#Motogp : #LeMansGp : by Aires Pereira

Jorge Lorenzo
Jorge Lorenzo

Jorge Lorenzo ganha a segunda corrida sucessiva e passa para segundo lugar no campeonato. Rossi mantém a liderança há 5 jornadas. Marquez debate-se novamente com problemas, desta feita técnicos e Pedrosa abandona por queda no retorno da operação. Iannone corre com um ombro deslocado (acidente em treinos particulares da Ducati) e deixa para a história uma das mais fantásticas batalhas a que já assistimos em MotoGP num mano-a-mano divinal com Marquez.

 

A Honda veio para França estrear um novo mono-braço traseiro. A dificuldade de “setting” acabou por se fazer sentir nas motos da marca da asa dourada tendo a Yamaha reinado na frente da tabela dos melhores tempos dos treinos livres. Lorenzo sempre nos três primeiros tempos dos treinos mostrava-se muito forte e determinado em repetir a dose de Jerez. Marquez fazia o que podia para conseguir acertar com a afinação do novo mono-braço mas não conseguia encabeçar os melhores tempos com excepção da qualificação onde o campeão do mundo acabou mesmo por obter a pole position. A primeira linha ficaria completa com a Ducati de Dovizioso e a Yamaha de Lorenzo.

Tal como se previa Lorenzo atacava logo desde inicio com ultrapassagem a Dovizioso à entrada para a segunda curva e com uma manobra “esquisita” de Marquez. Formava-se o grupo da frente com Lorenzo no comando, Dovizioso, Iannone, Marquez e Rossi que fazia a sua corrida ”normal” de trás para a frente. Não tardou que Iannone e Dovizioso fossem ultrapassados por Rossi que assumia a segunda posição e carregava sobre Lorenzo. Lá para trás acontecia então uma das mais impressionantes batalhas a que já se assistiu com Iannone e Marquez a baterem-se curva a curva durante 3 voltas e com Smith a assistir colado a ambos. Um autêntico espectáculo com que fomos brindados em Le Mans. A aproximação de Rossi a Lorenzo foi tímida e inconsequente e o espanhol soube gerir muito bem a diferença levando a sua Yamaha a cruzar a bandeira de xadrez em primeiro lugar. Rossi chegou logo a seguir e Dovizioso fechava o pódio. Marquez acabou por ganhar a batalha com Iannone arrecadando o quarto posto.

 

1º Valentino Rossi – Yamaha (102 pts), 2º Jorge Lorenzo – Yamaha (87 pts), 3º Andrea Dovizioso – Ducati (83 pts)

#MotoGp : #16ValvulasEntrevista Rui Belmonte sobre a nova temporada e outros temas

Rui Belmonte @foto escolha pessoal , arquivo 16valvulas
Rui Belmonte @foto escolha pessoal , arquivo 16valvulas

Poucos dias depois de ter iniciada a temporada de 2015 do Campeonato do Mundo MotoGp , convidámos o comentador Rui Belmonte para uma apreciação.

Assim nos próximos minutos vão poder ouvir Rui falar das 3 categorias do Mundial , com destaque principal para a corrida de Miguel Oliveira nas Moto3.

Oportunidade ainda para falarmos do Nacional de Motociclismo , quase a começar , bem como o Campeonato do Mundo Motocross MX.

Ocasião ainda para percebermos como correu a prova de abertura do Nacional de TT , motos em Gois.

No final tempo ainda para falarmos da prova do Abu Dhabi Desert Challenge onde estão os portugueses Paulo Gonçalves e Ruben Faria.

Em suma: mais uma importante intervenção de Rui Belmonte , que estou certo não vão querer perder por nada!

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MotoGp 2014 – antevisão das 3 categorias , by Aires Pereira

Cronista 16Válvulas, Aires Pereira
Cronista 16Válvulas, Aires Pereira

Voltamos este mês ao campeonato mundial de velocidade. Com o início programado para dia 23 de Março na pista de Losail (Qatar), a tradicional corrida nocturna irá dar o pontapé de saída deste ano. Será muito difícil suplantar o ano de 2014 em termos de emoção e competitividade, pelo menos em MotoGP, uma vez que, conforme já o tinha afirmado anteriormente Marc Marquez veio para ficar! A classe de Moto2 é sempre uma caixinha de surpresas e em Moto3 esperamos finalmente ver um piloto luso subir ao degrau mais alto do pódio. Os testes de pré-época dividem-se pelos palcos de Valência, Sepang, Jerez e Losail. MotoGP trabalha à parte das classes de Moto2 e Moto3 que normalmente partilham as pistas e os dias. Este ano, logo a 11 de Novembro de 2013 (logo a seguir ao último GP) MotoGP iniciou os testes em Valência, seguindo-se 4 a 6 de Fevereiro em Sepang. Moto2 e Moto3 iniciaram os testes entre 11 e 13 de Fevereiro em Valência, seguindo-se 18 a 20 de Fevereiro em Jerez. Ficarão a faltar os resultados de MotoGP em Sepang de 26 a 28 de Fevereiro, em Losail de 7 a 9 de Março e finalmente Moto2 e Moto3 de 11 a 13 de Março em Jerez. Mas vamos ao que temos até agora…

 

MotoGP

 

O algodão branco não engana”! De facto e até partir a perna (dia 19 de Fevereiro) numa prova de Motocross (o que poderá trazer algum condimento ao inicio do campeonato, uma vez que vai falhar os testes de Março) Marquez mostrou-se imbatível. Logrou obter o melhor tempo em todas as sessões de treino (com excepção de uma!) não dando grande hipótese à concorrência. Afigura-se, obviamente o principal candidato à vitória, não só no próximo ano, com nos anos seguintes. Rossi parece ter-se encontrado, pelo menos no que a testes diz respeito, tendo sido o piloto que mais perto ficou do campeão do mundo em termos de tempos. Pode ser que o multicampeão tenha encontrado a motivação que necessitava. Lorenzo e Pedrosa em plano mais ou menos semelhante mantiveram performance muito iguais, sendo que será com certeza uma luta a seguir para o vice-campeonato, com Lorenzo sempre muito perfeito e Pedrosa a contrastar o muito bom com o muito mau. Campeão desde há dois anos a esta parte na categoria CRT, Aleix Espargaro completou o teste de Sepang com um espantoso 4º tempo o que aproxima bastante as CRT das marcas de fábrica. Bradl, Bautista, Hayden e Smith poderão, episodicamente subir aos degraus do pódio (têm material para isso) e finalmente as Ducati nas mãos de Crutchlow e Dovizioso serão novamente uma incógnita. Será que é este ano que a Ducati encontra um piloto que consiga tornar a italiana competitiva? Esperemos então para ver…

 

Moto2

Genericamente e em face dos testes decorridos, Luthi e Rabat arrebataram 75% dos melhores tempos. Tendo em conta as performances de ambos no ano passado, é provável que a luta se vá centrar entre eles para o arrecadar do ceptro de Moto2, mas não nos podemos esquecer que esta categoria é uma caixinha de surpresas e a forma de pilotar uma Moto2 leva mesmo os maiores especialistas a colocar reticências nos seus prognósticos. Para além disso sabemos bem que uma coisa é a pré-época e outra coisa é a época em si. Por outro lado, no ano passado outros valores se mostraram e este ano parecem querer provar que também estão na luta. Nakagami, Terol, Kalio e Viñales conseguiram pelo menos uma sessão com o melhor tempo e parecem ter uma palavra a dizer na luta pelos pódios, sendo que o piloto japonês poderá mesmo ter objectivos mais ambiciosos. Torres, Salom, Zarco, Aegerter, De Angelis e Cortese farão com certeza parte daquele 2º pelotão que estará sempre à espreita de uma falha dos homens da frente para conseguir protagonismo. Em suma, como normalmente acontece esta categoria não tem valores (pelo menos desde Marquez) que se salientem muito uns dos outros. Ao longo da época e fruto de alguma homogeneidade haverá quem se saliente, mas sem ter nada assegurado até ao fim…assim é Moto2!

 

Moto3

Aqui a coisa pia mais fino! Em Moto3 Miguel Oliveira é naturalmente favorito…para os tugas!!! O piloto de Almada logrou obter um dos melhores tempos em Jerez e afigura-se como um dos favoritos aos pódios. Miguel mantém-se na Mahindra com Sissis como companheiro de equipa. É de referir contudo que, em média Miguel rodou no 6º tempo o que significa que estas máquinas ainda têm alguma evolução pela frente até poderem igualar as KTM que se mostraram imbatíveis na primeira sessão de treinos pelas mãos de Miller e Antonelli. Este ano a esquadrilha KTM aumentou e uma das equipas é a grande novidade por ser a equipa de Valentino Rossi a SKY by VR46 e que traz com ela Fenati que poderá ter uma palavra a dizer em termos de título. Outra equipe que deu nas vistas em 2013 a Calvo Team (de onde saiu o campeão Maverick Viñales) traz este ano o seu primo Isac Viñales que já mostrou trabalho no ano passado e que tem com certeza aspirações a andar na frente. Uma palavra para duas estrelas do ano passado Rins e Alex Marquez que dispunham de material KTM e que este ano estão a sentir grandes dificuldades com motores Honda. Kent, Loi, Sissis, Granado, Binder e mesmo Ana Carrasco poderão ter uma palavra a dizer em termos de posições cimeiras, nunca descurando outros pilotos que já mostraram serviço anteriormente. Em suma Moto3 tende a ser muito competitivo, à semelhança de Moto2 com a natural mais-valia de ter nas suas fileiras um piloto luso!

CPTT – apresentação da temporada 2013 , com Pedro Barreiros

Pedro Barreiros
Pedro Barreiros

Ocasião de apresentarmos a temporada 2013 do TT em Portugal aqui no 16Válvulas , com a colaboração do experiente jornalista Pedro Barreiros.

Nos próximos minutos vão poder conhecer as varias disciplinas do TT caseiro , começando pela Motos de 2 e 4 rodas , terminando na categoria principal dos Autos.

Tempo ainda de percebermos alterações de regulamentação , os calendários e os nomes a ter em consideração para as lutas pelos títulos.

No final tempo para apostas pessoais de Pedro Barreiros para a prova de Reguengos de Monsaraz , o Ervideira Rally TT 2013 em 25ª edição.

Em suma: quem quer saber tudo sobre a época 2013 do TT nacional não pode perder esta importante entrevista , com sabe: Pedro Barreiros e o 16Válvulas!

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MotoGp: Saiba tudo sobre 2013 com Aires Pereira

Cronista 16Válvulas, Aires Pereira
Cronista 16Válvulas, Aires Pereira

Inicio de temporada , ocasião de percebermos tudo com o Cronista 16Válvulas, Aires Pereira.

Assim num registo vocal , bem diferente de ser por escrito , vão poder ouvir Aires Pereira falar das 3 categorias do Mundial de motociclismo , bem como perceber razões para ausência de Portugal no mapa deste Mundial.

No final deixamos as apostas em termos de nomes para vencerem e serem surpresa na Moto3, Moto2 e Motogp.

Em suma: eis aqui um trabalho importante para quem quer saber tudo sobre a nova época que tem o seu inicio este fim-de-semana!

Quanto às crónicas , essas virão depois de cada fim-de-semana de corridas!

FORÇA MIGUEL OLIVEIRA , #44!!

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Miguel Praia venceu nas 500 milhas do Brasil 2013

Podio final. Miguel Praia ao centro.
Podio final. Miguel Praia ao centro.

Miguel Praia regressa ao 16Válvulas , desta vez para nos contar tudo sobre a presença no Brasil para uma prova de motociclismo .

Assim nos proximos minutos podem ouvir Miguel contar tudo , desde o convite até ao regresso a Portugal , de uma prova onde venceu a sua categoria e 2º da Geral.

Ocasião ainda para ouvirmos planos para esta temporada , onde o piloto só tem uma certeza: Não vai poder fazer o Campeonato do Mundo de Supersport na totalidade , mas deve anunciar em breve as novidades….

em suma: mais uma importante entrevista , com o sêlo de qualidade do 16Válvulas que não deve perder por nada!

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Dakar 2013 – Pirelli com a equipa Honda HRC

Helder Rodrigues , Piloto oficial HRC Honda
Helder Rodrigues , Piloto oficial HRC Honda

A Pirelli irá participar no rali Dakar 2013 como parceira técnico da Equipa HRC, equipando com pneus as motos Honda CRF450 Rally conduzidas pelos pilotos Hélder Rodrigues, Javier Pizzolito e Johnny Campbell.

Este ano, o prestigiado e lendário raid Dakar dá início amanhã dia 5 de Janeiro em Lima (Peru) e terminará a 20 de Janeiro em Santiago (Chile) depois de completarem uma rota de 14 rondas e que se estende ao Chile, Peru e Argentina. Para as motos, isto significa um total de 8,423 km, 4,277 em estradas normais para chegar às pistas e os acampamentos no final de cada ronda e 4,146 de especiais cronometradas cada uma a determinar a classificação da competição.

Para o Rali Dakar, a Pirelli fez duas versões traseiras e dianteiras dos pneus Scorpion Rali para a Equipa HRC. A medida do pneu da traseira é 140/80-18, selecionado como o melhor pneu de rali pela Honda e do dianteiro é 90/90-21, que não tem paralelo em termos de performance em terreno duro. Por isso a Equipa HRC e os seus pilotos, com a assistência on-site dos técnicos Pirelli, serão capazes de escolher a melhor solução dependendo do tipo de terreno que os pilotos estarão a correr.

Durante os testes conduzidos no Outono em Marrocos e na Califórnia, a Pirelli conseguiu confirmar e fortalecer as especificações do traseiro e, graças ao valioso feedback dos pilotos e da equipa, a empresa com o longo “P” foi capaz de virar a sua atenção imediatamente para o pneu dianteiro, melhorando a performance num tempo recorde. Durante os testes, a Pirelli trabalhou para melhorar o pneu na areia enquanto manteve uma performance excelente em terreno duro que sempre definiu este pneu. Para esse propósito, os engenheiros do fabricante milanês trabalharam essencialmente no padrão da banda de rodagem mudando o desenho dos sulcos onde necessário, de modo a garantir a melhor linha possível e uma flutuação melhor na areia.

O Scorpion Rally é o produto da Pirelli que é dedicado aos raids e foi desenvolvido ao longo de décadas de participação em várias competições off-road em todos os tipos de terreno, desde a areia à rocha. O sucesso do Scorpion PRO nas classes de enduro, os vários títulos mundiais ganhos pelo Scorpion MX, e a introdução do Scorpion XC nas competições de todo-terreno tornaram a Pirelli num nome essencial em todo o mundo. Foram precisos vários anos de desenvolvimento para chegar aos pneus Scorpion Rally mas, no final, beneficiando do vasto know-how e dos ambientes de teste mais exigentes, os engenheiros da Pirelli introduziram várias soluções inovadoras para competições off-road e, mais uma vez, os pneus Scorpion Rally estão prontos para avançarem pelos caminhos destas competições lendárias.

Moto3 – Moto2 – MotoGp – como vai ser em 2013? Aires Pereira explica

Foi assim em 2012. E em 2013?
Foi assim em 2012. E em 2013?

Para 2013 teremos algumas alterações. Desde já e em MotoGP o facto de termos Marques, Pedrosa, Lorenzo e Rossi a competir com material de primeira (Honda, Yamaha), prevendo desde já que esta época seja a mais competitiva desde há alguns anos. Como será o encontro de duas estrelas (Marquez e Rossi), uma em ascensão e outra nos seus derradeiros anos? As CRT mais próximas das motos de MotoGP.

Em Moto2 a competitividade deverá manter-se com motos muito iguais, levando a que os pilotos se superem a eles mesmo para conseguir pontuar num pelotão de quase 40 motos. Quem terá uma palavra a dizer? Iannone, Terol, Johann Zarco e Cortese, para além Redding e Louis Rossi, poderão estar na extremidade capaz de sair vitorioso.

Em Moto3, para além de Miguel Oliveira, que contamos venha a fazer uma época surpreendente, temos Maverick Viñales, Romano Fenati, Luis Salom, Alex Rins e Jonas Folger. O jovem Alex Marquez, irmão do “menino-prodígio” e campeão 2012 do campeonato de velocidade espanhol (vice campeão em 2011) também será uma peça a ter em atenção.

Quanto a regras, teremos também algumas alterações. No campo disciplinar passará a vigorar um sistema de pontos que irá até 10, sendo este número de pontos equivalente a desqualificação no GP seguinte. Existirão alterações aos pneus e características técnicas da moto e em MotoGP teremos treinos de qualificação através do sistema já existente em F1 ou Superbikes, com “super pole”.

Estaremos atentos!

 

MotoGp – looking up 2012 – restrospectiva com Aires Pereira

Jorge Lorenzo

Em 2012 MotoGP bem podia chamar-se Jorge Lorenzo! O espanhol, agora bicampeão do mundo foi um exemplo de disciplina tática não alterando a sua linha de condução por nada! Contudo a progressão do maiorquino não foi linear, muito derivado ao facto deste não arriscar sair do planeado. Um bom exemplo foi a perigosa aproximação de Pedrosa ao primeiro lugar, que Lorenzo assistiu indiferente nas últimas jornadas, aguardando serenamente que Pedrosa cometesse um erro, coisa que veio a acontecer, como previsto. Grande presença de espirito! Nada a dizer de um grande piloto, que está numa excelente forma, em ascensão e sem muitos rivais. Na segunda posição ficou o “eterno segundo” Dani Pedrosa. De facto o nome advém de estar a disputar a categoria de MotoGP há 7 épocas consecutivas sempre acima do 5º lugar, tendo mesmo ficado em 2º em 3 épocas. Contudo esta época foi de longe a melhor, não só em nº de pontos angariados, como em prestações. O piloto espanhol conseguiu grandes corridas, momentos de verdadeira coragem e não recuou quando as situações eram adversas, mantendo a característica de fazer sempre excelentes arranques. Será campeão para o ano? Acho que não…mas se a evolução se mantiver…tudo pode acontecer. No último posto aparece Casey Stoner. O Australiano com 12 anos a correr no campeonato do mundo decidiu retirar-se no fim de 2012. Com uma queda a meio da época e impedido de participar em três dos grandes prémios logrou alcançar, e no fim da época manter o terceiro posto. Enquanto correu em MotoGP ganhou todas as provas feitas em casa e era, sem sombra de dúvida o rival mais que mais preocupou Lorenzo até ao acidente. Muito teria ainda Stoner a dar ao motociclismo de velocidade. Outros nomes em destaque neste ano foram (e enquanto correr sempre será) Rossi que não conseguiu levar o projecto Ducati a bom porto, retornando à Yamaha em 2013, Cal Crutchlow e Andrea Dovizioso que fizeram provais excelentes (foram mesmo um dos polos de interesse desta época) em motos “de segunda”, e todos os pilotos das CRT que mesmo nunca conseguindo rivalizar com as motos de MotoGP foram verdadeiros guerreiros em pista.