#Doa especial de #F1 e #moto2 , com Duarte Cancella de Abreu

DCA @ foto escolha pessoal
DCA @ foto escolha pessoal

 

Numa altura em que a F1 e o MotoGp regressam porque não também fazer regressar Duarte Cancella de Abreu e a suas Crónicas aqui no 16Válvulas?

Assim neste Doa a Quem D(u)er especial abordámos as possibilidades para a nova temporada de F1 , numa altura em que já se disputaram os treinos livres e onde Lewis Hamilton se revelou o mais rápido.

Tema muito analisado foi também a Moto2 , modalidade do Mundial de motociclismo onde corre o português Miguel Oliveira e para o qual Duarte guardou algumas estatísticas interessantes.

Em suma: mais um regresso em grande forma de Duarte Cancella de Abreu num registo que não podem perder por nada!

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#CNTT : #Baja #RotadoDouro – Resultados do Prólogo e análise com Pedro Gil de Vasconcelos

Logo Oficial
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Prova inaugural do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno e também a contar para a Taça Ibérica de TT , a Baja Rota do Douro está na estrada este fim de semana a partir de Gaia.

Depois de já termos assistido ao prólogo , Pedro Gil Vasconcelos vem ao 16Válvulas comentar os resultados tanto dos carros , como também das Motos e Quads.

Oportunidade ainda para abordarmos o que esperar desta prova , mas também das possibilidades abertas para o campeonato em 2016.

No final fica a apreciação ao trabalho do clube organizador o G.A.S.

Em suma:mais uma interessante entrevista com a chancela 16Válvulas e que não deve perder por nada!

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@CEVMotorcycle : #16ValvulasEntrevista Bruna Lopes , a próxima estrela do motociclismo português

Bruna Lopes @ foto escolha pesoal
Bruna Lopes @ foto escolha pesoal

Esta é uma entrevista para guardar.

Dizemos isso porque estamos perante uma promessa do motociclismo nacional , mas também Internacional.

Trazemos hoje em entrevista a piloto portuguesa Bruna Lopes que apesar da sua terna idade já compete em 2 campeonatos de elevada exigência : o C.E.V. e o C.N.V.

Em ambos Bruna tem dado nas vistas . com resultados de relevo principalmente em Espanha.

Oportunidade para um balanço da sua carreira , mas também para se perceber que a falta de apoios está a fazer com que a piloto em 2016 ponha a causa a participação num campeonato e se tiver de decidir abdica de Portugal….

No final ainda ocasião de falarmos de objetivos de longo prazo que passam por chegar ou à categoria principal ou no mínimo à Moto3.

Em suma: uma entrevista importante que não podem perder por nada!

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#MotoGp : #GermanGp by Aires Pereira

Marc Marquez
Marc Marquez

O menino prodígio está de volta. Marquez parece retornado da série negra que se lhe atravessou no caminho e o circuito germânico serviu às mil maravilhas para repor os níveis de confiança. Marquez ganhou tudo o que havia para ganhar. Melhor tempo em todos os treinos livres, pole position na qualificação, melhor volta e, obviamente a vitória. Mas o líder do campeonato é Rossi…cada vez mais Rossi!

Necessitando de dar a volta por cima, Marquez fez o que quis de Sachsenring. Foi chegar, ver e vencer. Noutros tempos esta afirmação era redundante, mas o facto determinante é que Marquez estava a 70 pontos de Rossi antes do início da ronda germânica. Para além de Marquez mais ninguém se demarcou dos restantes pilotos tendo os melhores tempos sido distribuídos por vários pilotos, com predominância das equipas de topo. Para além da pole position de Marquez tivemos Pedrosa no meio e Jorge Lorenzo a fechar a primeira fila.
A partida foi sensacional e dava o mote para uma corrida que se pensaria diferente. Jorge Lorenzo, que tem uma enorme a capacidade de fazer excelentes partidas não decepcionou e ultrapassaria ambas as Honda por fora logo na primeira curva assumindo o comando da corrida. Marquez e Pedrosa seguiam logo atrás e Iannone e Rossi atrás destes. Mas quando se pensava que Lorenzo iria ter uma daquelas corridas em que as diferenças nas voltas são centésimos de segundo, eis que Marquez e Pedrosa se colam ao compatriota para evitarem a fuga. Logo atrás Rossi passa Ianonne para se dedicar a apanhar Lorenzo, que era onde estava a verdadeira ameaça. Mas não foi preciso porque Marquez encarregou-se de assumir a liderança deixando Lorenzo a contas com Rossi, já depois deste ter “despachado” Pedrosa. E não demorou muito até que Lorenzo fosse passado. E tão passado foi que até Pedrosa o passou! E depois veio o que não se esperava…Pedrosa atacou Rossi. O italiano pareceu pouco à vontade com o ataque do piloto da Honda e acabou por sucumbir rodando várias voltas atrás de Pedrosa. Mas no momento em que provavelmente sentenciou que iria atacar Pedrosa cola o acelerador e desaparece. Rossi pensou nos pontos que, mesmo assim estava a ganhar para o campeonato (estava à frente de Lorenzo) e não cometeu nenhuma loucura para ir buscar Pedrosa, contentando-se com o terceiro posto.

1º Valentino Rossi – Yamaha (179 pts), 2º Jorge Lorenzo – Yamaha (166 pts), 3º Andrea Iannone – Ducati (118 pts)

#Moto2 : #GermanGp by Aires Pereira

Xavier Simeon
Xavier Simeon

A última vitória de um piloto belga monta a 1983 e o herói foi Didier de Radigues numa Chevalier de 250cc a dois tempos…outros tempos. 32 Anos depois outro belga, Xavier Simeon viu a bandeira de xadrez na categoria intermédia do mundial de velocidade. Parabéns pela vontade férrea e pela oposição ao líder do campeonato Zarco, quando todos julgávamos que “eram favas contadas”.

Como é normal nesta categoria não houve domínio de ninguém em termos dos melhores tempos em treinos livres e de qualificação. Houve um naipe alargado de pilotos que iam obtendo os melhores tempos, tendo Zarco (principal candidato ao título) conseguido a pole position. Ao seu lado um belga, Xavier Simeon e outro desconhecido italiano Franco Morbidelli. Parecia que o traçado germânico nos queria pregar algumas partidas.
E assim foi de facto. Morbidelli com uma partida fabulosa conseguiu superar todos os seus companheiros tendo feito a primeira curva na liderança. Logo atrás seguiam Simeon e Zarco. Mais atrás Corsi e Rabat suplantavam Luthi para se imiscuírem na luta pela vitória. Mas Morbidelli não aguentou muito tempo e Simeon acabou por tomar a liderança. Mas Corsi também queria um quinhão e no fim da recta da meta mete por dentro e trava já para além dos limites o que acabou por fazer o piloto alargar e muito a trajectória impedindo que tanto Simeon e Morbidelli passassem (estavam do lado de fora) e deixando uma porta “escancarada” para Zarco assumir a liderança. Pensou-se que a partir daqui o vencedor da corrida teria sido encontrado, mas de facto não foi assim. Simeon e Morbidelli desembaraçaram-se de Corsi e foram atrás de Zarco. Acabou por ser Simeon que estava em dia absolutamente inspirado que arrastou Morbidelli para uma batalha a três. Zarco não teve argumentos para Simeon e Morbidelli não conseguiu manter o ritmo ficando para trás com a terceira posição ameaçada por Rabat e Rins que entretanto já tinham deixado Corsi para trás. Zarco tentou tudo, mas com o pensamento nos pontos para o campeonato não entrou em loucuras e assumiu o segundo lugar deixando Simeon saborear a sua primeira vitória. O drama viria lá para trás com Rins e Rabat já à frente de Morbidelli e quando se preparavam para fazer a última curva. Morbidelli não terá ficado contente com a perda de um lugar no pódio e atacou a última curva como se não houvesse amanhã, causando a queda da sua moto e levando Rabat consigo. O espanhol nem queria acreditar quando foi ceifado pela moto do italiano! Com isto Rins passou instantaneamente de quinto para terceiro e obteve o lugar mais baixo do pódio.

1º Johan Zarco – Kalex (159 pts), 2º Tito Rabat – Kalex (114 pts), 3º Sam Lowes – Speed Up (96 pts)

#Moto3 : #GermanGP by Aires Pereira

Danny Kent
Danny Kent

Danny Kent esteve absolutamente imparável durante todo o fim-de-semana. Ninguém conseguiu acompanhar o ritmo do líder do mundial nem nos treinos nem na corrida. Arrecadou tudo. No extremo oposto ficou Miguel que lhe bastaram 4 voltas no primeiro treino para cair a baixa velocidade e partir o quarto metacarpo com direito a bilhete para operação de urgência em Lisboa.

Fantástica performance do inglês candidato ao título de campeão do mundo em Moto3. Kent arrecadou todos os melhores tempos em todas as sessões de treinos sem dar qualquer hipótese à concorrência. Por perto andaram vários pilotos com destaque para Bastianini ou Quartararo, ambos no topo da classificação, mas sem nunca incomodarem Kent. Miguel que só fez 4 voltas em Sachsenring. Teve uma queda a baixa velocidade de onde resultou a fractura do quarto metacarpo da mão esquerda. Foi operado no Sábado com sucesso e lá ficou um pouco mais pesado com uma placa novinha em folha para rápida recuperação do osso.
A corrida teve pouca história. Apesar da pole position Kent não foi bem sucedido na partida tendo sido passado por Hanika que iria liderar as primeiras centenas de metros da corrida. Mas Kent, ciente da sua capacidade já demonstrada acaba por assumir a liderança ainda antes do fim da primeira volta para a voltar a perder logo de seguida para Bastianini, Brad Binder e Antonelli. Todos tentavam que Kent não ficasse na liderança mais do que 2 ou 3 voltas para impedir que o britânico fugisse. Mas foi isso mesmo que acabou por acontecer e mesmo antes de metade da corrida. O único a conseguir acompanhar foi mesmo companheiro de equipa, Vazquez nunca colocando sequer a hipótese de assumir a liderança. Uma vez que Miguel não estava presente daria jeito que Bastianini perdesse o maior número de pontos possível, mas infelizmente Bastianini acabaria por chegar à frente do pelotão de 5 motos onde tínhamos Fenati, Antonelli, Navarro e Binder. Kent viria assim a ganhar a prova com mais de 7 segundos de avanço sobre Vazquez e 9 de Bastianini que iria subir ao degrau mais baixo do pódio.

1º Danny Kent – Honda (190 pts), 2º Enea Bastianini – Honda (124 pts), 3º Miguel Oliveira – KTM (102 pts)

#MotoGp , #AssenGp by Aires Pereira

O “momento” em MotoGP com Rossi e Marquez
O “momento” em MotoGP com Rossi e Marquez

Assen é uma pista espectacular e muito ao jeito de Rossi. E Rossi precisava de sacudir a pressão de Lorenzo que estava a somente 1 ponto. Mas o que não se esperava era um Marquez ressurgido do nada que iria tornar esta prova num evento épico onde mais uma vez Rossi teve que fazer da sua M1 uma moto de motocross para poder levar de vencida este ressurgido espanhol, para muitos apontado como o sucessor de Rossi. Até acredito que seja, mas não é para já…

 

Rossi declarou Assen como propriedade sua e mostrou nos treinos livres que o gosto pela pista estava a dar os seus frutos. Isso e o novo chassis da Yamaha que parece mais ao gosto do campeão italiano convertendo a sua moto numa máquina extremamente obediente, aproveitando ao máximo as suas capacidade ciclísticas. Mas a Honda parece ter finalmente virado a cara para MotoGP e as máquinas de Marquez e Pedrosa estão mais estáveis e o campeão em titulo Marquez chegou a Assen em plena forma confrontando Rossi e destronando-o neste ou naquele pormenor. Mas estava escrito que Rossi dominaria na Holanda e a pole position (a primeira de 2015) acabou por sorrir ao italiano que viu uma Suzuki ao lado dele na primeira fila, concretamente Aleix Espargaro. Marquez agarrava o último lugar da primeira fila e Assen prometia uma corrida pelo título.

E assim foi, sob um céu coberto de nuvens negas, mas sem que a chuva fizesse a sua aparição Rossi disparou da pole position para a liderança da corrida com Aleix Espargaro e Marquez atrás dele. Inicialmente, Lorenzo que partiu do 8º posto na grelha foi o homem que deu nas vistas com várias ultrapassagens logo na primeira volta acabando por se colar a Marquez que entretanto já estava colado a Rossi. Com o passar das voltas Lorenzo ia ficando para trás até não representar uma ameaça para Marquez que se manteve pacientemente atrás de Rossi até à 20ª volta, altura em que o espanhol resolveu tomar a liderança e ao contrário do normal Rossi não conseguiu retribuir o gesto de imediato. Mas ½ dúzia de voltas volvidas e Rossi retomava a dianteira. As últimas voltas foram épicas e ficarão para mais tarde recordar com Rossi e Marquez a esgrimir os seus argumentos numa batalha sem quartel. Até que se chegou à entrada da última volta onde Rossi, depois de um esforço digno de nota conseguia ganhar ½ segundo a Marquez. Mas não foi suficiente e Marquez conseguiu mesmo colar-se de novo ao italiano para tentar usar o último argumento no final. Assim na gincana antes da meta Marquez atrasou a travagem para entrar ao lado de Rossi na curva e estando por dentro conseguir sair mais rápido. Mas o que não contava é que Rossi tivesse uma moto de motocross e quando sentiu o encosto de Marquez, imediatamente endireitou a moto e seguiu em frente na gincana, através da relva e da gravilha para sair à frente e ganhar a corrida. Lembrou um pouco aqueles “penalties” forçados, fazendo uma analogia com o futebol. Mas é certo que nem sequer houve investigação ou algo do género, apenas a indignação contida de Marquez na conferência de imprensa onde afirmou: “já sei o que fazer na próxima…”. Fica o aviso mas os 25 pontos estão do lado de Rossi! Lorenzo ficaria com o terceiro posto fazendo metade da corrida isolado.

 

1º Valentino Rossi – Yamaha (163 pts), 2º Jorge Lorenzo – Yamaha (153 pts), 3º Andrea Iannone – Ducati (107 pts)

#Moto2 , #AssenGp by Aires Pereira

Zarco e Rabat a cruzarem a meta
Zarco e Rabat a cruzarem a meta

Uma corrida com duas partidas e disputada em 2/3 da distância inicial por via do acidente de Salom e do consequente derrame de óleo na pista, levou Zarco a mostrar porque lidera a tabela de Moto2 conseguindo ser o primeiro a ver a bandeira de xadrez mesmo depois de uma entrada bem ríspida de Rabat que atiraria com o francês para o 5º posto logo no inicio da segunda partida. Rabat contentou-se com o 2º posto e Lowes voltou aos pódios.

 

Mais uma vez o facto dos motores desta categoria serem todos iguais levou a que os treinos livres e cronometrados não tenham, regra geral os mesmos protagonistas em todas as suas sessões. Pode contudo dizer-se que o denominador comum foi Lowes que esteve sempre muito bem ao longo de todo o fim-de-semana. Zarco acabaria por conseguir a pole position impondo a sua mestria seguido de Rabat e Lowes a fechar a primeira fila.

Como já se referiu a corrida foi composta de duas partes, sendo que uma delas nem uma volta teve. Luis Salom envolveu-se num acidente aparatoso em que a moto pegou fogo e cujo óleo foi espalhado pela pista originando a bandeira vermelha ainda antes de se completar a primeira volta. Esta interrupção não foi benéfica para Rabat que liderava a corrida tendo conseguido impor-se a Folger e Zarco.

Na segunda partida Zarco faz um cavalinho enorme na largada perdendo muito terreno para os mais rápidos, nomeadamente Folger que voltava a fazer uma partida fulgurante liderando o pelotão nas primeiras voltas. Rabat também voltava a perder para o alemão e numa tentativa de retomar o ataque ao líder Rabat e Zarco encontram-se a meio caminho com o francês a sofrer um toque que o terá relegado para a 5ª posição. Rabat seguia então na peugada de Folger que acabou por ultrapassar. Contudo Folger acabou por o reter mais tempo do que o previsto e com isto Zarco estava já em cima de ambos, depois de se ter desembaraçado rapidamente dos pilotos que o separavam dessa posição. Folger acabou por ser ultrapassado por três pilotos em três voltas consecutivas ficando então na liderança Rabat com Zarco e Lowes logo atrás. Mas enquanto Zarco ganhava terreno a Rabat Lowes ficava-se pelo terceiro posto. E não demorou nem custou a ultrapassagem ao espanhol, passando Zarco para o comando da prova que não mais largou até á bandeira de xadrez. Assim as posições finais coincidiram com as posições destes na qualificação e, curiosamente na tabela de pilotos de Moto2.

1º Johan Zarco – Kalex (159 pts), 2º Tito Rabat – Kalex (114 pts), 3º Sam Lowes – Speed Up (96 pts)

#Moto3 : #LeMansGp : by Aires Pereira

Fenati, Bastianini
Fenati, Bastianini

Foi preciso chegar á quinta ronda para vermos um motor KTM a ganhar e infelizmente não foi Miguel Oliveira. Foi Romano Fenati da VR46 que finalmente conseguiu afinar a sua máquina. Com o tempo a deixar a sua marca na corrida, Danny Kent conseguiu ascender de 31º a 4º. Esforço notável do líder do campeonato a mostrar que não lidera a tabela de pilotos por acaso.

Com três vitórias consecutivas e igualando um record antigo com mais de 30 anos, Danny Kent era o principal favorito à vitória na mítica pista francesa. E de facto nas primeiras sessões de treinos o inglês dominou por completo demonstrando a sua capacidade e momento de forma actual. Em bom plano estiveram também Fenati, Miguel Oliveira e Quartararo (a jogar em casa) que acompanharam Kent no topo dos melhores tempos. Mas o tempo iria fazer a sua aparição e logo na qualificação. As motos saíram para a pista já com uns pingos a cair mas nada de muito aflitivo e que permitiria rodar com slicks. Muitos pilotos ficaram nas suas boxes á espera que estas gotitas passassem, mas o imprevisto aconteceu e após 10 minutos começou a cair um diluvio que impediu por completo que a sessão de qualificação registasse qualquer evolução nos tempos em termos de grelha de partida. Com isto a Honda Estrella Galicia consegue a pole position através de Quartararo e Navarro com Bagnaia da Mahindra a fechar a primeira fila. Miguel Oliveira ficava pelo 8º posto, enquanto que a armada Honda Leopard nem sequer se qualificava o que significava na prática que Kent sairia do 31º posto e Vazquez do 29º. Estavam lançados os dados para uma corrida diferente. A grande dúvida residia no tempo.
Mas no Domingo, não obstante estar um pouco frio, apresentava-se tempo limpo e solarengo. Com o apagar das luzes vermelhas Antonelli salta do 7º posto na grelha para a liderança da corrida na segunda curva (que é a mais complicada da corrida). Atrás deste seguem Bagnaia, Quartararo, Fenati, Kornfeil, Miguel Oliveira e Viñales. No fim da primeira volta Kent tinha já ultrapassado 17 concorrentes subindo à 14ª posição. Bastianini chega-se entretanto à frente e um a um ultrapassa todos os adversários encetando uma luta fantástica com Fenati. Mas o pelotão com aspirações à vitória é de 8 pilotos e Kent acaba por conseguir juntar-se à luta a 11 voltas do final. A 6 voltas do final Quartararo cai mesmo à frente de Miguel Oliveira o que acaba por atrasar o piloto português irremediavelmente passando para o fim do pelotão. Ao contrário Kent aproveita a oportunidade para subir ao 4º posto e na frente Fenati tem como companheiros de luta Bagnaia e Bastianini. As últimas voltas foram bastante intensas com Fenati a conseguir resistir a todos os assaltos e a cortar a linha de meta em primeiro. Bastianini ficou pelo 2º posto e Bagnaia resiste a Kent e obtém o último lugar do pódio. Grande prova de Kent que subiu de 31º para o 4º posto e azar para Miguel com a queda de Quartararo a condicionar definitivamente o resultado final no 8º posto e a descer um lugar na tabela do campeonato do mundo.

1º Danny Kent – Honda (104 pts), 2º Enea Bastianini – Honda (67 pts), 3º Efren Vazquez – Honda (60 pts)… 8º Miguel Oliveira – KTM (41 pts)

#Moto2 : #LeMansGp : by Aires Pereira

Thomas Luthi
Thomas Luthi

Thomas Luthi acaba por ser um justo vencedor da jornada francesa com uma prova muito bem disputada que acaba por marcar o ressurgimento do suíço nos lugares cimeiros de Moto2. Zarco solidifica a sua liderança na tabela de pilotos e Rabat começa a mostrar as garras!

Zarco chegava ao “seu” grande prémio na liderança da tabela classificativa e com todas as hipóteses de cimentar essa posição. Rabat e Luthi acabaram por ser os seus companheiros no topo da tabela de tempos dos treinos livres e de qualificação, tendo estes três pilotos monopolizado as três sessões livres. Mas na qualificação Rins acabou por se mostrar mais forte arrecadando a pole position e levando Lowes “a reboque” para o 2º posto. Zarco acabaria por fechar a primeira linha de grelha.
No arranque Zarco iria demonstrar que não tinha ficado satisfeito com o terceiro tempo disparando para a liderança da prova logo na segunda curva remetendo Lowes ao segundo posto depois deste ter efectuado um soberbo arranque. Rins na pole position acabaria por fazer um péssimo arranque sendo de imediato engolido pelo pelotão. Rapidamente as posições se definiram na frente. Luthi, absolutamente imparável e muitíssimo inspirado assume a liderança relegando Zarco para segundo plano e desaparece na frente para só voltar a abrandar depois de receber a bandeira de xadrez. Rabat que ainda viria a conseguir passar Zarco ficaria com o segundo lugar do pódio, acabando o francês por subir ao degrau mais baixo. Um pouco mais atrás desenvolvia-se uma luta que nos maravilhou entre Morbidelli, Rins e Salom. Com Lowes num solitário 4º lugar Rins não pretendia abdicar do suado 4º posto, acabando por perder com uma queda na curva 2 para Morbidelli. Mas o italiano não se ficou por aí e acabou por mandar Salom (companheiro de equipa de Rins) também para fora de pista quando este o atacava pelo 4 posto. Espectacular de ver a luta, pena foi o desfecho. Com a manutenção do líder do campeonato, as mexidas ocorreram nas restantes posições, fruto da regressada competitividade desta categoria a qual se saúda.

1º Johan Zarco – Kalex (89 pts), 2º Thomas Luthi – Kalex (68 pts), 3º Jonas Folger – Kalex (57 pts)