Dakar 2012: Carlos Sousa revela que recordou Dakar´s antigos no Peru 25 25UTC Janeiro 25UTC 2012
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, CPTT, Dakar, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas.Tags: africanos, carlos sousa, curiosas, da familia, fala, great wall, lama
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Pouco menos de um mês desde que deu inicio à aventura no Dakar 2012 com a equipa chinesa Great Wall e Carlos Sousa vem ao 16valvulas comentar essa prova.
Nos próximos minutos vamos ficar a conhecer as dificuldades do projecto que teve apenas 200 kms de testes em Marrocos e depois seguiu para a Argentina onde apesar dos problemas de refrigeração terminou num bom 7º lugar final.
Carlos Sousa faz ainda uma apreciação sobre o traçado de 2012 revelando que recordou Dakar´s africanos nas etapas em solo peruano e fala dos truques utilizados para ultrapassar as armadilhas de lama que vitimaram entre outros Ricardo Leal dos Santos e Paulo Gonçalves.
Já no final da nossa conversa procurámos opinião do português sobre a actuação dos outros pilotos portugueses , com apreciações que podemos considerar curiosas , nomeadamente em relação a Ricardo Leal dos Santos.
Nos minutos finais Carlos Sousa falou do seu futuro imediato no que toca ao seu futuro no todo-o-terreno.
Em suma: mais uma importante entrevista com o sêlo de qualidade do 16valvulas que não vai querer perder por nada , estamos certos!
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Jerome D’Ambrosio na Lotus em 2012 25 25UTC Janeiro 25UTC 2012
Posted by Miguel Mousinho in Fonte: Autosport.pt, Formula 1.add a comment
A Lotus confirmou que Jerome D’Ambrosio será o seu terceiro piloto durante a temporada de 2012 da F1. O belga, que se estreou com a Virgin no ano passado, irá estar presente em todas as corridas, trabalhando em conjunto com Kimi Raikkonen e Romain Grosjean.

Jerome D'Ambrosio
Jerome D’Ambrosio foi despedido da Virgin quando a equipa assinou com Charles Pic, para fazer dupla com o veterano alemão Timo Glock. Desde então, o belga, de 26 anos, desdobrou-se em contactos para procurar manter-se na F1. Sem uma mala cheia de dinheiro para impressionar os donos das equipas, mesmo as da segunda linha do plantel, D’Ambrosio acabou por garantir um lugar de terceiro piloto na Lotus, a antiga Renault – onde, em 2010, deixou boa impressão enquanto piloto de reserva.
Este ano, acompanhar a equipa durante todas as provas, com a prorrogativa de poder tomar o lugar de um dos titulares – os regressados Kimi Raikkonen e Romain Grosjean – caso seja necessário.
Caterham F1 Team mostrou foto do CT01 25 25UTC Janeiro 25UTC 2012
Posted by Miguel Mousinho in Fonte: Autosport.pt, Formula 1.add a comment
A Caterham F1 Team foi a primeira equipa este ano a mostrar o seu novo monolugar para a nova época de Fórmula 1, o CT01.
Paulo Moreno , DJ e piloto Porsche fala de 2011 e sobre projectos para 2012 25 25UTC Janeiro 25UTC 2012
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Campeonato de España Iber GT, Campeonato de Portugal de Circuitos, Campeonato de Portugal de GT, Campeonato Nacional de Circuitos GT4, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas.Tags: campeonato nacional, dj paulo, em portugal, estoril, gt cup, pedro dias
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Ocasião de voltarmos aos Gt´s em Portugal , desta vez com um dos pilotos da Equipa que correu no Campeonato Nacional com um Porsche , junto a Pedro Dias Moleiro , o piloto Paulo Moreno.
Assim durante os próximos minutos ficamos com um balanço muito positivo do seu primeiro ano com destaque para aprova que contou com a presença dos Gt´s espanhois no Estoril.
Na parte final ficamos a saber que a equipa vai voltar a apostar nos GT´s nacionais , na nova competição , a Gt Cup , com o mesmo Porsche com algumas actualizações.
Quanto às novidades indica que a equipa vai ter um novo patrocinador -português- mas ainda não divulga o nome.
No final tempoa para ficarmos a conhecer o projecto profissional que abraçou , que é de ser DJ em Londres , onde já goza de algum prestigio.No final deste artigo fica uma amostra do trabalho de “DJ Paulo Moreno“
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Loeb, Elena e a Citroën conquistam o seu sexto Rali de Monte Carlo 24 24UTC Janeiro 24UTC 2012
Posted by Miguel Mousinho in Press Release, WRC.add a comment
O 80º Rali de Monte Carlo consagrou Sébastien Loeb e Daniel Elena, com a conquista da sua sexta vitória no Principado. Os octa-Campeões do Mundo fizeram o pleno, pois somaram igualmente os três pontos destinados ao vencedor da ‘Power Stage’. Quarto classificado no rali, Mikko Hirvonen e Jarmo Lehtinen garantiram também dois pontos pelo seu desempenho na última classificativa. Graças a este resultado, a Citroën Total WRT instalou-se no comando do Campeonato do Mundo de Construtores.
Depois de quatro longos dias de prova, a última etapa do Rali de Monte Carlo foi, sem dúvida, a mais curta da história do Campeonato do Mundo, com uma especial de apenas 5,16km desenhada entre Ste Agnès e Col de la Madone e que deveria ser percorrida pelos melhores WRC em menos de 3m30s.
No final da especial, Sébastien Loeb e Daniel Elena constataram com satisfação que tinham conseguido o melhor tempo, sinónimo de três pontos suplementares para o Campeonato do Mundo de Pilotos. “Tinha decidido atacar, pois estes pontos podem ser determinantes na atribuição do título”, explicou Loeb. “Para além do resultado, estou contente por ter ganho um rali pelo qual tenho um carinho especial. Havia muito público na estrada e queria ganhar também por eles. A vantagem para o segundo classificado foi grande, mas não diria que foi uma vitória fácil. Encontrámos todo o tipo de condições e construi a vantagem essencialmente devido a uma melhor escolha de pneus, graças, sobretudo, ao trabalho da equipa técnica da Citroën Racing e do nosso parceiro Michelin. Pela primeira vez desde há algum tempo no Mundial, podíamos escolher entre cinco tipos de pneus diferentes e optámos sempre pelos que melhor se adaptavam às circunstâncias. O Citroën DS3 WRC funcionou perfeitamente. Senti-me confiante desde o início do rali e consegui adoptar um bom ritmo. É bom começar a temporada desta maneira…”
Segundos classificados na ‘Power Stage’, Mikko Hirvonen e Jarmo Lehtinen concluíram o seu primeiro rali com a Citroën Total World Rally Team no 4º lugar. “Este não é o rali mais fácil para uma estreia com um carro novo, mas estou satisfeito com o resultado”, assegura o finlandês. “Nos dois primeiros dias, onde tivemos neve, foram particularmente difíceis. No asfalto senti-me mais confortável e consegui fazer bons tempos. Era importante evitar os problemas, não fazer erros e marcar pontos. Está feito e agora estou ansioso para ir para a Suécia, um terreno que conheço bem”.
No seu primeiro rali como líder da Citroën Racing, Yves Matton saudou a performance da equipa: “É importante começar a época com um resultado positivo e conseguimo-lo ao ganhar um rali mítico como é o Monte Carlo. Uma das chaves do sucesso foi a escolha de pneus. O trabalho feito juntamente com os nossos engenheiros, que anteciparam quase todas as situações, permitiu-nos fazer as melhores escolhas. O Sébastien esteve impressionante na gestão da prova. Soube esperar, rodando com cautelas quando essa era a solução mais sensata e atacando quando as condições lhe permitiam fazer a diferença. O Mikko fez o que lhe pedimos, terminar numa boa posição. Não houve erros e os três melhores tempos que obteve permitem perceber a sua boa adaptação ao carro e todo o seu profissionalismo”.
“Este resultado é entusiasmante e estou mais uma vez impressionado com toda a equipa. É uma grande satisfação ver toda a gente a trabalhar na maior serenidade e noto igualmente a boa integração do Mikko e do Jarmo no seio da Citroën Racing. A armada vermelha está em marcha!”, saudou Frédéric Banzet, Director Geral da Citroën.
A próxima prova do Campeonato do Mundo de Ralis desenrola-se entre 9 e 12 de Fevereiro na Suécia.
Hugo Godinho fala sobre o vice-campeonato de 2011 e prepara novidades para 2012 24 24UTC Janeiro 24UTC 2012
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Campeonato de España Iber GT, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas.Tags: Ferrari, hugo godinho race
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Nova ocasião de regressarmos no 16valvulas aos Gt´s.
Neste caso aos Gt´s espanhois onde entrevistamos hoje Hugo Godinho , piloto que incluido na estrutura da Aurora Racing Team ficou no 2º lugar em 2011.
Nesta entrevista além de olharmos para o passado , prestamos muita atenção às novidades que Hugo está a preparar.
Assim ficamos a saber que existe de facto um convite de Fernando Moreira para o levar para a estrutura que está a montar , mas em que Hugo Godinho indica estar mais inclinado em projecto individual com competições como a Blancpain Endurance.
Em suma: mais uma importante entrevista 16valvulas, que não deve perder por nada!
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Ricardo Batista fala de Ralis em Portugal e questiona o seu futuro 23 23UTC Janeiro 23UTC 2012
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Numa altura em que foi de novo premiado na Gala de entrega de prémios da FPAK , Ricardo Batista regressa ao 16Válvulas.
Nesta ocasião fizémos balanço de 2011 , mas procurámos informações sobre projectos para 2012.
Ainda sobre 2012 houve ocasião para debatermos o ponto de situação dos ralis em Portugal , sendo Ricardo Batista tanto céptico sobre o futuro dos ralis , como também critico em relação ao Campeonato de Ralis Sul , onde existe no mesmo fim-de-semana uma prova desse campeonato regional e o Rali de Portugal.
No final ainda tempo para ouvirmos opinião sobre o rali de Monte-Carlo que decorreu este fim-de-semana , com vitória para Sebastian Loeb e 10º posição para o português Armindo Araujo.
Em suma:mais uma interessante entrevista , que não deve perder por nada!
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Jaime Batista do Yser Racing Team fala do Dakar 2012 e planos de internacionalização 21 21UTC Janeiro 21UTC 2012
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Apenas uma semana depois do final do Dakar 2012 , o 16valvulas foi procurar opiniões e análises sobre esta prova de todo-o-terreno que teve como vitoria no carros um Mini All4Race.
Foi precisamente com quem utiliza um desses carros que fomos entrevistar , neste caso com Jaime Batista , navegador de Filipe Campos que usam um desses Minis da Equipa Yser.
Durante os próximos minutos vamos ouvir a opinião sobre os protagonistas , tanto estrangeiros como portugueses desta prova que decorreu na América do Sul , na Argentina , Chile e Peru.
Já na parte final procurámos mais detalhes para os planos da equipa para 2012 , sendo dito de uma forma lacónica que é natural que equipas da dimensão da Yser procurem mais provas no estrangeiro do que em Portugal , que tem um campeonato que sofre as consequências da crise económica que Portugal atravessa.
Em suma: mais uma entrevista com o sêlo de qualidade do 16valvulas , que não deve perder por nada!
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Mundial motociclismo: resumo 2011 de 125cc, moto2, Motogp by Aires Pereira 20 20UTC Janeiro 20UTC 2012
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Mundial 2011 – MotoGP / Moto2 / 125cc
O ano de 2011 não nos reservou muitas surpresas. Era previsível que uma das Honda ganhasse a classe de MotoGP (Casey Stoner ou Dani Pedrosa), em Moto2 qualquer coisa podia acontecer em face da espectacularidade da prova e da competitividade inerente e em 125cc Terol teria condições para dominar face à sua experiência e equipe onde se inseria. E foi de facto o que aconteceu. Mas não foi assim durante todo o percurso. Houve altos e baixos e mesmo grandes hipóteses do campeonato terminar de maneira diferente, nomeadamente em Moto2 e 125cc
Não tenciono fazer um levantamento exaustivo do ano de 2011, até porque os “bytes” não chegariam, mas sim realçar um “X” número de situações que mereceram o destaque neste palco.
125cc
Esta categoria foi a última a conhecer o campeão. Não obstante o início arrebatador de Nicko Terol a impor-se facilmente a toda a concorrência a meio da época a coisa mudou e muito. De facto o piloto espanhol parecia andar com uma moto diferente das demais. As corridas eram ganhas com uma substancial vantagem e a chegada ao primeiro lugar do pelotão era feita com muita naturalidade. Para isso contava o facto da experiência adquirida no passado ano de 2010 (onde também lutou pelo título), bem como, reconhecidamente a melhor moto do pelotão, a Aprilia do Team Aspar. Mas a concorrência estava á espreita e do pelotão saltam dois nomes que não estariam nos planos de Terol. Johan Zarco com 21 anos e na sua 3ª época em 125cc e Maverick Viñales de 16 anos, campeão CEV em 2010.
E foi Zarco quem primeiro atacou Terol. O piloto francês depois de competir nos dois campeonatos anteriores com uma Aprilia tinha este ano uma Derbi ao seu dispor e muita vontade de vencer. Fruto dessa vontade, viria a protagonizar 2 ou 3 episódios onde teve manifestamente muito azar, só conseguindo vir a ganhar uma única prova, no Japão. Mesmo assim, fruto de alguma regularidade conseguiu manter a luta pelo primeiro lugar acesa até à última prova onde acusou o peso da responsabilidade e acabou na gravilha. Ainda se vai ouvir falar de Johan Zarco!
Quanto a Viñales (que militava na equipa de Paris Hilton), levou algum tempo até perceber que as coisas eram um pouco diferentes do CEV. No entanto a aprendizagem foi lenta mas segura e à 4ª ronda o mundo era surpreendido com o primeiro lugar em França depois de uma luta titânica com Terol. Daí para a frente e com excepção de 2 ou 3 provas, Viñales marcou profundamente a classe de 125cc, solidificou o que se achava que era sorte, mostrou que não tinha medo de competir fosse com quem fosse e acabou o ano com duas vitórias sucessivas. Portanto em resumo e como a classe de 125cc viu a sua última corrida em Valência, para o ano em Moto3 creio que Viñales será mesmo um dos mais sérios candidatos ao título.
Uma palavra para Sandro Cortese e Jonas Folger, dois pilotos germânicos que tiveram um bom início de campeonato e que foram perdendo fulgor ao longo do mesmo, sendo claramente relegados para o “segundo pelotão” durante a maior parte do campeonato. Ainda assim Cortese teve um final de campeonato valente, chegando mesmo a perturbar o terceiro lugar de Viñales.
Uma última palavra nesta classe para Miguel Oliveira. O piloto luso que tão boa conta de si deu no CEV em 2010 (Vice-Campeão no CEV e Vice-Campeão Europeu), levando-nos a aspirar por uma prestação acima da média na sua subida à classe de 125cc, não conseguiu concretizar essas mesmas expectativas. Foi pena. Uma série de factores, alguns algo sombrios levaram ao abandono prematura em Aragão, prova que ditou a sua última participação em 2011, curiosamente terminando o campeonato com 44 pontos, o mesmo número com que foi inscrito na prova.
Em 2012 teremos Moto3. As motos a 2 tempos foram definitivamente arredadas do mundial e chegam as de 4 tempos com 250cc para as substituir. Á semelhança de Moto2 espera-se um campeonato bastante disputado. Naturalmente que se conta com Miguel Oliveira (que ganhou as duas últimas provas do CEV em Moto3) para uma boa prestação, mas principalmente e em face do que já fez, prevê-se um protagonismo de Viñales como candidato ao título.
Moto2
Este campeonato também teve emoção (quase) até à última prova. Á semelhança de 125cc, também aqui Stefan Bradl dominou a primeira parte do campeonato quase sem oposição. O piloto germânico angariou uma tal diferença pontual que muitos vaticinavam a impossibilidade deste vir a perder o campeonato, mesmo que acontecesse uma desgraça. Mas Moto2 é uma verdadeira caixinha de surpresas e após a sua 4ª vitória (UK) em 6 possíveis, Bradl não voltou a ganhar mais nenhuma prova.
Foi a vez de aparecer Marc Marquez (campeão 125cc em 2010) em palco. Marquez nem sequer tinha pontuado nas três primeiras provas quando venceu em França. Mas a partir daí, em 11 provas possíveis, Marquez arrebatou 6 vitórias em pódios nas restantes. Foi absolutamente impressionante verificar o domínio do espanhol a partir da prova holandesa. Marquez viria a crescer de tal maneira que viria mesmo a conseguir passar para a dianteira do campeonato. Para a história fica a épica corrida da Austrália onde o piloto saiu da 38ª posição da grelha (última posição por ter sido castigado) e viria a acabar em 3º lugar, logo atrás de Bradl. Foi um momento único que ficará para a história certamente. Mas um golpe de teatro iria acabar com as expectativas de Marquez, quando um acidente o faz perder as duas últimas corridas. Um acidente nos treinos na Malásia impedia o de participar e a recuperação não foi suficiente, pelo que foi declarado inapto para Valência. No entanto, caso o piloto tivesse conseguido correr ganharia o campeonato, pois Bradl viria a terminar essa prova na gravilha. Foi muito azar, mas é assim que os pilotos crescem!
Depois temos Iannone. Creio mesmo que a definição de Iannone (só cá para nós) quer dizer…espectacular! É um prazer ver este piloto correr. A alma e a entrega que ele coloca em todas as voltas que faz à pista são dignas de se apreciar. A combatividade que coloca nas ultrapassagens, o gastar de pneus só para ultrapassar todos os adversários á sua frente (independentemente da posição em que se encontra), a luta titânica para recuperar dos seus lastimosos tempos de grelha e consequente saída no meio do pelotão…tudo isto faz de Andrea Iannone um piloto verdadeiramente espectacular. Faz-me lembrar Randy Mamola, outro piloto que dava tudo em pista, sem nunca ter conseguido ganhar um campeonato. São dele as imagens que normalmente ilustram a espectacularidade do mundial de motociclismo. Mas como Mamola, Iannone é demasiado inconstante, vítima do seu entusiasmo e amor pelas corridas. É pena que assim seja, mas com 22 anos tem ainda muito espaço para melhorar. A ver vamos se consegue amadurecer a sua condução.
Por último, uma palavra para Alex De Angelis, Thomas Luthi, Simone Corsi e Bradley Smith que se destacaram por alguns bons momentos de motociclismo que nos proporcionaram, De Angelis e incomodar várias vezes os primeiros lugares.
Para 2012 espera-se que Moto2 mantenha a combatividade no maior pelotão do mundial e que se veja, à semelhança de 2011, muitos pilotos a lutarem por posições cimeiras. É certo que nem todos lá poderão chegar, mas muitas vezes aparecem pilotos a liderar o pelotão e a lutar por posições cimeiras que normalmente não se vêm lá na frente. É essa a magia especial que Moto2 tem para oferecer. A verdadeira corrida pela vitória que está aberta a quase todos!
MotoGP
Quando se fala de MotoGP em 2011 e se pergunta o que aconteceu, a primeira coisa que nos lembramos é sempre de Marco Simoncelli. O piloto italiano de 24 anos viria a falecer vítima de acidente à 2ª volta do grande prémio da Malásia. É sem sombra de dúvida o facto de maior realce e cumulativamente de maior tristeza que 2011 nos trouxe em MotoGP.
Este campeonato que tem vindo a perder fulgor, não teve uma época para recordar com saudade. Grelha com poucos pilotos, um vencedor anunciado a três provas do fim e um acidente fatal faz da época de 2011 um marco triste na história da classe rainha do mundial de motociclismo. Contudo, e apesar disso a vitória de Casey Stoner é inteiramente merecida e o australiano fez um campeonato arrebatador, com uma demonstração de querer e saber dignas de um campeão. Stoner ganhou 10 das 17 corridas do campeonato, pontuando em todas elas com excepção de Jerez onde foi “abalroado” por Rossi. E teve ainda a felicidade de ser coroado campeão virtual na sua terra e no seu dia de anos. Que mais pode um piloto querer? Foi um excelente ano para Stoner que assim demonstra toda a sua qualidade de piloto, coroando-se campeão de MotoGP pela 2ª vez com 26 anos de idade.
Na Yamaha Jorge Lorenzo defendeu como pode o título ganho em 2010. O campeão espanhol fez tudo o que estava ao seu alcance para destronar Stoner, já que os outros dois pilotos da Asa Dourada não foram séria concorrência. Lorenzo demonstrou mais em 2011 a defender o título do que em 2010 a conquista-lo, e provou que tem muito para dar a MotoGP. Com menos dois anos que Stoner (a mesma idade que Simoncelli), o piloto de Palma de Maiorca fazia a sua máquina deslizar pela pista toda, recorria de todos os truques possíveis para impedir que a incomparavelmente mais potente Honda lhe levasse a melhor, mas para o fim do campeonato a missão mostrou-se impossível e cedeu o ceptro ao Australiano.
Ao lado de Stoner lado militavam mais dois pilotos naquela que foi considerada, desde a pré-epoca, a melhor moto do pelotão. A Honda que se viu na contingência de fazer alinhar três pilotos de fábrica em face da contratação de Stoner em 2010 e dos resultados que Dovizioso angariou tinha ainda o eterno “segundo”, Dani Pedrosa. Dovizioso e Pedrosa foram bastante inconstantes ao longo da época. Dani Pedrosa, fruto de um acidente com Simoncelli ficaria impedido de participar em 3 das 17 provas do campeonato. Desde logo esse “handicap” se revelou fatal para as suas aspirações e Pedrosa perderia muitos pontos com esta lesão. Contudo, após o seu regresso, o pequeno piloto viria a fazer, aquilo que eu apelido do melhor campeonato desde que milita em MotoGP. Pedrosa lutava afincadamente pelas posições, não esmorecia quando se via “engolido” pelo pelotão e veio mesmo a conseguir excelentes posições, que quase roubavam o 3º lugar de Dovizioso.
Por sua vez, Dovizioso viria a conseguir uns pobres 7 lugares no pódio (menos dois que Pedrosa, mesmo com a lesão), muito pouco para quem dispunha do mesmo material que Stoner. O terceiro lugar do italiano deveu-se essencialmente os pontos amealhados nas provas em Dani estava lesionado, logrando assim manter o terceiro lugar. Mas é sem dúvida o “elo mais fraco” da marca, situação comprovada com a sua saída em 2012.
Uma última palavra para Rossi que teve um dos seus piores anos mas que lutou sempre para conseguir melhorar uma Ducati que se mostrava inguiável, para Toni Elias, que tinha alcançado (muito justamente, diga-se) o título de primeiro campeão de Moto2 na época transacta e cuja a adaptação a MotoGP foi verdadeiramente lastimosa, e ao trio de americanos Spies, Hayden e Edwards, dos quais (à exepção de Edwards) se esperava bem melhor.
Também em MotoGP haverá lugar a mudanças. As máquinas contarão agora com motores de 1.000cc, e vão-se manter apenas três marcas de fábrica com a saída da Suzuki. Contudo parece que já há por aí algumas máquinas novas (equipas privadas), mas que tudo aponta irem fazer parte de um campeonato à parte, uma espécie de “2ª escalão”. Se assim for, não se augura nada de bom para esta classe, uma vez que ficamos com o campeonato reduzido a 12 motos (4 para cada marca de fábrica) com 2 ou 3 pilotos a lutarem pelo ceptro e umas quantas marcas a servirem de “gincanas móveis”. Esperemos que esteja errado!
Enquanto esperamos para ver…aqui segue o calendário para 2012
8 April, Qatar – Doha/Losail
29 April, Spain – Jerez de la Frontera
6 May, Portugal (STC) – Estoril
20 May, France – Le Mans
3 June, Catalunya – Catalunya
17 June, Great Britain – Silverstone
30 June, Netherlands – Assen
8 July, Germany (STC) – Sachsenring
15 July, Italy – Mugello
29 July, United States – Laguna Seca
19 August, Indianapolis – Indianapolis
26 August, Czech Rep. – Brno
16 September, San Marino & Riviera di Rimini – Misano
30 September, Aragon – Motorland
14 October, Japan – Motegi
21 October, Malaysia – Sepang
28 October, Australia – Phillip Island
11 November, Valencia – Ricardo Tormo – Valencia
By Aires Pereira
Despiste de Latvala deixa Sébastien Loeb na liderança 18 18UTC Janeiro 18UTC 2012
Posted by Miguel Mousinho in Fonte: Autosport.pt, WRC.add a comment
Após um dia que teve dois protagonistas em destaque, acabou por ser Sébastien Loeb a terminar a etapa inaugural do Rali de Monte Carlo na liderança, com uma larga margem sobre os demais. Contudo, para este resultado foi fundamental o despiste de Jari-Matti Latvala na quarta e derradeira especial de hoje, num momento em que o finlandês da Ford liderava a prova com cerca de 30 segundos de vantagem sobre o campeão do mundo do WRC.

O Ford de Jari-Matti Latvala
Se de manhã, Latvala havia mostrado um ritmo impressionante na segunda especial, saltando para a liderança da prova, na parte da tarde, o piloto finlandês viu-se batido por meros 0,4 segundos na primeira classificativa da tarde, mas no final do dia acabou por deitar tudo a perder com uma saída de estrada e consequente final de prova. Recorde-se que em Monte Carlo não haverá Superally. Para Loeb, “talvez uma má escolha de pneus do Latvala tenha obrigado forçar o ritmo e a cometer um erro”…
Contudo, na última especial do dia, o veterano François Delecour foi um dos pilotos em foco, ao ser o segundo melhor, a 35,4 segundos de Loeb, mostrando assim que a experiência ainda é um fator a ter em conta. Dani Sordo (MINI), que perdeu mais 42,3 segundos no último troço do dia, foi o terceiro melhor, ao passo que Petter Solberg, que fez uma má escolha de pneus na tarde, acabou por ser o quarto, mas já a 53,4 segundos. Evgeniy Novikov foi o quinto melhor, conseguindo uma boa prestação neste primeiro dia, na frente de Sébastien Ogier, que tem mostrado grande competitividade com o Skoda Fabia S2000 nos troços monegascos. Ott Tanak foi sétimo, logo na frente de P-G Andersson, num bom apontamento com o seu Proton Satria Neo S2000.
Armindo Araújo tem vindo a incrementar o seu ritmo ao longo deste primeiro dia, após um percalço matinal em que saiu de estrada e perdeu mais de cinco minutos. Na derradeira especial do dia, Araújo ficou com o 13º tempo, logo na frente de Pierre Campana. Em relação ao dia de hoje, o piloto luso explicou que “foi um grande desafio, muito difícil. As escolhas os pneus são muito difíceis. Estamos a aprender, cometemos um erro na manhã, mas agora não houve grandes erros”.
Assim, com estes resultados, Loeb ascendeu ao comando, com 1m04,2 segundos de avanço sobre Sordo, no MINI, ao passo que Petter Solberg é agora o melhor Ford na terceira posição, mas a apenas um segundo de Sordo. Surpreendente é a prestação de Sébastien Ogier, que com o seu Skoda Fabia S2000, está na quarta posição, a 2m21,1s, logo na frente de Evgeniy Novikov, existindo apenas 5,4 segundos entre ambos. Mikko Hirvonen é o sexto, tendo atrás de si o experiente François Delecour, que lamentou ainda não estar completamente entrosado com o seu carro. Armindo Araújo é o 15º classificado da geral, não muito distante de Craig Breen.








