@F1 : @MalaysianGp segundo a @HaasF1Team

 

Grande Prémio da Malásia: Resumo da Corrida

Evento: Grande Prémio da Malásia (16º round de 21)

Data: Domingo, 2 de Outubro

Local: Sepang International Circuit, em Kuala Lumpur

Layout: 5,543 quilómetros, circuito de 15 curvas

Condições climatéricas: Sol, 34ºC

Vencedor: Daniel Ricciardo da Red Bull

Haas F1 Team:

Esteban Gutiérrez – Arrancou de 13º, abandonou (problemas mecânicos, completou 40/56 voltas)

Romain Grosjean – Arrancou de 12º, abandonou (acidente, completou 8/56 voltas)

O Grande Prémio da Malásia, que se disputou este domingo no Sepang International Circuit, situado em Kuala Lumpur, provou ser um desafio frustrante para a Haas F1 Team, uma vez que os seus pilotos, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean, não terminaram a prova.

Gutiérrez arrancou do décimo terceiro lugar entre um pelotão de vinte e dois carros, mas sofreu um furo no pneu traseiro/direito, depois do toque protagonizado pelo Ferrari de Sebastian Vettel e o Mercedes do líder do Campeonato de Pilotos, Nico Rosberg. O contacto enviou para um pião o carro de Rosberg e espalhou pedaços de carbono pela pista.

O pneu no VF-16 de Gutiérrez não era mais que uma carcaça enquanto ele regressava sofregamente até às boxes para que lhe mudassem o pneu durante um período de Safety-Car Virtual (VSC – Virtual Safety Car). Um jogo usado de pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio foi montado no carro de Gutiérrez, regressando à pista para a corrida de cinquenta e seis voltas ao circuito de 5,543 quilómetros e quinze curvas no vigésimo lugar.

Grosjean, entretanto, ganhou vantagem com a confusão espoletada por Vettel e Rosberg e subiu três posições na classificação, avançando de décimo segundo para nono. Quando o Safety-Car Virtual terminou, Grosjean envolveu-se numa luta intensa com o McLaren de Fernando Alonso. Grosjean manteve o bicampeão mundial no seu encalço durante diversas voltas, até que Alonso passou Grosjean na sexta volta, subindo ao nono lugar.

A rodar no décimo lugar com o Toro Rosso de Carlos Sainz no seu encalço a menos de um segundo, Grosjean apontou os seus objectivos para manter o décimo posto e ganhar mais um ponto para a Haas F1 Team. Mas na nona volta essas aspirações rapidamente se evaporaram.

Quando Grosjean aplicou os travões para reduzir a velocidade do seu VF-16, depois de ter realizado a recta da meta rumo à apertada primeira curva, o seu pedal foi ao fundo. O carro atravessou-se de um lado para o outro, bloqueando as rodas, e enviou Grosjean para fora da pista e para dentro da escapatória de gravilha. Ele saiu do seu carro sem problemas físicos, mas bastante insatisfeito.

As coisas foram de mal a pior na quadragésima primeira volta quando Gutiérrez perdeu a sua roda dianteira/esquerda na pequena recta que vai até a Curva 9. Gutiérrez parqueou com segurança o seu VF-16 imediatamente. Depois de sair do seu carro, juntou-se ao seu colega de equipa no paddock.

Na frente da corrida, era a Red Bull que levava a melhor, assegurando uma dobradinha no Grande Prémio da Malásia. Daniel Ricciardo liderou a ofensiva, terminando com uma vantagem de 2,443s para o seu colega de equipa, Max Verstappen. Foi a quarta vitória na carreira de Fórmula 1 de Ricciardo, a sua primeira na temporada e em Sepang.

A luta entre os pilotos da Mercedes, Rosberg e Lewis Hamilton, sofreu mais um episódio dramático, quando Hamilton sofreu um problema de motor terminal na quadragésima primeira volta. A sua desistência combinada com o terceiro lugar de Rosberg oferece a este uma vantagem de vinte e três pontos quando faltam cinco corridas para terminar a temporada.

Com dezasseis dos vinte e um rounds da temporada de Fórmula 1 disputados, a Haas F1 Team permanece no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com vinte e oito pontos. A equipa americana manteve a diferença de dezanove pontos para a Toro Rosso, a sétima classificada, ao passo que a Renault, que está no nono posto, reduziu a sua desvantagem para vinte graças ao ponto marcado por Jolyon Palmer, que terminou em décimo.

O próximo evento é o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka no próximo dia 9 de Outubro.

“Tivemos uma falha de travões. Não sei ainda o que aconteceu, mas o pedal foi ao fundo e tive que evitar o carro que estava à minha frente. Os nossos dados não deram qualquer aviso. É uma pena. Tivemos uma boa primeira volta e estávamos de olho nos pontos, dado que estávamos a rodar entre os dez primeiros. As coisas não correram muito bem. Estava a lutar como Fernando (Alonso). Ele tinha potência, era difícil mantê-lo atrás de mim. Depois tentei manter o ritmo dele. O plano era manter os pneus vivos durante algum tempo. Infelizmente não chegámos a esse ponto.”

“Hoje tivemos um grande arranque. Tudo correu muito bem até à primeira curva, infelizmente, sofri um furo no meu pneu traseiro/direito, quando o Kevin (Magnussen) me tocou por trás. Tive então que vir para a boxe. O fundo plano estava danificado e quando regressei à pista estava ter que lutar bastante, dar o máximo para recuperar lugares, mas o carro não estava fácil de pilotar. Tivemos que abandonar depois da minha segunda paragem nas boxes devido a um problema mecânico. No geral, foi um fim-de-semana muito desapontante, mas temos que nos manter concentrados e manter o ritmo agora que vamos para o Japão.”

“Depois de termos visto a luz ao fundo do túnel, depois da qualificação de ontem, quando penso que realizámos um bom trabalho, hoje tudo se tornou escuro novamente. Não sei o que aconteceu com os dois carros. Um teve um problema de travões e o outro, obviamente, perdeu uma roda. Teremos que verificar o que realmente falhou nos travões do carro do Romain. Perdemos uma roda no carro do Esteban, mas ainda não sabemos porquê. A troca de pneus pareceu ter corrido bem e ele saiu. Temos que perceber se foi alguma peça que falhou ou se a roda não ficou bem apertada, mas ainda não sabemos. Obviamente, agora vamos para o Japão. Vamos tentar colocar-nos numa melhor posição, novamente.”

O décimo sétimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016 é o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka. Os treinos-livres iniciam-se no dia 7 de Outubro , seguindo-se a qualificação a 8 e a corrida a 9.

@F1 : #16ValvulasEntrevista o jornalista Luis Vasconcelos sobre o momento competitivo na modalidade

Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial
Luis Vasconcelos@ foto Facebook oficial

Ocasião única de análise ao momento competitivo da F1 em 2016 , com o prestigiado jornalista Luis Vasconcelos.

Assim o unico jornalista português presente no Mundial de F1 por esse mundo fora começa por abordar a equipa que lidera o Mundial de construtores e cujos pilotos lideram o Mundial de Pilotos , a Mercedes.

Assim podemos verificar alguns aspectos como p.e as hipoteses de Lewis Hamilton e Nico Rosberg no que à conquista do título diz respeito , bem como aborda o a curiosa expressão de Paddy Lowe no final do Gp de Singapura em disse que a Mercedes não teve problemas de travões!!!

De seguida partimos para a análise à RedBull e com minutos dedicados à quebra de resultados de Max Verstappen e o 3º lugar de Daniel Ricciardo no Mundial.Oiçam a opinião de Luis sobre a influência de Jos Verstappen e a sua presença nas boxes da RedBull.

Logo depois um espaço dedicado à Ferrari e à sua “italianização” , com as consequências que daí se tiram.

No fim ficaram as historias deliciosas sobre a “luta quente” McLaren-Honda com episodio importante na Motorhome da equipa. As coisas estão mesmo ao rubro!

Terminámos com a certeza de quem vai substituir Felipe Massa na Williams: Lance Stroll.

Em suma : são 40 minutos de puro deleite a ouvir Luis Vasconcelos. Não podem perder por nada!

Cliquem AQUI para ouvirem e subscreverem o Podcast do 16Válvulas

@F1 : @BritishGp by @Pirelli

GP GRAN BRETAGNA F1/2016 - SILVERSTONE (GRAN BRETAGNA) 08/07/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP GRAN BRETAGNA F1/2016 – SILVERSTONE (GRAN BRETAGNA) 08/07/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

A CORRIDA COMEÇOU COM UM SAFETY CAR EM PISO MOLHADO APÓS CHUVA TORRENCIAL ANTES DA PARTIDA.

PNEUS CINTURATO DE CHUVA E INTERMÉDIOS, ASSIM COMO PNEUS P ZERO SLICK, UTILIZADOS NUM DOS CIRCUITOS MAIS EXIGENTES DO ANO

O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, venceu o Grande Prémio da sua terra natal pela quarta vez, utilizando três compostos Pirelli diferentes. O Grande Prémio de Inglaterra foi surpreendido por chuva torrencial 15 minutos antes do início da corrida, o que significou que a partida decorreu atrás de um safety car com todos os carros equipados com pneus de chuva Cinturato Blue.

Quando o safety car, saiu de pista após cinco voltas, diversos pilotos alternaram de imediato para pneus intermédios Cinturato Green, enquanto os líderes usufruíram da vantagem de um safety car virtual para trocar para intermédios pouco tempo depois.

O ponto de transição – quando é mais rápido alterar para pneus slock ao invés de manter os intermédios – foi escolhido pela maioria das equipas desde a 15ª volta (quando Sebastian Vettel, da Ferrari, foi o primeiro a parar) até à 18ª volta de 52. O tempo nas pit stops tornou-se crucial, dada a oportunidade de ganhar mais tempo ao utilizar o tipo de pneu certo na altura certa. Com o início da corrida a decorrer sob condições húmidas, cessou a obrigação de correr com, pelo menos, dois compostos.

Invulgarmente, a meio da corrida foi curioso verificar que todos os pilotos optaram exatamente pelo mesmo padrão de pneus: de chuva, intermédio, seguidos de médios. A maioria dos pilotos correu com médio até ao final da corrida, tornando-a numa prova de duas paragens. Esta estratégia foi adotada pelo Top-10 final, com cerca de 10 segundos a separar o Top-3 até à meta. O piloto com três paragens mais bem posicionado foi Felipe Massa, da Williams, que fez uma última troca para pneus macios.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “A longa ameaça de chuva finalmente materializou-se momentos antes do início da corrida, o que claramente alterou por completo o seu desenho e a estratégia de utilização de pneus, especialmente dado o longo período em pista do safety car. Como resultado, tivemos um circuito com piso molhado, com todos os pilotos a transitar progressivamente de pneus de chuva para intermédios e Slick: o “timing” dessas paragens foi crucial. Foi uma batalha renhida até ao fim pelos lugares do pódio numa corrida que apresentou a variedade de condições e de meteorologia pelo qual a Inglaterra é conhecida, mas todos os pilotos foram capazes de lutar e de cruzar a bandeira axadrezada.”

Médio Macio Chuva Intermédio

Primeiro Ros 1m35.548s Mas 1m36.141s Ham 1m56.218s Ves 1m47.479s

Segundo Alo 1m35.669s Mag 1m37.619s Ros 1m58.586s Ham 1m50.649s

Terceiro Ham 1m35.771s Ves 1m59.064s Ric 1m51.040s

STINT MAIS LONGO DA CORRIDA:

Médio Vettel 37(voltas)

Macio Massa 17(voltas)

Chuva Rosberg,Ericsson, Perez, Nasr, Verstappen, Hamilton 7(voltas)

Intermédio Alonso, Magnussen, Gutierrez, Hulkenberg,Sainz 12(voltas)

A NOSSA PREVISÃO: A chuva significou uma alteração brusca das estratégias e os pilotos tiveram de reagir às alterações nas condições do circuito à medida que o piso foi secando. Hamilton liderou desde o início e parou à 7ª volta para alterar para intermédios, e na 17ª para pneus médios.

@F1 : #AustrianGP by @PIRELLI

GP AUSTRIA F1/2016 - SPIELBERG (AUSTRIA) 03/07/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP AUSTRIA F1/2016 – SPIELBERG (AUSTRIA) 03/07/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

UMA CORRIDA PLENA DE AÇÃO NA ÁUSTRIA, EM QUE UMA ESTRATÉGIA COM DUAS PARAGENS RESULTA NA VITÓRIA DE LEWIS HAMILTON

TEMPERATURAS MAIS BAIXAS QUE O ESPERADO PROVOCAM UM MENOR DESGASTE NOS PNEUS

O INCIDENTE COM O PNEU DE SEBASTIAN VETTEL

SOB INVESTIGAÇÃO

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, utilizando uma estratégia de duas paragens, venceu o Grande Prémio da Áustria desde a Pole, após uma emocionante corrida em que disputou com o seu companheiro de equipa (Nico Rosberg) a liderança ao longo da ultima volta.

Inicialmente, Rosberg aproveitou a sua paragem nas boxes e respectiva estratégia para melhorar a sua posição na corrida, a alguns pilotos incluindo o seu companheiro de equipe (que partiu da pole), para liderar a corrida. Mas, Hamilton contrariou com um final emocionante, com Nico Rosberg a terminar em quarto após terem tocado na última volta.

Na Áustria, em comparação com as sessões anteriores, no inicio da corrida as temperaturas ambientais e da pista foram consideravelmente mais frias, com 16 e 24 graus, respectivamente. Este facto, resultou num decréscimo do desgaste e respetiva degradação, embora a estratégia fosse condicionada pela entrada do Safety Car, onde as equipes aproveitaram para fazer uma troca de pneus sem perda signicativa de posições na corrida.

A Ferrari e a Red Bull adotaram uma estratégia diferente da maioria dos pilotos da frente, iniciando a corrida com Supermacios ao invés dos Ultramacios que foram a opção dos outros 10 primeiros classificados – sendo mais rápidos em cerca de meio segundo. No entanto, durante o primeiro e um longo turno, Sebastian Vettel em Ferrari sofreu um problema no pneu. As circustancias exatas ainda se encontram em investigação, juntamente com a Ferrari, presume-se ser um incidente isolado, uma vez que não existem problemas semelhantes com outros pilotos.

No final das paragens nas boxes, houve uma disputa entres ambos os pilotos da Mercedes e o Red Bull de Max Verstappen, que realizou menos uma paragem que Rosberg e Hamilton. Estes, estiveram separados por menos de um segundo rumo à bandeira de xadrez, fazendo desta corrida uma das mais memoráveis corridas da época.

Paul Hembery, Diretor Pirelli Motosport: “ Estamos a investigar com a Ferrari o incidente no carro de Sebastian Vettel, com o objectivo de descobrir a causa. A estratégia dos pneus provou ser crucial para o Grande Prémio da Àustria, com um número de diferentes estratégias e uma disputa no final ao longo da ultima volta. As equipes chegaram ao fim de semana com pouca informação acerca dos pneus de acordo com as sessões de treinos livres e qualificação, como resultado a avaliar qual a melhor estratégia de extrair a máxima vantagem a partir de uma mudança nas circunstancias da corrida. ”

Macio Supermacio Ultramacio

Primeiro HamiIton 1m 08.411s Rosberg 1m 08.411s Ricciardo 1m 08.770s

Segundo Raikkonen 1m 08.876s Massa 1m 09.899s Hulkenberg 1m 10.309s

Terceiro Rosberg 1m 08.955s Bottas 1m 10.210s HamiIton 1m 11.180s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

Composto Macio Raikkonen 42 voltas

Composto Macio Grosjean 42 voltas

Composto Macio Button 42 voltas

Composto Macio Verstappen 42 voltas

Composto Macio Sainz J 42 voltas

Composto Macio Wehrlein 42 voltas

Composto Supermacio Nasr 27 voltas

Composto Ultramacio Hamilton 21 voltas

A NOSSA PREVISÃO:

Previmos que a estratégia vencedora seria a opção de duas paragens, com Ultramacio-Macio-Macio. No entanto, a entrada do Safety car no incidente do Vettel afetou esta previsão, juntamente com as temperaturas mais frias de acordo com a nossa previsão. Hamilton parou duas vezes no final, nas voltas 21 e 54.

@F1 : #CanadaGp by @Pirelli

GP CANADA F1/2016 - MONTREAL 12/06/16 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP CANADA F1/2016 – MONTREAL 12/06/16
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

LEWIS HAMILTON REIVINDICA A VITÓRIA A PARTIR DA POLE COM A ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM, ATRASANDO SEBASTIAN VETTEL PARA DUAS PARAGENS

COM AS CONDIÇÕES MAIS FRIAS DA HISTÓRIA RECENTE, DISTINTAS ESTRATÉGIAS AJUDARAM OS PILOTOS A AVANÇAR EM PISTA

A VOLTA MAIS RÁPIDA DA CORRIDA FOI FEITA COM PNEUS MACIOS E FOI 1.4S MAIS RÁPIDA DO QUE A DE 2015, REALIZADA COM SUPERMACIOS

 O Grande Prémio do Canadá realizou-se numas das condições mais frias registadas recentemente num fim-de-semana de corrida, com temperaturas em pista de apenas 20 graus centígrados, relevando assim a importância do aquecimento dos pneus e da manutenção. Houve uma grande variedade de estratégias de uma e duas paragens, com o “polesitter” Lewis Hamilton a parar apenas uma vez com o seu Mercedes, mas atrasando o Ferrari de Sebastian Vettel, que parou duas vezes, tendo este ultrapassado Hamilton na linha de partida para a liderança na primeira curva.

Hamilton fez a sua única paragem na volta 24, ressurgindo em segundo lugar atrás de Vettel. Após Vettel ter feito a sua segunda paragem, ficou com um défice de seis segundos para compensar e tentar apanhar Hamilton em 33 voltas, usando pneus macios que eram 13 voltas mais novos do que os usados no Mercedes.

Apesar das condições frias, Nico Rosberg estabeleceu a volta mais rápida da corrida com pneus macios, a 10 voltas do fim, conduzindo o seu Mercedes 1.4 segundos mais rapidamente do que a volta de 2015, realizada com supermacios.

Valtteri Bottas alcançou o primeiro pódio da temporada para a Williams ao recorrer a uma estratégia semelhante à de Hamilton, enquanto o restante top 10 parou duas vezes, após começar com supermacios – o composto mais rápido em cerca de 0.6s por volta.

Uma estratégia alternativa foi utilizada por Sergio Perez, da Force India, que começou com pneus macios e completou um primeiro longo stint de 31 voltas antes de fazer a sua única paragem para trocar para supermacios. A subida mais impressionante da tabela pertenceu a Carlos Sainz, da Toro Rosso, que aplicou a estratégia de duas paragens (terminando a corrida com os velozes ultramacios) para terminar em nono, após ter iniciado em 20º na grelha.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “Graças às diferentes estratégias de corrida, contemplámos um final de honra, com Vettel e as suas duas paragens a aproximar-se de Hamilton, que parou apenas uma vez. Baixas temperaturas em pista tornaram crucial a manutenção dos pneus, com algumas equipas a alterar também as estratégias quando se tornou claro que essa seria mais rápida. A maioria dos pilotos efetivamente parou duas vezes, quando comparado com a corrida de uma paragem do ano passado no Canadá. A chave para fazer o trabalho de uma paragem foi controlar os pneus o mais eficazmente possível, o que Hamilton e Bottas fizeram brilhantemente.”

Macio Supermacio Ultramacio

Primeiro VES 1m16.319s VET 1m17.143s ROS 1m15.599s

Segundo SAI 1m16.578s RAI 1m17.932s HAM 1m15.981s

Terceiro KVY 1m16.942s PER 1m18.427s VET 1m16.297s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

Composto Macio Alonso 52 voltas

Composto Supermacio Vettel 26 voltas

Composto Ultramacio Magnussen 29 voltas

A NOSSA PREVISÃO: Prevemos que a estratégia de uma paragem seria a melhor opção para esta corrida pelo curso normal dos eventos, começando com ultramacio e trocando para macio na volta 25. Hamilton seguiu a nossa estratégia quase exatamente como previsto, parando na volta 24.

@F1 : #MaxVerstappen vence #SpanishGP , by #Pirelli

BARCELLONA (SPAGNA) - 15/05/16 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
BARCELLONA (SPAGNA) – 15/05/16
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS AJUDA MAX VERSTAPPEN A TORNAR-SE O MAIS JOVEM VENCEDOR NA HISTÓRIA DA F1

FERRARI E RED BULL DISPUTAM A VITÓRIA COM DIFERENTES ESTRATÉGIAS NUMA BATALHA ATÉ AO FIM

A MAIOR PARTE DOS PILOTOS OPTOU POR DUAS PARAGENS, COM VETTEL NA TERCEIRA POSIÇÃO A SER O MELHOR CLASSIFICADO COM TRÊS PARAGENS

A estratégia foi primordial no Grande Prémio de Espanha, com o resultado final indefenido até à ultima curva do final da corrida, em que os protagonistas da prova adotaram diferentes estratégias nas opções das trocas de pneus. No final, Max Verstappen tornou-se no mais jovem vencedor de um grande prémio, na sua estreia na Red Bull, terminando a prova com um jogo de pneus que realizou 32 voltas, uma volta a mais do que Kimi Raikkonen em Ferrari que terminou no segundo posto. Ambos, Ferrari e Red Bull, dividiram as estratégias com cada equipa a parar duas vezes com um carro e três vezes com o outro. Todos os três compostos (duro/médio/macio), foram utilizados ao longo das 66 voltas do grande prémio, com uma longa disputa entre a Ferrari e a Red Bull, onde a gestão dos pneus foi a “chave” essencial para o sucesso. Quatro pilotos ainda estavam na disputa pela vitória a caminho da ultima volta, quando Daniel Ricciardo foi afetado por um furo lento, eventualmente provocado por detritos.

Agora, as equipes de Fórmula Um permanecem em Barcelona para o primeiro teste da época, que será entre terça e quarta-feira. Os pneus que vão ser utilizados serão os mesmos compostos de 2016 e usados desde o principio do ano, escolhidos por cada equipe e para o fim especifico. Algumas equipes vão utilizar os pilotos mais jovens.

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ Foi uma batalha estratégica complexa até ao fim, com a disputa do poder entre a Red Bull e a Ferrari, tal como as táticas utilizadas volta a volta. O resultado foi uma corrida fascinante e imprevisível desde o inicio até à bandeira de xadrez, tornando-a um dos melhores eventos do ano. Ao longo das ultimas 10 voltas, os pilotos tiveram que gerir os pneus de forma a manter o mesmo desempenho até ao fim, acrescentando ainda mais emoção a toda a ação. Foi o tipo de corrida que esperávamos com a nossa atual gama de compostos e sob os novos regulamentos de pneus. Hoje, assistimos a que se fizesse história na Formula Um, com o vencedor mais jovem de sempre no desporto, e nós sentimo-nos orgulhosos por contribuir para isso. ”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Duro Médio Macio
Primeiro PAL 1m29.779s VET 1m27.974s KVY 1m26.948s
Segundo
MAG 1m30.348s
RIC 1m28.209s
VET 1m28.137s
Terceiro
RAI 1m28.538s
MAG 1m28.716s

Os maiores turnos da corrida por composto:

Duro Palmer 32 (voltas)
Médio Gutierrez 35
Macio Grosjean 19

Previsão Pirelli: A nossa previsão era uma estratégia com duas paragens, iniciando com o composto macio, novamente para macio na volta 20 e trocar para médio na volta 40. Verstappen adotou uma estratégia com duas paragens, utilizando Macio-médio-médio, trocou nas voltas 12 e 34.

@F1 : #RusGp by @Pirelli

SOCHI (RUSSIA) - 01/05/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
SOCHI (RUSSIA) – 01/05/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

ROSBERG RECORRE À ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM PARA VENCER O 100º GRANDE PRÉMIO DA PIRELLI DESDE O SEU REGRESSO À FÓRMULA 1 EM 2011

ESTRATÉGIA ALTERNATIVA PARA OS PILOTOS DA RED BULL QUE MUDARAM PARA MÉDIO DURANTE UMA PASSAGEM ANTECIPADA DO SAFETY CAR

A PARAGEM ÚNICA É A TÁTICA FAVORITA: MASSA É O MAIS BEM POSICIONADO COM DUAS PARAGENS EM QUINTO LUGAR

Nico Rosberg prosseguiu a sua onda de vitórias (começou em 2015 com o GP do México) ao vencer desde a pole em Sochi, iniciando com pneus Supermacios e alternando depois para Macios na volta 21. Em segundo lugar ficou o seu colega de equipa Lewis Hamilton, que usou a mesma estratégia para subir oito posições partindo em 10º na grelha: o resultado de um problema técnico antes da Q3.

A maioria dos pilotos usou a estratégia de uma paragem Supermacio-Macio, mas uma alternativa tática foi utilizada por ambos os pilotos da Red Bull, que foram apanhados num incidente ao início que causou um antecipado safety car, o que influenciou a estratégia. Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat trocaram para pneus Médios, com Kvyat a completar mais de 50 voltas com este composto e a terminar a 15 posições do último lugar, apesar da penalização de 10 segundos.

Uma diferente estratégia alternativa foi adotada por Sergio Perez da Force India, que utilizou pneus Macios na primeira volta sob circunstâncias semelhantes e posteriormente trocou uma vez mais para Macios usados a apenas 20 voltas do fim. Perez terminou nos pontos, mas não foi o piloto com duas paragens mais bem posicionado: esse foi Felipe Massa, da Williams, em quinto, que completou o último turno com Supermacios. Apenas seis pilotos pararam duas vezes, com todos os restantes a parar apenas uma.

Após um dia bastante fresco, as temperaturas durante a corrida foram muito quentes.

Paul Hembery, Diretor de Motosport da Pirelli: “A antecipação do safety car acrescentou uma dimensão interessante à corrida, com um número de pilotos a recorrer a uma estratégia alternativa. No fim, Daniil Kvyat completou uma inteira distância de corrida com composto Médio, numa era em que há mais carga a passar pelos pneus do que alguma vez houve na história da Fórmula 1. Vimos também outras estratégias diferentes: Fernando Alonso, Kevin Magnussen e Romain Grosjean conseguiram maximizar as suas oportunidades com a estratégia de uma paragem para subir diversos lugares quando comparados com as suas posições na grelha. Falando na generalidade, a estratégia de uma paragem foi a fórmula certa como prevemos, com o mínimo desgaste e degradação em todos os três compostos. Este foi o 100º Grande Prémio da Pirelli desde que regressámos à Fórmula 1 em 2011.”

OS TEMPOS MAIS RÁPIDOS DO DIA POR COMPOSTO:

Médio Macio Supermacio
Primeiro KVY 1m42.344s ROS 1m39.094s MAS 1m39.743s
Segundo GUT 1m42.378s RAI 1m40.101s ROS 1m41.364s
Terceiro RIC 1m43.538s HAM 1m40.266s WEH 1m41.907s

TURNO MAIS LONGO DA CORRIDA:

Médio Kvyat 51 (voltas)

Macio Sainz 41

Supermacio Ericsson 27

A NOSSA PREVISÃO: Prevemos que a estratégia de uma paragem iria ser a melhor opção antes da corrida de 53 voltas, começando com Supermacio e alternando para Macio ao parar na volta 18. Isto foi exatamente o que Rosberg fez, mas com a ajuda do safety car antecipado aumentou o primeiro turno para 21 voltas.

@F1 : #ChinaGp – análise by #Pirelli

SHANGHAI (CINA) - 17/04/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
SHANGHAI (CINA) – 17/04/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

O piloto da Mercedes Nico Rosberg, obteve a vitória a partir da pole, utilizando uma estratégia de duas paragens no G.P. da China, sendo uma das corridas com mais ação e disputada do ano. A maioria dos pliotos optou pela estratégia com três paragens, no entanto referente a este tema houve diversas variantes. Rosberg venceu, utilizando uma estratégia de duas paragens com os compostos (macio/macio/médio), igual estratégia utilizada pelo Felipe Massa em Williams que terminou na sexta posição. Uma estratégia muito diferente foi usada pelo piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, que obteve a sétima posição, atrás de Massa, e apesar de parar cinco vezes deviddo a “pit Stop´s” e depois de começar a prova de trás, devido a um problema técnico na sessão de qualificação. No total, houve 13 pilotos que utilizaram os três compostos disponíveis, numa forte demonstração de como os novos regulamentos de pneus, contribuíram para que diversas táticas e estratégias sejam possiveis durante um grande prémio.

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ A maioria das equipes que vieram até ao Grande Prémio da China, o qual tivemos o prazer de patrocinar este ano, e que não secou muito como elas gostariam. Como resultado, as previsões das estratégias foram mais dificeis, mas a Mercedes e Rosberg realizaram exatamente as melhores opções após iniciar com o pneu de composto macio. Isto demonstra realmente, como a estratégia começa antes das sessões de qualificação. Xangai é um dos circuitos mais exigentes do ano, mas a vitória de Nico Rosberg foi alcançada apenas com duas paragens. No lugares seguintes, uma variedade de diferentes estratégias foram utilizadas, sublinhando como as equipas estão a utilizar a opção de usar os três compostos com grande regularidade. ”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio
Primeiro
ROS 1m40.418s
VES 1m40.399s
HUL 1m39.824s
Segundo
HAM 1m40.662s
ROS 1m40.580s
GRO 1m39.923s
Terceiro
RIC 1m41.015s
NAS 1m40.582s
BUT 1m40.298s

Os maiores turnos da corrida por composto:

Médio Perez 28 (voltas)
Macio Vettel 21
Supermacio Vettel 13

Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com três paragens, iniciando com o composto supermacio e trocar para o macio nas voltas 11, 26 e 41. No entanto, pensámos que seria interessante que Rosberg iniciasse com o composto macio, novamente para macio nas voltas 16 e 31 e para o ultimo turno, na volta 46 , colocar supermacio. No final, apenas parou duas vezes, trocou para macio na volta 16 e trocou para médio na volta 39.

@F1 : #BahreinGp segundo a @Pirelli

SAKHIR (BAHRAIN) - 03/04/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
SAKHIR (BAHRAIN) – 03/04/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

NICO ROSBERG OBTÉM A QUINTA VITÓRIA CONSECUTIVA E AUMENTA A LIDERANÇA DO CAMPEONATO COM UMA ESTRATÉGIA DE TRÊS PARAGENS

NOVE ESTRATÉGIAS DISTINTAS NOS DEZ PRIMEIROS CLASSIFICADOS

FELIPE MASSA NA OITAVA POSIÇÃO, FOI O MELHOR COM DUAS PARAGENS

Sakhir, 3 de Abril de 2016 – O piloto da Mercedes Nico Rosberg, obteve duas vitórias em duas corridas na presente época, utilizando uma estratégia com três paragens no circuito do Bahrain, em que alternou os turnos com os compostos P Zero Red (Supermacio) com o P Zero Yellow (Macio). Mesma estratégia utilizada por Kimi Raikkonen que obteve a segunda posição. Lewis Hamilton, após uma pequena colisão no inicio da corrida, terminou no terceiro lugar e adotou uma estratégia com a colocação do composto médio no seu segundo turno. No total houve nove estratégias diferentes utilizadas pelos dez primeiros classificados, incluindo o Filipe Massa em Williams com apenas duas paragens.

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ Ainda estamos na segunda corrida de 2016 com o novo regulamento de pneus, mas já assistimos a uma grande variedade de estratégias, como em particular observámos ao longo deste fim de semana. A estratégia de pneus começou desde logo na qualificação, tal como vimos o Romain Grosjean fazer apartir da grelha de partida para marcar e obter mais pontos. O Nico Rosberg e o Kimi Raikkonen terminaram com uma diferença de 10 segundos no final, usando rigorosamente a mesma estratégia. Como assim, o desempenho dos compostos mais macios e a adaptabilidade do produto foi demonstrada por Filipe Massa, que completou a corrida com apenas duas paragens, apesar do elevado desgaste e respetiva degradação que estão tradicionalmente associados ao circuito de Sakhir. ”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio
Primeiro Ricciardo 1:36.064 Rosberg 1:34.482 Hamilton 1:34.721
Segundo Hamilton 1:37.076 Hamilton 1:34.677 Hulkenberg 1:35.188
Terceiro Massa 1:37.560 Raikkonen 1:35.158 Nasr 1:35.360

Os maiores turnos da corrida por composto:

Médio Ericsson e Massa 27 (voltas)
Macio Perez 23
Supermacio Perez 19

Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com três paragens, iniciando com o composto supermacio e trocar para o macio nas voltas 14, 29 e 43. Rosberg parou nas voltas 13, 30 e 39, mas em vez de utilizar o supermacio no inicio e os três turnos seguintes com o macio, utilizou o supermacio e o macio em turnos alternados.

 

Mais informações: visite a nossa nova página de WEB, atualizada regularmente com artigos especificos, noticias e crónicas. Mais informação em:

http://www.pirelli.com/global/en-ww/bahrain-2016-race

Outro P Zero estará em ação na próxima semana. Segue o lançamento nas redes sociais da Pirelli do mais recente pneu P Zero no Estoril ( que recebeu o ultimo grande prémio em 1996, exatamente à 20 anos atrás).

@F1 – Análise a #2016 e ao #AusGp com José Miguel Barros

José Miguel Barros
José Miguel Barros

Aproveitando a realização do GP de abertura da temporada de 2016 da F1 fomos recuperar uma tradição 16Válvulas: ouvir José Miguel Barros sobre a mesma.

Assim nos próximos minutos vão poder ficar a conhecer a opinião sobre algumas das mudanças regulamentares para esta época bem como as possibilidades que se abrem a nível competitivo.

Oportunidade ainda para falarmos sobre o GP da Australia , abordando alguns aspectos como a segurança actual e futura dos monolugares , bem como a influência da bandeira vermelha no desenrolar da prova e no seu resultado final.

No final ouvimos a opinião de José Miguel Barros sobre o que esperar do próximo GP no Bahrein.

Em suma: mais uma grande entrevista com o Sr F1 e que não deve perder por nada!

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e

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