#CNR: Carlos Vieira e Jorge Carvalho apostados em evoluir


Carlos Vieira e Jorge Carvalho têm tudo a postos para mais uma temporada no Campeonato Nacional de Ralis e novamente aos comandos do novíssimo Citroën DS3 R5, que lhe valeu o sexto lugar absoluto na época de 2016. O piloto nascido em Fafe, mas que reside em Braga preparou com afinco o campeonato que esta semana se inicia, com a motivação de adicional de a prova de arranque se disputar nos troços em volta da sua terra natal.carlos-vieirajorge-carvalho

Com uma carreira automobilística construída nos circuitos, Carlos Vieira mostrou, desde a sua entrada nos ralis em 2015, aos comandos de um Porsche 997, que também nesta área podia dar que falar. Pois em 2016, já com o DS3 R5, não faltaram provas das capacidades do piloto que comemora este ano 34 anos. Carlos Vieira, venceu, especiais, liderou ralis e a sua performance não deixou ninguém indiferente aos longo de uma temporada que foi essencialmente de aprendizagem.

Para este novo ano, Carlos Vieira assume que o mais importante é “continuar a evoluir, sendo que agora já tenho não apenas mais experiencia em relação às provas, mas também um mais profundo conhecimento do carro. Sinto uma motivação enorme e quero andar o melhor que sei, tentando não voltar a cometer os erros do passado. Estamos a trabalhar para reunir as melhores condições para esta nova temporada e a verdade é que o carro está óptimo e a equipa já mostrou estar a postos…” esclarece o piloto.

Relativamente aos “obstáculos” que tem pela frente em 2017, Carlos Vieira delineou um programa que contempla a totalidade das provas do Nacional de Ralis, estando apenas por “fechar” se terá que optar entre o Rally de Portugal e a prova açoreana. “Neste momento faltam-me acertar alguns detalhes para poder tomar as decisões que faltam, mas, para já, estou de olhos postos no Rali Serras de Fafe, prova de abertura e pela qual sinto um carinho especial, por se tratar da prova que anima a terra onde nasci e que é, na verdade a capital dos ralis portugueses.” 

Comentando a estratégia que pretende assumir e quais as maiores dificuldades que conta enfrentar, o piloto sublinha que “o mais importante é terminar os ralis, naturalmente com o melhor lugar possível. Sei que tenho muito para prender e é nisso que estou focado. Não há ralis fáceis ou difíceis. Há naturalmente provas com diferentes graus de exigências, ou pela duração, ou pelas condições em que são disputadas, mas a minha abordagem será sempre a mesma. Confesso, todavia, que, em asfalto, gosto particularmente do Rali de Espinho e que, em terra, Fafe, está no topo da minha lista de preferências. Por outro lado, não escondo que tenho que melhorar muito nos troços à noite…” 

O Campeonato Nacional de Ralis 2017 arranca este fim-de-semana com o Rally Serras de Fafe, prova disputada sob responsabilidade da Demoporto e que estará na estrada nos dias 18 e 19. Para Sábado, o organizador preparou duas passagens pelas especiais de Montim e Confurco, seguindo-se duas especiais noturnas desenhadas nas ruas da cidade de Fafe, PECs 7A e 7B.  No dia seguinte. Para estão reservadas mais cinco especiais, Luílhas, por três vezes, e Lameirinha, com uma repetição, estando o final do rali agendado para pouco depois das 13h00 na Praça 25 de Abril no centro da cidade de Fafe

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