16VálvulasRadio está no ar 15 de Março de 2012
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno.Tags: 16valvulasradio, amp, falar, Formula 1, meia hora, pano de fundo, ponto
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Regressa a Formula 1 para a temporada 2012 e a 16ValvulasRadio regressa também.
Assim , até Novembro a atualidade do Desporto Motorizado tem ponto de encontro com os ouvintes todas as noites aqui na Internet.
Como habitual as emissões da Radio serão efetuadas a partir das 22h de Portugal de 2ª a 6ª feira e durante meia-hora vamos falar sobre as notícias mais recentes sobre o desporto motorizado e ainda visitamos as efemérides que se assinalam em cada dia , sempre com alguma musica como pano de fundo.
Aqui estão alguns links para ouvirem as emissões :
Fernando Gaspar fala sobre o regresso dos Formulas e recorda outras corridas 22 de Maio de 2012
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Campeonato de Portugal de Circuitos, Campeonato de Portugal de GT, Entrevistas 16Válvulas, Podcast do 16Válvulas, Taça de Portugal de Circuitos.Tags: formula ford, mais uma, provas, seat series, selo, suma, vila do conde
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Aproveitando as noticias que nos chegam relativas ao regresso de Formulas de outros anos para ouvirmos um dos mentores dos Single Seat Series , Fernando Gaspar.
Nos próximos minutos vamos perceber como reagem à anulação da prova Estoril Historic Festival , sendo substituida pela presença em Jerez junto a espanhois e franceses.
Nos minutos finais tivémos ainda ocasião para trocarmos impressões sobre outros temas como por exemplo as provas de Vila do Conde , Vila Real , outros pilotos e no fim ficarmos a conhecer o piloto do momento na opinião de Fernando Gaspar.
Em suma: mais uma interessante entrevista com o selo de qualidade do 16valvulas que não deve perder!
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Os pneus supermacios estreiam-se em 2012 no Mónaco 22 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in Formula 1, pirelli.com/f1, Press Release.add a comment
O composto mais macio da gama de pneus Pirelli para a Fórmula 1 – o P Zero Vermelho supermacio – aparece pela primeira vez este ano no famoso circuito do GP do Mónaco: a corrida mais lenta, no circuito mais estreito, mas também a mais prestigiada da temporada. Em conjunto com ele, também foi escolhido o pneu macio P Zero Amarelo.
Nico Hulkenberg (Force India) nos testes de pré-temporada, Fevereiro 2012, Barcelona
Com um circuito urbano em que os carros dependem quase exclusivamente da aderência mecânica, este é o território ideal para o pneu supermacio – que beneficia de um tempo rápido de aquecimento e é capaz de gerar níveis muito elevados de tração e forças em curva. Isto é particularmente importante durante a qualificação: com tão poucas oportunidades para ultrapassagens no Mónaco estar o mais à frente possível na grelha de partida é ainda mais importante que o habitual. Pela mesma razão, a estratégia de corrida tem um efeito profundo. É frequentemente mais fácil ganhar posições nas boxes através de uma estratégia eficiente do que nas ultrapassagens na pista. O desgaste e degradação dos pneus são os mais baixos de toda a temporada, fazendo com que uma estratégia de uma paragem nas boxes seja uma hipótese a considerar por algumas equipas. Como Mónaco é um circuito urbano, há um alto grau de evolução da pista no decorrer do fim de semana da corrida, que dura mais um dia que os outros eventos da temporada, na medida em que os treinos livres se realizam na quinta-feira com o circuito a ser aberto para o trânsito normal em grande parte da sexta-feira. Em consequência, isso afeta a quantidade de borracha que está depositada na superfície do circuito na qualificação.
O diretor da Pirelli Motorsport diz:
Paul Hembery: “O Mónaco é um ponto alto da temporada e um lugar onde os nossos pneus supermacio e macio proporcionaram bastante espetáculo e diversão no passado. No ano passado, tivemos três pilotos com três estratégias diferentes direcionadas para um final espetacular, antes de uma bandeira vermelha ter aparecido. O composto supermacio é o único que se mantém inalterado em relação ao ano passado, na medida em que provou ser eficiente em circuitos como o Mónaco, mas é evidente que o perfil do percurso foi redesenhado para se adequar melhor aos regulamentos de 2012. Como o grau de desgaste é muito baixo no Mónaco, os pilotos poderão dar o máximo do princípio ao fim da corrida. A estratégia dos pneus será muito importante no Mónaco, onde a ultrapassagem em pista é mais difícil que em qualquer outro evento do calendário. Dito isto, o Principado tem uma história de frequentemente produzir surpresas. Com os carros atualmente com uma performance muito nivelada, até a mais pequena vantagem ou o mais pequeno erro podem ter um grande impacto no desfecho final da corrida, com temos visto até agora nesta época.”
Os homens atrás do volante dizem:
Jenson Button (McLaren): “Mónaco é um lugar muito especial. É provavelmente a pista de F1 onde a sensação de velocidade é maior, em particular durante as primeiras voltas numa quinta-feira de manhã, quando parece verdadeiramente irreal estar a controlar 750cv através das estreitas e sinuosas ruas do Principado. Mas é também um lugar onde encontramos um balanço e um ritmo que não existem em mais lado nenhum e, a breve trecho, nos sentimos muito confortáveis a encadear voltas rápidas e a entrar nas curvas com a traseira a derrapar. No Mónaco será a primeira vez nesta temporada em que iremos usar o composto supermacio da Pirelli, e estou a aguardar isso com verdadeira expectativa. Obviamente começaremos o fim de semana usando os pneus de composto macio, mas quando pela primeira vez mudarmos para os pneus supermacios sei que sentirei o carro muito diferente. Como sempre, vai ser fascinante descobrir como os pneus reagem e se comportam durante o fim de semana – em particular num lugar onde a qualificação será crucial – mas estou realmente a aguardar com muita expectativa esse desafio.”
O piloto de testes da Pirelli diz:
Lucas di Grassi: “Como muitos pilotos, eu vivo no Mónaco, mas é preciso trabalhar com tanta precisão o equilíbrio do carro e a afinação para a corrida que mesmo que se conduza nestas ruas no dia-a-dia isso não oferece qualquer vantagem. O Mónaco é uma das corridas mais complexas do ano, dado que é necessário ser muito rigoroso em cada volta. A maior parte das pessoas também não se dá conta do quão acidentado que o circuito é, por isso há muita coisa a considerar quando se trata de encontrar a afinação certa e a melhor maneira de tirar o máximo partido dos pneus. Com as escolhas que a Pirelli fez, há muitas oportunidades para algumas estratégias muito diferentes, tal como vimos no ano passado. Até aqui, tem sido uma época fantástica, mas também penso que há alguns pilotos que já deviam ter vencido até agora e ainda o não conseguiram: tudo pode acontecer no Mónaco. Isso é apenas uma das coisas que faz com esta corrida seja tão fascinante.”
Notas técnicas dos pneus:
· A superfície da pista é a menos abrasiva da época e isso, adicionado à baixa velocidade média (incluindo a curva em gancho mais lenta do calendário, feita a apenas 47 km/h), conduz a um muito baixo nível de desgaste. Os pneus macios são capazes de durar 50 voltas ou mais, fazendo com que a estratégia de uma paragem nas boxes seja inteiramente realista – embora Jenson Button em McLaren tivesse utilizado uma estratégia de três paragens para acabar no pódio no ano passado.
· Os limites estreitos e sinuosos do circuito, sem escapatórias, têm um efeito importante nas estratégias de corrida. Com um alto risco de incidentes que podem trazer para a pista o safety car, as equipas precisam de ter a flexibilidade suficiente nas suas estratégias para serem capazes de se adaptar às circunstâncias variáveis.
· Os travões têm muito uso no Mónaco e isso transmite calor aos pneus, a que se soma ao esforço colocado na estrutura. Ao entrar em Sainte Devote, por exemplo, os carros perdem 160 km/h em apenas 100 metros. Os pneus também são postos fortemente à prova no complexo da piscina. Eles atingem as bermas a mais de 200 km/h, gerando uma força lateral de 3,65g.
As escolhas de pneus até agora:
| PZero
Vermelho |
PZero Amarelo | PZero Branco | PZero Prata | |
| Austrália | Macio | Médio | ||
| Malásia | Médio | Duro | ||
| China | Macio | Médio | ||
| Bahrein | Macio | Médio | ||
| Espanha | Macio | Duro | ||
| Mónaco | Supermacio | Macio |
Ray Racing conquista pódio 21 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in Campeonato de España Iber GT, Endurance Trophy Iber GT, Press Release.add a comment
A formação algarvia arrancava da quinta posição, o que lhe abria boas perspectivas para a corrida de hoje e, com um andamento rápido e consistente, Miguel Ramos intrometeu-se na luta pelas primeiras posições ainda com a pista húmida, mas com tendência a secar, o que obrigou a que todos os carros arrancassem com pneus slicks.
O Ferrari F430 GT2 da Ray Racing chegou mesmo a lutar pela liderança da corrida, mas um toque de outro concorrente quando Miguel Ramos ainda estava ao volante e um pião no óleo de um adversário de Hugo Godinho atirou o GT italiano para o quarto lugar quando o relógio marcava uma hora de prova, momento em que são distribuídos parte dos pontos em disputa.
No entanto, os homens da Ray Racing não baixaram os braços e conseguiram recuperar até ao terceiro posto final, garantindo o seu primeiro pódio da temporada, apesar de os restritores impostos pela GT Sport roubarem grande parte da competitividade do Ferrari F430 GT2.
João Ramos, que efectuou o derradeiro turno de condução, mostrava-se extremamente satisfeito com o desfecho da prova de hoje, não deixando de sublinhar a desvantagem regulamentar que a equipa portuguesa sente: “Este é um resultado muito positivo face às circunstâncias que enfrentamos. Tivemos alguns contratempos em pista, que nos impossibilitaram de chegar ao segundo lugar, mas tudo funcionou bem e o terceiro lugar é extraordinário. Continuamos a sentir que o restritor que a organização nos obriga a montar no nosso carro é muito injusto, o que sublinha ainda mais o nosso pódio, e julgamos que a GT Sport tem que analisar bem esta situação”.
Miguel Ramos afinou pela diapasão do seu irmão, lamentando o toque que lhe foi dado por um dos seus oponentes. “A Ray Racing trabalhou muito bem a todos os níveis e o carro esteve perfeito, mas com estes restritores é difícil fazer melhor. A diferença para os GT3 é enorme, sendo necessário encontrar um equilíbrio competitivo mais justo.
Já no final do meu turno fiz um pião devido a um toque de um adversário, que tinha uma volta de atraso, o que me fez perder cerca de cinquenta segundos e nos impediu de terminar em segundo. Ainda assim, este é um resultado muito positivo”, sublinhou o reforço da Ray Racing para as provas de endurance do Campeonato de España Iber GT.
Por seu lado, Hugo Godinho não teve também um turno isento de problemas, admitindo, no entanto, que o terceiro lugar de hoje é um resultado muito positivo. “Foi uma corrida difícil, devido às limitações provocadas pelos restritores e a alguns azares que tivemos, como é o caso do pião que efectuei no óleo de outro carro. Penso que, sem esses contratempos, teríamos terminado no segundo posto, dado que o Ferrari F430 GT2 da Ray Racing estava muito bem afinado. Julgo que temos que fazer um balanço positivo do fim-de-semana, sobretudo se levarmos em consideração as circunstâncias em que nos encontramos”, afirmou o piloto oriundo de Coimbra.
A Ray Racing, depois de um evento bem-sucedido em Jarama, já está concentrada na próxima ronda do Iberian Supercars Trophy, que terá lugar no Autódromo Internacional do Algarve aquando da ronda portuguesa do WTCC, dentro de menos de duas semanas.
Ricardo Megre com dupla vitória à chuva 21 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in Press Release, Super Seven by KIA.add a comment
Ricardo Megre continua imparável na edição 2012 do Super Seven by Kia. Depois de ter sido o grande vencedor da jornada de abertura, que se disputou no circuito espanhol de Monteblanco, este fim-de-semana voltou a bisar nas corridas disputadas no circuito de Jarama, próximo de Madrid.
O piloto da Pneuvita/ Megre Motorsport teve pela frente duas corridas disputadas sob condições meteorológicas bastante adversas, mas o seu domínio foi claro, tendo ficado mais uma vez patente a sua enorme aptidão para pilotar à chuva, qualidade que já lhe era reconhecida quando competia de Kart.
“Sempre me adaptei bem a pilotar à chuva, mas desta vez foi mesmo bastante complicado. Na primeira corrida, arranquei na última posição da grelha que foi sorteada e fui subindo de posições até chegar ao primeiro lugar. Consegui imprimir um ritmo constante e não cometer erros e com isso consegui ir alargando a minha vantagem. Mas antes da nossa segunda corrida, os GT’s fizeram a sua prova deixando muita borracha na trajetória de chuva. Com a borracha que já existia na trajetória normal e com a carga de água que caiu logo após a primeira volta, o alcatrão ficou completamente escorregadio. Eu saí de pista para aí umas sete vezes e ainda fiz um pião completo!”, salienta o piloto da Pneuvita/ Megre Motorsport que acrescenta: “Foi incrível que, apesar de ter havido bastantes abertas, as nossas duas corridas tenham sido ambas disputadas sob enormes cargas de água”.
A jornada deste fim-de-semana em Jarama contou ainda com corridas do Campeonato de Espanha de GT e do Troféu Maserati. O piloto da Megre Motorsport venceu a primeira corrida destinada ao Super Seven by Kia com uma vantagem de 37,66s sobre o 2º classificado. Na segunda corrida voltou a ter de novo Diogo Tavares como principal adversário, piloto que desta feita gastou mais 7,946s.
A equipa da Megre Motorsport voltou a assistir os pilotos António Coimbra e o seu filho Miguel que, à semelhança de 2011, voltaram a disputar uma jornada do Super Seven by KIA com o carro vencedor do troféu de 2007, 2010 e 2011, pertencente ao piloto Ricardo Megre. Este voltou a ceder o seu carro habitual, participando assim no carro com volante à direita, que estava parado desde o ano passado.
GOODSENSE Racing Team: Um dia difícil em Jarama 21 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in Campeonato de España Iber GT, Press Release.add a comment
A GOODSENSE Racing Team viveu hoje em Jarama, palco da segunda prova do Campeonato do España Iber GT e da primeira do Endurance Trophy Iber GT, uma corrida difícil ao ver um dos seus carros abandonar, ao passo que Jorge Queiroz/”Pépé” terminaram num bom sexto lugar e Ângela Negrão/Joffrey Didier/Nuno Batista garantiram o pódio na categoria GT Light.
A corrida não começou da melhor forma para José Ramos, ao volante do Lamborghini Gallardo LP600+ GT3 #3, sofrendo um toque no arranque que o lançou para fora de pista, o que danificou severamente o carro italiano, que permaneceu nas boxes durante quinze voltas para reparar o radiador e outros componentes.
Assim que regressou à pista, José Ramos, e depois Patrick Cunha, lançou-se numa recuperação a um ritmo infernal, mas a correia de alternador partiu-se, o que obrigou o Lamborghini Gallardo LP600+ GT3 #3 à desistência.
Miguel Campos, o reforço da equipa nas provas de resistência, não chegou sequer a entrar no carro, o que o deixou desapontado, muito embora se tenha mostrado satisfeito pela eficácia do Lamborghini e pela evolução que ele próprio protagonizou ao longo do fim-de-semana. “Foi uma corrida frustrante, dado que tínhamos claramente andamento para nos batermos pelos primeiros lugares, como demonstra a volta mais rápida do Patrick, e um problema na correia do alternador acabou por nos obrigar ao abandono. Não cheguei sequer a entrar no carro, o que me impediu de limar algumas arestas na minha adaptação ao Lamborghini Gallardo LP600+ GT3.
As corridas são assim, mas ainda assim consegui evoluir bastante, ambientando-me progressivamente ao carro e ao circuito, que desconhecia por completo. Mostrámos que somos competitivos e estamos convencidos que poderemos regressar aos bons resultados na próxima prova do campeonato”, afirmou o piloto da GOODSENSE Racing Team.
Já Jorge Queiroz e “Pépé” realizaram uma prova isenta de problemas e com um andamento rápido e consistente rodavam no quinto posto quando o relógio marcava uma hora de prova – momento em que foi distribuída parte dos pontos em liça – vendo a bandeirada de xadrez num bom sexto posto, apesar do cansaço provocado por mais de duas horas de corrida. “Foi uma prova muito dura fisicamente para qualquer um de nós. No entanto, penso que efectuámos uma boa corrida. Tanto eu como o Jorge rodámos em tempos muito interessantes e conseguimos ser consistentes e este resultado é o corolário da boa performance que evidenciámos”, afirmou “Pépé”.
Os pilotos do Lotus Evora GT4 – Ângela Negrão, Joffrey Didier e Nuno Batista – por seu lado, mostravam-se surpreendidos com o andamento aquém do esperado por parte do GT inglês, muito embora tenham lutado pelo comando da categoria GT Light, enquanto caminhavam para o terceiro posto final. “Não conseguimos evoluir os nossos tempos ao longo do fim-de-semana e não sabemos o que se passou com o carro para que isso tenha acontecido”, começou por dizer Joffrey Didier que continuou: “Estivemos envolvidos na luta pela vitória na nossa categoria, com uma hora de prova figurávamos no segundo lugar, mas estávamos sem andamento para os outros concorrentes. Penso que o terceiro posto era o máximo a que poderíamos aspirar e temos que tentar perceber o que se passou com o Lotus”.
A GOODSENSE Racing Team aponta agora azimute para o Autódromo Internacional do Algarve, onde dentro de menos de duas semanas irá disputar mais uma ronda do Campeonato de Portugal de Circuitos/Iberian Supercars Trophy.
Pedro Lamy terminou na 9ª posição 21 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in 24 Horas de Nurburgring, Press Release.add a comment
Pedro Lamy terminou a 40ª edição das 24 Horas de Nurburgring na nona posição final. Vários problemas nos dois BMW Z4 oficiais da Vita4one em que o piloto português estava inscrito impediram uma melhor classificação na mítica prova de resistência alemã.
Pedro Lamy, aos comandos do BMW nº 17, arrancou da nona posição da grelha e manteve-se sempre entre os mais rápidos. Com o decorrer da prova, um dos seus colegas de equipa, não evitou um toque com um adversário e acabou por dar por concluída a participação nas 24 Horas de Nurburgring. “Os danos no carro impediram a continuação em prova. Foi pena pois estávamos a realizar uma boa corrida e poderíamos ter conseguido uma boa classificação”, começou por afirmar Pedro Lamy que por razões estratégicas da BMW Motorsport foi nomeado para integrar os dois carros da equipa Vita4one.
Com o Z4 nº 17 de fora, restava a Pedro Lamy levar o BMW nº 18 ao melhor posto possível, mas “vários problemas, principalmente de embraiagem, impediram uma melhor classificação”. O piloto português e os seus companheiros de equipa, na parte final da corrida, ainda tentaram recuperar mas, “já era demasiado tarde”.
“Não correu como gostaríamos. Terminámos a prova na 9ª posição, mas as corridas são assim e espero que no próximo ano tudo corra melhor”.
A vitória acabou por sorrir à Audi Sport Team Phoenix com o carro nº 3, seguido da Mamerow Racing (Audi) e Hankook-Team Heico (Mercedes), na segunda e terceira posições finais, respetivamente.
Alex Laranjeira fala da corrida de Miguel Oliveira na Moto3 e deixa conselhos para quem quer correr 20 de Maio de 2012
Posted by GonçaloSousaCabral in 16 Válvulas no terreno, Entrevistas 16Válvulas, Moto GP, Moto2, Moto3, Podcast do 16Válvulas, Red Bull Rookies Cup.Tags: estrela galicia, falar, mais uma, miguel oliveira, MotoGP, perca, selo
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Regressamos às 2 rodas e ao Mundial de Motociclismo , MotoGp.
Nesta ocasião trazemos a entrevista com o português Alex Laranjeira que tem um palmarés recheado com excelentes resultados em Superbikes.
Aproveitámos a ocasião em que voltámos atrás no tempo para falarmos de Miguel Oliveira pois Alex Laranjeira deslocou-se a Le Mans para falar com o piloto Luso e deixou uma palavara de incentivo.
Já no final falámos do palmarés de Alex Laranjeira.
Não perca então mais uma importante entrevista , com o selo de qualidade do 16valvulas!
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Problema nas boxes impede Albuquerque de conseguir o melhor resultado da época 20 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in DTM, Press Release.add a comment
Filipe Albuquerque estava a protagonizar a sua melhor corrida da época em Brands Hatch onde este fim-de-semana teve lugar a terceira ronda da temporada do DTM. Um excelente arranque colocou-o imediatamente da sexta para a quarta posição. Aí se manteve até à segunda paragem nas boxes quando um problema na troca do pneu esquerdo dianteiro fez o piloto português perder uma série de lugares obrigando-o a cruzar a linha de meta na 10ª posição, somando um ponto para as contas do Campeonato.
No final da corrida Albuquerque não escondia a frustração: “Infelizmente estes erros pagam-se caros. Em Hockenheim estava na sexta posição quando um problema nas boxes me remeteu para a 10ª posição e agora estava em quarto e volto a terminar em 10º. A equipa vai ter de trabalhar na paragem nas boxes para que evitarmos ao máximo este tipo de erros. Lamento o que aconteceu e não escondo a deisulusão”, começou por dizer o piloto português.
Até à segunda paragem, Filipe Albuquerque estava a protagonizar uma excelente corrida: “O arranque correu muito bem. Estava a segurar a minha posição, os ataques do Tomczyk e a impôr um ritmo bastante competitivo. Decidimos fazer os ´pit-stops’ na mesma altura que ele para garantirmos ficar à sua frente. A primeira entrada nas boxes correu bem e a segunda, foi o que foi. A partir daí a minha corrida ficou estragada. No final, e dado ter feito os ‘pit-stops’ demasiado cedo, já não tinha pneus para aguentar as investidas dos meus adversários”, continuou.
A próxima ronda decorre a 2 e 3 de Junho em Spielberg: “Já mostrámos que estamos competitivos e por isso espero de uma vez poe todas conseguir terminar a corrida num lugar de relevo”, concluiu Filipe Albuquerque.
Resultados da Corrida:
1º Gary Paffett – Mercedes
2º Bruno Spengler – BMW
3º Mike Rockenfeller – Audi
(…)
10º Filipe Albuquerque – Audi
Queda volta a roubar vitória a Miguel Oliveira 20 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in Moto3, Press Release.add a comment
Miguel Oliveira voltou a ser vitima de uma queda quando liderava a quarta prova do Campeonato do Mundo de Moto3 no mítico traçado de Le Mans. O piloto português estava no comando da prova com mais de 1,5 segundos de vantagem, numa corrida particularmente complicada devido à chuva, quando aconteceu a queda. Faltavam apenas nove voltas para o final da corrida quando o sonho terminou.
Tal como havia mencionado Miguel entrou na prova de forma cautelosa com o único objectivo em mente de terminar a corrida. No arranque não quis correr demasiados riscos e apesar de estar na linha da frente no terceiro lugar, caiu várias posições. Depois, paulatinamente recuperou até chegar ao comando: “Fizemos tudo o que tínhamos planeado. Entrámos na corrida de uma forma muito calma pois as condições atmosféricas estavam muito complicadas. Procurei seguir o grupo da frente sem correr riscos. Depois de assumir o primeiro lugar, fui impondo o meu ritmo sempre de forma cautelosa. Mas a queda veio estragar tudo. Nestas condições quem se conseguisse aguentar em cima da moto ganharia a corrida e foi o que aconteceu. Não posso deixar de pedir desculpas à minha equipa pois não merecíamos este desfecho“, disse o jovem piloto de 17 anos que viu vários adversários abandonarem devido a quedas.
O azar tem perseguido Miguel Oliveira mas o piloto português acredita ser capaz de contrariar essa tendência: “Abandonar três vezes seguidas quando se anda na frente não é animador. Mas a única forma de dar a volta é continuar a trabalhar e a acreditar que mais cedo ou mais tarde os resultados vão passar dos treinos para a corrida”, rematou.
Para Emilio Alzamora, responsável da Estrella Galicia 0,0: “O Miguel esteve sempre em plano de destaque mas na corrida, sabíamos que seria uma lotaria. Impôs um ritmo forte e consistente mas o mínimo erro nestas condições pagasse caro”.
Tiago Monteiro em quinto na Áustria 20 de Maio de 2012
Posted by Miguel Mousinho in Press Release, WTCC.add a comment
O Campeonato do Mundo de Carros de Turismo chegou ao meio da temporada com a realização das duas corridas deste fim-de-semana em Salzsburgring na Áustria. Tiago Monteiro conseguiu novamente um bom resultado ao terminar a primeira prova no quinto posto e amealhar pontos importantes para as contas do Campeonato. Na segunda prova não foi tão feliz e depois de várias lutas foi forçado ao abandono depois de um furo.
Tiago Monteiro
Aproxima-se agora uma ronda importante para o piloto português, a corrida de 2 e 3 de Junho no Algarve. Tiago Monteiro ainda não sabe se terá à sua disposição o novo motor 1.6 Turbo no seu SEAT pelo que para já: “Vamos preparar a prova com o material que temos à disposição e tentar fazer o melhor possível como até aqui. Lógico que a correr em casa gostava de ter o novo motor, mas se não acontecer a determinação é idêntica”, concluiu Tiago Monteiro que ocupa a 11ª posição do Campeonato.







