@F1 : @BritishGp by @Pirelli

GP GRAN BRETAGNA F1/2016 - SILVERSTONE (GRAN BRETAGNA) 08/07/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP GRAN BRETAGNA F1/2016 – SILVERSTONE (GRAN BRETAGNA) 08/07/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

A CORRIDA COMEÇOU COM UM SAFETY CAR EM PISO MOLHADO APÓS CHUVA TORRENCIAL ANTES DA PARTIDA.

PNEUS CINTURATO DE CHUVA E INTERMÉDIOS, ASSIM COMO PNEUS P ZERO SLICK, UTILIZADOS NUM DOS CIRCUITOS MAIS EXIGENTES DO ANO

O piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, venceu o Grande Prémio da sua terra natal pela quarta vez, utilizando três compostos Pirelli diferentes. O Grande Prémio de Inglaterra foi surpreendido por chuva torrencial 15 minutos antes do início da corrida, o que significou que a partida decorreu atrás de um safety car com todos os carros equipados com pneus de chuva Cinturato Blue.

Quando o safety car, saiu de pista após cinco voltas, diversos pilotos alternaram de imediato para pneus intermédios Cinturato Green, enquanto os líderes usufruíram da vantagem de um safety car virtual para trocar para intermédios pouco tempo depois.

O ponto de transição – quando é mais rápido alterar para pneus slock ao invés de manter os intermédios – foi escolhido pela maioria das equipas desde a 15ª volta (quando Sebastian Vettel, da Ferrari, foi o primeiro a parar) até à 18ª volta de 52. O tempo nas pit stops tornou-se crucial, dada a oportunidade de ganhar mais tempo ao utilizar o tipo de pneu certo na altura certa. Com o início da corrida a decorrer sob condições húmidas, cessou a obrigação de correr com, pelo menos, dois compostos.

Invulgarmente, a meio da corrida foi curioso verificar que todos os pilotos optaram exatamente pelo mesmo padrão de pneus: de chuva, intermédio, seguidos de médios. A maioria dos pilotos correu com médio até ao final da corrida, tornando-a numa prova de duas paragens. Esta estratégia foi adotada pelo Top-10 final, com cerca de 10 segundos a separar o Top-3 até à meta. O piloto com três paragens mais bem posicionado foi Felipe Massa, da Williams, que fez uma última troca para pneus macios.

Paul Hembery, Pirelli Motosport Director: “A longa ameaça de chuva finalmente materializou-se momentos antes do início da corrida, o que claramente alterou por completo o seu desenho e a estratégia de utilização de pneus, especialmente dado o longo período em pista do safety car. Como resultado, tivemos um circuito com piso molhado, com todos os pilotos a transitar progressivamente de pneus de chuva para intermédios e Slick: o “timing” dessas paragens foi crucial. Foi uma batalha renhida até ao fim pelos lugares do pódio numa corrida que apresentou a variedade de condições e de meteorologia pelo qual a Inglaterra é conhecida, mas todos os pilotos foram capazes de lutar e de cruzar a bandeira axadrezada.”

Médio Macio Chuva Intermédio

Primeiro Ros 1m35.548s Mas 1m36.141s Ham 1m56.218s Ves 1m47.479s

Segundo Alo 1m35.669s Mag 1m37.619s Ros 1m58.586s Ham 1m50.649s

Terceiro Ham 1m35.771s Ves 1m59.064s Ric 1m51.040s

STINT MAIS LONGO DA CORRIDA:

Médio Vettel 37(voltas)

Macio Massa 17(voltas)

Chuva Rosberg,Ericsson, Perez, Nasr, Verstappen, Hamilton 7(voltas)

Intermédio Alonso, Magnussen, Gutierrez, Hulkenberg,Sainz 12(voltas)

A NOSSA PREVISÃO: A chuva significou uma alteração brusca das estratégias e os pilotos tiveram de reagir às alterações nas condições do circuito à medida que o piso foi secando. Hamilton liderou desde o início e parou à 7ª volta para alterar para intermédios, e na 17ª para pneus médios.

@F1 : #AustrianGP by @PIRELLI

GP AUSTRIA F1/2016 - SPIELBERG (AUSTRIA) 03/07/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP AUSTRIA F1/2016 – SPIELBERG (AUSTRIA) 03/07/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

UMA CORRIDA PLENA DE AÇÃO NA ÁUSTRIA, EM QUE UMA ESTRATÉGIA COM DUAS PARAGENS RESULTA NA VITÓRIA DE LEWIS HAMILTON

TEMPERATURAS MAIS BAIXAS QUE O ESPERADO PROVOCAM UM MENOR DESGASTE NOS PNEUS

O INCIDENTE COM O PNEU DE SEBASTIAN VETTEL

SOB INVESTIGAÇÃO

O piloto da Mercedes Lewis Hamilton, utilizando uma estratégia de duas paragens, venceu o Grande Prémio da Áustria desde a Pole, após uma emocionante corrida em que disputou com o seu companheiro de equipa (Nico Rosberg) a liderança ao longo da ultima volta.

Inicialmente, Rosberg aproveitou a sua paragem nas boxes e respectiva estratégia para melhorar a sua posição na corrida, a alguns pilotos incluindo o seu companheiro de equipe (que partiu da pole), para liderar a corrida. Mas, Hamilton contrariou com um final emocionante, com Nico Rosberg a terminar em quarto após terem tocado na última volta.

Na Áustria, em comparação com as sessões anteriores, no inicio da corrida as temperaturas ambientais e da pista foram consideravelmente mais frias, com 16 e 24 graus, respectivamente. Este facto, resultou num decréscimo do desgaste e respetiva degradação, embora a estratégia fosse condicionada pela entrada do Safety Car, onde as equipes aproveitaram para fazer uma troca de pneus sem perda signicativa de posições na corrida.

A Ferrari e a Red Bull adotaram uma estratégia diferente da maioria dos pilotos da frente, iniciando a corrida com Supermacios ao invés dos Ultramacios que foram a opção dos outros 10 primeiros classificados – sendo mais rápidos em cerca de meio segundo. No entanto, durante o primeiro e um longo turno, Sebastian Vettel em Ferrari sofreu um problema no pneu. As circustancias exatas ainda se encontram em investigação, juntamente com a Ferrari, presume-se ser um incidente isolado, uma vez que não existem problemas semelhantes com outros pilotos.

No final das paragens nas boxes, houve uma disputa entres ambos os pilotos da Mercedes e o Red Bull de Max Verstappen, que realizou menos uma paragem que Rosberg e Hamilton. Estes, estiveram separados por menos de um segundo rumo à bandeira de xadrez, fazendo desta corrida uma das mais memoráveis corridas da época.

Paul Hembery, Diretor Pirelli Motosport: “ Estamos a investigar com a Ferrari o incidente no carro de Sebastian Vettel, com o objectivo de descobrir a causa. A estratégia dos pneus provou ser crucial para o Grande Prémio da Àustria, com um número de diferentes estratégias e uma disputa no final ao longo da ultima volta. As equipes chegaram ao fim de semana com pouca informação acerca dos pneus de acordo com as sessões de treinos livres e qualificação, como resultado a avaliar qual a melhor estratégia de extrair a máxima vantagem a partir de uma mudança nas circunstancias da corrida. ”

Macio Supermacio Ultramacio

Primeiro HamiIton 1m 08.411s Rosberg 1m 08.411s Ricciardo 1m 08.770s

Segundo Raikkonen 1m 08.876s Massa 1m 09.899s Hulkenberg 1m 10.309s

Terceiro Rosberg 1m 08.955s Bottas 1m 10.210s HamiIton 1m 11.180s

TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA:

Composto Macio Raikkonen 42 voltas

Composto Macio Grosjean 42 voltas

Composto Macio Button 42 voltas

Composto Macio Verstappen 42 voltas

Composto Macio Sainz J 42 voltas

Composto Macio Wehrlein 42 voltas

Composto Supermacio Nasr 27 voltas

Composto Ultramacio Hamilton 21 voltas

A NOSSA PREVISÃO:

Previmos que a estratégia vencedora seria a opção de duas paragens, com Ultramacio-Macio-Macio. No entanto, a entrada do Safety car no incidente do Vettel afetou esta previsão, juntamente com as temperaturas mais frias de acordo com a nossa previsão. Hamilton parou duas vezes no final, nas voltas 21 e 54.

@F1 : #ChinaGp – análise by #Pirelli

SHANGHAI (CINA) - 17/04/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
SHANGHAI (CINA) – 17/04/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

O piloto da Mercedes Nico Rosberg, obteve a vitória a partir da pole, utilizando uma estratégia de duas paragens no G.P. da China, sendo uma das corridas com mais ação e disputada do ano. A maioria dos pliotos optou pela estratégia com três paragens, no entanto referente a este tema houve diversas variantes. Rosberg venceu, utilizando uma estratégia de duas paragens com os compostos (macio/macio/médio), igual estratégia utilizada pelo Felipe Massa em Williams que terminou na sexta posição. Uma estratégia muito diferente foi usada pelo piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, que obteve a sétima posição, atrás de Massa, e apesar de parar cinco vezes deviddo a “pit Stop´s” e depois de começar a prova de trás, devido a um problema técnico na sessão de qualificação. No total, houve 13 pilotos que utilizaram os três compostos disponíveis, numa forte demonstração de como os novos regulamentos de pneus, contribuíram para que diversas táticas e estratégias sejam possiveis durante um grande prémio.

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ A maioria das equipes que vieram até ao Grande Prémio da China, o qual tivemos o prazer de patrocinar este ano, e que não secou muito como elas gostariam. Como resultado, as previsões das estratégias foram mais dificeis, mas a Mercedes e Rosberg realizaram exatamente as melhores opções após iniciar com o pneu de composto macio. Isto demonstra realmente, como a estratégia começa antes das sessões de qualificação. Xangai é um dos circuitos mais exigentes do ano, mas a vitória de Nico Rosberg foi alcançada apenas com duas paragens. No lugares seguintes, uma variedade de diferentes estratégias foram utilizadas, sublinhando como as equipas estão a utilizar a opção de usar os três compostos com grande regularidade. ”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio
Primeiro
ROS 1m40.418s
VES 1m40.399s
HUL 1m39.824s
Segundo
HAM 1m40.662s
ROS 1m40.580s
GRO 1m39.923s
Terceiro
RIC 1m41.015s
NAS 1m40.582s
BUT 1m40.298s

Os maiores turnos da corrida por composto:

Médio Perez 28 (voltas)
Macio Vettel 21
Supermacio Vettel 13

Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com três paragens, iniciando com o composto supermacio e trocar para o macio nas voltas 11, 26 e 41. No entanto, pensámos que seria interessante que Rosberg iniciasse com o composto macio, novamente para macio nas voltas 16 e 31 e para o ultimo turno, na volta 46 , colocar supermacio. No final, apenas parou duas vezes, trocou para macio na volta 16 e trocou para médio na volta 39.

#F1 : Analise ao #BahreinGp e lançamento do #ChinaGp , com José Miguel Barros

José Miguel Barros
José Miguel Barros

Oportunidade hoje para uma apreciação do Gp do Bahrain , 2ª etapa do Mundial de F1 em 2016.

Assim nos próximos minutos vão poder ouvir o jornalista José Miguel Barros comentar um Gp emotivo e que teve vários motivos de análise como a exagerada punição do piloto finlandês , Valteri Bottas e outros temas.

No final atribui-se a distinção para o ponto positivo e negativo deste Gp segundo o veterano jornalista.

Em suma: mais uma grande entrevista que não devem perder por nada!

Cliquem AQUI para ouvirem e partilharem o Podcast do 16Válvulas

@F1 : #BahreinGp segundo a @Pirelli

SAKHIR (BAHRAIN) - 03/04/2016 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
SAKHIR (BAHRAIN) – 03/04/2016
© FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)

NICO ROSBERG OBTÉM A QUINTA VITÓRIA CONSECUTIVA E AUMENTA A LIDERANÇA DO CAMPEONATO COM UMA ESTRATÉGIA DE TRÊS PARAGENS

NOVE ESTRATÉGIAS DISTINTAS NOS DEZ PRIMEIROS CLASSIFICADOS

FELIPE MASSA NA OITAVA POSIÇÃO, FOI O MELHOR COM DUAS PARAGENS

Sakhir, 3 de Abril de 2016 – O piloto da Mercedes Nico Rosberg, obteve duas vitórias em duas corridas na presente época, utilizando uma estratégia com três paragens no circuito do Bahrain, em que alternou os turnos com os compostos P Zero Red (Supermacio) com o P Zero Yellow (Macio). Mesma estratégia utilizada por Kimi Raikkonen que obteve a segunda posição. Lewis Hamilton, após uma pequena colisão no inicio da corrida, terminou no terceiro lugar e adotou uma estratégia com a colocação do composto médio no seu segundo turno. No total houve nove estratégias diferentes utilizadas pelos dez primeiros classificados, incluindo o Filipe Massa em Williams com apenas duas paragens.

Paul Hembery, diretor da Pirelli Motorsport: “ Ainda estamos na segunda corrida de 2016 com o novo regulamento de pneus, mas já assistimos a uma grande variedade de estratégias, como em particular observámos ao longo deste fim de semana. A estratégia de pneus começou desde logo na qualificação, tal como vimos o Romain Grosjean fazer apartir da grelha de partida para marcar e obter mais pontos. O Nico Rosberg e o Kimi Raikkonen terminaram com uma diferença de 10 segundos no final, usando rigorosamente a mesma estratégia. Como assim, o desempenho dos compostos mais macios e a adaptabilidade do produto foi demonstrada por Filipe Massa, que completou a corrida com apenas duas paragens, apesar do elevado desgaste e respetiva degradação que estão tradicionalmente associados ao circuito de Sakhir. ”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Médio Macio Supermacio
Primeiro Ricciardo 1:36.064 Rosberg 1:34.482 Hamilton 1:34.721
Segundo Hamilton 1:37.076 Hamilton 1:34.677 Hulkenberg 1:35.188
Terceiro Massa 1:37.560 Raikkonen 1:35.158 Nasr 1:35.360

Os maiores turnos da corrida por composto:

Médio Ericsson e Massa 27 (voltas)
Macio Perez 23
Supermacio Perez 19

Previsão Pirelli: A nossa previsão para a estratégia mais rápida, era com três paragens, iniciando com o composto supermacio e trocar para o macio nas voltas 14, 29 e 43. Rosberg parou nas voltas 13, 30 e 39, mas em vez de utilizar o supermacio no inicio e os três turnos seguintes com o macio, utilizou o supermacio e o macio em turnos alternados.

 

Mais informações: visite a nossa nova página de WEB, atualizada regularmente com artigos especificos, noticias e crónicas. Mais informação em:

http://www.pirelli.com/global/en-ww/bahrain-2016-race

Outro P Zero estará em ação na próxima semana. Segue o lançamento nas redes sociais da Pirelli do mais recente pneu P Zero no Estoril ( que recebeu o ultimo grande prémio em 1996, exatamente à 20 anos atrás).

#Formula1 : #GpAustralia by #Pirelli

@foto by Pirelli.com
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Lewis Hamilton venceu a corrida com uma estratégia de apenas uma troca de pneus.

A maior parte dos pilotos param uma vez, alguns optam por duas paragens.

Desgaste reduzido dos pneus ao longo das 58 voltas da corrida, longos turnos com ambos os compostos,médio e macio

Aumento do desempenho confirmam os testes realizados na pré-temporada.

O atual campeão do mundo Lewis Hamilton, em Mercedes, iniciou da melhor forma a defesa do titulo ao derrotar o seu companheiro de equipe Nico Rosberg, e registar a sua segunda vitória na Austrália e a 34.ª da sua carreira. Ambos os pilotos da Mercedes apenas realizaram uma troca de pneus, iniciaram a corrida com o composto macio e mudaram para os pneus com composto médio nas voltas 25 e 26 respetivamente.

Hamiltou largou da pole position, e com esta vitória atingiu a marca das sete últimas pole positions, com sete vitórias. Sebastian Vettel alcançou o pódio na estreia pela Ferrari, com a mesma estratégia de apenas uma mudança de pneus, iniciou a corrida com pneus macios e trocou na 24ª volta. O aumento no desempenho presenciado na Austrália confirmou as expetativas para a época de 2015, na qual a Pirelli desenvolveu um pneu traseiro com uma nova conceção.

Com um desgaste extremamente baixo no liso asfalto do circuito de Melbourne, e apesar dos tempos serem aproximadamente dois segundos mais rápidos que no ano passado, a maioria dos pilotos adotou uma estratégia de apenas uma paragem. A entrada do Safety car em pista durante o primeiro turno, contribuiu para que o primeiro turno fosse mais longo, poupando mais os pneus quando os carros estão mais pesados.

Alguns pilotos tentaram uma estratégia de duas trocas de pneus, em que o Sauber de Marcus Ericsson foi o melhor classificado na oitava posição. Kimi Raikkonen em Ferrari encontrava-se perto do grupo da frente com uma estratégia de duas trocas de pneus (que teoricamente era mais rápido quatro segundos do que os pilotos que apenas efetuaram uma paragem), antes de desistir perto do final da corrida.

Para o Grande Prémio da Austrália, as temperaturas foram baixas (20 graus centígrados), com clima nublado, dilatando e ampliando ainda mais a vida útil do pneu e permitindo que os líderes andassem com uma diferença aproximada de dois segundos ao longo da corrida.

Paul Hembery (Diretor da Pirelli Motorsport), afirmou: “ Como esperado a Austrália foi uma corrida dificil para as esquipas, mas os pneus corresponderam a tudo o que foi exigido. As condições frias e a precoce entrada do Safety car na pista, contribuiu para que a estratégia de duas trocas de pneus, alterasse para apenas uma mudança de pneus para a maioria dos concorrentes. Além de uma excelente performance realizada pelos pilotos da frente, assistimos também a um excelente desempenho de condução da parte dos Rookkies deste ano, que deixaram claro que para 2015, e a curto prazo irão estar na frente com com uma correcta estratégia de pneus ”.

Os melhores tempos e respetivo composto:

MÉDIO MACIO INTERMÉDIO CHUVA
1.º HAM- 1 : 30.945s RAI- 1 : 31.426s N/A N/A
2.º ROS – 1 : 31.092s ERI – 1 : 31.560s N/A N/A
3.º VET – 1 : 31.457s HAM – 1 : 31.940s N/A N/A

Os maiores turnos(n.º de voltas), com os mesmos pneus:

Médio 38 Voltas Sérgio Perez
Macio 27 Voltas Jenson Button


Previsões:

A nossa previsão, era uma estratégia com duas paragens para as 58 voltas da corrida, mas a entrada de forma antecipada do Safety car no incio da corrida, fez com que a maioria dos pilotos alterasse a estratégia para apenas uma paragem. Previmos que o período ideal para trocar de pneus do composto macio para o médio acontecesse na volta 34, no entanto, Hamilton realizou a sua única paragem para troca na volta 24, beneficiando da maior durabilidade do composto médio, sem comprometer o seu desempenho.

#Formula1 : #16ValvulasEntrevista Paulo Alexandre Teixeira do #Blog #Continental-Circus com antevisão de 2015

Paulo Alexandre Teixeira @foto escolha pessoal
Paulo Alexandre Teixeira @foto escolha pessoal

Concluímos hoje a sequência de entrevistas sobre a nova temporada da Fórmula1.

Assim hoje ouvimos as apostas de Paulo Alexandre Teixeira do Blog Continental-Circus no que a pilotos e marcas diz respeito.

Oportunidade ainda de percebermos a opinião de Paulo sobre a próxima geração de pilotos para a F1 , com alguns destaques interessantes.

No final ficam as ambições para o próprio Blog para os próximos anos que passam por novo livro.

Em suma: mais uma importante entrevista que não devem perder por nada!

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#Formula1 : #Pirelli comenta testes de #JerezdelaFrontera

foto@D.R. Pirelli.com
foto@D.R. Pirelli.com

Em Jerez, numa pista muito abrasiva e com temperaturas baixas, os comentários dos pilotos foram positivos no primeiro contacto com os pneus de 2015.

Em comparação com o inicio de 2014, o desempenho e o número de voltas aumentou, revelando um fenomenal aumento do desenvolvimento desta tecnologia híbrida.

Paul Hembery (Responsável da Pirelli Motorsport):

” Os quatro dias em Jerez foram um íntegro teste, com todas as equipes presentes a andar mais do que o fizeram no ano passado. Isto, confirma e mostra a elevada escala de desenvolvimento que esta tecnologia hibrida alcançou. No abrasivo circuito de Jerez, testámos com condições climáticas diversas, e no geral os comentários dos pilotos foram positivos. No que concerne aos pneus, os próximos testes no final do mês em Barcelona serão mais representativos, desde que o clima seja favorável. A prestação do nosso composto protótipo (winter hard), especifico para testes com um rápido aquecimento, foi claramente apreciado pelos pilotos que o utilizaram exaustivamente. É obvio que os carros já evoluiram muito desde 2014 e prevemos aperfeiçoar ainda mais, antes de chegarmos a Melbourne em Março.

Número de conjuntos de pneus enviados para Jerez: 284

Dos seguintes compostos: 5 supermacios, 37 macios, 120 médios, 57 duros, 40 intermédios e 25 de chuva.

Número de conjuntos utilizados: 155

Dos seguintes compostos: 0 supermacios, 21 macios, 83 médios, 29 duros, 16 intermédios e 6 de chuva.

Para Jerez também foram enviados 16 conjuntos de pneus protótipos especiais da Pirelli “ winter hard ”, dos quais, cada equipe dispõe de dois conjuntos para o total das três sessões de testes de pré-temporada. O “ winter hard “, é um pneu protótipo especifico e exclusivo para testes, que não fará parte da gama P Zero de 2015. È um pneu de composto duro, com uma margem de trabalho mais reduzida, permitindo-lhe alcançar rapidamente a máxima aderência, mesmo com o clima frio. Assim, adapta-se perfeitamente às condições meteorológicas da Europa, registadas no mês de Fevereiro.

Número de voltas realizadas por cada conjunto de pneus:
Supermacio Não utilizado
Macio Maldonado (Lotus) 19 Voltas 3.º Dia
Médio Rosberg (Mercedes) 29 Voltas 1.º Dia
Winter Hard Rosberg (Mercedes) 34 Voltas 1.º Dia
Duro Rosberg (Mercedes) 42 Voltas 1.º Dia
Intermédios Rosberg (Mercedes) 25 Voltas 3.º Dia
Chuva Nasr (Sauber) 4 Voltas 2.º Dia
Os melhores tempos e compostos de cada dia:
1.º Dia Vettel (Ferrari) 60 voltas 1’22”620 Médio
2.º Dia Vettel (Ferrari) 89 1’20”984 Médio
3.º Dia Nasr (Sauber) 109 1’21”545 Macio
4.º Dia Raikkonen (Ferrari) 106 1’20”841 Macio

Após quatro dias de testes, foram realizadas 2294 voltas no total. Na passada época, realizaram-se durante o mesmo período, 1470 voltas, com 11 equipes em vez das 8 no presente ano. O melhor tempo em 2014 foi de 1.23.276 s (Kevin Magnussen em McLaren), destacando um impressionante aumento no desempenho e fiabilidade em comparação com a época anterior.

A cada equipe é atribuído um total de 135 conjuntos de pneus para testes durante a época de 2015.

Mais duas sessões de treinos, irão acontecer em Barcelona de 19 a 22 de Fevereiro e de 26 a 1 de Março.

#Formula1 : José Miguel Barros faz no 16Válvulas um primeiro balanço de 2014 , mas também fala da #FormuleE e Max Verstappen

José Miguel Barros
José Miguel Barros

Aproveitando a pausa de Verão da Fórmula1 , retomamos hoje uma tradição das ultimas temporadas : um balanço/análise com José Miguel Barros.

Assim nos próximos minutos vão poder ouvir a opinião do comentador SportTv sobre a temporada de Mercedes , Ferrari e RedBull , bem como a “entrega de Medalhas” aos pilotos em destaque na primeira parte da temporada.

No final oportunidade ainda para ouvirmos a opinião pessoal de José Miguel Barros sobre o piloto Max Verstappen e a nova competição que vai ter a primeira prova em Setembro: a FórmulaE.

Em suma: mais apreciação sobre a Fórmula 1 desta temporada que vai ser de certo do agrado de todos e que não vão querer perder por nada!

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Formula1 : Vettel vence em Singapura

Sebastian Vettel by Pirelli
Sebastian Vettel by Pirelli

Sebastian Vettel da Red Bull conquistou a 33.ª vitória da sua carreira na edição de 2013 do GP de Singapura de F1, usando uma estratégia de duas paragens nas boxes. A vitória de Vettel, que partiu da pole position, garante a manutenção do recorde do GP de Singapura de só ter sido ganho por campeões do mundo.

O piloto da Ferrari Fernando Alonso utilizou uma estratégia diferente de duas paragens para acabar em segundo, ele que tinha saído na sétima posição da grelha de partida, ao passo que o piloto da Lotus Kimi Raikkonen – apesar de sofrer de uma lesão nas costas – conseguiu terminar em terceiro depois de começar a corrida na 13.ª posição da grelha de partida, socorrendo-se de uma terceira estratégia de duas paragens nas boxes. Nas três últimas corridas, Vettel e Alonso terminaram, respetivamente, no primeiro e segundo lugares.

O GP de Singapura iniciou-se sob uma humidade de 67%, com todos os pilotos, à exceção de Adrian Sutil da Force India, a começarem a corrida com os pneus supermacios P Zero Vermelhos. O primeiro piloto a ir às boxes foi Raikkonen, na volta 10, para montar outro jogo de supermacios. Vettel fez uma primeira tirada longa para construir uma vantagem de mais de 35 segundos antes da sua primeira paragem nas boxes, na volta 17, para montar um jogo de pneus médios, voltando à pista ainda na liderança da corrida.

Na volta 25, o safety car entrou em pista durante um total de cinco voltas, mantendo outro recorde a 100% do circuito de Marina Bay. Vários pilotos beneficiaram dessa situação para ir às boxes trocar de pneus, mas os quatro primeiros (que traziam todos eles pneus médios) mantiveram-se em pista, tendo sido eliminada a vantagem de 13 segundos de Vettel.

Não obstante, o piloto alemão voltou a ganhar avanço de forma a efetuar uma segunda paragem, desta vez para montar pneus supermacios novos na volta 44, sem ceder a liderança. Isso permitiu-lhe vencer a corrida com uma vantagem de meio minuto sobre o segundo. Com um limite de velocidade baixo na zona das boxes, que é longa em Singapura, verificou-se uma penalização considerável de tempo em cada paragem – a mais demorada da época – o que fez com que as equipas tentassem minimizar o tempo gasto pelos carros nas boxes.

O Diretor da Pirelli Motorsport, Paul Hembery, disse: “Verificou-se que, mais que o desgaste real, aqui em Singapura, a degradação térmica foi o fator limitativo que hoje os pneus tinham de superar: uma corrida que provou ser tão dura como o que todos estavam à espera. Ambos os compostos, mas em particular o supermacio, mostraram muita durabilidade bem como ritmo e foram a escolha mais apropriada para esta corrida. Uma das maiores complicações foi o facto de a estratégia de corrida aqui ter de ser flexível de forma a ser tida em conta a extensão da corrida e a potencial entrada em pista do safety car, o que fez, uma vez mais, que a duração da corrida atingisse as duas horas. O safety car confundiu consideravelmente as estratégias, mas enquanto Vettel fazia uma corrida a solo, houve uma batalha tática intensa pelas duas outras posições no pódio. Na parte final da corrida, houve muita ação, com a utilização de estratégias diferentes a garantir uma luta cerrada pelos lugares pontuáveis e várias manobras de ultrapassagem, num circuito onde, normalmente, não é normalmente fácil de ultrapassar.”

Tempos mais rápidos do dia por composto:

Médio  Supermacio Intermédio Chuva
Primeiro  WEB – 1m49,783s  VET – 1m48,574s N/A N/A
Segundo  HAM – 1m49,916s  SUT – 1m49,656s N/A N/A
Terceiro  VET – 1m50,022s  VER – 1m50,328s N/A N/A

Tirada mais longa da corrida:

Médio     36 voltas     Perez; Raikkonen; Hulkenberg; Alonso; Button; Gutierrez
Supermacio     22 voltas     Di Resta; Vergne
Intermédio     N/A     N/A
Chuva     N/A     N/A

Avaliação da correção de previsões:

Embora seja sempre difícil prever uma estratégia em Singapura, sugerimos duas paragens como sendo o cenário mais provável. Pensámos que poderia haver duas opções: começar com supermacios, depois mudar para médios na volta 16 e voltar a trocar para supermacios na volta 39. Uma alternativa era exatamente a mesma estratégia, mas usar os médios em vez dos supermacios na tirada final. Vettel aderiu a este padrão ao mudar para médios na volta 17 e ao trocar na volta 44 para supermacios para uma curta tirada final.