O próximo evento é o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka no próximo dia 9 de Outubro.

“Tivemos uma falha de travões. Não sei ainda o que aconteceu, mas o pedal foi ao fundo e tive que evitar o carro que estava à minha frente. Os nossos dados não deram qualquer aviso. É uma pena. Tivemos uma boa primeira volta e estávamos de olho nos pontos, dado que estávamos a rodar entre os dez primeiros. As coisas não correram muito bem. Estava a lutar como Fernando (Alonso). Ele tinha potência, era difícil mantê-lo atrás de mim. Depois tentei manter o ritmo dele. O plano era manter os pneus vivos durante algum tempo. Infelizmente não chegámos a esse ponto.”

“Hoje tivemos um grande arranque. Tudo correu muito bem até à primeira curva, infelizmente, sofri um furo no meu pneu traseiro/direito, quando o Kevin (Magnussen) me tocou por trás. Tive então que vir para a boxe. O fundo plano estava danificado e quando regressei à pista estava ter que lutar bastante, dar o máximo para recuperar lugares, mas o carro não estava fácil de pilotar. Tivemos que abandonar depois da minha segunda paragem nas boxes devido a um problema mecânico. No geral, foi um fim-de-semana muito desapontante, mas temos que nos manter concentrados e manter o ritmo agora que vamos para o Japão.”

“Depois de termos visto a luz ao fundo do túnel, depois da qualificação de ontem, quando penso que realizámos um bom trabalho, hoje tudo se tornou escuro novamente. Não sei o que aconteceu com os dois carros. Um teve um problema de travões e o outro, obviamente, perdeu uma roda. Teremos que verificar o que realmente falhou nos travões do carro do Romain. Perdemos uma roda no carro do Esteban, mas ainda não sabemos porquê. A troca de pneus pareceu ter corrido bem e ele saiu. Temos que perceber se foi alguma peça que falhou ou se a roda não ficou bem apertada, mas ainda não sabemos. Obviamente, agora vamos para o Japão. Vamos tentar colocar-nos numa melhor posição, novamente.”

O décimo sétimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka. Os treinos-livres iniciam-se no dia 7 de Outubro , seguindo-se a qualificação a 8 e a corrida a 9.

@F1 : #16ValvulasEntrevista José Miguel Barros para comentário à Temporada 2016 até #Singapore

José Miguel Barros
José Miguel Barros

Oportunidade para o regresso de José Miguel Barros ao 16Válvulas.

Mais uma vez acedeu ao nosso convite para comentar o evoluir da temporada 2016 até ao GP de Singapura.

Oportunidade de ouvirmos uma das vozes mais experientes em Portugal no que à Fórmula1 em Portugal diz respeito.

Em suma:mais uma excelente entrevista que não podem perder por nada!

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@F1 : #16ValvulasEntrevista o jornalista Luis Vasconcelos sobre o momento competitivo na modalidade

Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial
Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial

Ocasião única de análise ao momento competitivo da F1 em 2016 , com o prestigiado jornalista Luis Vasconcelos.

Assim o unico jornalista português presente no Mundial de F1 por esse mundo fora começa por abordar a equipa que lidera o Mundial de construtores e cujos pilotos lideram o Mundial de Pilotos , a Mercedes.

Assim podemos verificar alguns aspectos como p.e as hipoteses de Lewis Hamilton e Nico Rosberg no que à conquista do título diz respeito , bem como aborda o a curiosa expressão de Paddy Lowe no final do Gp de Singapura em disse que a Mercedes não teve problemas de travões!!!

De seguida partimos para a análise à RedBull e com minutos dedicados à quebra de resultados de Max Verstappen e o 3º lugar de Daniel Ricciardo no Mundial.Oiçam a opinião de Luis sobre a influência de Jos Verstappen e a sua presença nas boxes da RedBull.

Logo depois um espaço dedicado à Ferrari e à sua “italianização” , com as consequências que daí se tiram.

No fim ficaram as historias deliciosas sobre a “luta quente” McLaren-Honda com episodio importante na Motorhome da equipa. As coisas estão mesmo ao rubro!

Terminámos com a certeza de quem vai substituir Felipe Massa na Williams: Lance Stroll.

Em suma : são 40 minutos de puro deleite a ouvir Luis Vasconcelos. Não podem perder por nada!

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@F1 : #SingaporeGp by @Pirelli

GP SINGAPORE F1/2016 - SINGAPORE 18/09/2016  © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP SINGAPORE F1/2016 – SINGAPORE 18/09/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

O PILOTO DA MERCEDES, NICO ROSBERG, VENCE O GRANDE PRÉMIO DE SINGAPURA COM ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS

UM MISTO DE ESTRATÉGIAS DE DUAS E TRÊS PARAGENS, COM UM FINAL EXCITANTE NO CIRCUITO DE MARINA BAY

 

 O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu um tático Grande Prémio de Singapura, que manteve o registo de entrada de Safety Car em todas as edições, na sequência de um acidente no arranque da grelha de partida e que influenciou a estratégia para um grupo de concorrentes. Singapura é uma corrida que a maioria dos pilotos vence desde a “pole”, e Rosberg continua com esta tradição rumo à liderança do campeonato.

Três pilotos aproveitaram a entrada do Safety Car para realizar um prematuro “Pit Stop”. A Red Bull foi a única equipe nos primeiros 10 que iniciaram com os pneus Supermacios. No entanto, Daniel Ricciardo não completou um turno mais longo que os seus rivais diretos, anulando a teórica vantagem de ser um composto com mais durabilidade.

Nas diversas fases da corrida, a estratégia da Mercedes com uma terceira paragem permitiu Lewis Hamilton ultrapassar o Ferrari de Kimi Raikkonen e obter o pódio. Ricciardo também realizou uma paragem tardia para colocar pneus Supermacios, proporcionando um final emocionante que por vezes ganhava mais de três segundos por volta a Rosberg. No entanto, o piloto da Mercedes controlou com a sua estratégia de duas paragens e assegurou mais uma vitória.

O Ferrari de Sebastian Vettel, iniciou dos ultimos lugares da grelha, mas batalhou ao longo da corrida para no final terminar em quinto, com uma estratégia Macio-Ultramacio-Ultramacio. Sergio Perez em Force India, adotou outra estratégia alternativa com o composto macio. O Mexicano iniciou a corrida com ultramacios, mas trocou para macios quando o safety Car se encontrava em pista, realizando apenas mais uma paragem para colocar macios e terminar nos pontos depois de iniciar de um recuado lugar na grelha, devido a uma penalização.

 

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “ Singapura continua como uma das

Corridas mais dificeis do ano para pilotos, carros e pneus. Tivemos uma situação que não é comum com a evoluçao do estado da pista, devido a uma significativa tempestade durante a noite. A partir do inicio da corrida, observámos diversas estratégias diferentes com as equipes a trabalhar com uma abordagem explicita para lutar pelos lugares do pódio. Um destaque particular para a recuperação de Sebastian Vettel que iniciou da ultima posição e foi ajudado por uma exclusiva e determinante estratégia, dominando no final com essa opção, graças a uma mistura de táticas relacionadas com as ambas trocas de pneus.

Melhores tempos do dia por composto:

Macio Supermacio Ultramacio

Primeiro VER 1m49.050s RIC 1m47.187s VET 1m47.345s

Segundo HAM 1m49.263s HAM 1m47.752s RAI 1m48.204s

Terceiro RAI 1m50.049s VER 1m49.720s SAI 1m50.532s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Macio Perez 36 voltas

Supermacio Kvyat 24 voltas

Ultramacio Wehrlein 24 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Antevimos que as três paragens seriam, teoricamente, a solução mais rápida para a corrida de 61 voltas. Nico Rosberg começou com ultramacio, trocou para ultramacio novamente na volta 16, e na volta 34 trocou para macio até ao final.

@F1 : @ItalianGp segundo a @Pirelli

GP ITALIA F1/2016 - MONZA (ITALIA) 04/09/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP ITALIA F1/2016 – MONZA (ITALIA) 04/09/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

PILOTO DA MERCEDES, NICO ROSBERG, VENCE EM MONZA COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM E PNEUS MACIOS-MÉDIOS

TODOS OS TRÊS COMPOSTOS FORAM UTILIZADOS NA CORRIDA NUM MISTO DE ESTRATÉGIAS DE UMA E DUAS PARAGENS

CAMPANHA PIRELLI DE TESTES DE PNEUS PARA 2017 REGRESSA ESTA SEMANA COM A FERRARI E A MERCEDES EM PISTA

 O piloto da Mercedes, Nico Rosberg, venceu o Grande Prémio de Itália ao partir em segundo lugar na grelha recorrendo à estratégia de uma paragem – que tem sido igualmente a estratégia vencedora em anos recentes – e começando com pneus P Zero macios amarelo, trocando posteriormente para P Zero médio a meio da corrida. O seu colega de equipa, Lewis Hamilton, terminou em segundo lugar com uma estratégia idêntica.

De facto, Rosberg e Hamilton foram os únicos pilotos que se qualificaram no Top 10 a começar a corrida com pneus macios, o que lhes deu a possibilidade de realizar um primeiro turno mais longo do que aqueles que optaram por supermacios. Este fator foi a chave “estratégica” na luta pelo pódio.

Como era esperado, foi observada uma grande variedade de estratégias de uma e duas paragens ao longo da corrida, com os dois Ferraris a seguir estilos de corrida idênticos: dois turnos iniciais com supermacios seguido de um turno com macios.

Daniel Ricciardo em Red Bull, optou pela estratégia alternativa de duas paragens, recorrendo aos pneus supermacios no fim da corrida de forma a atacar o piloto da Williams, Valtteri Bottas, com pneus macios. Outra estratégia alternativa foi a de Romain Grosjean: o único piloto a terminar a corrida com uma estratégia macios-supermacios.

Esteban Ocon em Manor, foi o único piloto a começar a corrida com pneus médios. Isto significa que, pela segunda corrida consecutiva, todos os três compostos nomeados marcaram presença na grelha de partida, assim como na meta, tendo apresentado uma excelente performance desde o inicio até à bandeira axadrezada.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “As estratégias tiveram um papel fulcral nesta corrida decorrida em casa, com uma partida excitante focada maioritariamente nas táticas de pneus. Embora o Lewis Hamilton tenha perdido a vantagem da pole position ao início, a estratégia de pneus significou o seu segundo lugar ainda antes da metade da corrida e a sua capacidade de o manter. A partir daí foi uma batalha estratégica pelo pódio entre os dois Ferraris. Antes do próximo Grande Prémio em Singapura, esta semana iremos trabalhar arduamente em Barcelona com a Ferrari e em Paul Ricard com a Mercedes a fim de dar continuidade aos testes de pneus para 2017.”

Os melhores tempos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio

Primeiro HAM 1m26.303s RAI 1m26.016s ALO 1m25.340s

Segundo ROS 1m26.599s VET 1m26.310s RIC 1m25.919s

Terceiro ERI 1m28.552s VER 1m26.405s BUT 1m26.354s

OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:

Médio Ocon 32 voltas

Macio Grosjean 28 voltas

Supermacio Grosjean 24 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Antevimos que as duas paragens seriam, teoricamente, a solução mais rápida (adotada pela Ferrari), mas a Mercedes conseguiu tornar a estratégia de uma paragem – a segunda solução mais rápida em papel – em vencedora. Rosberg seguiu o formato de uma paragem como era esperado, começando com macio e trocando para médio na 24ª volta.

@F1 : #EuropeanGP by #Pirelli

EuropaGP

NICO ROSBERG VENCEU NO GRANDE PRÉMIO INAUGURAL DE BAKU, USANDO UMA ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM COM SUPERMACIOS – MACIO

TEMPERATURAS MAIS ELEVADAS DO QUE AS ESPERADAS, OBRIGOU AS EQUIPAS A ALTERAR DE UMA, PARA DUAS PARAGENS

APESAR DA TEMPERATURA DO ASFALTO SER SUPERIOR A 50º, A DEGRADAÇÃO FOI BAIXA, COM UMA PEQUENA QUEBRA DA TEMPERATURA APÓS 1/3 DA CORRIDA

O excecional e primeiro Grande Prémio no Azerbeijão foi ganho por Nico Rosberg em Mercedes que saiu da primeira posição da grelha e apenas parou uma vez, trocando de composto Supermacio para Macio, nunca perdendo a liderança da corrida.

Os primeiros seis classificados iniciaram a corrida com os Supermacios e apenas pararam uma vez para trocar para o composto macio, entre a volta 8 e 21. Isto significa que os turnos com os pneus macios duraram até 43 voltas, como aconteceu neste caso com o Ferrari de Kimi Raikkonen. Este facto foi alcançado, apesar de um índice de desgaste mais elevado do que o esperado, devido às temperaturas mais quentes do que as observadas durante as sessões de treinos e qualificação.

O melhor classificado dos três pilotos que partiu da pole com pneus macios, foi Niko Hulkenberg em Force India, terminando na nona posição, após sair da 12ª posição da grelha. Hulkenberg parou apenas uma vez, enquanto Daniel Ricciardo em Red Bull foi o melhor com duas paragens, utilizando os três compostos nomeados para o Azerbeijão – Supermacios, Macios e Médios, tal como aconteceu com o seu companheiro de equipe, Max Verstappen.

Uma outra estratégia alternativa foi utilizada por Pascal Werhrlein, completando um longo turno inicial de 29 voltas com os pneus macios, trocando para Médios antes de abandonar. Pelo contrário, Kevin Magnussen em Renault, realizou um longo turno final de 46 voltas com o composto macio. Rio Haryanto em Manor realizou um turno ainda mais longo com 48 voltas.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “O Grande Prémio de Baku tem muitas surpresas, em primeiro lugar as temperaturas da pista superiores a 50º graus durante um terço da corrida, e muito pouca descida da mesma ao longo da prova. Em segundo lugar, a entrada esperada de Safety cars em pista nunca se materializou. Como esperado, o vencedor apenas realizou uma paragem, apesar das longas voltas e velocidades elevadas a par do elevado desgaste e baixa degradação. Observámos um número elevado de diferentes estratégias que estão a ser avaliadas, incluindo algumas com longos turnos mesmo com Supermacios, que foi fundamental para a vitória de Nico Rosberg neste circuito espetacular. ”

Médio Macio Supermacio

Primeiro Verstappen 1m 46.973s Rosberg 1m 46.485s Gutierrez 1m 47.563s

Segundo Ricciardo 1m 47.736s HamiIton 1m 46.822s Palmer 1m 47.583s

Terceiro Grosjean 1m 47.943s Perez 1m 46.990s Hulkenberg 1m 48.012s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

Composto Medio Verstappen 31 voltas

Composto Macio Haryanto 48 voltas

Composto Supermacio Hulkenberg 31voltas

A NOSSA PREVISÃO:

Previmos que a estratégia vencedora seria a opção de uma paragem, iniciando com Supermacio e trocar para Macio na volta 22. Rosberg, parou uma volta mais cedo do que o esparado.

#Formula1 : Sérgio Veiga analisa testes e possibilidades para 2016

Sergio Veiga @ foto escolha pessoal
Sergio Veiga @ foto escolha pessoal

A poucos dias do inicio de mais uma nova temporada de F1 fomos ouvir a opinião do jornalista Sergio Veiga.

Assim inicialmente ficamos com uma ideia do que tem sido a carreira de Sergio , com alguns dos seus destaques , nomeadamente o fim de semana de 1 de Maio de 1994.

Na parte final e antes de falarmos sobre 2016 , ficamos a conhecer a mais recente aposta do jornalista : o site F1Flash.com

Sobre 2016 e depois dos testes de Barcelona fica a certeza que este ano vai voltar a ter a Mercedes como protagonista , embora existam outros destaques quem merecem a nossa atenção .

Apreciação particular merecem a McLaren , Manor , Pascal Werlhein e Ryo Harianto e nova regulamentação para a qualificação de Gps.

Em suma: F1 em destaque , numa entrevista que não devem perder por nada!

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@F1 : Análise a 2015 com José Miguel Barros que encerra um ciclo iniciado em 1972

José Miguel Barros
José Miguel Barros

Final de temporada , ocasião para um balanço do que se pôde assistir a nível de F1 em 2015.

Assim convidámos mais uma vez o comentador para a F1 na Sporttv para uma apreciação sobre mais uma temporada fantástica de uma modalidade que atrai muitas pessoas a uma escala global.

Oportunidade para percebermos o domínio da equipa Mercedes e os seus pilotos mas também a reacção da oposição encabeçado pela Ferrari , que alcançou 3 vitorias.

No final percebemos as escolhas de JMB no que toca a piloto , equipa , corrida e rookie do ano.

No final percebemos que com o final desta temporada encerra-se um ciclo na vida profissional de José Miguel Barros iniciada em 1972 , deixando de ser comentador activo para ser mais apreciador e pontualmente deixar a opinião quando para tal for solicitado , como aconteceu neste exclusivo 16Válvulas.

Ficam os nosso agradecimentos por ter partilhado os seus vastos conhecimentos , JMB!

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#Formula1 : #16ValvulasEntrevista Jorge Girão do #SportMotores.com com antevisão de 2015

 

Jorge Girão @foto escolha pessoal
Jorge Girão @foto escolha pessoal

A pouco menos de uma semana do inicio da Temporada de 2015 da Fórmula1 , fomos ouvir Jorge Girão do site SportMotores.com sobre as suas expectativas para esta nova época.

Assim nos próximos minutos vão poder ouvir o que Jorge pensa a propósito dos Construtores , pilotos e no final ficaram as apostas sobre os Campeões 2015.

Em suma: Mais uma antevisão que não devem perder por nada!

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